O britânico Michael Cole, de 40 anos, teve o braço amputado após ser mordido pelo cachorro de estimação e desenvolver uma grave infecção.
Em Novembro do ano passado, Michael estava comendo quando o cão, um filhote de golden retriever chamado Harley, tentou pegar um petisco do prato do dono, mas acabou mordendo sua mão.
Na manhã seguinte, o homem estava com a mão inchada e começou a delirar. Preocupada, a esposa dele, Ffyona, accionou os paramédicos, que encaminharam o homem para um hospital onde ele foi diagnosticado com sepse – um tipo de envenenamento do sangue.
Hospitalizado em Dorset (Inglaterra), o homem passou por seis operações e, por conta do risco de morte, precisou amputar o braço. “Foi tudo por conta de uma mordida acidental do nosso filhote, que tentou pegar comida do meu prato, mas abocanhou minha mão antes. Agora estou incapacitado para a toda a vida“, afirmou ele.
Michael agora está processando Serviço Nacional de Saúde por acreditar que o diagnóstico poderia ter sido feito antes, e evitado a amputação.
Um engenho explosivo matou três jovens e feriu dois menores, da mesma família, no distrito de Mabote, na província de Inhambane. Os feridos já estão a receber cuidados médicos.
O incidente deu-se durante o fim-de-semana num dos bairros da vila-sede do distrito de Mabote, quando a mãe estava a queimar lixo depois de uma limpeza no quintal da sua casa.
Presume-se que o engenho tenha sido achado por crianças nas suas brincadeiras.
Os menores, ao se aperceberem da queima de lixo no local onde estiveram antes a brincar, correram decididos a salvar o seu brinquedo, que naquele instante explodiu, provocando três vítimas mortais e ferimentos em outras duas, todos irmãos.
O administrador de Mabote disse à Rádio Moçambique que o governo do distrito solicitou a intervenção de peritos da Polícia, os quais trabalham na recolha de estilhaços para determinar o tipo de engenho que explodiu no local.
“Não temos ideia suficiente e não se sabe se isso foi na sequência das chuvas que se abateram sobre o distrito nos últimos meses e tenham arrastado o engenho de algum sítio… não temos detalhes, mas está-se a trabalhar nesse processo”, disse o administrador de Mabote.
A descoberta deste engenho neste distrito de uma província declarada livre de minas anti-pessoais, em 2015, está a criar inquietações no seio da população.
A comediante americana Kathy Griffin foi demitida pela emissora CNN na quarta-feira (31), após publicar vídeo em que segurava uma cabeça falsa do presidente americano Donald Trump, como se ele tivesse sido decapitado.
A postagem gerou grande polémica nas redes sociais, fazendo com que o próprio Trump reagisse dizendo que ela “deveria ter vergonha de si mesma”.
Griffin chegou a gravar um vídeo pedindo desculpas pelo seu acto, porém a retratação não sensibilizou a CNN, que anunciou sua decisão pelo Twitter.
“Eu peço sinceras desculpas. Eu ultrapassei os limites. A imagem é muito perturbadora e eu entendo como ofende as pessoas. Não foi engraçado”, disse a comediante, num vídeo publicado pelo seu Twitter.
Na publicação original, Kathy dizia ao fotógrafo que trabalhou com ela na brincadeira, Tyler Shields, que eles teriam que se mudar ao México para evitar a prisão federal. Ela segurava e levantava, com uma expressão séria, a falsa cabeça do presidente nas imagens.
Um casal britânico foi detido por ter cedido as suas filhas a um amigo para manterem relações sociais a troco de dinheiro.
O casal foi encontrado escondido dentro num pequeno apartamento em Maiorca, Espanha.
Os dois, com 54 e 59 anos, fugiram para Espanha depois de terem sido condenados em 2016 pelos crimes ocorridos em 2009.
A Guardia Civil, autoridade responsável pela detenção, não quis revelar a identidade dos detidos referindo apenas que o casal estava a ser procurado no âmbito de um mandado de detenção europeu.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) desmantelou uma fábrica de detergentes que se encontrava a operar ilegalmente no bairro de Tchumene, Muniípio da Matola, em Maputo.
Segundo Juarce Martíns, Porta-voz da PRM na província de Maputo, as autoridades identificaram a ilegalidade da empresa, após ter interceptado um camião que transportava diversos detergentes que tinham como destino a venda, algures no Tchumene.
“O condutor que seguia no veículo não apresentou nenhum documento que comprovasse tratar-se de uma actividade legal. Por isso, prosseguimos com os trabalhos de investigação que culminaram com a localização da fábrica”, explicou.
Martins afirmou que a fábrica, cujo dono é um estrangeiro, presume-se que esteja a operar há cerca de cinco meses sem nenhum documento de registo legal.
Na operação, as autoridades apreenderam diversos produtos e decorrem averiguações complementares.
Entretanto, a Polícia e a direcção distrital das actividades económicas estão a trabalhar em conjunto, com vista a responsabilizar os visados.
Abduremane Lino de Almeida chegou à quarta sessão do Tribunal Judicial de KaMpfumo para responder pela acusação de abuso de funções e pagamento de remunerações indevidas.
O caso data de Setembro de 2015, quando o então Ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos viajou à Meca, cidade da Arábia Saudita considerada a mais sagrada no mundo para os muçulmanos, na companhia de três líderes religiosos, sem vínculo com o Estado, com todas as despesas pegas, num valor total de um milhão, cento e cinquenta e seis mil e oitocentos e onze meticais.
Perante o juiz João Guilherme, Abduremane Lino de Almeia reconheceu os factos mas disse de forma insistente que a viagem aconteceu em cumprimento de uma decisão do Presidente da República, Filipe Nyusi.
“Em 2015, no fim do Ramadão, fui chamado pelo Presidente que disse que era normal que líderes religiosos viajassem em peregrinação a Meca e que naquele ano não seria diferente. Mandatou-me seleccionar seis pessoas para viajarem comigo, estando conscientes que viajavam em nome do Presidente da República. (Eu) disse que a viagem não estava planificada no orçamento, mas ele disse que criou o ministério dos Assuntos Religiosos para tratar também desses assuntos”, explicou Almeida.
E por falta de experiência sobre os critérios de selecção das pessoas e fundos do orçamento para custear as despesas, o ex-ministro diz que solicitou apoio.
“Decidi dividir o mal pelas aldeias. Remeti a selecção dos líderes religiosos à chefe da bancada parlamentar da Frelimo. Pedi assessoria à comunidade islâmica e porque a viagem não estava orçamentada fui ao terreno para pedir patrocínio. O MBS disse que poderia assegurar uma pessoa e o Hotel Afrin garantiu apoio para duas pessoas para viajarem de Maputo a Meca. Mas as pessoas vinham de Nampula e o ministério teve de cobrir a despesa da sua viagem”, explicou.
Abduremane Lino de Almeia é acusado ainda de ter ordenado o pagamento para si de 100 por cento das ajudas de custo, mais de 7 mil dólares quando devia ter recebido apenas três.
A audiência foi suspensa e continua no dia 14 de Junho, data em que serão ouvidas três testemunhas de defesa, entre elas, a Ministra da Presidência para Assuntos da Casa Civil e um membro da Comunidade Islâmica.
A defesa diz que só vai reagir no fim do julgamento.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou esta quinta-feira a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, relativo às alterações climáticas.
Donald Trump disse numa conferência de imprensa no jardim da Casa Branca que “o Acordo não tem tanto a ver com o ambiente, mas sim com outros países ganharem um vantagem económica sobre os Estados Unidos“, insistindo que o país ficaria “numa situação economicamente muito desvantajosa“.
E acrescentou que “no fundo, este Acordo é muito injusto, ao mais alto nível, para os Estados Unidos“.
A decisão de Donald Trump não foi propriamente surpreendente. Já era esperada, principalmente depois de Trump ter adiantado no Twitter que iria falar sobre os Acordo de Paris hoje. A Casa Branca já teria informado os membros do Congresso à tarde sobre a decisão de Trump.
A decisão agora anunciada por Donald Trump deita por terra os esforços dos líderes mundiais para combater as mudanças climáticas e que culminaram com a assinatura do Acordo de Paris.
A posição de Trump sobre o aquecimento global e as alterações climáticas já era conhecida há vários anos e o Presidente norte-americano até admite que o aquecimento global não passa de uma “invenção” por parte da China.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) em Sofala deteve um agente da empresa de segurança privada G4S, supostamente por estar envolvido no assalto ao banco Millennium BIM, na tarde de terça-feira (30), na cidade da Beira.
O roubo aconteceu no Millennium BIM, por volta das 13h30, e foi protagonizado por cinco indivíduos a monte, que na altura estavam munidos de duas armas de fogo do tipo pistola, de acordo com a Polícia.
No local, os assaltantes, dois dos quais trajados de fardamento da G4S, feriram um guarda de 52 anos de idade no abdómen. A vítima continua sob cuidados médicos no Hospital Central da Beira (HCB).
“Dos cinco ocupantes da viatura, dois estavam trajados de uniforme da empresa G4S, a mesma que garante a protecção daquele estabelecimento bancário”, disse Daniel Macuácua, porta-voz da Polícia naquele ponto do país.
Os presumíveis bandidos faziam faziam-se transportar numa viatura de matrícula não identificada e levaram consigo pouco mais de 28 milhões de meticais, segundo a PRM. Nas imagens das câmaras de segurança comprovam que o guarda está envolvido no assalto. “Diligências continuam com vista a detenção dos cinco assaltantes” foragidos.
Num outro desenvolvimento, Daniel Macuácua contou que um outro grupo de cinco indivíduos, dos quais quatro pertencentes a uma outra empresa de segurança privada, estão a ver o sol aos quadradinhos, acusados de roubo de 1.500.000 meticais num estaleiro, no distrito de Dondo.
Os suspeitos tinham a missão de guarnecer as instalações assaltadas, mas optaram, supostamente, em aliar-se aos criminosos.
Um grupo de defesa de direitos cívicos denunciou que um homem que investigava condições de trabalho numa empresa chinesa que produz sapatos da marca Ivanka Trump foi detido e dois outros desapareceram.
A esposa de Hua Haifeng informou que ele foi acusado de vigilância ilegal, acrescentando que a polícia lhe ligou na tarde de terça-feira e, sem lhe dar qualquer detalhe, anunciou-lhe que não lhe iria ser possível ver, falar ou receber dinheiro do seu marido, que é o “ganha-pão” da família.
O director executivo do Observatório das Condições de Trabalho na China, Li Qiang, disse que assume que os homens devem estar detidos pela fábrica ou pela polícia, para estarem incontactáveis.
Durante 17 anos, este grupo tem investigado as condições de trabalho nos fornecedores de algumas das empresas mais conhecidas a nível mundial.
Mas Li acrescentou que o seu trabalho nunca tinha atraído o escrutínio do aparelho de segurança chinês.
O Conselho Nacional de Electricidade (CNELEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Condutor de Veículos (Ligeiros e Pesados). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Protecção da Criança na área do MEAL Projecto CRVS. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Provincial de Mobilização Comunitária. Saiba mais.
A Associação Nacional dos Municípios de Moçambique (ANAMM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo e Financeiro. Saiba mais.
O STAE – Secretariado Técnico de Administração Eleitoral pretende recrutar para o seu quadro de pessoal doze (12) Chefes de Repartição Distrital. Saiba mais.
O STAE – Secretariado Técnico de Administração Eleitoral pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dezassete (17) Técnicos Profissionais. Saiba mais.
O Conselho Nacional de Electricidade (CNELEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Condutor de Veículos (Ligeiros e Pesados). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Protecção da Criança na área do MEAL Projecto CRVS. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Provincial de Mobilização Comunitária. Saiba mais.
A Associação Nacional dos Municípios de Moçambique (ANAMM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo e Financeiro. Saiba mais.
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor Nacional sobre Capacidades para Melhorar os Dados de Educação. Saiba mais.
O STAE – Secretariado Técnico de Administração Eleitoral pretende recrutar para o seu quadro de pessoal doze (12) Chefes de Repartição Distrital. Saiba mais.
O STAE – Secretariado Técnico de Administração Eleitoral pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dezassete (17) Técnicos Profissionais. Saiba mais.
O Conselho Nacional de Electricidade (CNELEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Condutor de Veículos (Ligeiros e Pesados). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Protecção da Criança na área do MEAL Projecto CRVS. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Provincial de Mobilização Comunitária. Saiba mais.
A Associação Nacional dos Municípios de Moçambique (ANAMM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo e Financeiro. Saiba mais.
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor Nacional sobre Capacidades para Melhorar os Dados de Educação. Saiba mais.
O STAE – Secretariado Técnico de Administração Eleitoral pretende recrutar para o seu quadro de pessoal doze (12) Chefes de Repartição Distrital. Saiba mais.
O STAE – Secretariado Técnico de Administração Eleitoral pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dezassete (17) Técnicos Profissionais. Saiba mais.
Tyrese Glasgow, de 12 anos que esqueceu de levar a pasta para a escola, tomou uma medida drástica, por medo de ser repreendido.
Conta o Daily Mail que o menino de Greater Manchester apenas reparou que se esquecera da mochila quando já ia a caminho da escola. Para evitar receber um recado na caderneta da escola decidiu voltar atrás.
Quando chegou a casa, deu-se conta de que não tinha as chaves de casa e ao invés de voltar à escola, tomou uma medida drástica.
O menino terá, eventualmente, arranjado forma de entrar na casa, mas ao invés de buscar o material escolar, enforcou-se no seu próprio quarto.
O seu corpo foi descoberto depois de funcionários da escola terem ligado à mãe do aluno preocupados por este ter faltado às aulas.
Escola e mãe dizem que este era um menino exemplar e que não percebem o que o levou a tomar uma atitude tão radical.
A resposta de Donald Trump a Angela Merkel não tardou e aconteceu através do Twitter. Esta terça-feira, o presidente norte-americano acusou a Alemanha de pagar menos do que devia à NATO, numa situação que classifica como “muito má” para os EUA.
“Temos um défice comercial ENORME com a Alemanha e eles pagam MUITO MENOS do que deviam à NATO. Muito mau para os EUA. Isto vai mudar“, escreveu Donald Trump no Twitter.
A verdade é que a relação entre os EUA e a Alemanha já teve melhores dias. Na segunda-feira, a chanceler alemã instou os países da União Europeia a manterem-se unidos, considerando que já lá vai o tempo em que se podia confiar totalmente nos aliados, referindo-se ao Reino Unido e aos EUA.
Uma posição que mereceu o apoio total da Comissão Europeia. Margaritis Schinas, porta-voz da Comissão Europeia, ressalvou a importância de se manter “boas relações transatlânticas” com os parceiros, admitindo contudo que é necessário “assegurar que a Europa tem em mãos o seu próprio destino”.
Antes da cimeira da União Europeia, na passada semana, Donald Trump já tinha falado sobre o “superavit” da Alemanha. O semanário “Der Spiegel”, citando fontes participantes dos encontros mantidos por Trump em Bruxelas, escreveu que o presidente dos Estados Unidos classificou os alemães de “maus, muito maus”.
A coisa funciona como uma droga, afinal: quanto mais tempo você passa diante do celular ou do computador, mais tempo você quer ficar.
A metáfora não é em vão. Redes sociais são mais viciantes que álcool e cigarro – é o que diz a pesquisa realizada pela instituição de saúde pública do Reino Unido, Royal Society for Public Health, em parceria com o Movimento de Saúde Jovem. E, dentre elas, o Instagram foi avaliado como a mais prejudicial à mente dos jovens.
Os resultados mostram que 90% das pessoas entre 14 e 24 anos usam redes sociais – mais do que qualquer outro grupo etário, o que os torna ainda mais vulneráveis a seus efeitos colaterais. Ao mesmo tempo, as taxas de ansiedade e depressão nessa parcela da população aumentaram 70% nos últimos 25 anos. Os jovens avaliados estão ansiosos, deprimidos, com a auto-estima baixa, sem sono, e a razão disso tudo pode estar na palma das mãos deles: nas redes sociais, justamente.
Ao longo da pesquisa, 1.479 indivíduos entre 14 e 24 anos tiveram que ranquear o quanto as principais redes (Youtube, Instagram, Twitter e Snapchat) influenciavam seu sentimento de comunidade, bem-estar, ansiedade e solidão.
O estudo mostrou que o compartilhamento de fotos pelo Instagram impacta negativamente o sono, a autoimagem e a aumenta o medo dos jovens de ficar por fora dos acontecimentos e tendências (FOMO, fear of missing out). Segundo a pesquisa, o site menos nocivo é o YouTube, seguido do Twitter. Facebook e Snapchat ficaram em terceira e quarta posição, respectivamente.
Apesar do Youtube ser um dos sites que mais deixam os jovens acordados até altas horas, o site foi avaliado como o que menos prejudicou o bem-estar dos participantes. Instagram, em contrapartida, recebeu mais da metade das avaliações negativas. Sete em cada 10 voluntários disseram que o app fez com que eles se sentissem pior em relação à própria autoimagem. Entre as meninas, o efeito Instagram foi ainda mais devastador: nove em cada 10 se sentem infelizes com seus corpos e pensam em mudar a própria aparência, cogitando, inclusive, procedimentos cirúrgicos.
O Snapchat também não foi tão animador. O app de mensagens multimídia instantânea teve os piores resultados: é o que contribui para privação de sono e o sentimento de ficar por fora (FOMO). Muitos jovens destacaram o fato de sofrerem bullying nas redes sociais, sendo o Facebook o pior neste quesito – dois terços dos entrevistados acreditam que a rede de Zuckerberg deixa o cyber-bullying ainda mais cruel.
A “vida perfeita” compartilhada nas redes sociais faz com que os jovens desenvolvam expectativas irreais sobre suas próprias vivências. Não à toa, esse perfeccionismo atrelado à baixa auto-estima pode desencadear sérios problemas de ansiedade. Os pesquisadores advertem: os usuários que passam mais que duas horas diárias conectados em mídias sociais são mais propensos a desenvolverem distúrbios de saúde mental, como estresse psicossocial.
As autoridades de saúde que realizaram o estudo pedem que as plataformas mandem mensagens e alertas para prevenir o uso descontrolado das redes e criem ícones especiais para indicar quando as fotos forem editadas, prevenindo assim que as pessoas se sintam mal em relação a sua aparência.
Os cientistas também sugerem que as redes auxiliem a identificar sinais de que os usuários estão passando por problemas de saúde mental através do conteúdo publicado e que ofereçam algum tipo de suporte emocional a essas pessoas.
“As plataformas que supostamente ajudam os jovens a se conectarem podem estar alimentando uma crise de saúde mental”, afirmou a Royal Society for Public Heath, na divulgação dos resultados da pesquisa.
Após a publicação desta matéria, o Instagram se posicionou dizendo que sua prioridade é fazer da rede um lugar seguro e de apoio, onde todos se sintam confortáveis para se expressarem: “Queremos que as pessoas que precisam lidar com problemas de saúde mental possam encontrar no Instagram o apoio necessário a qualquer momento. Por isso, trabalhamos em parceria com especialistas para disponibilizar as ferramentas e informações necessárias para que as pessoas saibam como denunciar conteúdo, obter apoio para um amigo que está precisando ou entrar em contacto directamente com um especialista para pedir conselhos sobre uma questão com a qual eles estejam lidando”, afirma Michelle Napchan, Líder de Políticas Públicas do Instagram na Europa, onde o estudo foi realizado.
Um homem desenterrou o irmão na noite do último domingo (28) e o levou para passear pelas ruas de Prata, interior de Minas Gerais.
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o homem foi surpreendido pela polícia enquanto fazia o passeio nocturno.
Ele estava de bicicleta e contou que sonhou com o irmão, que morreu há quase um ano, pedindo para que ele o levasse para dar uma volta pela cidade. Por isso, ele decidiu ir ao cemitério e tirou o caixão do túmulo.
Ele foi identificado pelo nome Elderlandes Rosa. Segundo a polícia, ele estava alterado e precisou ser algemado para ir para a delegacia.
Algumas pessoas filmaram e fotografaram o momento do passeio. A polícia foi chamara por várias pessoas que reclamavam do cheiro que saía do caixão.
Uma bebé de três semanas morreu depois de ser brutalmente atacada por três cães de raça pit bull, no momento em que foi deixada cerca de cinco minutos sozinha, numa cadeirinha, e perto dos animais da família.
Tudo aconteceu em Grand Rapids, Michigan, e, apesar da rápida assistência dos serviços de emergência e de uma cirurgia, a menina acabou por morrer sete horas após o sucedido.
De acordo com o USA Today, a mãe da criança, Susannah Jean Murray, foi à varanda durante um curto espaço de tempo. Os cinco minutos de que fala foram suficientes para que o marido entrasse na divisão e começasse aos gritos. No momento era possível ver um dos cães com sangue na boca e a menina com diversas feridas na cabeça.
“A nossa Suzie, de apenas três semanas, juntou-se aos anjos no céu”, escreveram os familiares no obituário da criança.
Os cães irão agora ser analisados para se perceber se o ataque foi espoletado pelos três ou quantos morderam, de facto, a menina. Contudo, as pessoas que conheciam a família disseram ao Detroit Free Press que “os cães não eram amigáveis” e que muita gente tinha medo deles por se mostrarem “ferozes e maus”.
O director de comunicação da Casa Branca, Mike Dubke, demitiu-se esta terça-feira do cargo após semanas de especulações sobre a possibilidade de alterações na estratégia comunicativa do Governo devido à polémica investigação russa.
Reconhecido estratega republicano, Dbuke apresentou a renúncia a 18 de maio, mas optou por permanecer em funções até ao final da primeira viagem ao estrangeiro do Presidente Donald Trump, segundo referiu o diário Washington Post.
Trump regressou no sábado a Washington num momento de particular agitação na investigação desencadeada pelo Congresso e o FBI para determinar se os serviços de informações russos influíram no resultado das eleições presidenciais norte-americanas de 2016, e se existiu coordenação com a campanha de Trump.
A Casa Branca ainda não anunciou oficialmente a renúncia de Dubke nem qual será o seu último dia em funções, apesar de diversos media locais sugerirem que poderá despedir-se ainda esta terça-feira dos seus colegas e dos jornalistas com quem trabalhou nos últimos meses.
Dubke trabalhou estreitamente com o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, o rosto público do Governo e o maior alvo das críticas nas últimas semanas, pela sua abrupta comunicação com os jornalistas acreditados na Casa Branca.
Nos últimos dias, Trump estava a avaliar a possibilidade de reformular a sua equipa de comunicações e muitos esperavam que Spicer fosse a pessoa despedida.
No entanto, a renúncia de Dubke poder ser uma das primeiras alterações na estratégica comunicativa da Casa Branca, que também admite reduzir o número de conferências de imprensa.
Dubke, que assumiu o cargo em 06 de Março, teve de lidar com numerosas polémicas, como o despedimento do ex-director do FBI, James Comey, que dirigia a investigação desta agência sobre os laços com a Rússia e a campanha presidencial de Trump.
A equipa de imprensa da Casa Branca teve grandes dificuldades em explicar o despedimento de Comey e forneceu diversas versões sobre os acontecimentos, originando numerosas críticas.
O antigo primeiro-ministro de Moçambique Mário Machungo considerou que o relatório da Kroll sobre a dívida escondida é “um problema judicial” e é a PGR que tem de “determinar ou não quem tem culpa”.
“O relatório está no poder judicial, que é quem deve determinar de quem é a culpa, se há culpados, e como resolver o problema; isto é uma questão judicial, e se respeitamos a soberania e a independência, temos de deixar a Procuradoria-Geral da República decidir“, disse Mário Machungo, em declarações à Lusa no final da sua participação nas Conferências do Estoril, que decorrem esta semana perto de Lisboa.
“É desejável que o relatório seja divulgado, não pode nem deve ser segredo, as instituições concernentes devem assumir as suas responsabilidades e as dívidas devem ser conhecidas e depois encontrar um mecanismo que não seja muito pesado nem para o orçamento nem para o povo moçambicano“, acrescentou o antigo governante.
A consultora internacional Kroll entregou em maio o relatório sobre a dívida escondida à Procuradoria-Geral da República, devendo ser publicado um sumário com as conclusões nas próximas semanas.
A realização e a divulgação desse relatório é uma das condições impostas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pelo Banco Mundial (BM) para retomar as conversações que poderão levar à continuação da ajuda financeira a Moçambique, um país que enfrenta uma crise económica e financeira no seguimento da divulgação de 1,4 mil milhões de dólares em dívidas não reportadas e ao corte do financiamento internacional.
Questionado sobre as perspectivas de evolução futura da economia de Moçambique, que abrandou no ano passado o crescimento para 3,8%, quase metade dos 6,6% registados em 2015, Machungo mostrou-se optimista.
“Moçambique está a recuperar, embora lentamente, mas tem perspectivas futuras promissoras a médio prazo com gás e outras matérias-primas como o carvão“, disse, vincando que “sem dúvida que o país vai conseguir recuperar“.
O Banco Mundial, apontou, “já retomou os financiamentos a Moçambique em muitos projectos, sobretudo sociais, não ainda para o Orçamento, é certo, mas as outras instituições e outros países que financiavam certas actividades sociais já retomaram esses financiamentos“.
Para Machungo, “isso é extremamente importante porque abre perspectivas de que o mundo e os principais parceiros pensam que há uma saída para esta situação, para Moçambique poder resolver os problemas e cumprir com as suas obrigações e receber o apoio necessário para o desenvolvimento“.
As autoridades aduaneiras em Hong Kong apreenderam escamas de pangolim avaliadas em cerca de 4,6 milhões de dólares de Hong Kong, informa a Rádio e Televisão Pública de Hong Kong.
Um total de 7,2 quilogramas de escamas de pangolim foi encontrado num contentor inspeccionado na segunda-feira em Hong Kong. Uma declaração que acompanhava a carga indicava que o produto transportado era carvão e proveniente da Nigéria.
A importação ou exportação de carga não-declarada incorre numa pena máxima de uma multa de dois milhões de dólares de Hong Kong e sete anos de prisão. Qualquer pessoa considerada culpada de importar ou exportar espécies ameaçadas de extinção sem licença é passível de multa máxima de cinco milhões de dólares de Hong Kong e dois anos de prisão.
No início do mês, as autoridades da Malásia apreenderam escamas de pangolins, com um valor estimado em 9,2 milhões de ringgit, que se acredita terem sido contrabandeadas de África. O comércio internacional de todas as espécies de pangolins, um mamífero ameaçado de extinção, foi proibido pelo comité da Convenção Internacional sobre o Comércio de Espécies Ameaçadas (CITES).
Antes da proibição, em Setembro de 2016, o comércio das oito espécies conhecidas deste mamífero que vive em África e na Ásia era legal, mas regulamentado. A carne delicada, os ossos e os órgãos do pangolim são populares entre os chineses e vietnamitas. Curandeiros também usam as escamas de queratina – o mesmo material do chifre de rinoceronte – como componente terapêutico, sendo que na cultura tradicional africana o pangolim também é conhecido por afastar o mau-olhado.
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