A comandante distrital da Polícia da República de Moçambique (PRM), no distrito de Mandlakazi, encontra-se detida nas celas da corporação indiciada no desaparecimento de pontas de marfim.
O administrador do distrito de Mandlakazi confirmou à nossa Reportagem que em relação a este facto, foi igualmente detida no fim da tarde de ontem, terça-feira, a comandante distrital da polícia.
No total são três agentes da Polícia da República de Moçambique afectos ao comando distrital de Mandlakazi que estão detidos desde a última sexta-feira, pelo suposto envolvimento no desaparecimento de pontas de marfim.
As referidas pontas de marfim teriam sido retiradas de um elefante supostamente encontrado morto no posto administrativo de Macuácua e armazenados no comando distrital, de onde posteriormente seriam encaminhados à direcção provincial de Terra Ambiente e Desenvolvimento Rural de Gaza.
A sessão da câmara baixa brasileira, em que será votada a admissibilidade ou não de um processo contra o Presidente do Brasil, Michel Temer, abriu com a presença de 65 dos 513 deputados.
Segundo a Agência Brasil, duas horas antes da abertura dos trabalhos, marcada para as 09:00, formou-se uma fila de parlamentares no plenário para se inscreverem para intervirem no debate.
As intervenções dever-se-ão estender por todo o dia, mas a votação só acontecerá se pelo menos 342 deputados confirmarem a presença.
Aquele número é o quórum mínimo exigido pelo presidente da casa parlamentar, Rodrigo Maia, que estabeleceu o número de parlamentares para abrir a votação conforme a Constituição Federal para que o processo da denúncia possa ser instaurado na Justiça.
Como a votação da aceitação ou não da denúncia tem uma natureza puramente política, o terreno está favorável a Michel Temer que tem uma base parlamentar maioritária e precisa do apoio de apenas 172 dos 513 deputados para barrar o processo.
De acordo com as últimas estimativas, o Governo tem pelo menos 250 votos, o que tornaria inviável os esforços da oposição minoritária de alcançar uma maioria de dois terços (342 deputados) para aprovar a admissibilidade do processo contra o Presidente brasileiro.
Michel Temer foi denunciado pelo Ministério Público do Brasil após executivos do grupo JBS firmarem um acordo com a Justiça no qual confessaram que pagaram subornos ao chefe de Estado em troca de favores concedidos à empresa junto aos órgãos do Governo.
Uma jovem de 23 anos de idade está detida na Polícia da República de Moçambique (PRM), na província de Tete, acusada de matar o próprio marido com recurso a uma faca, durante uma briga que se presume ter sido passional.
O crime ocorreu no bairro Francisco Manyanga e a vítima foi socorrida para o hospital mas não resistiu aos ferimentos, tendo perdido a vida.
A mulher, detida na 1ª esquadra da PRM naquela cidade, e o malogrado viviam juntos há pelo menos oito anos. Dessa relação nasceram dois filhos, os quais agora irão crescer sem o pai.
Segundo relatos dos familiares da indiciada e do finado, os anos em que o casal viveu junto foram marcados por brigas constantes e algumas desinteligências acabavam em pancadarias. Eles acusavam-se mutuamente de traições conjugais, o que foi confirmado pela suposta homicida.
“Sempre brigávamos. Ele levou uma faca e disse que ia me matar se me visse com um outro homem, porque preferia me ver morta ou ele morto”, disse a jovem.
No dia dos factos, o finado regressou de algures alegadamente bêbado e tentou forçar uma relação sexual com a mulher. A exigência não foi acatada, o que desagradou o homem. Na circunstância, ele pegou numa faca com a qual “ameaçou me assassinar caso recusasse termos relações sexuais”.
“Eu disse que estava de período menstrual e não podíamos ter relações sexuais. Empurrei-lhe e corri do quarto para fora porque ele estava embriagado, drogado e agressivo”, explicou a jovem alegando legítima defesa.
A fonte contou ainda que pediu a ajuda aos vizinhos mas estes recusaram interferir no caso, alegadamente porque o casal brigava sempre e não dava ouvidos a ninguém, apesar das constantes chamadas de atenção para que pautasse pelo diálogo.
Achando-se ignorada pelos vizinhos, a mulher retornou para o interior da casa supostamente no sentido de levar um telefone para pedir socorro aos familiares, mas o marido já estava a sangrar.
Na sua reacção sobre este caso, a Polícia disse que a morte do indivíduo em causa resultou de brigas conjugais. Foi instaurado um auto que já está a seguir os devidos trâmites nas instituições competentes.
A Good Neighbors International (GNI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente para Divisão de Serviços de Patrocínio a Criança. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Gestor de Administração e Recursos Humanos. Saiba mais.
O Ministério da Ciência e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) Especialista de Planificação, Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista de Programa de Governação e Direitos da Criança. Saiba mais.
O Instituto Superior de Administração Pública (ISAP) pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Docente Universitário, Categoria Assistente para o preenchimento de vagas no Módulo de Métodos Quantitativos para Gestores. Saiba mais.
O Instituto Superior de Administração Pública (ISAP) pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Docente Universitário, Categoria Assistente para o preenchimento de vagas no Módulo de Direito Administrativo. Saiba mais.
Um homem, de 30 anos, morreu durante uma cirurgia de aumento do pénis, na Suécia.
A intervenção tinha como objectivo transferir a gordura abdominal para o pénis, de modo a aumentar o seu volume, conforme avança o jornal britânico Metro.
Contudo, o homem acabou por morrer devido a um derrame do material injectado no pénis, que se deslocou para os pulmões e provocou uma embolia pulmonar.
Ao contrário dos homens que já se submeteram a procedimentos cirúrgicos semelhantes, a vítima morreu após duas horas da intervenção.
O especialista norte-americano em urologia Tobias Kohler pronunciou-se sobre o incidente e declarou que este tipo de cirurgia é “um procedimento completamente inútil que desfigura os homens e pode matá-los”, segundo a mesma fonte.
O ex-Presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva foi hoje constituído arguido num processo que investiga alegados benefícios indevidos que teria recebido das empreiteiras OAS e Odebrecht.
Esta é a terceira vez que o ex-Presidente brasileiro é constituído arguido em processos baseados em investigações dos esquemas de corrupção na Petrobras e em outros órgãos públicos do país.
Lula da Silva foi acusado de ter cometido os crimes de corrupção passiva e branqueamento de capitais num processo relacionado com uma quinta localizada na cidade de Atibaia, no interior de São Paulo.
Segundo o Ministério Público, o ex-Presidente é dono da quinta e teria recebido benefícios indevidos da OAS e da Odebrecht em obras que foram feitas naquele imóvel.
A acusação indica que as obras, no valor de cerca de um milhão e reais (270 mil euros), foram pagas com dinheiro desviado de contratos da Petrobras superfacturados pela OAS e pela Odebrecht.
O ex-chefe de Estado também teria, segundo a acusação, actuado para beneficiar as empresas em concorrências de pelo menos seis contratos que estas firmaram com a Petrobras.
Lula da Silva sempre negou as acusações e disse inúmeras vezes que não é dono do imóvel, que está no nome de sócios de um dos seus filhos.
Além do ex-Presidente, foram constituídos arguidos neste processo os executivos Emílio Odebrecht, Marcelo Odebrecht, Alexandrino Alencar, Carlos Paschoal, Emyr Costa, Leo Pinheiro, Agenor Franklin Medeiros e Paulo Gordilho.
Foram igualmente constituídos arguidos o agricultor José Carlos Bumlai, que foi acusado de pagar o início das reformas, o ex-funcionário da Presidência Rogério Aurélio Pimentel, o advogado Roberto Teixeira e o proprietário da quinta Fernando Bittar.
Uma mulher identificada pelo nome de Ivanilda Clarice encontra-detida, desde a semana finda, na cidade de Chimoio, província de Manica, indiciada de atirar o seu filho recém-nascido numa latrina.
O infanticídio ocorreu no bairro Josina Machel. A acusada, detida na 1ª esquerda da Polícia da República de Moçambique (PRM), disse que após dar à luz atirou o filho numa latrina próxima da sua área de residência, cujos donos desconhece.
A sua atitude deveu-se ao facto de o pai do menor estar casado com uma outra mulher e ela não passava de uma amante, sem condições para criar o filho, uma vez que o parceiro não queria saber dela nem do miúdo.
Leonardo Colher, do Comando Provincial da PRM, em Manica, confirmou o acto e explicou que a denuncia foi feita pelos vizinhos de Ivanilda.
A Empresa Moçambicana de Seguros (Emose) decidiu processar o seu administrador executivo da área administrativa e patrimonial, Paulo Djedje, por delapidação dos recursos públicos.
De acordo com documentos na posse do mediaFAX, a Emose acusa Paulo Djedje de ter usado as suas qualidades de administrador, função que exerce desde 2010, para capitalizar o valor da sua indemnização em cerca de 60 mil dólares norte-americanos. Ou seja, ele tinha direito a uma indemnização na ordem de 39.375 dólares, mas usando esquemas próprios e com a colaboração de outras pessoas envolvidas no esquema, ele conseguiu inflaccionar para um total de 98.911 dólares e chegou mesmo a receber o valor.
Segundo dados do jornal, tudo começou em 2004, quando Djedje, então director para área Comercial e Marketing, moveu uma acção judicial laboral contra a Emose, exigindo a reposição dos seus direitos violados. Os direitos violados tinham a ver com o facto de, em Janeiro de 2003, seis anos depois de um contrato assinado entre as partes, a empresa ter decidido, sem qualquer acordo, reduzir de 3 mil para 1500 dólares norte-americanos, o seu salário mensal.
Depois de um longo período, a 11ª secção do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo decidiu, a 7 de Março de 2005, dar razão ao funcionário e condenar a Emose ao pagamento de uma indemnização de pouco mais de 39 mil dólares.
A decisão do Tribunal foi sujeita a uma série de recursos de ambas as partes, com efeitos suspensivos, até que, em última instância, o Tribunal Supremo (TS), em Junho de 2016, decidiu manter os termos da sentença proferida pelo tribunal de 1/a instância (Tribunal Judicial da Cidade de Maputo), que fixava uma indemnização de 39.375,00 dólares a favor de Djedje.
Nessa altura, 2016, Djedje já estava a exercer, na Emose, as funções de administrador para a área administrativa patrimonial, indicado pelo Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE). A indicação a este cargo aconteceu inicialmente em 2010 e quatro anos depois renovou o mandato.
Recebida a notificação do Supremo e sem para onde recorrer mais, o Gabinete Jurídico da Emose emitiu um parecer orientando o então Presidente da Comissão Executiva, a indemnizar Djedje no valor de 39. 375 dólares, conforme a sentença.
É a partir daqui que entra a artimanha de Djedje, segundo acusação da Emose. Nisto, o administrador conseguiu orquestrar um esquema de viciação de valores da indemnização e conseguiu sacar, da instituição, um total de 98.911 dólares.
“Sucede que, mesmo ciente da não existência de direito de receber 98.911,11 dólares, este fez questão de efectuar cálculos acima do montante fixado pelo Tribunal, por forma a consumar o seu desígnio criminoso, prejudicado, deste modo, a Emose e o Estado moçambicano“, denuncia a acusação remetida pela empresa à Procuradoria Geral da República.
Na verdade, o acusado, depois de ter sido inquirido pelo Gabinete de Auditoria, Estudos e Métodos e ainda pelo Conselho Fiscal da empresa, devolveu, à Emose, os cerca de 60 mil dólares. Entretanto, mesmo assim, a empresa considera importante a punição do seu administrador pelo facto de ele ter mostrado uma postura que consubstancia roubo e delapidação de recursos, quando devia ter uma postura exemplar e dignificante à empresa.
A nota da empresa queixosa, em que solicita a instauração de um processo criminal contra Djedje, encontra-se desde 20 de Janeiro de 2017, no Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC). De lá a esta parte, segundo soube o mediaFax, a única resposta que a Emose tem estado a receber desta entidade é: “ainda se estava a investigar”.
A empresa diz estar de mãos atadas em relação a possibilidade de instaurar um procedimento disciplinar contra o funcionário infractor, considerando o facto de ele ter sido indicado pelo IGEPE.
A devolução do valor que Djedje arbitrariamente havia fixado em benefício próprio, acto que aconteceu no princípio deste ano, prova, na verdade, no entender desta (Emose) que “o mesmo estava ciente da ilegalidade do seu procedimento”, pelo que deve ser exemplarmente punido.
O Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, vai manter o poder e a imunidade bem para lá das eleições, por ter colocado os seus apoiantes em locais estratégicos, como tribunais e forças de segurança.
“José Eduardo dos Santos deve manter o controlo nos bastidores quando deixar de ser Presidente de Angola, este mês, depois de quase quatro décadas no poder“, escreve a agência de informação financeira Bloomberg, num artigo dedicado à maneira como o chefe de Estado angolano está a gerir a saída da Presidência, cargo que ocupa desde 1979.
“Dos Santos não tem qualquer intenção de largar o poder“, disse o analista da NKC African Economics Gary van Staden, na Cidade do Cabo, à Bloomberg, acrescentando que o objectivo é “manter bem colocadas as alavancas que garantem o poder, assegurando-se que os seus amigos das forças de segurança ficam nos seus postos e que ele fica protegido“.
No artigo, a Bloomberg escreve que José Eduardo dos Santos, agora com 74 anos, liderou o país durante a guerra civil e deixou Angola no topo dos maiores produtores de petróleo em África, mas também nos índices que denunciam a corrupção e o nepotismo.
“A família do Presidente e os seus aliados acumularam fortunas impressionantes enquanto mais de metade da população de 27 milhões continua a agonizar na pobreza“, diz esta agência de informação financeira, exemplificando com a fortuna de 2,3 mil milhões de dólares atribuída a Isabel dos Santos, filha do Presidente e a mulher mais rica de África, segundo o Índice de Bilionários da Bloomberg.
Apesar das críticas aos negócios feitos pelo Presidente e pela sua família, “dos Santos não deverá ser ‘chamado à pedra’ por qualquer irregularidade”, já que no final de Junho o Parlamento garantiu-lhe um lugar no Conselho da República, um órgão de aconselhamento do Presidente cujos membros gozam de imunidade judicial.
Já no final deste mês, o Parlamento aprovou uma lei que prolonga o mandato dos líderes de militares, polícias e dos serviços de inteligência de seis para oito anos, só podendo ser demitidos se forem culpados de “conduta criminal ou disciplinarmente grave”.
Assim, a maior ameaça à manutenção do poder de José Eduardo dos Santos não vem dos inimigos políticos, nem da oposição, mas sim da sua saúde, considera a Bloomberg, lembrando as “visitas de carácter privado a Espanha” para receber tratamento médico.
Em caso de morte ou impossibilidade de cumprir o mandato até ao fim, o vice-presidente e candidato presidencial do MPLA, João Lourenço, avança automaticamente para o topo da hierarquia, mas até lá está vinculado ao Presidente.
“Ele não tem capital político e vai ter dificuldades em estabelecer a sua autoridade porque os membros da família de Eduardo dos Santos vão manter a sua influência“, concluiu o director executivo da consultora de risco EXX Africa, Rober Besseling.
As eleições angolanas estão marcadas para dia 23 de Agosto, com as sondagens a apontarem para uma vitória do MPLA, com cerca de 60%.
A governadora da província de Sofala, Helena Taipo, inviabilizou a fiscalização das actividades do seu executivo, ao cancelar uma reunião com os mandatários do povo, acusou António Muchanga, relator da Comissão de Administração Pública e Poder Local (CAPPL) da Assembleia da República (AR), e classificou o acto como uma clara obstrução ao trabalho dos parlamentares.
O encontro em questão, similar aos que aconteceram com os governos de Tete e da Zambézia, estava previsto para a manhã da última sexta-feira (28), mas não se concretizou porque a timoneira de Sofala não só se mostrou indisponível, como também deu instruções ao chefe do seu gabinete no sentido de informar aos deputados que ela estaria ausente.
No ofício número 121/GG/ SIC/2017/010.3, endereçado aos mandatários do povo, o governo da província de Sofala evocou o artigo 21 da Lei 08/2003, de 19 de Maio, para justificar que “as sessões do governo provincial são convocadas e dirigidas pelo governador provincial”, no caso vertente a Helena Taipo.
Esta Lei estabelece princípios e normas de organização, competência e funcionamento dos órgãos locais do Estado. De acordo com António Muchanga, a governadora de Sofala sabia, previamente, que a CAPPL da AR [4ª Comissão] iria trabalhar naquele ponto do país.
A sua presença não era indispensável, bastando indicar alguém para substituí-la, no caso concreto o secretário permanente, conforme ‘quem conhece o empreiteiro é o governo provincial’,manda a lei.
Muchanga foi mais longe ao referir, por exemplo, que quando o presidente do Parlamento não estiver presente para conduzir as sessões, quem o substitui é o primeiro vice-presidente. Na ausência deste, segue o segundo vice-presidente.
Na conferência de imprensa, o relator disse ainda que as obras de construção do palácio do administrador, em Gorongosa, foram abandonadas, há dois anos.
“”, o qual não se fez presente no encontro com os deputados para, entre outros assuntos, bem como falar do estágio da sua governação, explicar por que razão as obras não prosseguem.
Ademais, em Dondo não existem obras de edificação das propaladas casas para os combatentes. A população também disse isso, segundo Muchanga.
A nossa fonte soube que na altura em que a construção das referidas casas foram propagandeadas, numa primeira fase seriam erguidas 300 de um total de 15.000 em todo o país.
As mesmas teriam uma vida útil de 50 a 100 anos e, para além de não estarem susceptíveis a rachas, infiltrações e incêndios, resistiriam a terramotos de até 7.0 graus na escala de Richter, eis a propaganda feito pelo Governo.
O relator da CAPPL disse ainda que desconfia que alguma coisa errada possa existir no governo de Sofala e Helena Taipo não quer que se descubra.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista de Programa de Governação e Direitos da Criança. Saiba mais.
O Instituto Superior de Administração Pública (ISAP) pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Docente Universitário, Categoria Assistente para o preenchimento de vagas no Módulo de Métodos Quantitativos para Gestores. Saiba mais.
O Instituto Superior de Administração Pública (ISAP) pretende recrutar para o seu quadro pessoal um (1) Docente Universitário, Categoria Assistente para o preenchimento de vagas no Módulo de Direito Administrativo. Saiba mais.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) abortou uma tentativa de rapto de uma menor de nove anos, com albinismo, no distrito de Milange, província da Zambézia. Na operação, foram detidos dois indivíduos.
“A Polícia tomou conhecimento do caso, lançou as suas linhas operativas no terreno, que culminou com a neutralização destes dois indivíduos e o resgate da menor que agora se encontra no convívio familiar”, referiu Miguel Caetano, porta-voz da PRM naquela província.
A corporação diz este é o segundo caso de raptos a pessoas com albinismo a ser registado na província, este ano.
Ainda na Zambézia, uma menor foi violada sexualmente no distrito de Morrumbala. “Um indivíduo, de 25 anos de idade, teria mantido relações sexuais com uma menor de oito anos. Ele teria se aproveitado no momento em que a criança brincava na sua residência. Foi neutralizado e está detido”, acrescentou Caetano.
No balanço desta segunda-feira, a polícia apresentou cinco indivíduos acusados de assalto à mão armada numa bomba de combustível no distrito de Gilé.
Uma jovem de 18 anos decidiu dar fim a uma gestação de 8 meses e procurou uma clínica de aborto.
Acompanhada do irmão, ela passou por todo o procedimento que, segundo os responsáveis, deu tudo certo. No entanto, três dias depois, a polícia a procurou e avisou que a criança estava viva, salva por uma enfermeira, e vendida posteriormente.
Segundo a polícia, após a retirada do feto e a liberação da paciente, a enfermeira Liang Xiaohua, responsável pelo procedimento, ouviu a criança chorando dentro do saco plástico. Imediatamente, ela retirou o bebê de lá, deu água e o escondeu em um armário. Ainda de acordo com o depoimento, ela ligou para uma prima e perguntou se ela queria a criança.
A enfermeira, então, deu o bebé para a prima. No entanto, quando ela voltou para casa, os vizinhos desconfiaram e decidiram chamar a polícia. Como não havia provas, nada foi feito com a mulher, que, posteriormente, vendeu o bebê. A mãe, identificada como Lili, descobriu por meio da enfermeira que a criança estava viva. As informações são do site de notícias Sina.
Ao procurar a polícia, os agentes não sabiam dizer com que estava a criança. Lili chegou a visitar vários orfanatos, mas sem sucesso. O caso ocorreu em 2013. Em 2014, a enfermeira foi presa por tráfico de crianças e sentenciada a dois anos de prisão. Depois de várias buscas pelo bebé sem sucesso, a Justiça deu o caso por encerrado este ano.
Um mecânico está detido, na cidade de Maputo, acusado de furtar uma viatura de um cliente que lhe confiou a reparação. De acordo com a Polícia, o indivíduo copiou a chave do carro.
“Foi lhe confiada uma viatura para sua reparação, e ele fotocopiou as chaves e foi subtraí-la. A viatura foi recuperada algures, aqui na cidade de Maputo e o indivíduo está detido”, referiu Orlando Mudumane, porta-voz da PRM.
Mudumane referiu que no período de 24 a 30 de Julho, 58 indivíduos foram detidos, indiciados na prática de vários actos criminais, entre os quais, roubo de viaturas e estabelecimentos comerciais. Das detenções, Mudumane destaca o desmantelamento de três quadrilhas.
“Uma que se dedicava ao roubo de viaturas com recurso a armas de fogo e na posse dos componentes desta quadrilha foi apreendida uma arma de fogo do tipo pistola. A outra quadrilha se dedicava ao consumo e venda de estupefacientes e na posse desta foi apreendido um quilograma de canábis Sativa. E mais uma que se dedicava à subtracção de veículos com chaves falsas”, disse.
A Polícia registou ainda, semana passada, sete acidentes de viação que mataram quatro pessoas. A corporação lamenta o facto de existirem automobilistas que se envolvem em acidentes e depois põem se em fuga.
A Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE) relata a resistência, por parte de alguns estabelecimentos comerciais, na cidade de Maputo, em cumprir com as recomendações avançadas com vista melhorar a higiene.
“Estamos a observar uma renitência de dois estabelecimentos, um deles é a padaria Zurifo, que estão numa situação crítica de higiene e não conseguem passar por esta situação“, disse Virgínia Muianga, Porta-voz do INAE, durante o briefing mensal das actividades da instituição.
Face a esta situação, Muianga explicou que a INAE viu-se obrigada a remeter o processo à área de licenciamento para poder decretar o encerramento e retirada do alvará dos dois estabelecimentos que se dedicam ao fabrico de pão.
“Estivemos lá, a primeira vez, e constatamos que havia péssimas condições de higiene. Deixamos lá as nossas recomendações, mas, quando regressamos, notamos que a situação piorou“, lamentou.
O mais agravante, segundo Muianga, é que a equipa de inspecção da INAE esteve nestes estabelecimentos três vezes e nada mudou.
Sendo assim, “tomaremos as devidas medidas. Vamos decretar o encerramento e retirada do alvará e obrigar“.
Muianga explicou que, desejando reabrir, os estabelecimentos deverão passar por uma nova inspecção.
Segundo Muianga, só no mês de Julho, o INAE passou multas a um total de 22 estabelecimentos comerciais e fiscalizou outros 1.354 em todo o país.
Pela primeira vez, explicou a fonte, foi encerrada uma instituição infantil devido às péssimas condições de higiene.
“Quando as condições são péssimas e gritantes, nós nos vemos obrigados a encerrar a instituição. Encerramos também a Pensão Central aqui na cidade de Maputo e a Escolinha Bela Criança por causa da situação de higiene“.
Em Moçambique, após as acções do INAE, vários estabelecimentos foram encerrados.
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou no domingo (30), que 755 diplomatas dos EUA serão expulsos do país até 1 de Setembro.
Moscovo responde assim às novas sanções aprovadas pelo Congresso norte-americano, uma semana antes, divulgando finalmente o número de representantes diplomáticos dos EUA envolvidos na decisão que, de resto, já havia sido anunciada na sexta-feira.
Numa entrevista transmitida neste domingo, o Presidente russo referiu que poderiam ser estudadas outras medidas adicionais contra os EUA, acrescentou porém que por agora rejeita esse cenário.
“Hoje, sou contra”, disse Putin, citado pela Reuters, nessa entrevista ao canal VestiTV. Segundo o diário nova-iorquino The New York Times, o líder russo terá dito que se tinha esgotado a paciência com que a Rússia aguardou para melhorar as suas relações com os EUA.
“Decidi que é hora de mostrarmos que não fica sem uma resposta nossa“, prosseguiu Putin, citado pelo jornal online Politico. “Aguardamos há bastante tempo que talvez algo pudesse mudar para melhor, tínhamos esperança de que a situação fosse mudar. Mas parece que nada vai mudar nos próximos tempos“, sustentou o Presidente russo, agastado com a lei das novas sanções contra a Rússia aprovadas nas duas câmaras do Congresso dos EUA.
Putin assinou também uma lei que proíbe a tecnologia VPN, que permite o acesso a sites proibidos na Rússia, bem como software que permite aceder à Internet de forma anónima. A proibição entrará em vigor a 1 de Novembro, diz a Reuters.
Segundo o líder russo, os EUA terão mais de 1000 funcionários na Rússia, espalhados por diferentes embaixadas e missões diplomáticas. O objectivo de Putin é que os EUA fiquem na Rússia com o mesmo número de funcionários diplomáticos (455) que os russos têm nos EUA, atingindo assim uma espécie de “paridade diplomática” entre as duas administrações.
Além da expulsão de pessoal, a Rússia vai confiscar duas propriedades que estão nas mãos da diplomacia norte-americana, como medida de retaliação contra as sanções que o Congresso fez passar para castigar a interferência da Rússia nas eleições presidenciais de 2016 nos EUA.
O diploma segue para a secretária de Donald Trump, que pode dar luz verde ao pacote legislativo ou travá-lo, exercendo o poder de veto. Mas, mesmo que o Presidente norte-americano o vete, a lei voltaria ao Congresso, que tem poder para anular a rejeição presidencial, pois a lei foi alvo de um acordo entre republicanos e democratas que possibilitou uma maioria de mais de dois terços, que torna quase impossível o bloqueio de Trump.
De acordo com o documento, as sanções por causa dos ataques informáticos da Rússia só poderão ser alteradas pelo Presidente se a Casa Branca conseguir provar que os russos recuaram nos seus programas de ingerência na política americana por meios informáticos; e as sanções por causa da anexação da Crimeia só poderão ser aligeiradas ou retiradas por Donald Trump se o Presidente conseguir provar que a Rússia cumpriu todas as exigências feitas aquando da aplicação da primeira leva de sanções – duas exigências do Congresso que, na prática, atam as mãos do Presidente Donald Trump para agir sozinho na questão das sanções à Rússia.
Ainda por cima, Trump ficou numa posição muito difícil: se vetar a proposta do Congresso, vai ser soterrado em novas acusações de conluio; se a aprovar (como parece ser o caso, de acordo com a nova porta-voz da Casa Branca), vai perder margem de manobra para lidar com a Rússia da forma que acha mais correcta.
O Ministério Público Federal do Brasil interpôs na segunda-feira um recurso para aumento da pena do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado a nove anos e seis meses de prisão num processo sobre corrupção na petrolífera Petrobras.
Lula da Silva foi condenado pelos crimes de corrupção passiva e branqueamento de capitais, acusado de receber um apartamento de luxo na cidade do Guarujá, litoral de São Paulo, em troca de intermediar vantagens indevidas em contratos da empreiteira OAS com a Petrobras.
No mesmo processo, o juiz Sérgio Moro absolveu o ex-Presidente de uma segunda acusação do MPF, que afirmava que a OAS dissimulou outro pagamento de suborno dado a Lula da Silva financiando um serviço de armazenamento dos presentes que o político recebeu enquanto ainda governava o Brasil.
Os procuradores pediram a revisão deste pronto da sentença, alegando que “Lula [da Silva] e Paulo Okamotto [presidente do Instituto Lula] deixaram de seguir as vias lícitas, recorrendo, por meio de um contrato ideologicamente falso e de um negócio dissimulado com a Granero, vantagens indevidas junto ao Grupo OAS“.
O ex-Presidente brasileiro ganhou o direito de recorrer da sentença em liberdade e tem negado publicamente todas as acusações contra si. Ele também afirma que foi condenado porque é vítima e uma perseguição política. O recurso do MPF será analisado pelo Tribunal Regional da 4.ª Região de Porto Alegre, onde são analisados os casos da Lava Jato em segunda instância.
O metical, moeda de Moçambique, prosseguiu na última semana a desvalorização em relação ao euro, com a moeda europeia a negociar acima de 70 meticais, tanto na compra como na venda.
Em termos médios, na semana passada o euro foi comprado no país a 70,73 meticais, mais 1,07 meticais que a média da semana anterior.
Por sua vez, a venda foi feita a 72,09 meticais por cada euro, uma transacção 1,11 meticais mais cara, de acordo com as médias semanais apuradas pela Lusa a partir de dados do Banco de Moçambique.
A média da cotação de compra do euro variou entre 70,51 e 70,95 meticais, enquanto a cotação de venda oscilou entre 71,84 e 72,33 meticais.
Esta foi a quinta semana consecutiva em que o metical se desvalorizou em relação ao euro, perdendo no conjunto cerca de quatro meticais por cada unidade da moeda europeia.
Ainda assim, a moeda moçambicana segue uma tendência de apreciação depois de em Setembro de 2016 cada euro ter chegado aos 88 meticais.
Taxas de câmbio médias de referência do euro em meticais
A imagem de uma adolescente de 14 anos com um martelo preso dentro da boca tornou-se viral nas redes sociais.
Kaley, oriunda do estado norte-americano do Louisiana, decidiu enfiar o objecto dentro da boca para provar o seu amor por um dos cantores de uma banda sul-coreana, BTS.
A rapariga estava a falar com uma amiga nas redes sociais quando disse que o artista era tão bonito, que por ele empurraria um martelo para dentro da boca.
Para provar à sua amiga que estava a falar a sério, a adolescente realizou a promessa e publicou na sua página pessoal de Twitter uma selfie com o objecto na boca.
O martelo acabou por ficar preso dentro do maxilar de Kaley, que acabou por conseguir retirá-lo cerca de 10 minutos depois de partilhar a fotografia.
Ao Buzzfeed News, a jovem disse que não estava arrependida e que voltaria a colocar o martelo na boca as vezes que fossem precisas para mostrar aos seus amigos. Preocupada, a mãe da jovem decidiu esconder a caixa de ferramentas, para que a filha não tentasse repetir a proeza.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu uma declaração de “emergência de saúde pública de importância internacional” em resposta ao novo surto de ébola...