Sete carros-bomba explodiram em duas cidades do litoral da Síria vitimando 121 pessoas.
Estado Islâmico, terroristas sanguinários, reivindica os ataques que mataram 100 pessoas em duas cidades litorâneas do Oeste da Síria, Tartus e Jableh. Maioritariamente civis, as pessoas forma surpreendidas por sete explosões nas duas cidades controladas pelo Estado Islâmico.
A reivindicação foi feita na Amaq, a agência de noticias do grupo. Estima-se que 48 pessoas morreram em Tartus e 53 em Jableh. Outras poderão ter morrido a caminho ou já no hospital.
“Ao menos 48 pessoas morreram em Tartus e 53 em Jableh, provavelmente quase todas civis, e muitos ficaram feridas nas explosões simultâneas de sete carros-bomba, cinco deles conduzidos por homens-bomba“, Observatório Sírio de Direitos Humanos.
As mágoas do incidente que envolveu um avião da Malásia em 2014, não foram ultrapassadas. Por isso, familiares de algumas vítimas do voo MH17 da Malásia atingido por um míssil no espaço aéreo ucraniano processaram a Rússia e o Presidente Vladimir Putin.
A acção judicial foi interposta no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos e abrange vítimas originárias da Austrália, Nova Zelândia e Malásia.
A acção direcionada ao Estado russo e ao presidente Putin alega violação do direito à vida dos passageiros assim como protecção contra a tortura.
Os familiares das vítimas pretendem obter indemnizações na ordem dos 6 milhões e 500 mil euros por passageiro. No total 298 pessoas perderam a vida.
O aparelho das Linhas Aéreas da Malásia foi atingido por um míssil de fabrico russo despenhando-se no leste da Ucrânia.
Países ocidentais e a Ucrânia acusam rebeldes apoiados pela Rússia de terem disparado o míssil. A Rússia respondeu acusando forças ucranianas.
O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos ainda não se pronunciou se aceita julgar este caso.
A 6ª Sessão do Tribunal Judicial de Nampula, condenou quatro réus a quarenta anos de prisão pelo assassinato de um cidadão albino.
Os réus, João Abdala, Atumane Abacar, Momade Óscar e Luís Rodrigues vão cumprir, na penitenciária regional de Nampula, 40 anos de prisão pelo crime cometido em Setembro do ano passado, na localidade de Topuito, distrito de Moma.
O juiz Dimas Marrôa disse, na leitura da sentença, 4ª feira, que os acusados foram condenados pela prática de crimes de tráfico de órgãos humanos de forma frustrada, associação para delinquir, porte ilegal de armas e assassinato.
“Em nome da República de Moçambique, o tribunal condena os réus na pena individual de 40 anos de prisão maior, máximo de imposto de justiça e 500 meticais de emolumentos ao defensor oficioso”, disse Marrôa.
Os familiares da vítima manifestaram-se satisfeitos com a condenação: “O tribunal soube julgar o caso e a justiça foi feita”.
Refira-se que o julgamento deste caso teve início no passado dia 11 de Maio, numa altura em que o suposto mentor principal do crime continua fugitivo.
Os quatro réus fazem parte dos cerca de 50 indivíduos detidos pela polícia e encarcerados em diversas subunidades da corporação naquela província do norte, todos indiciados de crime de tráfico e assassinato de albinos.
Embora ainda estejam a ocorrer, em Nampula, casos de tráfico e assassinato de albinos, dados oficiais apresentados pela corporação, à margem das celebrações dos 41 anos da PRM, assinalados na terça-feira, dão conta de uma drástica redução deste tipo de crime.
O partido Renamo, que vinha rejeitando o convite do Presidente Filipe Nyusi, para a reinício do diálogo político com o Governo, já considera haver “mínimas condições” para o recomeço deste processo, interrompido há vários meses.
Para o efeito, Afonso Dhlakama indicou, na quinta-feira (19), os deputados Eduardo Namburete, José Manteigas e André Magibire.
Estes juntar-se-ão a Alves Muteque, Benvinda Levi e Jacinto Veloso, na preparação de um frente a frente entre Filipe Nyusi e Afonso Dhlakama. Os dois irão definir os pontos em torno dos quais deverão girar as conversações propriamente ditas.
Eduardo Namburete fazia parte da equipa de diálogo político ora interrompido e é também académico; José Manteigas é igualmente membro da Comissão Permanente da Assembleia da República (AR); enquanto André Magibire, pese embora seja considerado da confiança de Afonso Dhlakama, passa despercebido.
Alves Muteque está afecto à Presidência da República (PR). Benvinda Levi é ex-ministra da Justiça e actualmente Conselheira do Chefe de Estado, e Jacinto Veloso é membro do Conselho de Defesa e Segurança.
A posição da “Perdiz”, cujo líder não é visto publicamente desde Outubro do ano passado, após o cerco da sua residência e desarme na cidade da Beira, surge em resposta a uma carta recém-enviada pelo Chefe de Estado, pedindo a indicação de uma equipa que deverá se juntar a do Governo no sentido de se retomar o diálogo sobre a tensão político-militar no país.
A Renamo não aceita os resultados das últimas eleições gerais (2014) e tem ameaçado governar em seis províncias onde reivindica vitória.
Na sua carta ao presidente do maior partido da oposição, Filipe Nyusi defendeu que “não haja mediação para a criação da comissão acima referida, pois a retomada do diálogo ocorrerá como resultado dos termos de referência a serem definidos pela equipa conjunta”.
Em conferência de imprensa na quinta-feira (19), António Muchanga, porta-voz da Renamo, disse que este partido concordou designar os deputados acima, porque ao contrário dos anteriores, “o ofício de 17 de Maio”, expedido pelo Gabinete da Presidência da República, “apresenta uma pequena evolução, ao deixar claro que o grupo vai preparar os pontos para o diálogo, harmonizando os procedimentos e termos de referência”.
No que à mediação internacional diz respeito, conforme a exigência da “Perdiz”, António Muchanga disse que a missiva de Nyusi “não ignora” este ponto nas fases posteriores ao trabalho da comissão mista, até porque esta é uma das condições impostas por Dhlakama para voltar às negociações.
No ano passado, a Renamo alegou que os mediadores do ora suspenso diálogo político não mais reuniam condições para continuar o seu papel, supostamente por terem ajudado o Executivo a encurralar Dhlakama na sua casa, na Beira, a 09 de Outubro.
Face a esta situação, a Renamo acusou o Governo de falta de seriedade e impôs como condição, para voltar à mesa do diálogo, a intervenção da Igreja Católica, da União Europeia (UE) e do Presidente sul-africano Jacob Zuma.
Aliás, a Alta-Representante da UE para a Política Externa e Segurança, Federica Mogherini, declarou em Bruxelas que a instituição a que está afecta saúda os passos dados por Nyusi e Dhlakama, “no sentido de reiniciar o diálogo de paz e encoraja ambas as partes a iniciar conversações preparatórias com a máxima brevidade”.
Reagindo à exigência da Renamo, Nyusi classificou o assunto como “uma conversa de quarto” e que achava que o mesmo era possível de “ser resolvido dentro de casa. Não vejo motivo para se escolher um país para resolver isso”.
Na altura, o Comandante em Chefe das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, disse aos bispos, em Conferência Episcopal em Maputo, que estava a “fazer o esforço de conversar com Dhlakama”, mas “não estava a ser possível”.
Recentemente, quando da visita do Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, a Moçambique, defendeu a necessidade de retomar o diálogo com a Renamo, “falando primeiro para entender a essência do que se passa, o que se pretende e, sobretudo, como fazer” as coisas para que haja paz e estabilidade.
Contudo, em entrevista à STV, um canal televisivo privado moçambicano, Dhlakama disse que o seu desejo é de que haja “negociações sérias” de modo que “isto, de uma vez para sempre”, termine. “Já somos velhos. Temos filhos e netos e já não temos idade para andarmos no mato a matar-nos” uns aos outros.
O caso sucedeu num zoo do Chile. Um homem, desesperado com o rumo que a sua vida estava a levar, decidiu tirar toda a roupa e saltar para a zona onde vivem os leões, para que estes o devorassem até à morte.
Contudo, o homem, identificado como Franco Luis Ferrada Roman, conseguiu sobreviver aos múltiplos ataques de que foi alvo e acabou salvo pelos funcionários do zoo, tendo sido levado em estado extremamente grave para um hospital local.
Segundo o Daily Mail, os animais, contudo, foram abatidos para que o homem pudesse ser salvo.
Citada pela mesma fonte, a directora do zoo, Alejandra Montalva, disse que “o homem pagou bilhete para entrar” e adiantou não tem havido indícios daquilo que planeava fazer. No entanto, segundo a imprensa chilena, já depois do incidente, as roupas do homem foram analisadas e no bolso do casaco foi encontrada uma carta suicida.
O Presidente da República, Filipe Nyusi, asseverou que a sua visita de Estado à China não tinha como objectivo pedir ajuda para resolver o problema de dívida externa que Moçambique enfrenta.
Falando na cidade de Jinan, no término de uma visita de seis dias à China, Nyusi fez questão de frisar que a sua deslocação já havia sido agendada muito antes de o Fundo Monetário Internacional (FMI) ter suspendido a assistência financeira a Moçambique, na sequência da descoberta de empréstimos acima de um bilião de dólares com garantias do governo.
“Não. Nós não viemos aqui para pedir ajuda para pagar as nossas dívidas!”, disse Nyusi, para de seguida vincar que ‘esse é um problema de Moçambique e nós não estamos a pedir as outras pessoas para resolver‘.
Efectivamente, existe dinheiro disponível na China um fundo no valor de 60 mil milhões de dólares para todo o continente africano e que foi anunciado no ano passado. Este fundo consiste em cinco biliões de dólares para doações, 35 bilhões para empréstimos concessionais e 20 bilhões para iniciativas do sector privado. Por isso, se Moçambique quiser beneficiar deste financiamento basta apresentar projectos viáveis.
Questionado se a declaração de uma ‘Parceria Estratégica Global’ entre Moçambique e China não poderia irritar os Estados Unidos, sobretudo tendo em conta a guerra tarifária entre os EUA e aquele gigante asiático (a visita de Nyusi coincide com o anúncio dos EUA de um aumento de 550 por cento nas tarifas do aço importado da China), Nyusi respondeu que a parceria não tem como alvo atingir outros países.
‘Somos amigos dos americanos’, disse o estadista moçambicano, para de seguida explicar que ‘também temos uma parceria com os americanos.’
Disse não acreditar que questões tarifárias sejam um indicador da existência de um conflito mais profundo entre a China e os EUA. Aliás, existe ‘um bom relacionamento’ entre os presidentes de ambos os países, Xi Jinping e Barack Obama.
Ressaltou que a China não interfere nos assuntos internos de seus parceiros, incluindo Moçambique. Antes pelo contrário, o governo chinês acredita que ‘o destino de Moçambique é uma questão dos próprios moçambicanos’.
Nyusi aproveitou a oportunidade para enaltecer a participação dos deputados das bancadas parlamentar da Frelimo, partido no poder e do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), o segundo maior partido da oposição a China.
‘Eles mostraram uma atitude patriótica, e um sentido de Estado’, disse.
A Renamo, o maior partido da oposição, decidiu boicotar a visita.
O município de Maputo rejeitou ontem (19), o pedido de manifestação convocada para sábado e domingo por 14 partidos extraparlamentares contra a crise política e dívidas escondidas em Moçambique, alegando que o documento submetido pelos organizadores apresenta erros.
“Confrontando o aviso com o que estabelece a lei, dificilmente se percebe que trata-se de uma manifestação a ser organizada pelos partidos políticos e se os constantes da folha seriam ou não os legítimos representantes destes partidos“, declara uma carta da edilidade aos organizadores da manifestação a que a Lusa teve acesso.
O documento, assinado pelo presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, David Simango, observa que, contra o que estabelece a lei, dos 14 endereços que a carta apresenta apenas dois são precisos, considerando os restantes demasiadamente genéricos.
“A dúvida que se suscita é agravada pela inexistência de um único símbolo de um partido político“, refere ainda o documento, que convida os organizadores a corrigirem os erros.
Uma fonte da organização da manifestação disse à Lusa que o grupo corrigiu hoje o documento e já foi novamente submetido.
“Está tudo a postos para a manifestação e agora estamos à espera do pronunciamento do município“, disse um dos membros dos partidos organizadores da manifestação, que preferiu não se identificar.
À Lusa, o porta-voz Polícia moçambicana, Inácio Dina, por seu turno, disse que a corporação está a espera da notificação do município, lembrando, no entanto, que as autoridades não irão permitir manifestações sem a devida autorização legal.
“Nós ainda não fomos notificados e, se realmente eles querem protestar, precisam de uma autorização do município“, disse Inácio Dina, acrescentando que não serão toleradas acções que perturbem a ordem pública.
O ministro do Interior, Basílio Monteiro, desencorajou esta semana a participação nas manifestações, considerando que estas visam apenas “perturbar a estabilidade e a ordem pública”.
“Queremos apelar para uma atitude urbana, uma atitude de civismo, que nos concentremos naquilo que é fundamental e que pode trazer vantagens para nossa sociedade“, defendeu o governante.
Alguns partidos extraparlamentares distanciaram-se da manifestação, alegando que os seus organizadores têm uma “agenda externa”.
No total, segundo os organizadores, são cerca 40 partidos extraparlamentares, em coordenação com organizações da sociedade civil, que se preparam para a manifestação marcada para sábado e domingo contra a recente descoberta de avultadas dívidas públicas ocultas e a crise política e militar em Moçambique.
No final do mês passado, o receio de agitação nas ruas deixou Maputo a meio-gás por um dia e os acessos ao centro da capital sob forte vigilância policial, após a circulação de mensagens convocando para um protesto contra as dívidas ocultas e que não chegou a acontecer.
No final de abril, o Governo moçambicano reconheceu a existência de dívidas fora das contas públicas no total de 1,4 mil milhões de dólares (1,25 mil milhões de euros), justificando com razões de segurança e infraestruturas estratégicas do país.
A revelação de empréstimos com aval do Governo, contraídos entre 2013 e 2014, levou o FMI a suspender a segunda parcela de um empréstimo a Moçambique e a deslocação de uma missão a Maputo.
O grupo de doadores internacionais, atualmente presidido por Portugal, suspendeu igualmente a ajuda ao orçamento do Estado de Moçambique, numa medida acompanhada pelos Estados Unidos, que anunciaram na semana passada que vão rever o seu apoio bilateral.
Além das chamadas dívidas escondidas, a economia moçambicana está a ser abalada por um abrandamento do crescimento, forte desvalorização do metical e aumento da inflação, a que se somam os efeitos da crise político-militar no centro do país.
Um homem matou sua cunhada quando tentava atirar em um rato com uma espingarda.
Ali Doner, de 45 anos, disse que estava do lado de fora da casa da família com sua cunhada, Esen, de 31, quando viu um rato correndo ao redor na grama.
Ele pegou sua espingarda e rapidamente disparou contra o roedor, na esperança de matá-lo com um tiro preciso – não percebendo que Esen estava parada na frente da linha de fogo.
Vários pedaços durante o disparo atingiram a mulher de seu irmão na região do peito, a ferindo fatalmente.
Ao ver o que fez, Ali logo ligou para uma ambulância.
Esen foi levada para o Hospital Universitário Firat, na Turquia, onde os médicos tentaram desesperadamente salvá-la. Mas, apesar de seus esforços, ela morreu pouco tempo depois.
O marido da vítima, que não foi identificado, havia acabado de chegar ao hospital quando foi informado sobre a morte da esposa.
Ali foi preso pela polícia local em Anatólia, Turquia, e levado para interrogatório. Em sua declaração, ele disse: “Eu disparei a arma, a fim de matar o rato no quintal, mas acertei a mulher do meu irmão. Foi um acidente.”
Até agora a morte de Esen não foi considerada um acidente e, portanto, Ali permanecerá sob custódia enquanto a investigação estiver em curso.
Setenta pessoas ficaram gravemente feridas em consequência de um acidente de viação ocorrido na noite de segunda-feira (16), no distrito de Ancuabe, na província de Cabo Delgado, quando um automobilista transportando estudantes ensaiou uma ultrapassagem irregular, tendo embatido violentamente contra um outro autocarro em que viajavam dezenas de peregrinos da Igreja Católica.
Entre as vítimas constam fies da Igreja Católica que regressavam de uma peregrinação no Santuário Nossa de Fátima no distrito de Montepuez e estudantes da Universidade UniLurio, que voltavam de uma aula prática em Acuabe.
Os sobreviventes que vinhas das aulas contaram que o carro em que viajavam embateu num outro, após uma ultrapassagem sem sucesso numa curva. O automobilista fazia-se ao volante a uma velocidade excessiva e suspeita-se que o motorista não conseguiu controlar a viatura, porque está parecia desgovernada.
Fora isso, o automobilista que ensaiou uma ultrapassagem numa curva ficou quase sem opção para evitar o acidente porque no no sentido contrário vinham dois carros, os dos peregrinos e um camião que transportava refrigerantes.
O acidente envolveu um total de 200 pessoas, das quais 70 ficaram lesionadas, e foi do tipo colisão. Aconteceu a 50 quilómetros da cidade de Pemba, tendo as vítimas sido socorridas para o Hospital Provincial de Pemba.
As autoridades de saúde disseram que 41 pacientes se encontravam num mesmo autocarro, uma delas estava na sala de reanimação e cinco estavam na Ortopedia por terem contraídos várias lesões.
De referir que vidas escaparam por um fio devido a uma condução imprudente e os motoristas que protagonizam este tipo de actos continuam a beneficiar de castigos paliativos, pese embora as sequelas que deixam nas suas vítimas.
Uma segunda estudante das 219 raptadas há mais de dois anos pelo Boko Haram em Chibok, no nordeste da Nigéria, foi resgatada hoje à noite pelos militares, anunciou o exército nigeriano.
Em comunicado, o porta-voz do exército nigeriano refere que foi “resgatada hoje à noite uma outra menina de Chibok”, sem adiantar mais pormenores.
A primeira estudante foi descoberta na terça-feira por vigilantes na floresta de Sambisa, no estado de Borno, considerada um dos últimos bastiões dos islamitas do Boko Haram.
O Boko Haram raptou 276 estudantes de uma escola secundária em Chibok na noite de 14 de Abril de 2014, tendo 57 conseguido fugir pouco tempo depois.
Nada se sabia das restantes 219 desde a divulgação de um vídeo pelos radicais em maio de 2014, até que uma mensagem, uma aparente “prova de vida”, foi enviada ao governo nigeriano no início deste ano.
O rapto provocou indignação e trouxe atenção mundial para a rebelião do Boko Haram, que já causou pelo menos 20.000 mortos e mais de 2,6 milhões de deslocados desde 2009.
Na madrugada desta quinta-feira, um avião da companhia aérea EgyptAir despenhou-se com 66 pessoas a bordo quando sobrevoava o mediterrâneo.
Um avião Airbus A320 da EgyptAir desapareceu dos radares na quando sobrevoava o Mediterrâneo. O voo MS804, que fazia a ligação entre Paris e Cairo, levava 66 pessoas a bordo, entre as quais um cidadão português de anos, trabalhador na Africa doa Sul.
A companhia ainda não confirmou a queda da aeronave, porém, Presidente francês, François Hollande, confirmou a informacao sobre a queda:
“Temia-se que este avião se tivesse despenhado. A informação que conseguimos reunir confirma que o avião efectivamente despenhou-se e desapareceu. Seguiam a bordo 66 pessoas, incluindo a tripulação e seguranças.”
Hollande refere ainda que é necessário saber de tudo o que possa ter originado a queda da aeronave não se descartando qualquer hipótese:
“Temos a obrigação de saber tudo sobre as causas. Nenhuma hipótese deve ser afastada. As autoridades gregas e egípcias devem receber todas as condições para que possamos trabalhar em conjunto.”
Uma fonte anónima já tinha dito a Reuters que:
“A teoria de que o avião se despenhou foi confirmada depois das buscas iniciais e depois de o aparelho não ter aterrado em nenhum dos aeroportos das redondezas. Todas as causas estão ainda em aberto, seja uma falha mecânica, um ataque terrorista ou qualquer outra circunstância. Saberemos quando inspeccionarmos os destroços do avião e as suas caixas negras.”
O ministro egípcio responsável pela aviação civil, Sherif Fathy, disse que não estão afastados nem problemas técnicos nem um atentado terrorista.
O ministro da Defesa da Grécia, Panos Kammenos, disse que:
“Às 1h37 o avião encontrava-se a cerca de 10 ou 15 milhas do espaço aéreo egípcio quando fez uma viragem de 90 graus à esquerda e depois de 360 graus à direita, caindo de 37 mil para 15 mil pés. Perdemos o sinal nos radares quando o avião seguia a cerca de 10 mil pés de altitude.”
Há menos de três meses, um avião da mesma companhia tinha sido raptado por um “homem-bomba”.
As taxas de juro exigidas pelos investidores nos títulos de dívida soberana de Moçambique bateram o recorde de 17,41 por cento na quarta-feira (18), de acordo com a agência de notícias financeira Bloomberg.
A taxa de juro da dívida soberana subiu a 177 pontos base hoje, depois de o ministro da Economia e Finanças ter alertado para a possibilidade de falta de pagamento já na próxima semana da Mozambique Assets Management (MAM), empresa beneficiada com créditos garantidos pelo Estado moçambicano sem conhecimento do Tesouro.
Adriano Maleiane revelou que a MAM está a negociar para reestruturar porque ainda não tem receitas suficientes para pagar o valor de 178 milhões de dólares da primeira prestação.
A subida da taxa de juro que os investidores cobram para transacionar os títulos de dívida, no valor de cerca de 726 milhões de dólares – que resultaram de uma troca de obrigações da Empresa Moçambicana de Atum, no mês passado – representa uma subida de 70 por do custo face aos juros de 10,5% inicialmente acordados.
Os pais e encarregados de educação dos alunos da Escola Primária Completa de Carrupeia, na cidade de Nampula, estão irritados com a direcção daquele estabelecimento de ensino público, alegadamente devido a ausências constantes dos professores, ao não pagamento do guarda, à falta de carteiras, entre outros problemas.
Os professores, por sua vez, acusam a directora de nepotismo, abuso de poder e desvio de fundos da instituição para fins pessoais.
Um dos representantes dos pais e encarregados de educação daquela escola denunciou o caso a nossa fonte e disse que as ausências dos docentes das salas de aulas tem a ser frequentes e alarmantes, na medida em que ameaçam comprometer o aproveitamento pedagógico dos alunos, alguns dos quais estudam em salas de aula de construção precária e sem carteiras suficientes.
Segundo o nosso interlocutor, que se identificou por Jamal, no primeiro trimestre há turmas que só tiveram uma aula por semana. “O meu filho sempre regressava cedo à casa porque a professora não estava na escola. Procurei saber o que se passava e confirmei que, de facto, as ausências são sistemáticas, e não apenas na turma do meu filho”.
Apurámos que alguns faltosos estão a prosseguir com os estudos na Universidade Pedagógica (UP) em Nampula, embora sem autorização para o efeito.
Para além disso, o guarda da escola não recebe salários há quatro meses, apesar de que os pais e encarregados de educação desembolsem cada um deles 20 meticais para o efeito. A escola conta com cerca de cinco mil alunos, da 1ª a 7ª classes, e o guarda aufere 2.000 meticais/mês.
A directora da Escola Primária de Carrupeia, Rehema Wazir, trata os professores com arrogância e desvia fundos para fins pessoais. Segundo os pedagogos, o estabelecimento de ensino recebeu da Direcção Distrital de Educação e Desenvolvimento Humano em Nampula cerca de 600 mil meticais, correspondente ao fundo de Apoio Directo a Escola (ADE), más o seu uso obedece a critérios da dirigente.
De acordo com os docentes, só Rehema Wazir sabe qual é o destino dado ao dinheiro proveniente das declarações de passagem, na 1ª e 4ª classes (25 meticais cada aluno), e na 5ª e 6ª classes (150 meticais por aluno).
Na segunda-feira (16), a nossa fonte contactou o director pedagógico da escola em questão, mas ele não quis prestar declarações, alegando que só Rehema o podia fazer. Na altura, apenas quatro salas estavam em aulas, de mais de 20. A directora também estava ausente.
Por seu turno, o chefe da repartição de Educação Geral, na Direcção Distrital de Educação e Desenvolvimento Humano em Nampula, Belarmino Sousa, disse à nossa Reportagem que desconhece a situação relatada pelos pais e encarregados de educação. Mas as ausências dos professores são uma realidade constatada em muitas escolas daquele ponto do país.
O nosso entrevistado ajuntou que Nampula tem mais professores que deixam os alunos à sua sorte e uma das medidas para evitar o mal é descontar dos honorários.
Governador de Manica, enaltece a Polícia da República de Moçambique, pelo empenho na manutenção da ordem a tranquilidade, no seio dos cidadãos, nesta parcela do país.
Alberto Ricardo Mondlane, deixou ficar o apreço, na manhã de terça-feira, aquando da recepção no seu gabinete de trabalho, de altos dignitários da corporação em Manica, num acto inserido, em mais um aniversário, da Polícia da República de Moçambique.
Para o dirigente, em estreita colaboração com a população, as autoridades policiais, fizeram com que Manica, fosse um espaço de tranquilidade e sossego, onde o povo trabalha em prol do desenvolvimento.
Na ocasião, o Comandante Provincial da Polícia da República de Moçambique em Manica, deu a conhecer, o panorama tangente a criminalidade e acidentes de viação, de 2015 a esta parte, nesta parcela do país.
Canhenze disse durante 4 meses de 2016 o sector que dirige, registou 57 casos criminais sendo 50 esclarecidos contra 80 também esclarecidos do ano passado tendo uma realização em 28.8% correspondentes a 23 casos.
No mesmo período foram registados 55 casos, sendo 48 de acidentes de viação tendo como consequências 46 contra 23 casos, 58 com 23 feridos graves 74 contra 55 ligeiros do igual período do ano passado.
No período actual a policia em Manica diz que houve aumento em 7 casos de acidentes de viação subidos estes em 23 óbitos, 23 feridos graves, 19 feridos ligeiros carimbaram Armando Canhenze comandante da PRM em Manica.
Refira-se que marcha pelas artérias da cidade de Chimoio, deposição de coroa de flores, exposição fotográfica, actividades de índole cultural e desportiva, marcaram a passagem dos 41 anos, da polícia da República de Moçambique.
Um marido divorciou de sua esposa horas após o casamento porque ela estava muito ocupada usando o smartphone e recusou seus avanços na noite de núpcias.
O noivo levou sua noiva da Arábia para seu quarto de hotel após a cerimónia na cidade de Jeddah.
Mas quando ele tentou ficar verdadeiramente íntimo dela, foi empurrado pela esposa porque ela estava tentando responder as mensagens de congratulações de amigos usando seu smartphone.
Um parente disse: “O noivo tentou se aproximar dela de forma mais íntima, mas ele ficou chocado quando ela o ignorou, não respondendo às suas palavras e acções. Quando ele perguntou se seus amigos eram mais importantes do que ele, a noiva respondeu que eram.”
O argumento enfureceu o noivo que saiu do hotel dizendo à esposa que ele queria o divórcio.
Mesmo após um tribunal tentar fazer com que ele se reconciliasse, o marido não voltou atrás e disse que realmente queria se divorciar.
Documento define cooperação entre os dois países nos domínios de infraestruturas, exploração de recursos naturais, energia e político.
Os governos da China e Moçambique assinaram nesta quarta-feira, 18, em Pequim, um Acordo de Parceria Estratégica Global, que eleva as relações diplomáticas e a cooperação bilateral em todas as áreas.
O documento foi rubricado pelo Presidente chinês, Xi Jinping, e o seu homólogo moçambicano, Filipe Jacinto Nyusi, que chamaram os respectivos países de bons irmãos.
“China está pronta para aprofundar e ampliar a cooperação amigável e recíproca com Moçambique em diversas áreas no âmbito dos 10 principais planos para a cooperação China-África para melhor beneficiar os povos dos dois países”, disse Xi, adiantando que, com este acordo, “os dois países vão promover laços bilaterais a partir de uma perspectiva estratégica e de longo prazo”, em questões de interesses comuns.
O acordo assinado no final de uma reunião entre as delegações dos dois países prevê a deslocalização para Moçambique de indústrias que a China pretende eliminar na sequência da reestruturação da sua economia.
Foram ainda anunciados acordos nas áreas económica e tecnológica e para a construção de um centro cultural China e Moçambique, e Pequim prometeu fazer uma doação urgente de cereais, de modo a ajudar o país africano e enfrentar a seca que afecta cerca de 900 mil pessoas.
Na ocasião, o Presidente chinês garantiu que o seu Governo vai apoiar empresas chinesas a investirem na exploração de gás natural, produção agrícola e infra-estruturas em Moçambique.
No domínio das energias, a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos de Moçambique e a China National Petroleum corporation assinaram um acordo.
Numa declaração conjunta divulgada na cerimónia, lê-se que a China vai apoiar “firmemente os esforços de Moçambique para proteger a sua segurança e estabilidade nacional, bem como resistir à interferência externa”.
Enquanto isso, Moçambique aceitou a “a política de uma só China e comprometeu-se a apoiar todos os esforços do Governo chinês para promover o desenvolvimento pacífico das relações através do mar da China e e a reunificação nacional”.
Ao intervir na assinatura da parceria, o Presidente moçambicano expressou a sua gratidão pela ajuda de Pequim desde a independência do seu país e assegurou que o seu Governo está fortemente empenhado em “reforçar a cooperação com a China, em diversos sectores bem como receber mais investimentos” do gigante asiático.
A visita de Filipe Nyusi a Pequim acontece semanas depois de o Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial, o Grupo dos 14 países que financiam o Orçamento Geral e o Governo do Reino Unido terem suspenso a ajuda a Moçambique, depois da descoberta de empréstimos secretos contraído pelo Governo no valor aproximado de 1,4 mil milhões de dólares.
Os Estados Unidos anunciaram que vão rever a sua ajuda.
Uma mulher que investigou o celular de seu marido após começar a desconfiar que o homem a estava traindo foi considerada culpada de invasão de privacidade.
A mulher árabe aparentemente encontrou evidências sobre a infidelidade do marido ao verificar o telefone móvel dele, mas quando o acusou pela traição, ele levou o caso à polícia.
Ela foi condenada a pagar R$ 142.000 (cerca de 2.233.000 meticais) por danos, antes de ser deportada, de acordo com julgamento em um tribunal de Ajman, nos Emirados Árabes Unidos.
O casal tem cerca de 30 anos cada, e é de nacionalidade árabe.
A mulher teria verificado o WhatsApp do marido antes de enviar fotos para si mesma como prova. Ela, então, confrontou o marido com as imagens, supostamente acusando-o de ter um caso com outra mulher.
Em resposta a isso, o homem ‘apresentou uma queixa junto ao tribunal de Ajman, acusando a esposa de transferir fotos sem sua permissão’.
A mulher admitiu as acusações e foi considerada culpada pelo tribunal em 12 de Maio. Além da multa, a mulher será deportada para os Emirados Árabes Unidos.
Policia da República de Moçambique em Manica ofereceu na manhã de terça-feira, um enxoval completo ao primeiro bebé do dia 16 de Maio, dia da criação da corporação no país.
A criança é de sexo feminino, veio ao mundo as zero horas e vinte minutos, pesa dois quilogramas e é a primeira filha de Rosária Tomás, de dezassete anos de idade, residente no bairro Nhamadjessa, na Cidade de Chimoio.
Após a oferta Rosária Tomás, mãe da bebé baptizada por Esperança e beneficiada de enxoval, pelo comando Provincial da Policia da República de Moçambique em Manica, não conseguiu se conter de tanta emoção.
Eulália Domingos, responsável da maternidade no Hospital Provincial de Chimoio, disse que foi um parto normal, apesar de baixo peso e o bebé goza de boa saúde.
Para Esperança Calisto, chefe das operações na PRM em Manica, a satisfação é tanta, por beneficiarem uma família necessitada, numa gestão enquadrada em mais um aniversário da corporação no país.
Refira-se que, para além da bebé oferecida enxoval, na manhã de terça-feira, a maternidade do Hospital Provincial de Chimoio, registou onze partos ainda na mesma madrugada de terça-feira, 17 do mês em curso.
A Governadora de Cabo Delgado, Celmira da Silva, instou ontem (17), em Pemba, a PRM a redobrar acções operativas, por forma a reduzir o espaço de manobra de indivíduos envolvidos no rapto e assassinato de pessoas portadoras de albinismo.
Celmira fez este pronunciamento no seu gabinete de trabalho, ao receber oficiais da corporação que foram saudá-la por ocasião das comemorações do dia da Polícia, assinalado ontem em todo o país.
De acordo com a governadora, a PRM deve esclarecer todos os casos de desaparecimento de pessoas portadoras de albinismo, através da localização e neutralização dos protagonistas deste crime hediondo, levá-los à barra da justiça, para que sejam punidos.
Entretanto, o comandante provincial da PRM, Joaquim Sive, reafirmou perante a governadora a prontidão da sua corporação no combate de todas as manifestações de criminalidade, da corrupção e outros males que não dignificam a convivência sã de uma sociedade, mas aproveitou a ocasião para queixar-se de insuficiência de recursos humanos e financeiros.
No mesmo contexto, em Sofala, a Governadora Helena Taipo exigiu, na Beira, maior ligação entre as forças policiais e a comunidade, visando privilegiar o diálogo permanente com os cidadãos, incentivando, deste modo, a sua colaboração como forma de reforçar a capacidade preventiva-operativa no combate à criminalidade.
Dirigindo-se aos membros da Polícia a diversos níveis no contexto dos 41 anos da PRM, Helena Taipo pediu para que haja uma purificação de fileiras como forma de resgatar a dignidade e confiança, pois em alguns casos de criminalidade os elementos da corporação são parte integrante, o que mancha sobremaneira o nobre valor de um agente que tem como missão garantir a tranquilidade e segurança públicas.
Por seu turno, o comandante provincial em Sofala, Alfredo Mussa, revelou que os índices de criminalidade na província tendem a reduzir nos últimos anos. Disse que de Maio do ano passado a esta parte registaram-se 847 casos contra 940 de igual período do ano anterior, havendo uma redução na ordem de 93 casos.
Em Nampula, o comandante provincial, Manuel Zandamela, instou os polícias a continuarem cada vez mais preocupados com o bem-estar da população, garantido a tranquilidade e segurança públicas. “É pensando no bem-estar da nossa população que não poupamos esforços na criação de um ambiente de paz”, sublinhou Zandamela, dirigindo-se aos membros da corporação.
Por seu turno, o comandante distrital da PRM em Nacala-Porto, Duarte Laqueliua, considerou o actual estágio de ambiente da ordem e tranquilidade públicas na sua área territorial como sendo estável e que a corporação tem estado a trabalhar arduamente para suster possíveis actos de criminalidade, remetendo os malfeitores à defensiva passiva.
Lembrou na circunstância os resultados alcançados na neutralização do famigerado “Grupo-15” que há sensivelmente dois anos aterrorizava a região com incursões geralmente violentas.
“Não quero com isto dizer que o crime acabou em Nacala-Porto, mas a Polícia, com as suas acções de prevenção e operativas, tem controlado a situação, evitando que ocorram casos criminais graves no nosso território”, disse.
A Direcção Nacional de Identificação Civil de Moçambique (DINIC) anunciou uma suspensão, em vigor desde Janeiro, da atribuição da nacionalidade moçambicana a estrangeiros, para permitir a reorganização dos serviços responsáveis por esse processo.
“As entidades responsáveis por dar a nacionalidade moçambicana estão em reorganização, para os casos daqueles que estão a requerer a nacionalidade, o estado não está a dar a nacionalidade a ninguém“, disse o porta-voz da Direcção Nacional de Identificação Civil, Alberto Sumbane, citado hoje pelo diário O País.
Sumbane afirmou que apenas estão a receber a nacionalidade moçambicana os requerentes que a solicitam com fundamento no casamento.
Noutra matéria, o porta-voz da Direcção Nacional de Identificação Civil declarou que a instituição está preocupada com a onda de falsificação de documentos, apontando que na semana passada foram confiscados 44 certidões de nascimento falsas nas províncias da Zambézia, centro do país, e Maputo, no sul.
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