21 C
Matola
Terça-feira, Abril 28, 2026
Site Página 2392

Três indivíduos detidos pela PRM por falsificação de moeda sul-africana

imagem nao disponivel.jpg

Quadrilha composta por três indivíduos sendo dois swazes e uma moçambicana, está sob custódia policial no distrito de Namaacha, província de Maputo, por motivo de falsificação de mais de trezentos e cinquenta mil randes.
São no total três os indivíduos que desde o último fim-de-semana estão a contas com a PRM, Vila fronteiriça de Namaacha, na província de Maputo, acusados de falsificação de moeda sul-africana.
É uma quadrilha composta por dois indivíduos de nacionalidade swaze, com idades que variam de 54 a 58 anos de idade anos de idade, destacando-se ainda a presença de cidadã moçambicana de 44 anos de idade.
O grupo foi neutralizado com mais de trezentos e cinquenta mil randes, moeda sul-africana.
Sob custódia policial, cada um fala da sua participação no crime.
Helimone Mahlalele, swaze de 58 anos, diz só ter aceitado levar consigo tamanha quantidade jamais vista na sua vida porque pelo caminho queria subtrair uma parte para resolver alguns problemas que há muito o perseguem.
A PRM e a polícia de investigação criminal, ao nível da província de Maputo, garantem tratar-se de uma quadrilha que há muito vem praticando este crime, e que os verdadeiros mandantes ainda a monte, são de origem swaze, sul-africana e moçambicana.
A reportagem da TIM soube no local que Cecília Chivure é viúva desde 2006, e o seu marido quando vivo dedicava-se ao tráfego de viaturas entre Moçambique e Swazilândia.

Onda de criminalidade só será superada com colaboração das autoridades e da sociedade

PRM.png
O Procurador-Geral da República diz que a onda de criminalidade preocupa e só será ultrapassada com colaboração das autoridades e da Sociedade.
A ocorrência de crimes de várias especificidades no país está a preocupar a procuradoria-geral da República.
O tráfico de pessoas, homicídios e ofensas corporais para a extracção de órgãos humanos, são segundo Augusto Paulino, Procurador-Geral da República crimes graves que violam os direitos humanos e que são praticados por quadrilhas organizadas.
Os linchamentos que na sua maioria ocorrem na zona norte e Centro do país, também constituem preocupação para a Procuradoria-Geral da República.
Por outro lado os casos de violência doméstica também preocupam.
São Crimes que de acordo com Paulino só podem ser combatidos com a colaboração das autoridades e a sociedade
Trata-se de preocupações apresentadas pelo Procurador-Geral da República no Parlamento na sequência do seu informe anual sobre o estado da Justiça no País.

Augusto Paulino quer lei para barrar sequestros e crimes informático

Augusto Paulino.png
O Procurador-geral da República, Augusto Paulino, disse hoje, na apresentação do seu informe anual sobre o estado da Justiça, que o país necessita de uma lei que barre a onda de sequestros. De acordo com o procurador-geral, o nosso Código Penal e a Lei de Tráfico de Pessoas prevêem o crime de raptos com elementos diferentes dos sequestros que ocorrem nos últimos tempos.
O Procurador-Geral da República, Augusto Paulino, apresentou esta quarta-feira no Parlamento o informe anual sobre o estado da administração da Justiça no país.
Paulino mostrou-se preocupado com os casos de raptos que tem assolado a capital do país nos últimos tempos e que segundo ele possuem características de crime organizado.
De acordo com dados apresentados no Parlamento, nos meses de Dezembro de 2011, Janeiro e Fevereiro de 2012 catorze cidadãos foram sequestrados na Cidade e Província de Maputo, e que neste momento prosseguem investigações para esclarecer estes casos.
Para fazer face a este fenómeno, o Procurador-Geral da República entende que devem ser aprovados instrumentos legais, pois o Código Penal e a Lei de Tráfico de pessoas prevêem penalizações que não se enquadram com os sequestros que actualmente são praticados.
Augusto Paulino, assegurou ainda que o país tem-se deparado também com crimes praticados com ajuda de correio electrónico, telemóveis, ATM e cartões bancários
Os dados do Procurador-Geral da República referem ainda que em 2011 registaram-se 477 casos de criminalidade violenta com recurso a arma de fogo contra os 676 processos ocorridos em 2010.

Buracos na EN 06

EN 06.png
Circular pela estrada nacional número 6 no troço que liga o posto administrativo de Inchope, na província de Manica, e a cidade da Beira, virou um autêntico calvário para os automobilistas.
Actualmente, para se percorrer este troço de cerca de 130 Km, entre a cidade da Beira e Inchope, são necessárias no mínimo três horas e meia de tempo contra as anteriores duas quando a estrada estava em condições.
Após ouvir muitas lamentações dos que por aqui circulam, o Director Nacional da Administração de Estradas veio esta semana dizer à imprensa que já estão disponíveis cerca de 135 milhões de meticais, a ser canalizados para a empresa portuguesa CMA, entidade responsável pela reparação da via, cujos trabalhos deverão iniciar-se a 20 de Maio.
O director nacional da ANE, disse também que esta acção afigura-se como uma medida de emergência, pois o que esta via necessita é de uma reabilitação de raiz, cujo custos estão avaliados em 380 milhões de dólares, montante que o Governo procura.
A concretizar-se o projecto de reabilitação de raiz da EN6, esta via, que liga a cidade da Beira ao Zimbabwe, passando por Manica, poderá ver as suas faixas de rodagem alargadas e a construção de uma outra ponte paralela a existente no rio Púnguè.

Vigilantes roubam e vendem matéria-prima da Mozal

Mozal
Seis indivíduos estão desde terça-feira última detidos na esquadra de Beluluane, província de Maputo, indiciados de roubo, venda e compra de matéria-prima para a produção de alumínio da empresa Mozal.
Roubo, venda e compra de barras de matéria-prima para a produção de alumínio na empresa Mozal, custou a detenção, terça-feira última, na esquadra de Beluluane, província de Maputo, destes seis indivíduos.
Três dos seis são vigilantes da empresa de segurança Rangers.
Já sob custódia policial, cada um falou do seu envolvimento no crime.
A Polícia da República de Moçambique, na província de Maputo, através do seu porta-voz, João Machava, diz tratar-se de um grupo que há muito vem praticando este tipo de crime.
Na maioria das vezes esta matéria-prima é usada para o fabrico caseiro de potes, panelas, chaleiras, entre outros bens que são posteriormente vendidos em países vizinhos como Suazilândia e África do Sul.

Últimas Notícias Hoje

Fundação Ariel Glaser responde a acusações de demissões ilegais

A Fundação Ariel Glaser solicitou à Agência de Informação de Moçambique (AIM) que emita um esclarecimento sobre o artigo publicado sob o título "ONG...

Mais de 200 gestores públicos obrigados a restituir fundos ao Estado

Mais de duzentos gestores públicos em Moçambique foram notificados para devolverem valores que foram utilizados de forma indevida.  Este procedimento resultou na recuperação de mais...

Pânico social provoca linchamentos em Moçambique por supostas “mágicas” que encolhem pénis

Uma onda de violência tem assolado a província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, resultante de rumores absurdos relacionados com o desaparecimento e...

FMF distribui 1200 bolas para impulsionar futebol escolar em Moçambique

O campo do Mahafil foi o palco da entrega de 1200 bolas a várias escolas, numa iniciativa promovida pela Federação Moçambicana de Futebol (FMF),...