Um homem que filmou a si próprio estuprando a filha de sua namorada, uma criança de 6 anos de idade, foi condenado a prisão perpétua.
Virgilio Ocampo, de 35 anos, não mostrou arrependimento e nega o crime: “Eu não entendo por que o procurador da República está pedindo uma sentença máxima para algo que não aconteceu”, durante sua condenação na Suprema Corte de Bronx, EUA.
O júri considerou o homem culpado de agressão sexual predatória, depois de assistir ao vídeo do lamentável ocorrido de Setembro de 2013.
A mãe da vítima descobriu a gravação no celular do namorado meses depois, e admitiu que estava por perto quando tudo aconteceu. “O inferno não é bom o suficiente para ele”, escreveu a mulher em uma carta que lida no tribunal.
A criança, que hoje tem 8 anos, tem sido internada e retirada de hospitais psiquiátricos desde o crime, e especialistas temem que ela cometa suicídio. Inicialmente Virgilio a havia culpado pelo que ele fez, dizendo que a menina foi quem o procurou.
Um empresário negou ter estuprado uma jovem de 18 anos de idade dizendo que pode tê-la penetrado acidentalmente depois de cair em cima dela.
Ehsan Abdulaziz, de 46 anos, teria cometido o abuso enquanto a jovem dormia no sofá de sua residência, em Londres, Inglaterra, após uma noite de bebedeira.
Ele e a suposta vítima haviam se encontrado em uma boate em Agosto do ano passado. Ela estava com uma amiga e o suposto estuprador ofereceu boleia para casa.
Ehsan convidou as duas meninas para irem até seu apartamento e tomaram um drink, e levou a amiga da jovem para o quarto, onde tiveram relações íntimas.
A autora da denúncia acordou nas primeiras horas da manhã do dia seguinte com o empresário a beijando e a estuprando.
Ela disse: “O que você está fazendo?” e o agressor respondeu: “Tudo bem”, indicando que a amiga da vítima estava dormindo.
A jovem, então, levantou-se, tentou acordar a amiga, mas sem sucesso, e deixou o apartamento o mais rápido que pôde.
Ela chamou dois amigos e depois a polícia. A garota foi submetida a um exame para verificar se houve agressão.
Depois de ter sido preso, Ehsan negou o crime. Em sua versão, o empresário alegou que a garota o puxou para perto dela durante a noite, depois que ele se levantou para beber água e desligar a TV.
Mas ela teria ficado irritada depois que ele se ofereceu para chamar um táxi e foi para o quarto a fim de tentar acordar a amiga.
O suposto agressor foi interrogado uma segunda vez pelas autoridades depois que, em Maio deste ano, vestígios de seu DNA foram identificados no corpo da jovem.
Nesta ocasião ele disse que após ter feito sexo com a amiga dela, ainda estava com erecção e tinha sémen nas mãos, quando encontrou a garota que o acusa de estupro na sala de sua casa.
Ele alegou, ainda, que caiu sobre ela e que seu pénis pode ter acidentalmente penetrado a vagina da suposta vítima. O caso está sendo julgado.
Um homem, pai de dois filhos, invadiu a conta do Facebook de sua ex-namorada e postou imagens nuas da vítima no perfil dela como uma vingança.
Simon Barefoot, de 35 anos, alterou o status da vítima colocando a frase: “Eu tenho mentido e enganando o meu namorado”.
Ele adicionou uma série de imagens nuas e íntimas, que puderam ser vistas pelos amigos e parentes da vítima.
Sua ex-namorada só descobriu o que tinha ocorrido quando a irmã dela alertou-a.
Barefoot também postou no Facebook a frase: “A verdade sempre aparece”.
O tribunal de Exeter, na Inglaterra, recebeu informações que a vingança ocorreu depois que o relacionamento do casal, que ficou junto por sete anos, terminou.
O promotor David Barnes disse que as fotos postadas mostravam a ex-namorada de Barefoot em “vários estados de nudez”.
Ela tentou desesperadamente apagar as imagens, mas Barefoot postou novamente tudo o que ela apagou.
A vítima ficou muito angustiada depois que amigos, familiares e outros internautas viram suas imagens nuas.
Barefoot foi preso pela polícia e admitiu ter hackeado a conta na rede social e postado snaps.
James Rickard, que o defendeu, disse que seu cliente publicou as fotos em uma área privada da página no Facebook. Ele disse: “Em dez segundos ele tornou essa área privada disponível para seus amigos. Ele procurou desfazer o mais rápido que podia.”
O advogado disse que as fotos não eram tão indiscretas, acrescentando: “Eu as descreveria como pessoal ao invés de íntimas.”
Barefoot admitiu ter divulgado as fotos íntimas e particulares com a intenção de causar sofrimento.
O caso foi adiado e o homem será julgado em breve.
Uma mãe deprimida esfaqueou suas duas filhas pequenas até a morte porque temia que uma delas estivesse com câncer.
Depois de atacar Maja de 5 anos de idade, e Olga de 1 ano e 8 meses, a mãe Marta Galikowska de 27 anos, cortou a própria garganta.
Os corpos foram encontrados por Marcin Galikowski de 28 anos, o pai das crianças e marido de Marta, quando ele voltou do trabalho. O incidente aconteceu na cidade onde viviam, Stoke-on-Trent, Inglaterra.
Esta semana, no tribunal que tratou do caso, foi levantada a informação de que a mãe estava convencida de que a filha mais velha tinha câncer, depois que encontrou um caroço debaixo de sua mandíbula.
A autora do crime foi orientada a tomar medicamentos antidepressivos uma semana antes de cometer o acto, porque havia comentado com o marido que queria se matar e às filhas também.
O caso foi encaminhado aos serviços sociais, mas depois que profissionais visitaram a família, entenderam não haver quaisquer preocupações imediatas sobre a segurança das crianças.
Um exame post-mortem revelou que todas as mortes se deram por feridas no pescoço. Testes revelaram que o nódulo sob a mandíbula de Maja era um cisto benigno.
Marcin disse que a mulher acreditava que as filhas seriam levadas pelo serviço social. Uma investigação apontou que Marta não havia seguido as recomendações médicas durante 48 horas.
A revisão do caso está em andamento para constatar se algo poderia ter sido feito para evitar a tragédia. Os resultados sairão em breve.
Peggy Phillips, de 43 anos, foi presa em Pasadena (Texas, EUA), sob a acusação de ter feito sexo com um sobrinho adolescente “centenas de vezes”, de acordo com investigação policial.
O caso entre Peggy e o sobrinho começou em 2007, quando o adolescente tinha 15 anos. Até 2009, os dois fizeram sexo em várias ocasiões, contou a TV KHOU.
O relacionamento teria se iniciado quando o adolescente estava internado em um hospital e viveu o seu auge quando o jovem foi morar com a tia, que era casada. O tio contou que levou o sobrinho para morar com ele porque o parente estava em “péssimas condições” na Carolina do Sul (EUA).
Não foi revelado por que o caso só veio à tona agora. Peggy não está mais casada.
Um estudo da Universidade do Panteão, em Atenas (Grécia), concluiu que prostitutas daquele país europeu trocam sexo por uma sandes ou uma torta de queijo.
Coordenada pelo sociólogo Gregory Lazos, a pesquisa com 17 mil profissionais do sexo pôs as gregas entre as prostitutas mais baratas da Europa.
O baixo valor cobrado reflecte a crise económica que assola o país.
“Algumas fazem isso por uma sandes porque estão famintas e precisam comer”, disse Lazos ao “Times”.
“Outras (fazem sexo) em troca do pagamento de contas urgentes ou para acertar dívidas com traficantes de droga”, acrescentou ele.
A prostituição é legalizada na Grécia, mas poucos bordéis têm autorização para o funcionamento. Cerca de 18,5 mil prostitutas atuam, ilegalmente, nas ruas do país. A maior parte tem entre 17 e 20 anos.
Um pastor de 60 anos casou-se com a namorada, de 19, sob a bênção da esposa, de 44. A jovem, Reba Kerfoot, está grávida.
Thom Miller, um ex-mafioso que tornou-se religioso numa prisão americana, está a construir uma casa em Mansfield (Ohio, EUA) com duas alas – uma para cada esposa.
Reba e Belinda, a primeira esposa, dizem estar felizes com a relação poligâmica instituída pelo reverendo. Mas há uma regra: só Thom, que fundou a sua própria igreja, tem permissão para ter mais de uma parceira.
Quando a casa estiver completa, Thom passará três noites com cada esposa e terá um dia de descanso. Ele e Belinda conhecem Reba desde que ela era uma criança.
Thom e Belinda já falavam sobre poligamia havia sete anos. Resolveram pôr em prática ao conhecerem Reba, contou reportagem do “Daily Mail”.
Os líderes de três das principais organizações internacionais de combate à sida sugeriram ao Governo de Moçambique a adopção de novas políticas urgentes para reduzir novas infecções e evitar o descontrolo da epidemia.
“Acreditamos que há uma completa urgência”, disse à Lusa Deborah Birx, coordenadora das Actividades de Combate ao VIH/Sida do Governo dos EUA, no fim de uma visita de dois dias a Moçambique com os directores-executivos da ONUSIDA, Michel Sidibé, e do Fundo Global para o Combate à Sida, Tuberculose e Malária, Mark Dybul, a primeira que os três dirigentes realizam juntos a um país.
Moçambique, segundo Deborah Birx, “dirige-se para máximos históricos de novas infecções de VIH [Vírus de Imunodeficiência Adquirida]”, associadas a um grande aumento de infecções de tuberculose, caso não se acelerem medidas para o controlo da epidemia.
A coordenadora norte-americana indicou que as projecções até 2028 indicam uma clara diferença entre a estimativa de acentuada descida de novas infecções e mortes por VIH em Moçambique, caso haja novas medidas e urgentes, e os cálculos de subida contínua no mesmo período, “sem que se faça algo de diferente”.
Em Moçambique, tal como na África subsaariana, o número de jovens aumentou entre 30% e 40%, colocando esta faixa em risco de novas infecções, sobretudo mulheres, o que significa que, se um bebé é salvo à nascença do VIH e contrair o vírus quando fizer 16 anos porque não se fez nada, “é absolutamente trágico”.
Mesmo que se baixe a taxa de novas infecções em 40%, “se houver mais 40% em risco, então não se fez nada”, insistiu Deborah Birx, descrevendo um risco real de “descontrolo”, uma expressão também assumida pelo director-executivo do Fundo Global.
Moçambique, afirmou Mark Dybul, é um dos poucos países em que a malária ainda é a principal causa de morte entre crianças com menos de cinco anos e, tal como no VIH e na tuberculose, há “uma grande oportunidade” para baixar os indicadores.
“Quando isso acontecer, haverá maior igualdade entre a população porque o VIH, a tuberculose e a malária provocam grandes danos na economia, no sistema de saúde e na forma como Moçambique é visto no mundo”, salientou.
Dybul referiu-te ainda à circunstância de o Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, e respectivo executivo terem tomado posse recentemente, proporcionando a oportunidade de as três organizações “apoiarem colectivamente a visão da nova liderança para o fim daquelas epidemias”.
Além do Presidente moçambicano, a missão conjunta teve também reuniões, entre segunda e terça-feira, com os Ministérios da Saúde, Educação e Negócios Estrangeiros, além de visitas a comunidades, tendo encontrado “vontade política” para promover as alterações necessárias, avaliou a coordenadora norte-americana.
Segundo Deborah Birx, Moçambique apresenta uma taxa superior de novos casos de VIH face à região, mas também atingiu grandes progressos na prevenção da infecção de mãe para filhos.
“Temos de ter os mesmos progressos na diminuição de novos casos de VIH, malária e tuberculose e esta visita é muito focada nestas três doenças, nas quais Moçambique apresenta um atraso na região”, referiu.
A alteração de políticas para Moçambique implica as novas orientações da Organização Mundial de Saúde, a partir dos instrumentos da estratégia de resposta rápida 90-90-90, em que, até 2020, 90% pessoas infectadas conhecem o seu estado clínico, 90% estão em tratamento e 90% têm a carga viral suprimida e menor possibilidade de contaminar terceiros.
Estas medidas têm como meta erradicar a epidemia em 2030 e, traduzidas para Moçambique, implicam, de acordo com as três organizações internacionais, o aumento da cobertura do tratamento, ainda abaixo dos 50%, e redução do número de pessoas que o abandonam.
“São dois assuntos cruciais em Moçambique”, frisou Deborah Birx, e que contribuirão para “encontrar um futuro diferente”, num país em que 1,5 milhões de pessoas vivem com o VIH, mais de metade das quais mulheres jovens, e 45 mil morrem todos os anos de SIDA.
Um pedófilo foi condenado à prisão perpétua após ter estuprado repetidamente dois bebés e uma criança.
Stuart Young, fez suas vítimas entre 2008 e 2013, e foi condenado à prisão perpétua pela Alta Corte de Edimburgo (Escócia).
O homem de 37 anos estuprou um bebé quando ele tinha menos de três meses de vida, além de cometer o mesmo abuso a outra de seis meses de idade, continuando a abusar dela até seus cinco anos.
Como se não bastasse, Stuart agrediu sexualmente ainda uma menina de nove anos de idade.
Após ser denunciado à polícia, ele finalmente foi preso em Janeiro de 2014, depois que uma das vítimas contou sobre os abusos. Ele negou os crimes, mas foi considerado culpado depois de um julgamento.
Agora o juiz Paul Arthurson impôs uma ordem de restrição ao longo de toda a vida do pedófilo, o que significa que ele não será libertado até que já não seja considerado uma ameaça.
Young também vai passar o resto de sua vida com seu nome no registo dos agressores sexuais.
O líder da oposição moçambicana, Afonso Dhlakama, que estava há quase dois meses em silêncio, disse que vai sair depois da quadra de Natal do lugar desconhecido onde se encontra e governar o centro e norte do país.
O presidente da Renamo realizou um discurso por telefone durante uma reunião da Liga da Juventude do seu partido realizada em Maputo no dia 30 de Novembro, e cuja gravação foi difundida na imprensa moçambicana e redes sociais.
“Não vamos fazer a guerra, eu prometo, vamos passar bem as festas da quadra de Natal e a seguir vamos tomar posse”, disse Afonso Dhlakama, referindo-se à iniciativa do seu partido de governar nos círculos onde reclama vitória eleitoral, no centro e norte do país, através de um modelo de autarquias provinciais já rejeitado pela maioria da Frelimo no parlamento.
No seu discurso de pouco mais de sete minutos, o líder da Renamo referiu-se justamente ao projecto de revisão pontual da Constituição, para acomodar as autarquias provinciais, e que naquele 30 de Novembro recebeu parecer negativo das comissões especializadas do parlamento e foi formalmente chumbado em sessão plenária na segunda-feira.
Apesar disso, Dhlakama disse que não vai recuar e que o seu partido tomará posse nas seis províncias que reivindica, como forma de ultrapassar o que alega ter sido uma fraude nas eleições gerais de 15 de Outubro de 2014, ganhas oficialmente pela Frelimo.
“Se for preciso vamos tomar Maputo também”, ameaçou, numa referência à capital do país e fora da lista de territórios que o partido ambiciona governar.
Passam hoje dois meses desde que o líder da Renamo não é visto em público, após as forças de defesa e segurança cercarem a sua residência na Beira, a 09 de Outubro, numa operação de recolha de armas em posse da guarda de Dhlakama.
Na mensagem à reunião da Liga da Juventude, o líder da oposição afirmou que “o perigo já passou” e justificou o seu prolongado silêncio.
“Estou a preparar-me para obrigar o Governo da Frelimo a cair de uma vez por todas”, declarou Dhlakama, voltando a apelar para o respeito do Acordo Geral de Paz, que selou em 1992 o fim da guerra civil em Moçambique, alegando que “se o Acordo de Roma está caducado, a democracia está caducada”.
Insistindo que não deseja a guerra, o líder do maior partido de oposição disse que o seu partido vai tomar o poder nas províncias do centro e norte “sem derramamento de sangue”, mas aconselhou as autoridades a não responderem ou “vão receber porrada” e que, se puserem blindados nas ruas, “a Renamo vai destruir tudo”.
Nenhuma informação sobre o paradeiro de Dhlakama foi confirmada ou desmentida pelo partido, que garante que seu líder “está muito bem de saúde e tem trabalhado para o enriquecimento da democracia no país”.
Entretanto o gabinete do líder da Renamo disse à Lusa que está a ser preparada uma conferência de imprensa de Dhlakama para breve, mas não é a primeira vez que este propósito é anunciado e sem concretização até ao momento.
A operação policial na Beira ocorreu um dia depois de o líder da oposição ter reaparecido na serra da Gorongosa, ao fim de duas semanas em parte incerta, na sequência de dois incidentes na província de Manica envolvendo a sua comitiva em Chibata (12 de Setembro) e Zimpinga (25 de Setembro), onde as autoridades dizem ter morrido 25 homens da Renamo.
Após o cerco da Beira, as forças de defesa e segurança iniciaram uma operação de recolha coerciva de armas em posse da Renamo, que acabou em confrontos em algumas regiões do país, mas entretanto suspensa pelo Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, para dar espaço ao diálogo.
Afonso Dhlakama esteve igualmente em parte incerta durante 17 meses, depois de as forças estatais tomarem de assalto a base de Sadjundjira (Gorongosa) e o desalojarem a 21 de Outubro de 2013, tendo reaparecido para a assinatura do Acordo de Cessação de Hostilidades Militares, a 05 de Setembro de 2014, com o Presidente cessante, Armando Guebuza.
A Sasol e os seus parceiros, entregaram um Centro de Saúde construído de raíz, em Pambarra, na província de Inhambane, numa cerimónia presidida pela Ministra da Saúde, Nazira Abdula, onde estiveram presentes representantes distritais e provinciais do sector da saúde, líderes comunitários, entre outros.
Na ocasião, a Ministra da Saúde, Nazira Abdula, referiu estarem criadas em Pambarra, todas as condições que visam oferecer serviços de saúde de boa qualidade aos utentes, e sublinhou ainda que a redução de distâncias de atendimento de saúde que o Centro proporciona, permite diminuir significativamente a mortalidade infantil.
Esta afirmação foi também partilhada pelo director provincial da saúde, Naftal Matusse, que referiu também o compromisso da população de Pambarra pela boa conservação das instalações de saúde entregues pela Sasol.
Por outro lado, o representante da Sasol na cerimónia, Eng. Francisco Augusto, disse que a Sasol acredita, com esta iniciativa “vai contribuir significativamente para o enriquecimento das infraestruturas de apoio à saúde, garantindo o atendimento a enfermidades como o HIV-SIDA e tantas outras”.
Pambarra está localizado ao longo da Estrada Nacional (EN1) e próximo a um entroncamento que torna a vila vulnerável à disseminação do HIV, devido ao movimento de motoristas e de negócios informais na área. Vilanculos, onde Pambara está localizado, tem uma prevalência estimada em cerca de 11,2% em pessoas com idades compreendidas entre 15 e 49 anos, enquanto a prevalência na província de Inhambane é estimada em torno de 8,6%.
O Centro, construído de raíz com investimento de cerca de 30 milhões de meticais, pela Sasol e os seus parceiros, é composto por uma maternidade, uma sala de tratamento com serviços de atendimento de urgências, uma sala de consulta externa, e uma farmácia, todas devidamente equipadas.
Durante a inauguração, os presentes puderam visitar a primeira criança nascida esta manhã no Centro, ainda sem nome, pesando cerca de 3,0 quilogramas. A mãe, visivelmente emocionada, mencionou as facilidades que este Centro apresenta, evidenciando o parto seguro.
Refira que este é o terceiro Centro de saúde entregue este ano pela Sasol em Inhambane, após Benzane e Temane, respectivamente, reforçando o compromisso da empresa em melhorar a vida das comunidades locais e garantindo assim o atendimento a mais de 90 mil pessoas
O Ministério da Saúde moçambicano apontou ontem (08), o consumo excessivo de álcool como “o principal inimigo” durante a quadra festiva, garantindo estar pronto para enfrentar a “emergência” que caracteriza o Natal e o fim de ano.
“O álcool é o principal inimigo da saúde na quadra festiva, as pessoas excedem-se no consumo, vamos pedir, no âmbito multissectorial, às autoridades policiais para estarem atentas”, disse em conferência de imprensa o director nacional de Assistência Médica do Ministério da Saúde, Ussene Isse.
Isse indicou também a intoxicação alimentar, elevado nível de sinistralidade rodoviária, violência doméstica e violação sexual, como outras das situações de maior preocupação para as autoridades de saúde moçambicanas durante a quadra natalícia.
Para enfrentar os problemas relacionados com as festas do Natal e de fim de ano, o Ministério da Saúde vai reforçar as equipas de emergência, apoio e de supervisão, afirmou o director nacional de Assistência Médica.
Ussene Isse garantiu ainda a colocação em todas as unidades de saúde de material médico e cirúrgico e medicamentos, por forma a lidar com a procura dos serviços e que atinge o pico na quadra festiva.
“Outro aspecto muito importante tem a ver com a massificação dos apelos para a doação de sangue, porque aumenta a necessidade durante a quadra festiva”, realçou.
Relatórios nacionais e internacionais apontam Moçambique como um dos países com maior alta taxa de sinistralidade rodoviária em África, devido à condução em estado de embriaguez, falta de habilitação dos condutores, corrupção na polícia e mau estado das viaturas e da vias.
Cerca de 80% da população moçambicana usa energia de biomassa, uma situação que contribui para o aumento dos níveis de desmatamento das florestas em Moçambique, informou hoje à Lusa o Fórum de Energia e Desenvolvimento Sustentável de Moçambique.
“Quase 80% dos moçambicanos usam lenha e carvão, este é um dado alarmante, na medida em que afecta as nossas florestas”, disse à Lusa Manuel Cardoso, coordenador de projectos do Fórum de Energia e Desenvolvimento Sustentável de Moçambique, à margem de uma conferência sobre energias renováveis, organizada pela Associação Lusófona de Energias Renováveis (ALER) em Maputo.
Destacando o “enorme potencial do país” no que respeita às energias renováveis, Manuel Cardoso sublinhou que o Governo moçambicano precisa de criar mecanismos para o aproveitamento de outros tipos de energia, evitando a dependência da energia hidroeléctrica e de biomassa.
“Há uma necessidade de o país aproveitar outras formas de energia que possui, energia eólica e solar, por exemplo”, afirmou, reiterando que investindo nestas fontes alternativas o Governo vai conseguir evitar a pressão que está a ser exercida sobre as florestas.
Além da adopção de fontes de energia alternativas, Manuel Cardoso apontou a falta de investimentos e a consciencialização das populações, através da educação ambiental, como alguns dos principais desafios para Moçambique no sector.
“Por exemplo, a maior parte da nossa população que usa energias de biomassa não tem noção das consequências ambientais disso e nós precisamos educar estas pessoas”, lamentou Manuel Cardoso.
Isabel Cancela de Abreu, directora executiva da ALER, disse, por sua vez, à Lusa que Moçambique precisa de dar acesso a formas modernas e alternativas de energia às populações das zonas mais recônditas, lembrando que apenas 25 % da população moçambicana tem acesso a electricidade.
“O país tem uma enorme capacidade ao nível de energias renováveis, com mais de 23 mil gigawatts de potencial, e é imperioso que se aproveita tudo isto”, declarou, apontando a capacitação de mão-de-obra e o financiamento de projectos que incentivem o uso de fontes de energia renovais como os principais desafios para o país nos próximos anos.
Uma jovem de 19 anos de idade confessou, num programa de televisão australiano, que combate o vício da pornografia desde os oito anos, avança o Independent.
Conhecida apenas como Rebecca, a jovem afirmou no programa ‘Australians on Porn’ que começou a ver pornografia depois de ver um filme onde uma rapariga era raptada.
“Quando comecei a ver pornografia, via coisas mais normais, heterossexuais, nada de especial. Depois, à medida que fui crescendo, comecei a ver coisas mais violentas, mais agressivas e humilhantes. Via várias vezes por dia e não conseguia parar”, indicou a jovem.
“Eu acho que perdi controlo sobre a minha sexualidade ao ver pornografia mesmo violenta e coisas como zoofilia”, acrescentou Rebecca, que neste momento recorre a um psicólogo para ajudar a lidar com a adição.
Um soldado americano receberá transplante de pénis, depois de perder seu membro em uma explosão.
O paciente é um dos 1.367 soldados norte-americanos, que tiveram seus órgãos genitais feridos.
Médicos da Escola Johns Hopkins na Universidade de Medicina em Baltimore esperam que a operação pioneira possa restaurar a capacidade do paciente voltar a ter relações sexuais.
Lesões ‘geniturinárias’ tornaram-se mais comuns devido ao uso de dispositivos explosivos improvisados, ou IEDs, mas elas são muitas vezes escondidas.
“Essas lesões geniturinárias não são coisas que ouvimos falar ou lemos muitas vezes,” disse o Dr. Andrew Lee WP, da Johns Hopkins.
A cirurgia é considerada experimental – e o Dr. Lee diz alerta aos pacientes para não esperarem recuperar todas as funções genitais.
Um menino de 9 anos comemorará seu primeiro Natal com boa saúde depois de ter sido vítima de uma condição rara que fez com quem seu cérebro deslizasse sobre sua espinha dorsal.
Kai Diawne, de Hexthorpe, South Yorkshire, no Reino Unido, sofreu com a doença por anos e os médicos achavam que ele poderia ter nascido com ela. Este ano, a criança foi submetida a nove operações a fim de curá-la, e tudo deu certo.
No início de 2015 o menino passou por um procedimento em que teve um osso da parte traseira de seu crânio retirado, a fim de aliviar a pressão em seu cérebro.
Mas uma série de complicações ocorreu durante as seis semanas em que esteve no hospital Sheffield Children. Felizmente agora ele está de volta à sua casa e também à escola.
Sua mãe, Michele Boardman, de 46 anos de idade, relatou que a partir do momento em que o filho foi para casa tudo, o que ele falava era sobre arrecadar dinheiro e ajudar outros meninos e meninas que estivessem mal.
Ele não está completamente saudável, mas está muito melhor que antes. A mulher relatou, também, que mesmo passando pelos momentos difíceis o filho nunca deixou de continuar alegre, e que cantava alto ao assistir um de seus programas favorito na TV.
Kai foi diagnosticado com uma condição chamada de Malformação de Chiari, onde as partes inferiores de seu cérebro haviam sido “empurradas” para sua medula espinhal quando tinha quatro anos de idade.
Um casamento foi anulado porque a esposa alegou que ainda era virgem, apesar de ter ficado casada por 8 anos.
A mulher que não teve a identidade revelada, foi ao tribunal pedindo para que sua união fosse dissolvida porque o marido não tinha interesse em sexo.
O casal só tinha um contacto mais íntimo uma vez por mês durante apenas dois minutos, sempre em um domingo, cerca de 10 horas da manhã e nunca envolvendo relação sexual completa.
Todas as vezes que isso acontecia a esposa, chorava durante toda a noite por sua experiência traumática.
Na época em que se conheceram, eles nunca tinham passado um tempo sozinhos, pois sempre estavam acompanhados pelos pais da esposa.
Depois que a lua de mel acabou e eles voltaram para Malta, na Europa, o marido não quis nem ir para seu lar conjugal, preferindo ficar com sua mãe e seu pai.
Após sete anos e meio a mulher procurou um tribunal dizendo que queria ter filhos, e até sugerindo fertilização artificial, mas seu marido culpou a falta de sexo com o facto de supostamente estar muito ocupado com seu trabalho.
Um médico realizou exames e concluiu que o casal era fértil para ter filhos, mas não o tinham por falta de relação íntima.
O tribunal aceitou o pedido da esposa e declarou o casamento nulo.
Decorre de 7 à 11 de Dezembro, na cidade de Inhambane, o seminário de capacitação de jornalistas de diferentes órgãos de comunicação social da província do mesmo nome, em matéria de estatística.
A iniciativa é do Instituto Nacional de Estatística (INE) e tem por objectivo o reforço de competência aos fazedores da comunicação social no âmbito da disseminação de informação estatística oficial.
Durante os cinco dias de capacitação os jornalistas serão desafiados a reflectirem em torno do papel do Sistema Nacional de Estatística, contas nacionais, seus indicadores de curto e de longo prazo, índice de preço no consumidor e de conjuntura.
Mónica Magaua, chefe do departamento e contas no INE falando durante a sua apresentação disse que o envolvimento de jornalistas no processo de estatística é de estrema importância e pretende-se por via desta, responder em tempo oportuno as necessidades de informação dos utilizadores e promover a cultura estatística local.
Abordados alguns participantes, mostraram-se satisfeitos pela formação, embora ainda não entendam o verdadeiro motivo da mesma, mas aquém diga que é uma oportunidade para uma troca de experiência.
Castigo Mufume, jornalista da rádio comunitária de Vilankulo, diz que a formação é muito boa, embora esteja ainda enfrentar dificuldades na percepção dos conteúdos abordados. ”A formação é boa, mesmo que ainda não tenha conseguido relacionar isto como o nosso trabalho jornalístico e Uma das coisas que me motiva nesta formação é que estou a prender muitas coisas que antes não sabia, por exemplo como calcular a inflação dos preços e também as formas de tratamento dos dados”, sublinhou.
Dados do INE indicam que todos os países membros da SADC registaram aumento do nível geral de preços em 2011 com excepção de Seychelles e Zimbabwe que registaram quedas de 1,3% e o,3% respectivamente. A maior taxa de inflação 7,7% foi registada por Zâmbia.
Aliás todas as divisões registaram aumento na inflação mensal, com excepção da divisão de educação que não variou, enquanto a maior variação foi de 1,1% na categoria de produtos alimentares e bebidas não alcoólicas.
Relativamente a igual período do ano passado os países membros da SADC registaram um aumento do nível geral de preços de cerca de 7,5%. Analisando esta taxa por países, consta que varia desde a mais alta que se situa em 26,2% para Malawi a menos 3,4% para o Zimbabwe. Como nos meses anteriores Malawi continuou a registar a taxa mais alta de inflação e dois dígitos no seio dos países membros da região.
Zâmbia é considerado um dos países com maior inflação onde os dados rondam nos 15,1%, seguido de Angola, Lesoto e Tanzânia com 12,4%, 7,6% e 7,4% respectivamente.
O seminário de capacitação que arrancou na última segunda-feira, na cidade de Inhambane e termina próxima sexta-feira dia 11 de Dezembro e conta com a participação de perto de 15 jornalistas de diferentes órgãos de comunicação social baseados na província de Inhambane.
O político e ex-director do Gabinete de Auditoria Interna do Banco de Moçambique, Carlos Jeque, baleado na perna, durante a manhã de hoje (08), encontra-se fora de perigo.
Segundo informações veiculadas pela rede de televisão Miramar, o político foi baleado na perna e se encontra ainda sobre cuidados médicos, em um hospital privado.
Informações colocadas a circular nas redes sociais dão conta de que o antigo PCA das Linhas Aéreas de Moçambique, Carlos Jeque, terá sido baleado na manhã desta terça-feira, nas imediações da Escola Portuguesa, na zona nobre da cidade de Maputo.
Em Angola: Filho nasce “mulato”, esposo mata a mulher
O jovem Fidel António, que vivia maritalmente com Maria Lenda, de 24 anos, no município de Cacuaco, Bairro dos Bakongos, e com quem tem três filhos (duas meninas e um rapaz), tem nova ‘residência’ agora, no Comando de Divisão de Cacuaco, cela sem número, e com pretensão de se mudar para a Comarca Central de Luanda (CCL).
Fidel foi obrigado à mudar-se porque está a ser acusado de ter morto a sua esposa por esta ter gerado um filho com a pele mais clara que os mais velhos. De acordo com Pedro Sango, de 56 anos, tio da vítima, o cidadão matou-a à pancada, pois que consta da autópsia que as causas da morte foram a fratura de quatro costelas, traumatismo craniano e golpes com objecto contundente em várias partes do corpo. “Segundo os vizinhos, ele, depois de matar a esposa, entregou-se à Polícia.
“A minha sobrinha foi encontrada nua e ensanguentada”, conta o tio.
O interlocutor avançou que desde o nascimento do último filho, por sinal o único do sexo masculino, que Fidel António implicava com a esposa, porque desconfiava da paternidade do bebé. Fidel tentara já, diz o tio, envenenar o filho, mas sem sucesso. Em função dessa atitude, foi aconselhado pela família da esposa, principalmente pelo seu sogro, a manter a calma, uma vez que na família existem pessoas com a cor de pele mais clara.
“Ele não se convenceu e, hoje, acabou por destruir a relação que há mais de 7 anos manteve, por coisas que não fazem sentido.
A sua mulher é de pele mais clara, do mesmo modo que a sogra, então, é normal que o filho tenha herdado a cor da mãe”, reclamou.
O pequeno Paulinho, inocente, último filho do casal, com um ano de idade, estava ao colo da tia (que também é de pele mais clara) e não parava de chorar. Ao lado, e também tristes com a situação, estavam as duas irmãs (de pele mais escura), uma de seis anos e outra de três.
A mãe de Maria clamava por justiça enquanto chorava, ao ponto de perder as forças e não conseguir se pôrmanter-se em pé. Fidel criou um vazio na família Lenda e muita revolta, pois “cometeu um crime sem razão para tal, uma vez que até o filho tem a sua aparência e a nossa família tem muitos claros”, lamento a mãe da vítima, Ana Pedro.
Maria Lenda foi a enterrar, ontem, no Cemitério do Catorze, enquanto Fidel chora na cadeia e diz que cometeu um grande erro. “Ele vai ser odiado pelos filhos e já não é bem-vindo entre nós. Tudo o que peço é que se faça justiça”, repetia a mãe da malograda.
‘O cidadão mostra arrependimento’
O comandante da Divisão de Cacuaco confirmou a detenção de Fidel e lamentou o sucedido, tendo avançado que o mesmo, nesses dias, tem-se mostrado arrependido, uma vez que não pára de chorar e pedir que o ajudem. Joaquim do Rosário garantiu que, nos próximos tempos, o indivíduo será ouvido e encaminhado à Comarca Central de Luanda. Do mesmo modo, fez saber também que está encarcerado o pastor que violou e engravidou a sua crente, no bairro Malueca.
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