São já 13 os mortos na sequência do desabamento de um prédio, em Janga, na região metropolitana do Recife, no estado brasileiro do Pernambuco. A tragédia ocorreu na manhã de sexta-feira.
O balanço desta manhã dava conta que oito pessoas tinham sido encontradas sem vida, contudo, ao início da tarde de hoje, as autoridades atualizaram o número de vítimas do desmoronamento, avançou o G1.
As últimas mortes confirmadas foram a de Eloá da Silva, de 21 anos, de um casal e de uma mãe e um filho, menor de idade. A identidade destas últimas vítimas não foi divulgada.
Uma criança ainda continua desaparecida sob os escombros no segundo dia de buscas por sobreviventes. A operação de busca e resgate continua em curso.
O edifício estava interditado por ordem judicial desde 2010 mas, segundo a imprensa local, três famílias viviam no local.
Os ultraconservadores georgianos opositores do movimento LGBTQIA+ e a polícia protagonizaram confrontos em Tbilissi em resultado das celebrações da semana do orgulho gay.
Várias centenas de radicais, a maioria vestidos de preto e com ícones nas mãos, acompanhados por padres, marcharam em direção ao lago Lisi, a 10 quilómetros do centro de Tbilisi, com gritos como “não a Sodoma e Gomorra” ou “vamos defender os valores tradicionais”.
Um festival LGBTQIA+ (sigla para lésbicas, gays, bissexuais, transgénero, queer, intersexuais, assexuais e outras orientações sexuais e identidades de género) estava a ser realizado no Lisi Wonderland, sob forte proteção policial.
No entanto, os organizadores disseram que não estavam a planear nenhum desfile da semana do orgulho, que termina hoje, mas isso não impediu os ultraconservadores, que já realizaram violentos distúrbios em Tbilisi em 2013 e 2021 contra o orgulho gay.
Os radicais tentaram romper o cordão policial e entraram em confronto com agentes que tentavam impedi-los de chegar a Lisi Wonderland, onde estava prevista a presença de vários embaixadores de países da União Europeia (UE) como convidados.
Por fim, os organizadores do festival indicaram em comunicado que o Ministério do Interior teve de evacuar o local e enviar forças especiais para o lago Lisi.
A Presidente da Geórgia, Salomé Zurabishvili, declarou que a violência é inaceitável e enviou um representante de direitos humanos a Lisi.
O primeiro vice-presidente do parlamento, Giorgi Volski, do partido pró-Governo Georgian Dream, disse em conferência de imprensa que “a violência pode prejudicar a imagem internacional da Geórgia”, que espera receber o estatuto de país candidato à União Europeia em dezembro, apesar de nos últimos tempos o país registar retrocessos democráticos e de liberdades cívicas.
O Patriarcado da Geórgia, que segundo várias sondagens é a instituição mais autoritária do país, afirmou em comunicado que “se opõe à propaganda de um modo de vida pervertido contrário à cultura georgiana”, mas que também “se opõe à violência”.
A semana do orgulho em Tbilisi é celebrada sob forte presença policial e com eventos fechados devido à possibilidade de incidentes e violência, à semelhança do que aconteceu em edições anteriores.
Durante os distúrbios de Tbilisi em 2013, cerca de 30 pessoas ficaram feridas e em 2021 o mesmo aconteceu com mais de 50, na maioria jornalistas.
Shafee Sidat é pré-candidato a cabeça-de-lista no recém-criado município da vila de Marracuene e Jacinto Loureiro para o de Boane.
A confirmação foi feita pelos dois, durante uma marcha que a Frelimo, na Província de Maputo, realizou para saudar o fim do Desarmamento e Desmobilização de antigos guerrilheiros da Renamo.
Apesar de a lista dos pré-candidatos às eleições internas de 15 de Julho, para a escolha dos cabeças-de-lista para as 65 autarquias, ter sido homologada na quarta-feira pela Comissão Política da Frelimo, muitos nomes ainda não foram avançados.
E, não foi necessário muito questionamento para que Shafee Sidat e Jacinto Loureiro revelassem o que já se ouvia nos corredores.
“Coloquei a minha candidatura. Agora é só esperar pelo resultado das eleições internas. O nosso partido é organizado, vamos esperar com toda a serenidade, tranquilidade, porque a vitória se prepara e nós estamos preparados para a vitória”, disse Loureiro, que está no comando do Município da vila de Boane desde 2013, ano em que a vila foi elevada àquela categoria.
Aos seus apoiantes, Jacinto Loureiro pede mais cinco anos, porque, segundo explica, quer dar continuidade ao trabalho que iniciou.
“Ainda há muitos desafios na vila de Boane. Temos de consolidar a gestão que iniciamos, em conjunto com a nossa população”.
Do distrito para o recém-criado município da vila de Marracuene, e, apesar de conhecer bem o terreno ao qual se propõe, Shafee Sidat prefere assumir que os seus adversários internos são fortes. “Éramos sete, esperamos agora pela decisão da Comissão Política, em geral a Frelimo vai decidir quem será o melhor para Marracuene”, avançou Sidat, que partilhou que “penso que todos os candidatos são fortes, mas estou optimista e acredito que os meus oponentes também estão”.
Não é de hoje a convicção de que a Frelimo quer recuperar os municípios tradicionalmente da oposição.
Avelino Muchine, primeiro-secretário da Frelimo na Província de Maputo, explica o que será determinante para o efeito.
“Apesar de estarmos em momentos adversos, com a COVID-19, com o conflito em Cabo Delgado e mais, conseguimos dar passos galopantes, que são obras visíveis do que a Frelimo tem estado a fazer. Isso vai fazer com que o eleitorado confie em nós, porque temos a certeza de que os potenciais leitores estão atentos, estão a ver as realizações feitas na Província de Maputo”, realçou Muchine.
Estes posicionamentos surgiram à margem da marcha de saudação a Filipe Nyusi, que contou com centenas de simpatizantes da Frelimo, na Província de Maputo. O motivo da concentração foi a conclusão da fase de Desarmamento e Desmobilização de membros da Renamo, no âmbito do processo de DDR.
A Ask-Us, Lda, Empresa Moçambicana especializada em recrutamento e seleção procura um (1) Técnico de CCTV, Controlo de Acessos e Deteção de Incêndio. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Projecto. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu quadro interno um (1) Contabilista. Saiba mais.
A Reencontro – Associação Moçambicana para Apoio e Desenvolvimento da Criança Órfã e Vulnerável, no âmbito do Projecto VIVA+, em parceria com a FDC pretende contratar um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.
A CESAL pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor – Diagnóstico, formação e acompanhamento do reforço institucional da UAAMAT para melhorar a gestão e a administração. Saiba mais.
Um carro embateu, na quinta-feira, no edifício de uma escola primária em Wimbledon, no sudoeste de Londres. Há a registar nove feridos, sete crianças e dois adultos.
O incidente ocorreu em Camp Road, onde fica a localizado a escola The Study, frequentada por meninas entre os 4 e os 11 anos. As forças de segurança foram alertadas às 09:54.
“Um carro colidiu contra um prédio na escola. Várias pessoas estão a ser assistidas no local”, informou a polícia,
Segundo a Sky News, a Polícia Metropolitana de Londres não está a relacionar este incidente com um ato de terrorismo. “Uma investigação está em curso para apurar todas as circunstâncias”, indicam as autoridades.
De acordo com a BBC, a Polícia Metropolitana de Londres indica que foi um Land Rover que embateu num edifício da escola primária The Study. Mais de 20 ambulâncias e viaturas dos bombeiros, bem como duas unidades de resgate estiveram no local.
A justiça espanhola começou a julgar, na quarta-feira, o caso de um homem, residente em León, acusado de defraudar uma idosa em quase 300 mil euros. A mulher acreditava estar a fazer depósitos numa conta de Deus.
O homem fez-se passar por Deus ou pela Virgem Maria e aproveitou-se do estado mental da mulher, que estava convencida que era uma santa, conta a estação espanhola Telecinco.
No total, entre 2014 e 2019, a mulher depositou mais de 290 mil euros numa caixa de uma loja na rua Lopes de Vega, em León.
Os depósitos começaram após o homem ter contactado a idosa por telefone, alegando que o “banco do céu” era mais rentável do que os bancos na terra e que poderia construir uma casa no céu ao lado dos seus familiares já falecidos.
“Quem diz ‘não’ a Deus Nosso Senhor?”, justificou a vítima, admitindo que ficou “sem um cêntimo no banco” e sem ter “sequer o suficiente para comprar um pão”.
“Ouvi a voz e pensei que era Deus, não me atrevi a dizer nada aos meus filhos porque pensei que era a palavra de Nosso Senhor”, acrescentou, citada pela imprensa espanhola.
A idosa, que recebe 800 euros de reforma, chegou a contrair dois empréstimos bancários para poder fazer os pagamentos ao “banco do céu”.
No seu testemunho, a mulher defendeu ainda que foi feita santa pela Virgem Maria em 2013. “Sou santa desde 2013. Numa viagem de carro, senti umas mãos nos meus ombros e, quando cheguei a casa, levaram-me para a casa de banho”, contou.
No espelho, escreveu com sangue: “Sou a Virgem, aqui derramei todo o meu sangue. Minha filha, tu és uma santa”.
No entanto, apesar de acreditar ser uma santa, a idosa reconhece que foi vítima de uma fraude e que os depósitos não iriam para o “banco do céu”.
O acusado negou as acusações, mas o Ministério Público pediu uma pena de oito anos de prisão pelo crime de fraude.
Dois indivíduos de nacionalidade sul-africana estão a contas com a PRM, na Cidade de Maputo, acusados de tentativa de rapto de um empresário de nacionalidade asiática na manhã de quarta-feira, na Cidade de Maputo.
Os indiciados fazem parte de uma quadrilha de cinco indivíduos, dos quais três se colocaram em fuga.
O caso deu-se na manhã de quarta-feira, na Cidade de Maputo, quando uma quadrilha composta por cinco indivíduos tentou raptar um empresário de origem asiática que opera na Avenida Karl Marx.
No entanto, após a agitação da população no local, a operação foi abortada pela Polícia da República de Moçambique e dois membros da quadrilha foram neutralizados, tendo os outros três se colocado em fuga.
“Tivemos uma situação em flagrante, quando os indivíduos tentavam raptar um moçambicano de origem asiática. A situação deu-se quando a vítima ia ao seu local de trabalho e um dos indiciados tentou arrastá-la da sua viatura para a dos criminosos que se encontrava estacionada na posição de fuga”, explicou o porta-voz da PRM, Leonel Muchina.
Entretanto, os indiciados negam as acusações que recaem sobre si e afirmam que se encontravam apenas à espera de um conhecido.
No momento, decorrem trabalhos para a neutralização dos outros três membros da quadrilha.
Pelo menos 29 pessoas morreram e 19 ficaram feridas quando o autocarro em que seguiam caiu numa ravina no sul do México, numa zona montanhosa do estado de Oaxaca, disseram as autoridades.
“Os números que temos, 12 horas após o início das operações de resgate, são de 29 mortos e 19 feridos”, disse o procurador estatal Bernardo Rodriguez Alamilla, por telefone.
O autocarro, de uma empresa de transportes local, tinha partido na noite anterior da Cidade do México, com destino à aldeia de Santiago de Yosondua.
Milhares de manifestantes israelitas bloquearam esta noite a principal estrada de Telavive e as principais estradas e cruzamentos do país em protesto contra a renúncia forçada do popular chefe de polícia da cidade.
Ami Eshed anunciou que estava a deixar a polícia israelita por pressão política.
O chefe da polícia teve regulares conflitos com o ministro da segurança nacional do país, Itamar Ben-Gvir, por este exigir que a polícia adotasse uma postura mais dura contra os protestos antigovernamentais, que duram há meses.
“Estou a pagar um preço pessoal intoleravelmente alto pela minha escolha de evitar uma guerra civil”, disse Ami Eshed.
Assim, milhares de pessoas bloquearam a estrada de Ayalon, muitos segurando bandeiras israelitas azuis e brancas, buzinando, dançando na rua e acendendo fogueiras.
A polícia, alguns montados a cavalo, tentou afastar a multidão, chegando a usar um canhão de água, segundo a Associated Press.
Num noticiário ao vivo, um motorista dirigiu o carro em direção a uma multidão de manifestantes, atingindo um homem, e acabou preso.
Dezenas de milhares de israelitas têm saído às ruas desde que o novo governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu anunciou, em janeiro, planos para reformar o sistema judicial do país.
Netanyahu, cujo julgamento por corrupção se arrasta há quase três anos, e os aliados do seu governo religioso nacionalista dizem que a reforma é necessária para controlar uma justiça excessivamente intervencionista e restaurar o poder aos eleitos.
Os críticos dizem que o plano levaria o país à ditadura ao concentrar o poder nas mãos de Netanyahu e aliados.
Netanyahu suspendeu a reforma em março, depois de protestos em massa quando tentou demitir o ministro da Defesa por contestar o plano.
Mas as negociações com a oposição política fracassaram em junho, e os aliados de Netanyahu avançaram novamente com o plano.
A fuga de gás num bairro na África do Sul, causou a morte de 16 pessoas e vários feridos. A botija estaria a ser usada em atividades de mineração ilegal.
“Confirmámos a morte de 16 pessoas no local”, oito homens, cinco mulheres e três crianças, disse à agência noticiosa AFP o porta-voz dos serviços de emergência William Ntladi.
Os paramédicos conseguiram reanimar várias outras pessoas que foram depois transportadas para o hospital.
O porta-voz acrescentou que, entre as pessoas hospitalizadas, quatro estão em estado crítico, enquanto onze permanecem em estado grave, mas estável.
Inicialmente relatado como uma explosão de gás, os serviços de emergência descobriram mais tarde que o problema era uma fuga de gás de uma botija que continha “um gás altamente tóxico que afetou os residentes” no bairro.
Causa da fuga
“A causa do incidente terá sido uma fuga de gás de óxido de nitrato de uma botija utilizada numa atividade mineira ilegal na povoação e nas suas imediações”, afirmou Ntladi.
“Aparentemente, os mineiros ilegais utilizavam o gás para extrair ouro do solo”, precisou.
Panyaza Lesufi, o primeiro-ministro da província de Gauteng, publicou nas redes sociais vídeos de uma barraca onde se podem ver pelo menos quatro cilindros de gás.
Quando chegaram ao local, perto do subúrbio de Boksburg, as equipas de salvamento e a polícia encontraram várias pessoas inconscientes depois de terem inalado o gás tóxico.
Na África do Sul, que tem uma taxa de desemprego superior a 32%, vive um número significativo de mineiros ilegais conhecidos como “zama zamas”, que arriscam a vida à procura de ouro em minas desativadas.
A Inspecção Nacional de Actividades Económicas (INAE) apreendeu no primeiro trimestre 10 toneladas de frango comercializadas em vários estabelecimentos da cidade de Maputo sem a respectiva licença de importação.
A informação foi partilhada ao “Notícias” pela inspectora-geral da INAE, Rita Freitas, realçando que a legislação nacional não permite a importação de frango por causa das condições de conservação e higienização, que tornam o produto impróprio para o consumo.
Freitas lamentou o facto de vários operadores informais trazerem frango do Brasil, Estados Unidos da América, etc. para a vizinha África do Sul para, posteriormente, introduzirem-no no território nacional, mesmo com a proibição do recurso a este mecanismo.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, procede à inauguração do Edifício do Tribunal Judicial Provincial de Inhambane e do Sistema de Abastecimento de Água de Cumbana, no distrito de Jangamo, actos que marcam também a sua visita de trabalho a aquela província do país.
Os actos estão inseridos na Iniciativa Presidencial “Um Distrito, Um Edifício Condigno para o Tribunal até 2023’’ e no Programa Nacional de Abastecimento de Água e Saneamento Rural.
Nyusi irá proceder à inauguração do Sistema Fotovoltaico do posto administrativo de Mawaela, no distrito de Panda, no âmbito do Programa Nacional de Energia para Todos e do Edifício do Instituto Naciona de Acção Social – Delegação da Maxixe.
A primeira vacina contra a malária será distribuída pela primeira vez a 12 países africanos nos próximos dois anos, anunciaram a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Aliança Global para Vacinas e a Unicef.
A vacina contra a malária é um grande avanço para melhorar a saúde infantil e a sobrevivência das crianças, e as famílias e as comunidades, com razão, querem esta vacina para os seus filhos, vamos trabalhar sem descanso para aumentar a entrega até que todas as crianças em risco tenham acesso”, disse Kate O’Brien, directora de Imunização, Vacinas e Produtos Biológicos da OMS.
Desde 2019 que o Gana, Quénia e Malaui aumentaram significativamente a administração da vacina contra a malária através de um programa piloto, que chegou a mais de 1,7 milhões de crianças nestes três países, demonstrando ser segura e eficaz.
Apesar de 28 países terem manifestado interesse em receber esta primeira vacina contra a malária, apenas 12 países vão receber as 18 milhões de doses disponíveis.
Além do Gana, Quénia e Malawi, também o Benim, Burkina Faso, Burundi, Camarões, República Democrática do Congo, Libéria, Níger, Serra Leoa e Uganda vão introduzir a vacina nos seus programas de imunização.
“Esta vacina tem potencial para ser muito impactante na luta contra a malária e, quando amplamente implantada junto com outras intervenções, pode prevenir dezenas de milhares de mortes futuras a cada ano. Enquanto trabalhamos com fabricantes para ajudar a aumentar a oferta”, afirmou Thabani Maphosa, director-geral de Execução dos Programas Nacionais da Aliança Global para Vacinas e Imunização (Gavi).
A escolha dos países teve a ver com a definição das zonas mais necessitadas, onde o risco de doença e morte por malária entre as crianças é maior, segundo a agência Europa Press, que dá conta que as primeiras doses da vacina vão começar a chegar aos países durante o último trimestre deste ano, para começarem a ser administradas no início de 2024.
“A cada minuto, uma criança com menos de 5 anos morre de malária, mas a entrega destas vacinas às crianças, especialmente em África, vai dar-lhes uma hipótese maior de sobrevivência”, disse o vice-director de imunização do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Ephrem T. Lemango.
A malária é uma das doenças mais mortíferas em África, matando quase meio milhão de crianças com menos de 5 anos todos os anos, e representa aproximadamente 95% dos casos mundiais de malária e 96% das mortes em 2021.
Quatro indivíduos entre os 20 a 26 anos de idade, de nacionalidade moçambicana, foram detidos, na cidade de Tete, indiciados de cometimento dos crimes de roubo, consumo de drogas e porte ilegal de arma.
Feliciano da Câmara, porta-voz do Comando Provincial da Polícia da República de Moçambique (PRM) explicou que os indivíduos foram presos durante uma operação que visava o desmantelamento de uma “boca de fumo” no bairro Chingodzi, na cidade de Tete.
“Foram aprendidos na posse de duas armas de fogo de tipo pistola com oito munições e uma ponta de marfim, levantando a possibilidade de envolvimento dos mesmos também na prática de crimes contra a vida selvagem”, detalhou.
Alexander Lukashenko, presidente da Bielorrússia, informou que o líder do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, regressou à Rússia, avança a Reuters.
“Quanto a Prigozhin, ele está em São Petersburgo. Não está no território da Bielorrússia”.
De recordar que Lukashenko intermediou um acordo para pôr fim ao motim armado na Rússia, tendo sido determinada a permanência de Prigozhin na Bielorússia. Líder do grupo Wagner chegou ao país a 27 de junho.
A Academia Marechal Samora Moisés Machel, em Nampula, que forma militares de nível superior, está a introduzir cursos de curta duração como forma de ajudar principalmente a jovens que não possuem ocupação.
Numa primeira fase, trata-se do curso intensivo e gratuito de montagem e reparação de antenas parabólicas, que será o primeiro a ser introduzido pela academia numa primeira fase e que terá a duração de sete dias úteis.
Falando na cerimónia de graduação de um total de 22 jovens, o major Francisco Mataruca, reitor da Academia Militar, disse esperar que a formação seja uma oportunidade que vai melhorar a vida dos jovens na autarquia de Nampula.
O Talibã proibiu o funcionamento de salões de beleza no Afeganistão, e os estabelecimentos têm um mês para fechar definitivamente as portas.
A medida é mais uma restrição aos espaços que podem ser ocupados por mulheres afegãs — e também inclui escolas, universidades, e locais públicos, como parques e academias.
“O prazo para o fechamento de salões de beleza para mulheres é de um mês”, disse Mohammad Sadiq Akif, porta-voz do Ministério para a Prevenção do Vício e Propagação da Virtude, segundo informações da Reuters.
Os estabelecimentos surgiram em território afegão dias após o Talibã ser retirado do poder, no fim de 2001. Muitos permaneceram abertos após o retorno do regime, há dois anos, oferecendo locais de convivência e serviços voltados para o público feminino, bem como empregos às mulheres.
Os salões são, geralmente, femininos e têm as janelas cobertas para que as clientes não possam ser vistas de fora.
A Organização das Nações Unidas (ONU) considera como um “apartheid de gênero” as restrições aos direitos de mulheres e meninas no país, desde que o Talibã assumiu o poder, em 2021.
No ano passado, autoridades ligadas ao regime fecharam a maioria das escolas de ensino fundamental e médio voltadas para meninas, proibiram mulheres de frequentarem universidades e impediram a entrada delas em locais públicos, como balneários, academias e parques.
O governo, no entanto, afirma respeitar os direitos das mulheres de acordo com a interpretação da lei islâmica e os costumes afegãos.
O juiz do Tribunal Comercial de Inglaterra e Gales, Robin Knowles, fixou a data para a realização do julgamento do processo aberto pela República de Moçambique contra o Banco Credit Suisse, visando livrar o Estado de ter de pagar as chamadas dívidas ocultas.
O acórdão surge após o pedido do Credit Suisse para que o processo fosse anulado pelo facto de Moçambique não ter cumprido integralmente a instrução do tribunal para apresentar documentos relevantes, supostamente na posse da Presidência da República e do Serviço de Informação e Segurança do Estado.
Após analisar os argumentos, o juiz concluiu que “não é justo, proporcional ou necessário anular as alegações ou pedidos da República de Moçambique, ou impedi-la de defender, nesta fase. No entanto, todas as possibilidades permanecem em aberto até ao julgamento que vai decorrer dentro de três meses”, escreveu o juiz no acórdão publicado no dia 2 de Julho corrente, em Londres, no Reino Unido.
Apesar de ter marcado o julgamento para o dia 2 de Outubro, com duração de três meses, ou seja, até Dezembro de 2023, o juiz não deixa de lado a possibilidade de vir a cancelar o processo se o Estado moçambicano não apresentar documentos tidos como relevantes.
Assim, o juiz marcou o julgamento por reconhecer que, após ter dito, em Março, que as autoridades nacionais, nomeadamente a Presidência da República e o Serviço de Informação e Segurança do Estado, se recusavam a fornecer documentos que sustentam as alegações de Moçambique, houve alguns esforços nesse sentido e após deixar garantias de que os documentos que contivessem matérias classificadas e de segurança de Estado não seriam divulgados.
“O plano pode incluir qualquer pedido ao tribunal para preservar a confidencialidade de qualquer documento a divulgar, ou para que o tribunal considere isentar um documento de divulgação, incluindo quando não é de relevância central para o processo e seja classificado como segredo de Estado”, esclarece o documento.
No acórdão, o juiz diz que houve também avanços após a reunião entre a Procuradoria-Geral da República, representada pelo Procurador-Geral-Adjunto, Vasco Matusse, e o escritório de advogados que defende o país em Londres, a Peters & Peters, com o Presidente da República, Filipe Nyusi. Tal permitiu uma pesquisa mais aprofundada nos arquivos físicos e electrónicos da Presidência da República, apesar da limitação pelo facto de os computadores não estarem ligados a servidores para o armazenamento de informações. Mesmo assim, foram encontrados alguns documentos, mas não todos que foram solicitados pelo juiz.
A busca de documentos foi efectuada no Gabinete do Presidente da República, nos Gabinetes dos Conselheiros do Presidente da República, da Chefe de Gabinete e na Secretaria-geral da Presidência. Ao nível electrónico, apenas quatro computadores foram alvo das pesquisas na Presidência, uma vez que os documentos estavam armazenados em cada computador.
Entretanto, a mesma pesquisa aprofundada foi feita no SISE, no entanto sem grandes sucessos, em parte porque, normalmente, os dirigentes superiores da instituição não podem usar ostensivamente aparelhos electrónicos e mesmo o arquivo de certos documentos é limitado, bem como o seu acesso.
Mas, para o caso específico das dívidas ocultas, há que considerar o seguinte: “Os representantes do SISE consideraram que as pessoas com cargos no SISE e que estiveram envolvidas ou alegadamente envolvidas nas transacções relevantes em causa (Sr. Gregório Leão, Sr. Cipriano Mutota e Sr. António Carlos do Rosário) actuaram sempre a título pessoal. Foi expresso o ponto de vista de que estas pessoas não teriam permitido que qualquer material relacionado com actividades desonestas entrasse ou permanecesse no SISE, e poderiam ter escrito cartas em papel timbrado do SISE fora da instituição, pedindo às suas secretárias ou a outras pessoas que fornecessem números de referência, sem que qualquer cópia ou vestígio de tais cartas fosse conservado nos arquivos da instituição. O facto de uma carta ter um número de referência (ou mesmo um carimbo) não significa, na sua opinião, que tenha sido recebida pela instituição, ou correctamente arquivada como enviada pela instituição. Além disso, devido ao carácter hierárquico da instituição e à antiguidade dos senhores Leão, Mutota e Do Rosário, os seus pedidos não teriam sido questionados”, lê-se na sentença.
Na pesquisa ao SISE, não foi encontrada nenhuma documentação electrónica ligada aos três antigos dirigentes da secreta, alegadamente porque não usavam e-mails institucionais e Gregório Leão, como director-geral do SISE, não usava computador, pelo que foram pesquisados computadores do secretário do director do SISE e da Secretaria-geral, sem, no entanto, ter sido possível localizar documentos relevantes.
As buscas pelos documentos que sustentem a acusação feita pela República de Moçambique contra a Crédit Suisse obedecem a um critério que foi apresentado pela defesa do Estado junto ao tribunal e conta com uma lista de documentos solicitados pela parte acusada. Para facilitar a procura pelos documentos, foram constituídas mais de 400 palavras-chave que orientam as buscas, quer eléctricas quer físicas.
E em relação à dificuldade de encontrar os documentos, o juiz solicitou ao Crédit Suisse que ajudasse a apresentar os documentos que julga importantes, por entender que se os solicita junto do Governo moçambicano significa que os conhece e pode ter acesso a eles.
Outra das grandes dificuldades enfrentadas pelas equipas de pesquisas, lideradas por peritos da Procuradoria-Geral da República, junto de técnicos de informática e de arquivo físico da Presidência da República, assim como do SISE, é o facto de quase todos os então dirigentes superiores do Estado terem usado, à data dos factos, e-mails pessoais para tratar assuntos relacionados ao trabalho no lugar de corporativos.
No entanto, o juiz acredita que a disponibilização de certos documentos relevantes poderá acontecer até ao julgamento, e a demora pode ser apenas uma estratégia por parte dos defensores do Estado moçambicano no processo.
Em menos de três meses, cerca de três milhões de pessoas foram deslocadas internamente no Sudão e para além das fronteiras em resultado do conflito no país, alertou a Organização Internacional para as Migrações (OIM).
Entretanto, além dos mais de 2,2 milhões de pessoas deslocadas internamente, cerca de 700.000 outras fugiram para os países vizinhos, de acordo com os últimos dados da Matriz de Acompanhamento de Deslocações (DTM, na sigla em inglês) da agência das Nações Unidas para as migrações.
A maioria das pessoas deslocadas no Sudão fugiu do estado de Cartum (67%) e do Darfur (33%) para os estados do norte do país (16%), do Rio Nilo (14%), do Darfur Ocidental (7%) e do Nilo Branco, especifica a OIM.
“A alimentação, o acesso aos serviços de saúde e os artigos de primeira necessidade continuam a ser extremamente escassos”, sublinha-se no relatório.
Embora a maioria dos deslocados internos viva integrada em comunidades de acolhimento, mais de 280.000 estão atualmente a viver em abrigos de último recurso, como campos, edifícios públicos e abrigos improvisados, em especial no estado sudanês do Nilo Branco, segundo a DTM.
Assim, o relatório dá conta de movimentos migratórios observados nas fronteiras do Sudão com o Egito (40%), com o Chade (28%), com o Sudão do Sul (21%), com a Etiópia e com a República Centro-Africana (RCA).
Das mais de 697.000 pessoas que atravessaram a fronteira para os países vizinhos, 65% são sudaneses e estima-se que 35% sejam repatriados e nacionais de países terceiros, especifica-se no relatório.
Destas quase 700.000 pessoas, “a maioria encontra-se em condições extremamente precárias”, alerta a OIM.
“A escalada contínua da violência está a agravar uma situação humanitária já de si terrível no país e na região. Pelo menos 24,7 milhões de pessoas – cerca de metade da população do Sudão – necessitam urgentemente de ajuda humanitária e de proteção”, aponta o relatório, segundo o qual “um terço” das pessoas mais necessitadas se encontra no Darfur, “onde a situação se está a deteriorar drasticamente”.
“A OIM reitera os apelos a um cessar-fogo permanente e à eliminação dos entraves burocráticos, a fim de assegurar corredores humanitários seguros e garantidos e permitir a entrega de ajuda às pessoas em zonas de difícil acesso”, afirma o diretor regional da organização para o Médio Oriente e Norte de África, Othman Belbeisi, citado no documento.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Projecto. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu quadro interno um (1) Contabilista. Saiba mais.
A Reencontro – Associação Moçambicana para Apoio e Desenvolvimento da Criança Órfã e Vulnerável, no âmbito do Projecto VIVA+, em parceria com a FDC pretende contratar um (1) Assistente Administrativo. Saiba mais.
A CESAL pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor – Diagnóstico, formação e acompanhamento do reforço institucional da UAAMAT para melhorar a gestão e a administração. Saiba mais.
Foi inaugurado o novo Centro de Dados Híbrido do Centro de Informática da Universidade Eduardo Mondlane (CIUEM), uma infraestrutura tecnológica concebida e implementada pela...
O Banco de Moçambique (BdM) anunciou uma alteração significativa no limite de utilização de cartões bancários para pagamentos no exterior.
A partir deste mês, os...
As autoridades da República Democrática do Congo (RDC) procederam à libertação de uma embarcação que havia sido retida na semana passada devido a receios...
A saída abrupta de Margarida Mapandzene Chongo do cargo de Governadora da Província de Gaza continua a causar fortes repercussões no panorama político moçambicano.
Embora...