Um homem que perseguiu uma adolescente com um arco e flecha “como se ela fosse um animal” num supermercado declarou-se culpado pela tentativa de homicídio na quarta-feira, na Austrália.
Foi condenado a 10 anos e seis meses de prisão.
O procurador de justiça que acompanha o caso, Matt Le Grand, afirmou, citado pelos meios locais, que Benjamin Jeremy Bourke, de 28 anos, se armou com um arco, duas facas e três pequenas marretas.
Segundo o New York Post, ele perseguiu a adolescente, que não foi identificada por motivos legais, no dia 20 de setembro de 2020.
Bourke teve uma discussão com um colega no início do dia e decidiu acabar com a sua vida. Segundo o procurador, o jovem elaborou um plano para fazer com que a polícia disparasse sobre nele. “Ele decidiu tirar uma vida, só não sabia que vida tiraria”, afirmou Le Grand.
Imagens recolhidas de câmaras de segurança mostram o agressor enquanto caminha a pé na Estação Ferroviária de Booval vestido com uma máscara e calças compridas. Nesse local, Bourke disparou contra uma mulher que corria nas proximidades, mas a flecha não a atingiu.
Ainda segundo o procurador de justiça, o homem considerou atirar sobre uma mãe que estava com o filho pequeno, mas decidiu encontrar outra pessoa para atacar
Burke decidiu ir até um supermercado da rede Aldi e encontrou a adolescente enquanto ela guardava a bicicleta na rua. O homem, então, caminhou até ela e tirou a máscara para mostrar quem era antes de começar o ataque.
Depois perseguiu a adolescente enquanto ela tentava fugir dele dentro da loja. A jovem foi atingida no braço direito, na mão esquerda e no tronco.
Durante o ataque, o homem pousou as armas no chão para conversar com a adolescente e foi imobilizado por dois clientes da loja, que o seguraram até chegar a polícia.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos está a recrutar para seu cliente um (1) Representante de Vendas a Van. Saiba mais.
A Aliança da Sociedade Civil contra a Usurpação da Terra em Moçambique (ASCUT) pretende recrutar um (1) Consultor – Desenvolvimento de um Sistema de Monitoria e Reporte de Casos de Usurpação e Conflitos de Terras e outros Recursos Naturais. Saiba mais.
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Empresa do Grupo A, com actividades em diferentes sectores econômicos no país, pretende recrutar um (1) Gestor de Contabilidade e Finanças. Saiba mais.
Empresa do Grupo A, no ramo de Produção e Distribuição de Equipamento Industrial, pretende recrutar um (1) Técnico de Procurement e Logistica. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Entrada de Dados CLHIV & PPA. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.
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A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Gestão de Casos e HIV. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Supervisores de Prevenção Primária. Saiba mais.
A Eazi Access pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Operador Certificado/ Experiente de Telescópico Multi-Funções (Telehandler). Saiba mais.
A Norwegian People’s Aid (NPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Projecto de Preparação e Protecção de Conflitos (CPP). Saiba mais.
A empresa Centro Reparações de Veículos de Moçambique Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal duas (2) Secretárias Particulares. Saiba mais.
A empresa Centro Reparações de Veículos de Moçambique Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal seis (6) Técnicos de Atendimento ao Cliente. Saiba mais.
O Presidente moçambicano disse que “a coordenação e cooperação” entre o Governo e a TotalEnergies são “muito favoráveis” para que a petrolífera retome a construção do projeto em terra de exploração de gás no Rovuma “a qualquer momento”.
“A cooperação e a coordenação com a TotalEnergies é muito favorável, o ambiente de trabalho também contribui para que, a qualquer momento, [a empresa] possa retomar a atividade”, afirmou Filipe Nyusi.
O chefe de Estado moçambicano falava durante a abertura da 9.ª Conferência e Exposição de Mineração e Energia (MMEC), que junta empresas do setor, nacionais e internacionais.
Filipe Nyusi defendeu que o regresso da petrolífera francesa ao seu projeto de exportação de gás natural no norte de Moçambique — suspenso em 2021 na sequência de um ataque armado — seria uma oportunidade para o país aproveitar a procura que se verifica no mercado.
O país, prosseguiu, entrou no ano passado no mercado global de produção e exportação de gás natural liquefeito (GNL), com o início das exportações do projeto em mar do consórcio da Eni, na bacia do Rovuma.
A TotalEnergies suspendeu a sua operação na bacia do Rovuma, após um ataque armado à vila de Palma, perto do perímetro onde a empresa pretende construir a sua fábrica de GNL.
Um porta-voz da Casa Branca disse que o mentor do atentado suicida, no qual morreram pelo menos 173 pessoas no aeroporto de Cabul, em agosto de 2021, foi morto pelo regime dos talibãs.
O homem era um dos líderes do grupo extremista Estado Islâmico-Khorasan (EI-K), “diretamente envolvido na preparação de operações” terroristas no Afeganistão, disse, em comunicado, o porta-voz do Conselho de Segurança dos Estados Unidos John Kirby, sem acrescentar identidade, circunstâncias ou data da morte.
“Foi morto durante uma operação dos talibãs. Deixámos claro que é da responsabilidade [do governo afegão] não permitir que terroristas, sejam eles da [rede terrorista] Al-Qaida ou do EI-K, encontrem refúgio” no Afeganistão, acrescentou Kirby.
O Governo moçambicano autorizou a construção de um novo terminal portuário no sul do país que vai escoar areias pesadas exploradas pela China, lê-se no comunicado final da reunião de terça-feira do Conselho de Ministros.
No encontro ministerial, foi autorizado o ajuste direto a uma sociedade entre a firma chinesa Desheng Port e os Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) para construir e explorar em regime de concessão o terminal portuário a localizar no distrito de Chongoene, província de Gaza.
No processo, o Governo moçambicano assume a qualidade de “concedente portuário”.
O projeto de construção do porto de Chonguene foi anunciada em agosto de 2022, financiado pela empresa chinesa Ding Sheng Minerals, que explora as areias pesadas de Chibuto, distrito vizinho, desde 2018.
A concessão mineira à Ding Sheng tem um prazo de 25 anos e, durante este período, a previsão é de que a empresa extraia anualmente um milhão de toneladas de ilmenite (óxido de titânio e ferro), além de areias pesadas.
“Eles precisam de uma zona que facilite o acesso ao mar e vão fazer investimentos em Chonguene”, explicou na altura o primeiro-ministro Adriano Maleiane.
As areias pesadas são minerais usados em tintas, plásticos e cerâmica.
A China aparece como um dos principais destinos de exportação de outras minas do mesmo tipo, detidas por firmas de outros países, em território moçambicano.
Dois indivíduos estão sob custódia do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) na cidade de Maputo, indiciados de fraude usando canais de pagamento electrónico.
De acordo com o porta-voz do SERNIC, Hilário Lole, os indiciados terão se apoderado de cerca de 320 mil meticais de uma conta bancária domiciliada na cidade de Chimoio, província de Manica, para a aquisição de material de construção e electrodomésticos.
“Tivemos conhecimento deste facto através da direcção provincial e iniciámos a investigação, uma vez que as transferências de valores eram efectuadas por meio de um contacto telefónico que se encontrava na capital, concretamente no bairro de Laulane”, disse.
Lole acrescentou que a proprietária da conta se apercebeu que os valores estavam a ser retirados da sua conta sem o seu consentimento e denunciou as autoridade competentes.
O projecto de construção das valas de drenagem na Baixa da Cidade de Maputo e nalguns bairros da capital do país arranca em Julho deste ano.
Para estas obras, o Município de Maputo pediu ao Banco Mundial um acréscimo de 50 milhões de dólares ao valor total do projecto de requalificação da cidade, que é de 100 milhões de dólares.
Pode ser um fim à vista ou, pelo menos, minimização das inundações de alguns bairros da capital do país sempre que chove.
Sucede que está previsto, para dentro de dois meses, o início da construção de valas de drenagem na “Baixa” e nalguns bairros da Cidade de Maputo.
“Foi lançado o concurso público há duas semanas, o que significa que estamos agora a receber manifestação de interesse das empresas que irão ocupar-se desta obra, que se prevê que se inicie em Julho, tendo em conta o cronograma, mas isso dependerá também do processo que vier”, revelou Victor Mabeia, responsável pelo projecto no Município de Maputo, acrescentando que tal vai envolver Chamanculo e outros bairros arredores.
Para a execução destas obras, o Município de Maputo disse que os 100 milhões do projecto de requalificação da cidade não serão suficientes. “O Banco Mundial aprovou mais 50 milhões de dólares adicionais aos 100 para, sobretudo, cobrir as questões de drenagem na Cidade de Maputo. Não será apenas a área da Baixa como inicialmente estava na componente dessa actividade, como também outras áreas da cidade que requerem uma intervenção acelerada sobre a componente da drenagem”, justificou Victor Mabeia.
Ainda no âmbito do projecto financiado pelo Banco Mundial, prevê-se o início, dentro de três semanas, de instalação de iluminação pública em 20 bairros e limpeza das valas de drenagem.
As forças armadas do Sudão disseram, na quarta-feira, que o antigo governante Omar al-Bashir está detido num hospital militar, na primeira declaração oficial sobre a sua localização desde que a violência na capital levantou questões sobre o seu paradeiro.
Os militares afirmam que Al-Bashir, o antigo ministro da Defesa Abdel-Rahim Muhammad Hussein e outros antigos funcionários foram transferidos para o hospital Aliyaa, gerido pelos militares, antes do início dos confrontos em todo o país, a 15 de abril.
Al-Bashir foi deposto em 2019, no meio de uma revolta popular. Tanto Al-Bashir como Hussein são procurados pelo Tribunal Penal Internacional por acusações de genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra relacionados com o conflito de Darfur.
Os combates que começaram a 15 de abril opõem forças do general Abdel Fattah al-Burhan, líder de facto do país desde o golpe de Estado de 2021, e um ex-adjunto que se tornou um rival, o general Mohamed Hamdan Dagalo, que comanda o grupo paramilitar RSF.
O balanço provisório do conflito indica que há mais de 420 mortos e 3700 feridos, segundo a Organização Mundial da Saúde.
Os confrontos começaram devido a divergências sobre a reforma do exército e a integração das Forças de Apoio Rápido (RSF, na sigla em inglês) no exército, parte do processo político para a democracia no Sudão após o golpe de Estado de 2021.
O Director dos Serviços de Protecção e Fiscalização, na Administração Nacional das Áreas de Conservação, diz que a coordenação entre instituições está a contribuir para a redução da caça furtiva em Moçambique.
Jorge Fernando afirmou, ainda, que as unidades de fiscalização e protecção da biodiversidade, órgãos de administração da justiça e a Polícia da República de Moçambique estão a exercer uma pressão sobre os que praticam e os que financiam a caça furtiva.
A fonte explicou que em dois mil e vinte e um foram registadas cento e sessenta e uma incursões de caçadores furtivos no Parque Transfronteiriço do Grande Limpopo, contra cinquenta e duas do ano passado.
E a Administração Nacional das Áreas de Conservação, ANAC, reportou, no ano passado, que duzentos e trinta caçadores furtivos foram detidos entre 2016 e 2022, apenas no Parque Nacional do Zinave, na província de Inhambane.
Jorge Fernando, falava esta terça-feira, à margem da formação de juízes em matérias de criminalidade contra a vida selvagem, que decorre na localidade da Ponta d’Ouro, em Matutuíne, província de Maputo.
O evento tem por objectivo consciencializar os formandos sobre a importância da biodiversidade e os impactos associados à sua danificação ou perda, de forma a assegurar uma melhor capacidade de julgamento destes crimes.
Os Estados Unidos vão enviar um submarino nuclear para a Coreia do Sul pela primeira vez em décadas com o objetivo de reforçar a dissuasão contra as ameaças dos norte-coreanos.
O envio previsto deste submarino, que é equipado com mísseis balísticos com capacidade nuclear, deve ser anunciado como parte da “Declaração de Washington”, que será assinada, esta quarta-feira, pelo presidente dos EUA, Joe Biden, e o seu homólogo sul-coreano, Yoon Suk-yeol, que está em visita oficial aos Estados Unidos, de acordo com o alto funcionário, que falou sob condição de anonimato à agência de notícias AFP.
Esta declaração, que lembra as medidas tomadas “no auge da Guerra Fria”, segundo a fonte, estabelece também um mecanismo de consulta e troca de informações com Seul sobre questões nucleares que visa reforçar o apoio em matéria de segurança dos norte-americanos aos sul-coreanos.
“Os Estados Unidos não tomavam tais medidas desde os dias da Guerra Fria, com um punhado dos nossos aliados mais próximos na Europa”, disse o funcionário.
“Nós procuramos assegurar que, com estas medidas, o nosso compromisso de reforço da dissuasão não seja objeto de qualquer questionamento”, acrescentou, antes do encontro de Biden e Yoon na Casa Branca.
Já Seul reafirmará na declaração o seu compromisso de não criar o seu próprio arsenal nuclear.
Para os Estados Unidos, trata-se de tornar mais visível o seu sistema de dissuasão “por meio do deslocamento em intervalos regulares de meios estratégicos, incluindo a visita de um submarino nuclear à Coreia do Sul, que não acontece desde o início dos anos 1980 “, afirmou o alto funcionário.
Além dos submarinos, haverá “uma sequência regular de visitas de bombardeiros e porta-aviões”, mas nem estes meios e nem armas nucleares serão enviados de forma definitiva para o território sul-coreano.
O responsável disse que as autoridades norte-americanas avisaram previamente os chineses para lhes explicar “as razões” por detrás destas medidas.
Já a Coreia do Norte realizou um nível recorde de lançamentos de mísseis balísticos neste ano.
Os presidentes Biden e Yoon também vão acordar medidas de cooperação em áreas como cibernética, economia de mudança climática.
O chefe de Estado sul-coreano chegou, na terça-feira, aos Estados Unidos e visitou o cemitério de Arlington e o Goddard Space Center da NASA, perto de Washington, acompanhado pela vice-Ppesidente dos EUA, Kamala Harris.
Yoon Suk-yeol também visitou na noite de terça-feira, com o presidente Biden, o Memorial da Guerra da Coreia (1950-1953), localizado no centro da capital norte-americana.
Esta quarta-feira, Yoon irá participar numa cerimónia de boas-vindas na Casa Branca, que será seguida de uma reunião e um jantar de gala.
Um homem de 40 anos foi detido, na Beira, província de Sofala, na posse de pele e crânio de leopardo, anunciou o Serviço Nacional de Investigação.
“Este foi detido em flagrante, no dia 22 de Abril de 2023”, disse Alfeu Sitoe, porta-voz do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) numa conferência de imprensa na cidade da Beira.
O suspeito alegou ter recebido o produto de um amigo, agora foragido, que o pretendia vender a um estrangeiro no bairro do Alto da Manga, na cidade da Beira, a um preço de 60 mil meticais.
Segundo Sitoe, o suspeito já vem praticando este tipo de crime há anos, tendo inclusive vendido produto da mesma natureza a cidadãos estrangeiros.
“Ele agora vai enfrentar um processo-crime e diligências estão em curso para localizar o tal amigo desconhecido”, concluiu o porta-voz da polícia.
Um membro do antigo regime do ditador sudanês Omar al-Bashir, acusado de crimes contra a humanidade, anunciou que fugiu da prisão com antigos colaboradores, aumentando receios de uma nova agitação, quando o cessar-fogo mediado pelos EUA continua frágil.
Ahmed Haroun estava detido na prisão de Kober, na capital, Cartum, juntamente com outros altos funcionários do antigo regime, em particular Omar al-Bashir, o ditador deposto em 2019 e objeto de um mandado de captura do Tribunal Penal Internacional (TPI) por “crimes contra a humanidade” e “genocídio” no Darfur, oeste do Sudão.
Num discurso gravado na televisão sudanesa na terça-feira à noite, Haroun, que também é procurado pelo TPI, disse que os antigos funcionários do regime de Al-Bashir já não estavam detidos.
“Permanecemos detidos em Kober durante nove dias (…) e somos agora responsáveis pela nossa proteção” noutro local, afirmou.
O cessar-fogo de 72 horas no Sudão, que entrou em vigor na terça-feira, está a ser parcialmente respeitado e hoje prosseguiu a transferência de estrangeiros e civis em fuga do país.
Os combates duram há 12 dias entre o grupo paramilitar Forças de Apoio Rápido (RSF), do general Mohamed Hamdane Daglo, e as forças armadas, chefiadas pelo líder de facto do Sudão, Abdel Fattah al-Burhane, dois generais que organizaram o golpe de Estado em outubro de 2021 e que estão agora envolvidos numa guerra pelo poder.
O exército sudanês declarou hoje que Al-Bashir, no poder há 30 anos, estava “ainda num hospital sob a custódia da polícia judiciária”.
Em 2003, eclodiu um conflito entre Cartum e membros de minorias étnicas não árabes. Segundo a ONU, o conflito causou cerca de 300.000 mortos e 2,5 milhões de deslocados.
As forças das RSF incluem milhares de antigos milicianos árabes recrutados por Al-Bashir e suspeitos de abusos no Darfur.
Alexei Navalny está a ser acusado de terrorismo pela Rússia, de acordo com a agência de notícias russa Tass. O opositor de Vladimir Putin já estava envolvido noutro processo por liderar o que a Rússia considera ser uma “organização extremista”.
“Um investigador informou-me que vai ser aberto um caso de terrorismo contra mim e que serei julgado por um tribunal militar”, revelou Navalny. A informação foi mais tarde confirmada pelo Tribunal de Basmanny, em Moscovo, na Rússia.
Recorde-se que a 24 de maio, o político e ativista de 46 anos foi condenado a uma pena de nove anos de prisão pelo Tribunal de Moscovo por injúrias no tribunal, fraude na angariação de fundos para uma campanha eleitoral e por violação da liberdade condicional.
Mais de 500 oficiais da Polícia da República de Moçambique (PRM), com mais de 45 anos de serviço vão passar este ano à reserva, no âmbito do processo de revitalização da corporação.
O comandante-geral da Polícia, Bernardino Rafael, disse que com esta medida pretende-se tornar a força policial mais operativa e com maior capacidade de resposta aos novos desafios.
“Mas também estas reservas têm o efeito económico, tem que existirem oficiais exclusivamente para lugares necessários e não oficiais sem nenhuma ocupação, só ajuda para uma organização. Oficias sem nenhuma ocupação atrapalham a liderança”, disse, segundo a RM.
Bernardino Rafael discursava esta terça-feira na cerimónia de Abertura do ano lectivo da Escola de Sargentos da Polícia Osvaldo Tanzama, no distrito de Nhamatanda, província de Sofala.
O ministro do interior do Quênia, Kithure Kindiki, informou, na terça-feira (25), que o número de mortos confirmados em seita religiosa do país subiu para 90.
De acordo com as investigações, as vítimas integravam um grupo que havia se recolhido na floresta Shakahola, em Malindi, para fazer jejum até “conhecer Jesus”.
O político acrescentou que mais três pessoas foram resgatadas com vida, com quadros graves de desnutrição. No total, 34 sobreviventes foram encontrados e encaminhados para atendimento médico desde o início das buscas, em 14 de abril.
Preso em Malindi após descoberta dos casos, o pastor Makenzie Nthenge é acusado de usar sua posição para convencer fiéis a entrarem em greve de fome a fim de ver Jesus. O líder religioso, responsável pela Igreja Internacional das Boas Novas, nega as acusações e diz que encerrou as atividades como presbítero em 2019.
No entanto, Nthenge havia sido detido no último mês depois de ser acusado de incentivar o jejum para duas crianças da cidade, que morreram de fome. À época, o pastor pagou fiança equivalente a US$ 740 e foi liberado.
Buscas continuam
Na segunda-feira (24), a polícia queniana havia encontrado 70 corpos na floresta Shakahola. Parte deles pertencia a famílias inteiras enterradas em uma mesma vala, com pais e filhos juntos. As autoridades acreditam que ainda existam fiéis escondidos na mata para continuar o jejum e seguem com as buscas.
Durante a operação do último fim de semana, uma mulher foi resgatada viva, com os olhos fora de órbita, enquanto se negava a ingerir qualquer tipo de alimento.
“O que vimos em Sakhola é algo característico de terroristas”, afirmou o presidente queniano, William Ruto, nesta segunda. “Os terroristas usam a religião para promover seus atos hediondos. Pessoas como Mackenzie utilizam a religião para fazer exatamente o mesmo”, criticou.
O antigo Presidente da República, Joaquim Chissano, diz que todos os moçambicanos devem resistir a qualquer apelo para promover violência neste período eleitoral.
O comentário surge na sequência do receio manifestado pela Conferência Episcopal sobre a possibilidade de uma possível violência pré ou pós-eleitoral em Moçambique.
O antigo Chefe do Estado moçambicano, acompanhado pela sua esposa, Marcelina Chissano, recenseou-se ontem, na Escola Secundária da Polana, na Cidade de Maputo, cinco dias depois do início do processo em todas as cidades e vilas municipais do país.
É recorrente que haja conflitos em processos eleitorais no país e, desta vez, ao que tudo indica, não está a ser diferente, a avaliar pelas agressões aos recenseadores e detenções de potenciais eleitores.
Para o antigo Presidente da República, o processo eleitoral não deve ser colocado em causa por pessoas mal-intencionadas. Falando sobre os receios de violência pré ou pós-eleitoral, Joaquim Chissano apelou aos cidadãos para promoverem a paz.
“O povo moçambicano já não quer mais violência. Se tivermos movimentos civis de má intenção ou movimentos políticos de má intenção a mobilizarem as pessoas para a violência, os cidadãos devem resistir a isto e não partir para a violência, tanto no tempo eleitoral, assim como fora do tempo eleitoral”, defendeu o antigo Presidente da República, acrescentado que o povo moçambicano já sofreu muito com a violência e com as calamidades naturais. “Agora, o meu apelo é que o próprio moçambicano actue para que esta paz seja conservada”.
Chissano reconheceu ainda ser preocupante, mas disse ser admissível que alguns moçambicanos que vivem em certos municípios a norte de Cabo Delgado não se possam recensear nem votar, devido aos ataques terroristas.
“Não é a primeira vez que estamos a realizar eleições nesta situação em certos distritos. Mas não se pode parar a vida do país por causa de pessoas mal-intencionadas. Nós temos feito eleições regularmente no país e a representatividade do povo moçambicano foi sempre clara em todos os pleitos. Agora, se tivermos um distrito que esteja em situação de violência, o mesmo não está em condições para as eleições. Mas não é por causa desse distrito que se vai parar toda a vida da nação”, considerou Joaquim Chissano.
O antigo Presidente da República aproveitou a ocasião para apelar que os moçambicanos em idade eleitoral se recenseiem para que possam estar em condições de votar nas próximas eleições.
Pelo menos dez membros das forças de segurança indianas e o seu motorista morreram na sequência da explosão de uma bomba, afirmou a polícia local, apontando a autoria do ataque a rebeldes maoístas.
“Eles estavam a voltar de uma operação quando ocorreu a explosão, visando o seu veículo”, disse à AFP o diretor-geral da polícia estadual de Chhattisgargh.
O ministro da Saúde do Estado de Chhattisgargh, T.S. Singh Deo, afirmou que os atacantes tinham como alvo os polícias que estavam a montar acampamentos no distrito de Bastar com o objetivo de expulsar os rebeldes do local.
Segundo a AP, os rebeldes mataram 20 polícias e paramilitares em tiroteios nas florestas de Chhattisgargh em 2021.
Os rebeldes maoístas, que se inspiram no líder revolucionário chinês Mao Tse-Tung, lutam contra o governo indiano há mais de quatro décadas, exigindo terras e empregos para arrendatários e pessoas pobres.
Estão ativos em várias partes da Índia e, ao longo dos últimos anos, têm-se registado vários ataques que causaram a morte de milhares de pessoas.
Empresa do grupo A, no ramo de Segurança Corporativa, com foco na Gestão de Risco de Segurança, Segurança Cibernética e Proteção de Individualidades, pretende recrutar um (1) Gestor de Segurança Corporativa. Saiba mais.
Empresa do Grupo A, com actividades em diferentes sectores econômicos no país, pretende recrutar um (1) Gestor de Contabilidade e Finanças. Saiba mais.
Empresa do Grupo A, no ramo de Produção e Distribuição de Equipamento Industrial, pretende recrutar um (1) Técnico de Procurement e Logistica. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Entrada de Dados CLHIV & PPA. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Fortalecimento Económico. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Gestão de Casos e HIV. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Supervisores de Prevenção Primária. Saiba mais.
A Eazi Access pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Operador Certificado/ Experiente de Telescópico Multi-Funções (Telehandler). Saiba mais.
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O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, um (1) Gestor de Projecto e Género. Saiba mais.
A empresa Centro Reparações de Veículos de Moçambique Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal duas (2) Secretárias Particulares. Saiba mais.
A empresa Centro Reparações de Veículos de Moçambique Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal seis (6) Técnicos de Atendimento ao Cliente. Saiba mais.
A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) disse que o pagamento das pensões aos seus antigos combatentes não deve depender do fecho da última base do braço armado, como prevê a lei publicada pelo Governo.
“Mais de 4.000 combatentes foram desmobilizados há pouco mais de um ano e ainda aguardam pelas suas pensões”, sublinhou na segunda-feira (24) o porta-voz da RENAMO, José Manteigas.
“Recentemente, o Governo aprovou a lei que fixa as pensões, mas tem um senão: estabelece que só serão fixadas com o encerramento da última base. Só que esse não é o entendimento que foi colocado na mesa entre as partes”, sublinhou.
A expectativa “era que, à medida que fossem desmobilizados, os combatentes estivessem a receber as suas pensões e isso não está a acontecer”, apontou.
Mirko Manzoni, diplomata suíço, representante do secretário-geral das Nações Unidas no processo de paz moçambicano, disse no início do mês que a última base da Renamo poderia ser encerrada ainda este mês, mas hoje Manteigas rejeitou o prazo, considerando que é preciso atender ao dossiê das pensões.
“Este anúncio do embaixador Mirko Manzoni foi unilateral e a RENAMO não se revê nisto, porque temos estas questões para resolver”, referiu.
“As pessoas precisam das pensões”
Manteigas disse que “os últimos combatentes”, que ocupam a única base por encerrar – na serra da Gorongosa, centro do país -, “também ficam bastante céticos”, com a possibilidade de serem “desmobilizados e deixados à sua sorte como os outros combatentes”.
“Isto de certo modo cria um ambiente de insatisfação e não é isso que queremos”, acrescentou.
“As pessoas precisam das pensões” e “não faz sentido que esta situação permaneça”, referiu Manteigas, realçando que o processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) – que decorre dos Acordos de Paz assinados em 2019 – já está na fase final e que 90% dos 5.200 antigos guerrilheiros já entregaram as armas.
De acordo com o porta-voz da RENAMO, o presidente do partido, Ossufo Momade, e o Presidente da República, Filipe Nyusi, mantêm o diálogo e “nesse ambiente, poderão fazer uma abordagem” sobre o assunto.
Mirko Manzoni, disse hoje que “o grupo de trabalho das pensões tem estado reunido, a trabalhar”, sendo que “a RENAMO está bem representada” e “o texto do decreto não está a ser discutido no grupo de trabalho, uma vez que é compreendido por todos”.
“A Comissão de Assuntos Militares também está a trabalhar com o decreto e a fazer planos para quando o DDR estiver concluído”, acrescentou, em esclarecimentos escritos.
“Estamos prontos e à espera da ‘luz verde’ da Renamo para fechar a última base”, sublinhou Manzoni, realçando que “o Governo aprovou as pensões”.
“O grande ponto pelo qual eles [RENAMO] se tinham batido eram as pensões e é histórico que tenha sido aprovado. Acreditamos que os combatentes no terreno, depois de terem passado anos à espera, no mato, querem desmobilizar-se e merecem-no”, concluiu.
Um homem assaltou um banco, na sexta-feira, com recurso a várias facas, e fugiu com 160 mil euros num saco do lixo, no bairro de Salamanca, no centro de Madrid. De acordo com o jornal local “Vozpópuli”, o suspeito acabou rapidamente detido pela Polícia Nacional.
O caso ocorreu por volta das 9 horas, quando a agência bancária abriu. O suspeito entrou, munido de armas brancas, roubou alguns objetos pessoais aos clientes que lá se encontravam e exigiu aos funcionários que lhe entregassem o dinheiro. De acordo com fontes do banco citadas pelo mesmo jornal, não é habitual haver tanto dinheiro no banco, sendo que, aquele dia foi “um caso excecional”.
Quando o homem fugiu, os funcionários emitiram um alerta e, pouco tempo depois, o suspeito acabou por ser intercetado pela polícia. Além de reaverem o dinheiro, as autoridades apreenderam três facas.
Foram publicadas hoje, dia 13 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
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O Governador do Banco de Moçambique, Rogério Lucas Zandamela, vê-se envolvido numa ação de execução judicial que resultou na penhora de três imóveis registados...