Um incêndio de grandes dimensões que deflagrou num dos parques de estacionamento obrigou à suspensão de todos os voos no aeroporto de Luton, no norte de Londres, e à proibição de aproximação dos viajantes ao local.
Contudo, esta infraestrutura explicou, em comunicado, que os serviços de emergência e bombeiros se deslocaram ao estacionamento do terminal 2 para apagar um incêndio que se alastrou entre os veículos estacionados.
“O acesso ao aeroporto está atualmente restrito e pedimos às pessoas que não se desloquem para o aeroporto neste momento”, realçou a mesma fonte.
Vídeos divulgados nas redes sociais mostram como os andares superiores do prédio estiveram a ser consumidos pelas chamas.
Segundo o serviço de socorro do leste de Inglaterra, citado pela estação BBC, até ao momento não foram registadas vítimas.
Pelo menos 10 carros de bombeiros foram enviados para o local, continuando com os trabalhos de extinção do incêndio, segundo os Bombeiros de Bedfordshire, que apontaram que 80% do terceiro andar do parque de estacionamento foi afetado.
Luton está localizado a cerca de 50 quilómetros a norte de Londres e é utilizado principalmente por companhias aéreas ‘low cost’, como EasyJet ou Ryanair.
O ativista anti-vacinas Robert F. Kennedy Jr. revelou que vai concorrer à Presidência dos EUA como independente, pelo que abandona a disputa pela nomeação dos democratas.
Membro de uma das famílias mais famosas na política dos EUA, Kennedy estava com mais aceitação entre os republicanos do que entre os democratas.
Não está claro como é que este apoio dos republicanos se vai manifestar durante uma eleição em que Kennedy também vai concorrer contra Donald Trump.
Por seu lado, os aliados de Joe Biden têm considerado a campanha de Kenney nas primárias como não séria.
Contudo, o anúncio ocorre menos de uma semana depois de o ativista Cornel West ter abandonado a candidatura pelo Partido Verde a favor de uma candidatura independente.
Desde há algum tempo que personalidades da extrema-direita e do movimento anti vacinas tinham sinalizado a possibilidade de Kennedy abandonar o Partido Democrata.
Apesar de estar identificado como democrata e invocar com frequência o seu pai, o senador Robert F. Kennedy, e o seu tio, o presidente John F. Kennedy, na sua campanha, tem construído laços fortes com figuras da extrema-direita nos anos recentes.
O embaixador de Israel no Brasil, Daniel Zohar Zonshine, declarou, em entrevista ao Metrópoles, que o grupo terrorista islâmico Hamas tem disparado mísseis contra o território israelenses a partir de áreas residenciais localizadas na Faixa de Gaza.
“Eles [Hamas] atiram por dentro da população, por dentro das áreas residenciais, e isso está fazendo o nosso esforço para evitar lançamentos muito mais difíceis”, afirmou o embaixador de Israel.
As Forças Armadas de Israel iniciaram um contra-ataque após a ação violenta do Hamas no sábado (07). O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país está em guerra contra o grupo islâmico.
Contudo, durante esse contra-ataque, os militares israelenses bombardearam áreas civis na Faixa de Gaza. O embaixador Zonshine afirmou ao Metrópoles que há tentativas de evitar uma baixa no números de civis, mas que a ação é difícil em decorrência do tamanho do território.
“Infelizmente, quando tem lançamentos por dentro da população civil, quando tentamos evitar isso, a população civil sofre e, às vezes, também tem vítimas. Mas não podemos deixar isso, (não podemos) continuar a receber esse tipo de mísseis. A ideia é tentar diminuir esses danos para o ambiente, para as pessoas que não estão envolvidas, mas é muito difícil”, ressaltou Zonshine.
Cerca de 19 milhões de crianças estão impedidas de ir à escola no Sudão devido ao conflito entre o exército e as paramilitares Forças de Apoio Rápido, denunciaram a Unicef e a Save the Children.
Em comunicado, estas organizações afirmam que o aumento da violência levou ao encerramento de pelo menos 10.400 escolas nas zonas mais afetadas pelo conflito, enquanto 5,5 milhões de crianças que vivem em zonas mais afastadas dos combates aguardam ainda que as autoridades confirmem se é possível reabrir as salas de aula.
Contudo, o conflito, classificado na nota como “brutal”, iniciou-se no passado dia 15 de abril, opondo o exército e as Forças de Apoio Rápido (RSF, na sigla em inglês).
A Unicef e a Save the Children recordaram que, mesmo antes do conflito, cerca de 7 milhões de crianças não frequentavam a escola devido à pobreza e à instabilidade.
A agência da ONU e a organização não-governamental (ONG) alertaram também para o facto de que, se a guerra continuar, “nenhuma criança no Sudão poderá regressar à escola nos próximos meses, deixando-as expostas a perigos imediatos e a longo prazo, incluindo deslocações, recrutamento por grupos armados e violência sexual”.
Neste sentido, o representante da UNICEF no Sudão, Mandeep O’Brien, alertou para o facto de “o Sudão estar prestes a tornar-se na pior crise de educação do mundo”.
No entanto, a agência da ONU lembrou que, para além do conhecimento, as escolas servem para as crianças “aprenderem competências sociais e emocionais”, algo que “pode tornar-se uma tábua de salvação” no meio da violência e dos traumas da guerra.
De acordo com a ONG Save the Children, 2,5 milhões de crianças foram deslocadas pelos combates, enquanto 5 milhões de crianças em idade escolar estão retidas em zonas de conflito ativo.
A UNICEF e a Save the Children apelaram, por isso, às autoridades sudanesas para que reabram as escolas em zonas seguras e instaram a comunidade internacional a solidarizar-se com as crianças sudanesas cuja educação está em risco e a disponibilizar os recursos e o apoio necessários para garantir que milhões delas possam regressar à escola.
Até à data, o conflito já matou mais de 5.000 pessoas, segundo a ONU, e obrigou mais de 5,6 milhões de pessoas a deslocarem-se para dentro e para fora do Sudão, de acordo com a Organização Internacional para as Migrações, que refere que cerca de 70% das pessoas obrigadas a fugir das suas casas são de Cartum.
O Sudão é o palco da pior crise de deslocação interna do mundo, segundo as Nações Unidas.
A circulação de elefantes cria pânico nas zonas de produção agrícola do posto administrativo de Catuane, distrito de Matutuíne, província de Maputo.
Os paquidermes que circulam em mandas que variam de 3 a 20 elefantes, estão a destruir um pouco de tudo que encontram nas machambas.
Contudo, o chefe do posto administrativo de Catuane, Nguiliche Banda, fala de uma situação difícil que exige novas estratégias para a sua erradicação.
“A equipa esteve cá para ver que fazer, deu formação em matérias de afugentamento mas isso só não resolve o problema. Na verdade o que é necessário é tirar, remover os elefantes daqui porque eles estão a criar um situação de fome”, disse.
O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo declarou inocentes os seis estudantes envolvidos numa manifestação na Escola Superior de Ciências Náuticas. De acordo com a juíza, houve exagero por parte da Polícia, ao deter os estudantes.
Entretanto, o julgamento de seis estudantes da Escola Superior de Ciências Náuticas começou na última quinta-feira. Os jovens participaram numa manifestação, na qual exigiam melhores condições de higiene e de alimentação no internato onde vivem.
Depois dos estudantes, esta segunda-feira foi a vez da diretora da escola e dos agentes da Polícia, que efectuaram a detenção, prestarem declarações à juíza, mas nada que convencesse o tribunal.
“Em nome da República de Moçambique, o colectivo de juízes da segunda secção do Tribunal Judicial do Distrito Municipal Kampfumo decidiu absolver os arguidos da prática do crime de desobediência”, decidiu Isaura Pereira, juíza do caso.
E não só faltaram elementos. Para a juíza, o processo sequer merecia ser julgado.
“Houve excesso na detenção desses senhores! Este processo, na verdade, nem devia ter chegado aqui. Nós conseguimos ver e ouvir o que o agente que efectuou a detenção disse, nem ele mesmo consegue explicar como é que chegou ao crime de desobediência”, explicou a juíza.
Do lado da defesa, a decisão do Tribunal era esperada. A detenção dos seis estudantes aconteceu na segunda-feira, mesmo dia em que estiveram em frente ao Ministério dos Transportes e Comunicações para manifestar a sua indignação sobre as condições a que são submetidos na Escola Superior de Ciências Náuticas.
Para já, naquele dia, mesmo antes da detenção, a relação já tinha sido azeda com a Polícia, porquanto foram mandados embora do Ministério e só continuaram com a manifestação ao longo da Avenida 10 de Novembro até à instituição de ensino.
O Presidente dos EUA foi questionado no âmbito da investigação sobre uma série de documentos oficiais confidenciais encontrados num antigo escritório, bem como numa casa de família, disse a Casa Branca.
O interrogatório, descrito como voluntário, decorreu no domingo e na segunda-feira, o que indica que Joe Biden “e a Casa Branca estão a cooperar” com a investigação, liderada pelo procurador especial Robert Hur, de acordo com um comunicado divulgado na segunda-feira.
Contudo, na mesma nota, o porta-voz Ian Sams garantiu que, “conforme apropriado”, a Presidência forneceu publicamente “atualizações relevantes, sendo tão transparentes quanto possível e consistentes com a proteção e preservação da integridade da investigação”.
No final de 2022, uma série de documentos confidenciais, cujo número exato e conteúdo permanecem desconhecidos, foram encontrados na casa de Joe Biden, no Delaware, no leste dos Estados Unidos, e no antigo escritório, em Washington.
Os documentos remontam ao período em que Biden foi vice-Presidente (2009-2017) e às três décadas que o democrata passou no Senado, a câmara alta do parlamento norte-americano, durante as quais esteve fortemente envolvido na política externa do país.
A descoberta dos documentos causou embaraço à Casa Branca, uma vez que surgiu pouco depois do caso dos mais de 100 documentos confidenciais encontrados pelo FBI na mansão do ex-Presidente Donald Trump (2017-2021), em Mar-a-Lago (Florida).
No entanto, a lei dos Estados Unidos exige aos Presidentes e vice-Presidentes a devolução de todos os documentos oficiais, comunicações e outras notas para o Arquivo Nacional norte-americano.
A Casa Branca e Biden têm sublinhado total disposição para colaborar nas investigações e tentaram distanciar-se do caso de Trump. O atual Presidente garantiu que desconhecia ter aqueles documentos.
A 12 de janeiro, o secretário da Justiça, Merrick Garland, avançou com a nomeação do conservador Robert Hur como procurador especial para analisar os papéis classificados como secretos e encontrados em locais privados, incluindo na casa do ex-vice-Presidente Mike Pence.
Assim, o caso de Pence é muito diferente do de Trump, já que o ex-vice-Presidente solicitou uma revisão dos documentos guardados na sua casa, logo que foram descobertos outros documentos no seu antigo escritório.
O Departamento de Justiça está também a tentar determinar se Trump, ou alguém da sua equipa, obstruiu criminalmente a investigação ao recusar entregar os documentos.
A situação obrigou o Arquivo Nacional dos Estados Unidos a pedir a todos os antigos Presidentes e vice-Presidentes do país para rever os seus registos pessoais a fim de determinar se têm documentos confidenciais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) garante ter concluído com a alocação do material de votação nas sete autarquias da província de Cabo Delgado.
Trata-se das autarquias da cidade de Pemba, Montepuez, Mocímboa da Praia, Mueda, Chiúre, Balama e Ibo e acredita estarem criadas as condições para as mesas de voto abrirem às 7:00 horas de quarta-feira.
Segundo o director provincial do STAE em Cabo Delgado, Cassamo Camal, no posicionamento do material de votação foram priorizados as autarquias mais distantes da capital provincial, nomeadamente, Mocímboa da Praia, Mueda e Ibo.
Referiu que, para o efeito, o STAE contou com meios aéreos, sobretudo para materiais sensíveis, como cadernos e boletins de voto, enquanto as urnas, cabines de voto e outros materiais foram transportados em camiões para todas autarquias.
Entretanto, para as eleições de quarta-feira, o STAE formou um total de 3.584 Membros de Assembleias de Voto (MMV) para garantir o funcionamento das mesas de voto. Foram inscritos 740.538 potenciais eleitores.
Mia Khalifa, uma famosa ex-actriz da indústria pornográfica, está a gerar controvérsia junto dos seus seguidores depois de ter celebrado os ataques protagonizado pelo Hamas contra Israel.
A modelo, que atualmente gere apenas uma conta na página Only Fans, mostrou-se do lado dos militantes islâmicos, que iniciaram um ataque no sábado.
“Se não são capazes de olhar para a situação na Palestina e não estar do lado dos palestinos, então estão do lado errado do apartheid, e a história vai provar-vos isso no tempo certo”, escreveu a estrela porno, na rede social X (ex-Twitter), no sábado.
Por outro lado, noutra publicação, parece elogiar o Hamas ao chamar a uma fotografia dos combatentes uma “pintura renascentista”, refere o The Mirror.
Desde o início do conflito que Mia Khalifa tem respondido a centenas de comentários em resposta às suas publicações, com muitos a criticarem a sua posição. Mia chega mesmo a esclarecer que apenas está do lado daqueles que estão “a lutar pela sua liberdade”.
O número de mortos na guerra entre Israel e o Hamas ultrapassa já as mil vítimas mortais, numa altura em que o conflito entra no seu terceiro dia.
O governo de Israel anunciou que nas últimas 48 horas convocou cerca de 300 mil reservistas, um número recorde na história do país. No sábado (07), o grupo islâmico extremista armado Hamas, realizou um ataque-surpresa.
Soldados do grupo invadiram o território israelense, a partir da Faixa de Gaza, matando centenas de pessoas e levando mais de 100 pessoas como reféns. Israel declarou guerra ao Hamas e atacou o território palestino com mísseis.
“Nós nunca convocamos tantos reservistas, em uma escala como essa e tão rapidamente”, disse o porta-voz militar Daniel Hagari.
Israel pede que moradores saiam de região
Contudo, o governo israelense também informou ter pedido para os moradores de algumas regiões no norte e leste da Faixa de Gaza deixassem suas casas. Palestinos afirmaram que receberam telefonemas e mensagens oficias de segurança de Israel dizendo para deixarem a área, pois o exército deverá atuar por lá. Ao que tudo indica, uma invasão ao território palestino deva ocorrer em um futuro próximo.
Richard Hecht, um outro porta-voz do Exército israelense, afirmou que a retomada e a normalização das regiões que foram atacadas pelo Hamas está levando mais tempo do que se esperava. Israel também informou que ainda há confrontos porque alguns palestinos seguem combatendo.
Arrancam, no próximo ano, as obras de construção de uma fábrica de processamento de pescado, no distrito de Mocímboa da Praia, província de Cabo Delgado.
O anúncio foi feito pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, num breve comício que orientou na vila de Mocímboa da Praia.
Na ocasião, Nyusi procedeu a entrega de dois tractores com as respectivas alfaias agrícolas, desta feita para o relançamento da agricultura.
Contudo, para o efeito, o Chefe de Estado pede o envolvimento massivo das famílias na produção agrícola para reduzir a forte dependência e ajuda alimentar.
“Está quase para chover, costumamos agora começar a preparar os nossos celeiros para poder semear. Então, todos nós vamos preparar os nossos campos para podermos em altura própria semear para melhorarmos. O que ajuda nunca há-de ser para toda a vida, não há nenhum amigo vizinho que dá sal todos os dias até você envelhecer”, disse.
Quatro indivíduos foram detidos acusados de raptar um cidadão asiático dentro do seu estabelecimento na Cidade de Maputo.
Dos quatro indivíduos detidos, dois são funcionários da vítima, que estavam, inclusive, no seu estabelecimento comercial (local dos factos) no dia em que o rapto ocorreu. Ainda não se sabe quem são os mandantes do crime.
A vítima continua em cativeiro, em parte incerta. A Polícia investiga a sua localização e espera a corporação dos detidos para o efeito.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) diz que os outros dois envolvidos são apenas executores do rapto.
O então cidadão de origem asiática foi raptado, no dia 27 de Setembro, na Cidade de Maputo. O crime aconteceu na avenida Fernão de Magalhães, no estabelecimento comercial da vítima, em pleno dia.
No momento dos factos, uma câmara de segurança captou as imagens, que mostram como tudo aconteceu. Os raptores entraram disfarçados de clientes e levaram a vítima.
Contudo, no estabelecimento, estavam outros clientes e trabalhadores que foram ameaçados com armas de fogo. Os raptores, além da vítima, levaram dinheiro.
A influenciadora angolana conhecida como Neth Nahara foi condenada a dois anos de prisão por injuriar o Presidente da República, João Lourenço, na rede social TikTok, de acordo com um acórdão a que a Lusa teve acesso.
Em declarações à Lusa, o advogado de Ana da Silva Miguel, mais conhecida como Neth Nahara, nome que adotou como influenciadora, disse que a sentença é irrecorrível, pois não é possível recorrer para o Tribunal Supremo se a pena for inferior a três anos, destacando que está é a primeira condenação com base em factos ocorrido no TikTok, uma rede de partilha de vídeos curtos.
“A legislação é bastante ambígua e fala de internet” afirmou.
Inicialmente, Neth Nahara tinha sido condenada, a 14 de agosto, pela prática do crime de ultraje, a seis meses de prisão e a uma taxa de justiça de 100 mil kwanzas.
Deste modo, o Tribunal da Relação de Luanda, que rejeitou o recurso da defesa, aumentou a pena na sequência do recurso interposto pelo Ministério Publico, tendo decidido que a influenciadora terá de cumprir dois anos de prisão efetiva e pagar uma indemnização ao ofendido — o Presidente, João Lourenço — de um milhão de kwanzas (cerca de 1.000 euros) “pelos danos não patrimoniais causados.
Para o MP, a pena inicial era demasiado “benevolente” já que a arguida voltaria a praticar os mesmos atos “uma vez que faz uso frequente de bebidas alcoólicas e estupefacientes”.
No acórdão, datado de 27 de setembro de 2023, lê-se que Neth Nahara usou a sua conta no TikTok para se expressar sobre a governação do Presidente da República, acusando-o de relações “com brancos”, de “anarquia e desorganização” que “estão a irritar todos”.
Contudo, a influenciadora prosseguiu com insultos e críticas sobre a falta de escola, habitações e trabalho, terminando dizendo: “Se a Neth morrer, é o sistema angolano e dos brancos, aqueles loirinhos de olhos azuis, estes mesmos é que são diabinhos”.
Na apreciação sobre a medida judicial da pena, o tribunal entendeu que, no atual contexto social, “não são poucas as vezes que as pessoas utilizam determinada plataforma digitais que (…) ofendem direitos”, reafirmando a necessidade de pena privativa de liberdade.
Por outro lado, a situação de embriaguez “não afasta a responsabilidade” da arguida, pois não ficou provado o referido estado.
Apesar de ter em conta atenuantes, como o facto de ser arguida primária, ter manifestado arrependimento e ter filhos menores de idade, “não justificam a brandura da decisão”, para os juízes do Tribunal da Relação de Luanda.
“A arguida na comunidade é conhecida como useira e vezeira neste tipo de condutas socialmente desajustadas”, refere ainda o acórdão onde se aponta a necessidade e prevenção ou profilaxia criminal.
Além disso, a arguida “tem noção de que a liberdade de expressão é limitada pelos direitos ao bom nome” e “quis atingir um elevado número de visualização, aproveitando-se do facto de ser influenciada digital, com alguma capacidade que lhe é reconhecida de influenciar a opinião publica”, no caso usando palavras ofensivas contra o chefe de Estado, facto que “torna a sua conduta mais censurável”.
Como agravantes destacam “a qualidade do ofendido”, a intensidade do dolo, o sentimento de ódio, desprezo e xenófobo manifestado e as condições pessoais da arguida “que revela ser uma pessoa com nível médio de instrução.
Entretanto, o novo código Penal angolano, que entrou em vigor em fevereiro de 2021, prevê no seu artigo 333.º pena de prisão de seis meses a três anos ou multa de 60 a 360 dias para “quem, publicamente, e com o intuito de ofender, ultrajar por palavras, imagens, escritos, desenhos ou sons (…) o Presidente da República, ou qualquer outro órgão de soberania”
A Polícia de Trânsito em Manica vai recolher viaturas que estejam a circular em condições mecânicas deploráveis, sobretudo as de transporte de passageiros que põem em risco a segurança dos utentes.
Contudo, a iniciativa enquadra-se no âmbito de uma operação a ser levada a cabo pela corporação de modo a tirar da circulação, as viaturas sobretudo de transporte de passageiros urbanos, interdistritais e interprovinciais que não têm manutenção, propiciando acidentes de viação.
A informação foi revelada pelo chefe da secção de instrução e educação do Departamento da Polícia de Trânsito, em Manica, José Taengua, durante a sensibilização aos transportadores, na semana passada, nos terminais de “chapa” dos bairros 7 de Abril, Tambara 2 e 16 de Junho, em Chimoio.
Assim, Taengua avançou que a fiscalização irá decorrer, brevemente, de modo a aferir as condições pneumáticas e de acentos nos transportes públicos de passageiros. Nos casos de irregularidades, as viaturas serão parqueadas até à solução do problema.
Um surto de sarna está a assolar a vila de Mossuril, na província de Nampula. A doença que está a afectar, principalmente as crianças, chega a ser diagnosticada diariamente em cinco pacientes de cada unidade sanitária de Mossuril.
Entretanto, o médico-chefe distrital de Mossuril, Sanjo Meque, explicou que o surto arrasta-se há algum tempo, estando o sector a intensificar o seguimento dos casos.
“Lá na base, tem que se fazer esse trabalho de eliminarmos aqueles parasitas através de higiene. Estamos a falar, se for o caso de um colchão, pôr ao sol, porque os parasitas morrem ao sol e sempre temos que lavar a nossa roupa e engomá-la”, explicou Meque, citado pela RM.
Em meio ao terceiro dia de conflito entre Hamas e Israel, o grupo extremista afirmou que cada ataque israelense na Faixa de Gaza, sem aviso prévio, será respondido com o assassinato de um refém.
O anúncio foi realizado pelo porta-voz do Hamas, Abu Obeida, em comunicado divulgado no Telegram.
Contudo, a ameaça acontece horas após Israel anunciar um “cerco completo” na Faixa de Gaza, com o envio de 100 mil soldados para regiões próximas. A cidade é alvo de intensos bombardeios desde a incursão do Hamas em território israelense, no último sábado.
“Qualquer ataque a civis inocentes, sem aviso prévio, será enfrentado com pesar pela execução de um dos cativos sob nossa custódia, e seremos forçados a transmitir esta execução”, disse.
Até o momento, o conflito já deixou mais de 1,3 mil pessoas mortas: 800 israelenses e 560 palestinos.
A Agency for Technical Cooperation and Development (ACTED) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Ponto Focal de Reclamações e Respostas. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador – Projecto. Saiba mais.
A Agency for Technical Cooperation and Development (ACTED) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Género e Protecção. Saiba mais.
A Agency for Technical Cooperation and Development (ACTED) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Líder da Equipa de Distribuição de Alimentos. Saiba mais.
A Sonital Plaza, Lda uma empresa vocacionadas nas de restauração, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gerente de Restaurante. Saiba mais.
O Ministério da Educação francês viu-se obrigado a encerrar sete escolas face à praga de percevejos que o país europeu tem enfrentado nos últimos dias.
“Foram detetados percevejos em 17 instituições, acredito. Neste momento já foram encerradas sete escolas por esse motivo”, disse o ministro da Educação de França, Gabriel Attal, à France 5.
O governo francês já reuniu várias vezes para analisar este problema, numa altura em que o país recebe o mundial de Rugby e se prepara para acolher os Jogos Olímpicos, em 2024.
“Os casos estão a crescer. Precisamos de uma resposta imediata, para resolver o assunto”, acrescentou. Os percevejos têm sido avistados maioritariamente nos transportes públicos, mas também já foram vistos em salas de cinema.
A reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o conflito em Israel terminou sem declaração final. O encontro à porta fechada foi presidido pelo Brasil em Nova York, nos Estados Unidos.
A previsão era de que não haveria consenso entre os embaixadores sobre as medidas que a organização deveria tomar neste momento. O grupo poderá reunir-se mais vezes se os membros integrantes pedirem.
“A tónica das intervenções foi no sentido de refletir sobre a necessidade de se voltar para um processo negociador o mais rápido possível”, disseuma fonte.
“O Conselho tem uma autoridade e se ele chegar a uma decisão, a uma fórmula, ele poderá ser, sem dúvida alguma, de muita utilidade no encaminhamento do conflito, da restauração da paz”.
A situação em Israel foi relatada aos embaixadores por um enviado especial da ONU ao país do Oriente Médio, por videoconferência.
Contudo, esse enviado é um norueguês que participou do acordo de Oslo, firmado entre Israel e a Organização para a Libertação da Palestina, na Noruega e com mediação dos Estados Unidos.
Após os relatos, cada país do Conselho expressou a sua opinião sobre o conflito.
O encontro, que durou duas horas, foi convocado pelo Brasil porque, atualmente, o país ocupa a presidência rotativa do Conselho de Segurança da ONU. Os brasileiros tentam se colocar como país mediador, conseguindo conversar com todos os países.
O embaixador dos Estados Unidos na ONU, Robert Wood, afirmou a jornalistas que muitos condenaram os ataques do Hamas e a invasão do território israelense, mas que “obviamente, não todos” fizeram isso.
Brasil e Estados Unidos pretendem fazer um esforço nos próximos dias para conversar com Rússia e China para que cheguem a um acordo numa próxima reunião do órgão da ONU, dizem fontes do Ministério das Relações Exteriores.
A ideia é que pelo menos um comunicado oficial do Conselho de Segurança com críticas aos atentados do Hamas, mas não necessariamente em defesa de Israel, seja emitido em um eventual segundo encontro para discutir o conflito.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, efectuou uma visita de trabalho à província de Cabo Delgado, durante a qual vai inaugurar duas infra-estruturas, informa uma nota da Presidência da República.
Durante a sua visita, o Chefe do Estado vai escalar o distrito de Mocímboa da Praia, onde vai dirigir a cerimónia de inauguração do Porto de Mocímboa da Praia.
Além disso, já na Cidade de Pemba, o PR Nyusi vai inaugurar o edifício do Tribunal Judicial Provincial de Pemba.
Moçambique irá receber, no primeiro trimestre de 2027, um novo navio balizador avaliado em dez milhões de dólares, encontra-se actualmente em construção na Coreia...