Pelo menos 30 pessoas morreram e cerca de 90 ficaram feridas na sequência de um descarrilamento de um comboio no sul do Paquistão, segundo um novo balanço das autoridades locais.
O anterior balanço do acidente ferroviário dava conta de 15 vítimas mortais e 45 feridos.
Entretanto, várias equipas de resgate continuam destacadas no local do acidente a tentar retirar passageiros que possam estar presos dentro das carruagens do comboio.
“Mais corpos foram retirados, aumentando o número de mortos para 30. A operação de salvamento ainda está em curso e está a ser cortada uma carruagem para retirar possíveis feridos. Pode haver mais feridos ou mortos no interior da carruagem, mas não temos a certeza”, disse um elemento da polícia local, Ashraf Zardari, que está envolvido nas operações de resgate, em declarações à agência espanhola EFE.
Assim, o acidente deu-se perto da estação ferroviária de Sahara, na cidade de Nawabshah, na província meridional de Sindh, noticiou a comunicação social local.
Imagens divulgadas pelos ‘media’ locais mostraram dezenas de pessoas no local do acidente ferroviário, algumas a quebrarem as janelas do comboio para ajudar os passageiros a saírem das carruagens com os ferros retorcidos, entre as quais pelo menos uma capotou.
Os acidentes ferroviários ocorrem com frequência no Paquistão, que herdou milhares de quilómetros de vias ferroviárias e comboios antigos que vêm da era colonial britânica.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gerente de Restaurante. Saiba mais.
Uma empresa de Construção Civil, sediada na Cidade de Maputo, pretende contratar para o seu quadro de pessoal dois (2) Fiscais de Obra/ Construção Civil. Saiba mais.
Uma empresa de Construção Civil, sediada na Cidade de Maputo, pretende contratar para o seu quadro de pessoal dois (2) Engenheiros de Obra. Saiba mais.
O Serviço de Jesuíta aos Refugiados (JRS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Hospitalidade e Monitor Comunitário (Activista). Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo “A”, pretende admitir para o quadro de pessoal um (1) Controlador de Frota/ Fleet Controler. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Procurement. Saiba mais.
O People Grow é um programa de desenvolvimento pensado para Jovens de Elevado Potencial onde combina-se uma forte aprendizagem em contexto real de trabalho (on-job training) com a formação em sala e em ambiente e-learning. Saiba mais.
Um mototaxista contraiu ferimentos graves em consequência de um acidente de viação na cidade de Quelimane, província da Zambézia.
O taxista foi transportado de emergência e inconsciente ao Hospital Geral de Quelimane, estando a receber tratamento.
No entanto, apontam-se como causas do sinistro corte de prioridade e excesso de velocidade. Após a colisão com uma viatura, o mototaxista foi projectado para vários metros do local do sinistro, o que lhe causou ferimentos.
O Presidente da República Filipe Nyusi inaugurou, no distrito de Mueda, em Cabo Delgado, o troço Roma-Negomano, na estrada que dá acesso à Ponte da Unidade, que estabelece ligação entre Moçambique e Tanzânia.
Trata-se de um troço que parte do posto administrativo de Negomano, na fronteira com a Tanzânia até a localidade de Roma, numa extensão de 70 quilómetros, que beneficiou de obras de asfaltagem para facilitar a circulação de pessoas e bens e teve um financiamento de cerca de 40.6 milhões de dólares, num financiamento do BAD, Banco Africano de Desenvolvimento.
Assim, a asfaltagem dos 70 quilómetros, cuja pedra para o arranque das obras foi lançada pelo Presidente da República, em Outubro de 2018, estava inserida na primeira fase do projecto de asfaltagem dos 170 quilómetros de Mueda à ponta da Unidade.
No entanto, ainda restam 100 quilómetros, partindo da comunidade de Roma à vila autárquica de Mueda, cuja transitabilidade é um bico-de-obra e está a afectar negativamente os utentes da rodovia.
Após ser considerado culpado de acusações de terrorismo, financiamento de atividades extremistas e criação de organização extremista, o líder da oposição russa, Alexei Navalny, de 47 anos, foi condenado a 19 anos de prisão.
Assim, Navalny já liderou manifestações de rua contra o presidente russo, Vladimir Putin, criou a oposição política, e revelou os detalhes do estilo de vida de oficiais do país. A Rússia o sentenciou à prisão por uma série de crimes que ele afirma terem sido forjados. O julgamento aconteceu de portas fechadas na colônia penal IK-6.
“Para um novo, livre e rico país nascer, é preciso ter país. Aqueles que querem, esperam e estão dispostos a fazer sacrifícios para seu nascimento”, afirmou Navalny durante seu julgamento.
Veja o que determina a sentença de Navalny:
Verá a família apenas uma vez por ano;
Receberá apenas uma encomenda em cada ano;
Está proibido de falar com outros presos;
Será conduzido pela prisão com a cabeça abaixada sempre;
Só pode caminhar ocasionalmente se o pátio estiver fechado.
A escalada de Putin contra opositores
Navalny já cumpre 11 anos e meio de prisão na colônia penal IK-6, que fica perto de Moscou, por fraude e outras acusações.
A prisão e aumento de pena de Navalny lança um alerta sobre a intensificação de perseguição a opositores do governo Putin, o que tem ocorrido desde o início da guerra contra a Ucrânia. E Navalny não está só: Vladimir Kara-Murza, outro opositor, recentemente foi sentenciado a 25 anos de prisão por traição e outros crimes após críticas à invasão russa.
A UNICEF alertou que cerca de 11 milhões de crianças ainda precisam de ajuda humanitária urgente devido aos violentos terremotos no sudeste da Turquia e da Síria, que ocorreram há precisamente seis meses.
As crianças estão a enfrentar uma das crises humanitárias mais complexas do mundo na Síria, onde cerca de 8,8 milhões de pessoas, incluindo 3,7 milhões de crianças, foram afetadas pelos terramotos, agravando ainda mais uma situação que já era insustentável após 12 anos de conflito, afirma a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) Espanha num comunicado de imprensa.
No entanto, os terramotos causaram a morte de cerca de 6.000 pessoas e mais de 12.000 feridos, danificaram mais de 2.100 escolas e destruíram parcialmente 214 instalações de saúde.
Além disso, colocaram 6,5 milhões de crianças e respetivas famílias em risco de contrair doenças transmitidas pela água, como a cólera, aumentaram a insegurança alimentar em 10% nas zonas afetadas e exacerbaram os riscos de proteção das crianças (trabalho infantil, casamento precoce, riscos psicossociais, violência baseada no género).
Até à data, o Fundo das Nações Unidas para a Infância ajudou 2,5 milhões de crianças e respetivas famílias nas zonas da Síria afetadas pelo terramoto, mas as necessidades humanitárias continuam a ser “enormes” e o financiamento é muito limitado.
Por isso, a organização lança um apelo para obter 468,5 milhões de dólares para ajudar as crianças e as suas famílias nas zonas afetadas pelo terramoto.
Na Turquia, cerca de quatro milhões de crianças continuam a necessitar de assistência humanitária, depois de mais de 300.000 edifícios terem sido danificados ou destruídos por terramotos e 1.6 milhões de pessoas terem sido forçadas a viver em tendas ou abrigos improvisados.
Nos últimos seis meses, a UNICEF, em colaboração com o Governo turco, os parceiros deste e outras ONG, forneceu vacinas e serviços de imunização a cerca de um milhão de crianças, entregou água, material de higiene e saneamento a 586.000 pessoas, prestou apoio psicológico a 518.000 crianças e aos seus prestadores de cuidados, levou água potável a 1,4 milhões de pessoas e proporcionou acesso à educação a cerca de 400.000 crianças, entre muitas outras realizações.
Entretanto, as necessidades continuam a ser enormes e a Unicef diz que precisa de 64,7 milhões de dólares para continuar a entregar à população material que salva-vidas, bem como para ajudar as famílias a fazer face à escassez económica e ajudar as crianças a regressar à escola em setembro.
O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump disse num jantar do Partido Republicano, que as novas acusações judiciais apenas servirão para o ajudar na corrida às presidenciais de 2024.
“Sempre que eles apresentam uma acusação, subimos nas sondagens”, disse Trump no estado do Alabama, no sudeste dos EUA. “Mais uma acusação e esta eleição está fechada. Ninguém tem sequer uma possibilidade”, acrescentou.
No entanto, apesar dos processos que se acumulam, o empresário continua a ser o favorito à nomeação republicana e ainda ampliou a distância para o ‘número 2’, o governador da Florida, Ron DeSantis, após a mais recente acusação.
O Governo anunciou o cancelamento do direito de fixação de vencimento para funcionários públicos com cargo de chefia e ou de confiança no país.
Assim, o cancelamento deste direito surge na sequência da implementação da Tabela Salarial Única em vigor desde o ano passado para funcionários e agentes do estado do território nacional.
A informação foi avançada em exclusivo a Rádio Moçambique pela Directora de Planificação e Cooperação no Ministério da Administração Estatal e Função Pública à margem do encerramento do Nono Conselho Coordenador da instituição.
Bisa Novela, esclareceu que neste momento decorre o trabalho de esclarecer todos os abrangidos por esta medida para que não haja mais requerimentos de solicitação de fixação de vencimento nas instituições públicas do país.
No entanto, a fonte indicou ainda que neste momento o governo trabalha no sentido de sanar as inconformidades decorrentes da implementação da Tabela Salarial Única que ainda preocupa alguns agentes e funcionários do Estado.
Uma operação policial e militar deteve na sexta-feira os diretores de duas prisões no Equador, após a descoberta de armas, dinheiro e drogas escondidos nos seus escritórios, anunciou a Procuradoria-Geral do país.
Entretanto, os diretores lideravam a Penitenciária do Litoral, a maior prisão do Equador, e o Centro de Detenção Provisória, ambos localizados no complexo penitenciário de Guayas, situado na cidade de Guayaquil, no sudoeste do país.
Além dos diretores, cinco funcionários administrativos e cinco agentes penitenciários também foram detidos, numa operação realizada no âmbito do estado de emergência que se aplica a todas as prisões do Equador devido aos numerosos assassínios ali cometidos.
Agentes policiais e soldados, integrantes da operação, “encontraram armas, bombas, granadas, explosivos, dinheiro e drogas nos escritórios” dos detidos, anunciou o ministério público na rede social X (antigo Twitter).
A nota foi acompanhada de fotos que mostram espingardas e revólveres apreendidos, bem como soldados a remover partes do telhado do complexo prisional, sob o qual o arsenal estava escondido.
O SNAI, órgão que administra as prisões do Equador, e cujo diretor, Guillermo Rodríguez, se demitiu na terça-feira, disse em comunicado que “irá cooperar plenamente com as investigações iniciadas” na sequência da apreensão.
Também na sexta-feira, uma operação policial e militar apreendeu, na posse dos detidos nas duas prisões, 98 pistolas e outras armas, incluindo metralhadoras, um lançador de granadas e 88 cargas explosivas, assim como centenas de telemóveis, rádios e consolas de jogos.
A Penitenciária do Litoral, que alberga 5.600 reclusos, registou entre 23 e 25 de julho a morte de 31 detidos, em confrontos entre grupos rivais de crime organizado, que lutam pelo controlo da prisão, avançou o Ministério Público.
Um censo recente concluiu que as 36 prisões do Equador abrigam um total de 31.321 detidos, embora só tenham uma capacidade estimada para 30 mil pessoas.
No entanto, a maioria dos detidos foi condenada por tráfico de drogas, um flagelo crescente no país localizado entre a Colômbia e o Peru, os maiores produtores mundiais de cocaína.
Cerca de 430 detidos foram assassinados em prisões do Equador desde 2021, sendo que dezenas foram esquartejados e queimados.
Assim, no ano passado, um comité de pacificação criado pelo governo do Presidente Guillermo Lasso chamou as prisões do Equador de “armazéns de seres humanos e centros de tortura”.
O ex-primeiro-ministro paquistanês Imran Khan foi no sábado condenado a três anos de prisão por corrupção, por causa de um caso de ocultação de bens recebidos quando liderava o Governo, anunciou a televisão estatal.
Imran Khan, primeiro-ministro até abril de 2022 e líder do partido Pakistan Tehreek-e-Insaf (PTI), não compareceu à audiência, tendo o juiz ordenado a detenção do ex-chefe de Governo paquistanês, o que já foi feito pela polícia paquistanesa.
“A polícia prendeu Imran Khan na sua residência [em Lahore, leste] depois de o tribunal de Islamabade o ter condenado a três anos de prisão”, confirmou à agência noticiosa espanhola EFE o vice-presidente do PTI, Shah Mahmood Qureshi. “O juiz Humayun Dilawar anunciou que foi provado o envolvimento [de Khan] em práticas de corrupção”, indicou a televisão paquistanesa.
Assim, a condenação é um novo golpe para a tentativa de Khan de regressar ao poder. Desde que foi afastado do poder, através de uma moção de desconfiança no parlamento, em abril de 2022, Khan foi alvo de mais de 150 processos judiciais, incluindo vários por acusações de corrupção. Khan também foi acusado de terrorismo e de incitamento à violência durante os violentos protestos de maio, em que os seus seguidores atacaram instalações governamentais e militares em todo o país.
A condenação poderá, assim, ter comprometido o futuro político de Khan, refere a agência noticiosa France-Presse (AFP), temendo-se agora uma nova onda de manifestações e de protestos, à semelhança do que aconteceu em maio passado, quando o já então ex-chefe do Governo foi detido. Khan e os seus seguidores têm trabalhado para o regresso ao poder político, alegando que os norte-americanos estão por trás do voto de desconfiança de 2022 que lhe custou o cargo de primeiro-ministro.
Entretanto, após a detenção de Khan, em maio, o Paquistão foi alvo de violentas manifestações dos apoiantes do PTI, tendo milhares deles atacado o quartel-general militar na cidade-guarnição de Rawalpindi, invadido uma base aérea em Mianwali, na província oriental de Punjab, e incendiado um edifício onde se encontrava a estação estatal Radio Pakistan, no noroeste do país.
A violência só diminuiu depois de Khan ter sido libertado por ordem do Supremo Tribunal do Paquistão. Desde então, pelo menos 10 pessoas morreram em confrontos entre apoiantes de Khan e a polícia, que prendeu mais de 5.000 pessoas relacionadas com os tumultos. A maioria foi libertada sob fiança enquanto aguarda julgamento.
Além dos processos em tribunal civil, as forças armadas paquistanesas afirmam ter recebido casos de 102 civis para serem julgados em tribunais militares pelo seu envolvimento e garantiu que os acusados terão direito a um julgamento justo.
A organização de defesa e promoção dos direitos humanos Amnistia Internacional (AI) opôs-se aos planos dos militares paquistaneses, afirmando que o julgamento de civis em tribunais militares constitui uma violação do direito internacional.
A Amnistia afirmou ter documentado numerosas violações dos direitos humanos em anteriores julgamentos de civis por tribunais militares paquistaneses, incluindo a falta de um processo justo e de transparência, confissões coercivas e execuções após processos “grosseiramente injustos”.
O partido Pakistan Tehreek-i-Insaf, a maior força política do Paquistão, apelou para protestos pacíficos em todo o país contra a sentença de prisão proferida por um tribunal de Islamabade contra o seu líder. “O secretário-geral do PTI, Umar Ayub, apelou a toda a nação para um protesto pacífico contra o veredicto”, afirmou o partido político na rede social Twitter, em referência à detenção do antigo primeiro-ministro Imran Khan, depois de o tribunal ter dado a conhecer a sentença por acusações de corrupção.
Antes, numa outra mensagem pré-gravada e publicada também no Twitter horas depois da sua detenção, o antigo primeiro-ministro apelou também à população para que “não se sente tranquilamente dentro das suas casas” e para que continue a “protestar pacificamente até obter os seus direitos”.
Numa mensagem semelhante, Ayub apelou a todos os paquistaneses para que participassem num “protesto pacífico”, sublinhando a natureza não violenta que deve prevalecer na manifestação, ao contrário do que aconteceu em maio, quando o país foi envolvido numa onda de violência após a detenção de Khan, em 9 desse mês.
A Comissão Nacional de Eleições, CNE, aprovou o regulamento sobre o posicionamento dos concorrentes às eleições autárquicas de 11 de Outubro, próximo, no boletim de voto e nos espaços de antena, nos órgãos públicos de comunicação social.
O anúncio foi feito este sábado, no Programa Linha Directa desta estação emissora, pelo Porta-voz da CNE, Paulo Cuinica.
“Aprovamos ainda ontem o regulamento do sorteio para se definir o posicionamento dos concorrentes, no boletim de voto e, também, para o tempo de antena nos órgãos públicos. Portanto, está-se a trabalhar e esperamos que tenhamos o apoio dos órgãos de comunicação social, na exortação dos cidadãos, quando chegar a altura da educação cívica, aliás, estamos em permanente educação cívica” – disse Cuinica.
No entanto, o Porta-voz da CNE lamenta, entretanto, a demora na submissão de candidaturas pelos proponentes.
Até a sexta-feira, apenas três organizações apresentaram suas candidaturas para as sextas Eleições Autárquicas.
Paulo Cuinica lembra que é importante, a submissão atempada das candidaturas para dar espaço de correcções de possíveis irregularidades.
“É muito bom que os proponentes façam a apresentação das candidatura enquanto cedo porque, depois, surgem constrangimentos. Neste caso, uma lista só pode sobreviver se tiver o mínimo de três candidatos suplentes, o que significa que em caso de uma lista ter problemas de um candidato efectivo, por exemplo, que não preenche os requisitos necessários, quer dizer que o proponente vai ter a possibilidade de substituir o seu suplente, por um outro candidato, que esteja em condições, com um processo em condições para pder ser aceite para as eleições” – explicou.
De acordo Paulo Cuinica, é muito importante que os proponentes tragam os processos devidamente organizados e, quanto antes melhor, porque tem a possibilidade de fazer as substituições, até ao dia 11 de Agosto corrente, data limite da submissão das candidaturas.
Assim, o porta-voz da Comissão Nacional de Eleições, Paulo Cuinica, disse que até sexta-feira, apenas três dos trinta e um proponentes tinham submetido as suas candidaturas.
O Presidente Filipe Nyusi, acaba de assegurar a disponibilidade de fundos para a construção de uma nova ponte sobre o rio Licungo e uma estrada de acesso com cerca de 20 quilómetros, que vai desviar o tráfego da EN1 na cidade de Mocuba, província da Zambézia.
Na sua alocução, Filipe Nyusi anunciou ainda que já foi seleccionado o empreiteiro que vai edificar a ponte e a estrada de desvio de acssso, estando neste momento a decorrer a mobilização do equipamento para o arranque das obras na província da Zambézia.
No entanto, o Chefe do Estado fez este anúncio em Ninga, distrito de Mueda, em Cabo Delgado, ao inaugurar a estrada Roma-Negomano, num troço de cerca de 70 quilómetros asfaltados.
Assim, após a inauguração da Estrada, o Estadista percorreu dois quilómetros da via para aferir a qualidade da infra-estrutura, cujas obras iniciaram em Outubro de 2018, com financiamento do Banco Mundial e do Estado moçambicano.
Pelo menos 10 pessoas morreram e 18 estão desaparecidas na província chinesa de Hebei, perto de Pequim, devido às chuvas torrenciais que têm fustigado o norte da China, desde há uma semana, anunciaram as autoridades chinesas.
No entanto, o número provisório de mortos causados pelas chuvas torrenciais e inundações foi divulgado pelas autoridades de Baoding, uma das cidades mais afetadas, que dista cerca de 150 quilómetros de Pequim.
Áreas inteiras do norte da China foram afetadas por fortes chuvas, que têm assolado Pequim e os seus arredores e que causaram grandes inundações e danos materiais consideráveis.
Mais de 600.000 pessoas na cidade de Baoding tinham sido evacuadas das zonas consideradas de risco, informou o município local em comunicado, sendo que mais de um milhão e meio de habitantes desta cidade foram afetadas pelo mau tempo.
Em Pequim e na região metropolitana da capital chinesa, as operações de limpeza prosseguem após as piores chuvas dos últimos anos, que destruíram infraestruturas e inundaram bairros inteiros.
Assim, as autoridades chinesas anunciaram na sexta-feira que as catástrofes naturais tinham provocado a morte ou o desaparecimento de 147 pessoas no país no mês de julho deste ano.
Na quarta-feira, o Departamento de Meteorologia de Pequim afirmou que as chuvas que atingiram a capital chinesa foram as mais piores e as mais intensas desde que existem registos, há 140 anos.
Diverso material médico-cirúrgico para a melhoria de serviços hospitalares e o atendimento a mulheres e crianças foi formalmente entregue na cidade da Beira, no seguimento dos projectos de reconstrução pós-ciclone tropical Idai.
O material, oferecido pelo Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA), foi recebido pelo governador de Sofala, Lourenço Bulha, no âmbito do projecto sanitário do fundo da Agência de Cooperação Internacional da Coreia (KOICA).
Na ocasião, Bulha disse que a oferta vai aumentar disponibilidade do material cirúrgico e evitar ruptura de “stock”.
“Esta doação vai fazer muita diferença e reforçar o que já existe, para garantir que as mulheres em trabalho de parto normal ou mesmo a cesariana tenham melhor atendimento”, disse Bulha.
O governante apelou aos distritos beneficiários, nomeadamente Beira, Dondo, Nhamatanda e Búzi, para uma boa gestão do material recebido, “que deve ser usado apenas para os fins para os quais foi disponibilizado”.
Após um influenciador prometer que distribuiria PlayStations de forma gratuita, uma multidão se reuniu na Union Square, praça de Manhattan, em Nova York, nos Estados Unidos. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o caos no local, na tarde de sexta-feira (04).
Segundo informações da ABC News, o streamer Kai Cenat teria postado na rede social Twitch uma promessa de que haveria distribuição dos videogames no local. No entanto, a oferta não foi cumprida, levando a uma confusão generalizada.
No entanto, imagens mostram as pessoas com ânimos exaltados, acumuladas na praça e subindo em estruturas do local. Vídeos divulgados pela imprensa norte-americana ainda exibem pessoas sobre carros em movimento.
Diante da situação, o Departamento de Polícia de Nova York pediu que a população evitasse a área.
Daniel Sancho Bronchalo, filho de um conhecido ator espanhol, foi detido na Tailândia após serem encontradas, num aterro sanitário, partes do corpo de um amigo com quem viajava. O homem já confessou o crime.
A história está a ganhar destaque na imprensa espanhola, que cita o jornal Bangkok Post. O homem, de 29 anos, filho de Rodolfo Sancho, foi levado para uma esquadra na ilha de Ko Pha Ngan na sexta-feira para ser interrogado sobre o desaparecimento do amigo, de nacionalidade colombiana, tendo negado, na altura, qualquer relação com o caso.
No entanto, tinha sido o próprio a denunciar o desparecimento às autoridades, na quinta-feira, dia em que foram encontrados restos humanos, dentro de um saco.
Foram encontrados novos restos humanos, juntamente com roupa, o que levou a polícia a suspeitar de que poderiam pertencer ao colombiano desaparecido.
Entretanto, as autoridades descobriram que Daniel Sancho Bronchalo, que trabalha como chef, comprou, na terça-feira, uma faca, luvas de borracha, uma esponja de cozinha, bem como detergente. Ao investigarem o quarto de hotel, perceberam que o frigorífico, casa de banho e lava-louça da cozinha tinham sido limpos, mas nos ralos encontraram vestígios de sangue, gordura e cabelos.
A polícia confirmou que o espanhol, que chegou à Tailândia como turista no dia 31 de julho, confessou ter assassinado e desmembrado o amigo.
“Ele admitiu”, disse Panya Niratimanon, chefe da polícia de Koh Pha Ngan, à AFP.
A vítima foi identificada como Edwin Arrieta Arteaga, cirurgião plástico de 44 anos.
“A vítima e o suspeito conheciam-se antes de virem para a Tailândia”, acrescentou a mesma fonte.
Os médicos em greve dizem que não se vão deixar vergar pelas ameaças do Governo, de expulsão do aparelho de Estado. Cerca de 200 médicos marcharam na Cidade de Maputo, exigindo respeito pela classe e melhoria de condições de trabalho.
Podia-se ler nos cartazes mensagens como “cuidar de quem cuida é uma obrigação, não um favor, valorizem”, “não confiamos no ministro da Saúde”, “nós também somos pessoas”, “ontem heróis da COVID-19, hoje de 4%”, e tantos outros escritos, em meio a cânticos.
Assim, são mais de 200 médicos que marcharam, no sábado, na Cidade de Maputo, para exigir do Governo respeito pela classe médica.
Marchando consciente da missão que tem, Armando Mahumane disse que “não podemos continuar a assistir ao desrespeito e desvalorização que o Governo tem demonstrado à classe médica. É tempo para o Governo colocar a mão à consciência e garantir que os médicos tenham mínimas condições de trabalho, para que possam realizar o seu trabalho com respeito, qualidade e dignidade”.
Dignidade, respeito e qualidade estão a ser violados com a revisão do estatuto do médico, dizem os manifestantes, em uníssono, que “estatuto é lei, não é nenhum favor”.
Por isso, dizem que não vão parar até que haja melhoria nas condições de trabalho.
No entanto, o porta-voz da Associação Médica de Moçambique diz que não se vão deixar intimidar pelo ultimato do Governo. Garante que os médicos têm capacidade para trabalhar no privado, mas, pelo dever de prestar serviços ao povo, vão insistir na provisão de serviços de qualidade.
“Estamos numa situação em que o Governo não tem capacidade para o diálogo, não se abre ao diálogo. Acha simplesmente que mandando recados através da imprensa, em forma de ameaças, é capaz de resolver a situação. Mas esta moldura humana que vimos é apenas um extrato daquilo que a classe médica está a dar como resposta a nível nacional”, disse Napoleão Viola.
A marcha começou na avenida Eduardo Mondlane, em frente às instalações da Associação Médica de Moçambique e terminou na Praça da Independência, onde foi observado um minuto de silêncio em homenagem aos médicos que morreram vítimas da COVID-19.
“Não vamos aceitar que a classe médica seja deitada ao chão. Não vamos aceitar que nos tirem a dignidade. Não vamos aceitar que revoguem o nosso estatuto. Acima de tudo, nós queremos melhores condições para as pessoas.”
E dizem basta ao que chamaram de insensibilidade do Governo. Mas garantem que não vão abandonar a função pública.
“Lamentamos ter de ouvir este tipo de ameaças num Estado de Direito Democrático. Estamos a exercer um direito, a greve, prevista na Constituição da República, e lamentamos que o Governo opte por ameaças, em vez de resolver os problemas que nós apontamos. Nós vamos continuar a exercer o nosso direito, que é a greve”.
Sobre a contratação de 60 médicos proposta pelo Governo, Milton Tatia diz que é bem-vinda, porém lamenta o desemprego de 340 formados.
O Serviço de Jesuíta aos Refugiados (JRS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Hospitalidade e Monitor Comunitário (Activista). Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo “A”, pretende admitir para o quadro de pessoal um (1) Controlador de Frota/ Fleet Controler. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Procurement. Saiba mais.
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Vladimir Putin concordou em visitar a Turquia e se encontrar com o presidente Recep Tayyip Erdogan, onde uma das principais pautas deve ser o acordo do Mar Negro. A informação foi divulgada por Moscou e Ancara na quarta-feira (02).
O anúncio aconteceu após uma conversa por telefone entre os dois presidentes. Datas para o encontro, no entanto, ainda não foram acertadas.
Assim, a visita de Putin à Turquia, caso concretizada, é mais um passo de Erdogan para uma possível retomada do acordo de grãos do Mar Negro, que a Rússia decidiu abandonar em julho deste ano.
O pacto, firmado em julho de 2022, permitia a escoação de alimentos pelas águas do Mar Negro mesmo em meio ao conflito na região. A Rússia, no entanto, alegou que partes da negociação inicial não foram cumpridas e decidiu abandonar o acordo.
Desde então, Erdogan disse que tentaria convencer Putin a retomar o acordo. O presidente da Turquia participou da primeira negociação, juntamente com a Organização das Nações Unidas (ONU).
O Reino Unido está a reduzir temporariamente o número de funcionários na sua embaixada em Niamey devido à situação de segurança no Níger, informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico.
“Um golpe militar ocorreu no Níger, o que levou a protestos e distúrbios”, referiu o Ministério britânico no seu portal sobre conselho aos viajantes, atualizado hoje.
“Devido à situação de segurança, a embaixada britânica em Niamey está temporariamente a reduzir o número de funcionários”, acrescentou a mesma fonte, referindo-se a “protestos que se podem tornar violentos” e “uma situação que pode mudar rapidamente sem aviso prévio”.
O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, James Cleverly, afirmou na quarta-feira que um primeiro grupo de cidadãos britânicos “deixou com segurança” o Níger.
Para hoje estão previstas novas manifestações na capital do Níger, após o golpe militar contra o Presidente do Níger, Mohamed Bazoum, na semana passada.
Esta redução no pessoal da embaixada britânica ocorre depois de os Estados Unidos terem ordenado a retirada parcial dos funcionários da sua embaixada na quarta-feira e a França ter pedido hoje a Niamey garantias de segurança para a sua missão diplomática no país.
A 26 de julho, um golpe de Estado no Níger, liderado pelo general Abdourahamane Tchiani, derrubou o Presidente democraticamente eleito Mohamed Bazoum.
A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) deu aos golpistas um ultimato que exige o regresso à ordem constitucional até domingo e levantou a hipótese de uma intervenção militar.
O Níger é um dos países mais pobres do mundo, apesar dos seus recursos de urânio. Assolado por ataques de grupos ligados ao Estado Islâmico e à Al-Qaida, é o terceiro país da região a sofrer um golpe de Estado desde 2020, depois do Mali e do Burkina Faso.
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