Christophe Castaner, o ministro do Interior francês, anunciou na segunda-feira pelo Twitter a detenção do suspeito da explosão da passada sexta-feira em Lyon que feriu 13 pessoas.
Castaner aproveitou para elogiar o trabalho da Polícia Judiciária e da secção antiterrorista do Ministério Público.
A explosão aconteceu numa rua pedonal. O suspeito circulava de bicicleta e terá deixado a bomba artesanal em plena rua. No ataque, 13 pessoas ficaram feridas, mas não houve vítimas mortais.
Segundo a imprensa francesa, as câmaras de vigilância permitiram identificar o suspeito e na noite de sexta-feira as autoridades francesas já divulgavam uma imagem. A operação de caça ao homem durou três dias.
O Movimento para a Alternância Democrática da Guiné-Bissau (Madem-G15) condenou as “declarações provocatórios” do líder do Partido Africano para a Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, e pediu “serenidade” aos guineenses.
Em comunicado, divulgado à imprensa, o partido, liderado por Braima Camará, condenou o que considerou serem as “declarações provocatórias e subversivas do líder do PAIGC por incitar à violência e à anarquia no país”.
No sábado, durante mais um protesto da maioria parlamentar do país para exigir ao Presidente a nomeação do primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira afirmou que aquela manifestação era a última “exigência pacífica”.
“Este é o nosso último ensaio, a nossa última chamada de atenção, última exigência pacífica que fazemos não só ao povo guineense, mas também à comunidade internacional”, afirmou o presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), vencedor das últimas legislativas.
O Madem-G15 responsabiliza também o PAIGC e os seus aliados pelas “consequências políticas, económicas e sociais que se estão e se vierem a registar na Guiné-Bissau”, devido ao que o partido considera ser um “comportamento abusivo, arrogante e ilegal, motivado pela obsessão pelo exercício do poder absoluto” no país.
O movimento, criado por um grupo de dissidentes do PAIGC e que ficou em segundo lugar nas legislativas de 10 de Março, felicita também a comunidade internacional pela “clarividência e objectividade” no comunicado divulgado na sexta-feira.
As Nações Unidas, a União Europeia, a União Africana, a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa pediram na sexta-feira a todos os actores políticos guineenses para se empenharem num diálogo construtivo e salientaram a urgência para a necessidade de ser nomeado um primeiro-ministro e marcadas as eleições presidenciais.
Também o Governo português manifestou no sábado “preocupação com o atraso na nomeação de um Governo na Guiné-Bissau, apesar de estarem reunidas todas as condições exigíveis” para que isso aconteça.
“Portugal recorda que os resultados das eleições legislativas do passado dia 10 de Março e os acordos interpartidários subsequentes permitiram constituir uma maioria parlamentar e, portanto, garantir a viabilização de um Governo”, refere-se num comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros português, em que se apela à formação, “sem mais delongas”, de um executivo que “reflicta a escolha do povo guineense”.
No comunicado de hoje, o Madem-G15 alerta a comunidade internacional para a “postura irresponsável, violenta e antidemocrática do líder do PAIGC ao decidir lançar um apelo directo às Forças Armadas Republicanas do país para desta vez abrirem caminho à anarquia e ao golpe de Estado na Guiné-Bissau”.
O Madem-G15 pediu também aos guineenses para manterem a calma e a serenidade.
Dois meses depois das eleições legislativas, o novo primeiro-ministro da Guiné-Bissau ainda não foi indigitado pelo Presidente guineense, José Mário Vaz, e o novo Governo também não tomou posse devido a um novo impasse político, que teve início com a eleição dos membros da Assembleia Nacional Popular.
Depois de Cipriano Cassamá, do PAIGC, ter sido reconduzido no cargo de presidente do parlamento, e Nuno Nabian, da APU-PDGB, ter sido eleito primeiro vice-presidente, a maior parte dos deputados guineenses votou contra o nome do coordenador do Movimento para a Alternância Democrática (Madem-G15), Braima Camará, para segundo vice-presidente do parlamento.
O Madem-G15 recusou avançar com outro nome para cargo e apresentou uma providência cautelar para anular a votação, mas que foi recusada pelo Supremo Tribunal de Justiça.
Por outro lado, o Partido de Renovação Social (PRS) reclama para si a indicação do nome do primeiro secretário da mesa da assembleia.
O parlamento da Guiné-Bissau está dividido em dois grandes blocos, um, que inclui o PAIGC (partido mais votado, mas sem maioria), a APU-PDGB, a União para a Mudança e o Partido da Nova Democracia, com 54 deputados, e outro, que juntou o Madem-G15 (segundo partido mais votado) e o Partido de Renovação Social, com 48.
Em declarações à imprensa, o Presidente guineense justificou o atraso na nomeação do primeiro-ministro com a falta de entendimento.
“Não temos primeiro-ministro até hoje, porque ainda temos esperança que haja um entendimento entre partidos políticos na constituição da mesa da Assembleia e porque o Governo é da emanação da Assembleia”, disse.
Elísio de Sousa, jurista moçambicano, afirmou que uma detenção de Manuel Chang, caso se efective o seu repatriamento, seria inconstitucional, porque o mesmo ainda goza de imunidade como deputado.
Uma eventual detenção do ex-ministro das Finanças de Moçambique, Manuel Chang, à chegada a Maputo, no âmbito do processo das dívidas ocultas, seria inconstitucional, porque o actual deputado goza de imunidade parlamentar, disseram à Lusa dois juristas moçambicanos.
O ministro da Justiça e Serviços Correcionais da África do Sul, Michael Masutha, decidiu no dia 21 deste mês autorizar a extradição de Manuel Chang para Moçambique, em detrimento de um pedido de extradição formulado pelos EUA e que levou à detenção em Dezembro na África do Sul do ex-ministro das Finanças.
Em declarações à Lusa, Elísio de Sousa, jurista moçambicano, afirmou que uma eventual detenção de Manuel Chang, caso se efective o seu repatriamento, seria inconstitucional, porque o mesmo ainda goza de imunidade como deputado.
“Deter Manuel Chang sem lhe ser removida a imunidade de deputado, seria facilmente atacável com um habeas corpus, porque a Constituição da República lhe confere essa blindagem”, declarou Elísio de Sousa.
Para permitir que o ex-ministro e atual deputado pela bancada da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, seja colocado sob custódia da justiça, a plenária da Assembleia da República deve deixar cair a imunidade de que Manuel Chang está revestido.
“Não se vê como pode ser legal uma detenção sobre alguém que goza de imunidade, sem ser em flagrante delito ou sem que o órgão que lhe deve retirar a imunidade o faça”, frisou Elísio de Sousa.
Por seu turno, António Boene, também jurista, considera que não estão preenchidos os pressupostos constitucionais para a detenção de Manuel Chang, porque goza de um estatuto especial que ainda não lhe foi retirado.
“Sem os requisitos constitucional e legalmente exigidos, a detenção do deputado Manuel Chang seria ilegal e invalidada”, frisou.
Para que o deputado seja entregue imediatamente à justiça moçambicana, a plenária da Assembleia da República teria de lhe retirar a imunidade, a pedido do Tribunal Supremo, mediante uma acção desencadeada pela Procuradoria-Geral da República.
As autoridades norte-americanas já fizeram saber que ponderam pedir a revisão da decisão do ministro da Justiça e Serviços Correcionais da África do Sul, porque querem que Manuel Chang seja julgado nos EUA, pelo seu papel na operação das dívidas ocultas.
Manuel Chang, 63 anos, encontra-se detido desde Dezembro na África do Sul, a pedido dos EUA, por suspeita de fraude e lavagem de dinheiro.
Em causa estão os empréstimos no valor de 2,2 mil milhões de dólares (1,97 mil milhões de euros) para criar as empresas públicas moçambicanas Ematum, Proindicus e MAM pelas subsidiárias londrinas dos bancos Credit Suisse e do russo VTB.
Os indícios de suborno, lavagem de dinheiro e fraude levaram a justiça norte-americana a processar vários intervenientes, nomeadamente o mediador da Privinvest Jean Boustani, os antigos banqueiros do Credit Suisse Detelina Subeva, Andrew Pearse e Surjan Singh e o antigo ministro das Finanças Manuel Chang.
Só em Fevereiro, depois da acção dos EUA, foram detidas várias figuras públicas pela justiça moçambicana – entre as quais pessoas próximas do ex-chefe de Estado Armando Guebuza – que tinha o caso aberto desde 2015, mas sem nenhuma detenção.
Em Cabo Delgado, a Renamo denuncia a duplicação de cadernos de recenseamento eleitoral. Devido a esta e outras irregularidades detectadas durante a inscrição de eleitores, o partido pede a prorrogação do prazo, previsto para 30 de Maio próximo.
Os problemas foram averiguados em quase toda província, mas o partido considera grave um ilícito eleitoral registado no distrito de Namuno, onde supostamente foi desmantelado um esquema de duplicação de cadernos de eleitor. Devido a gravidade irregularidades detectadas pela Renamo no processo de recenseamento eleitoral várias pessoas poderão não votar. A Renamo pede prorrogação do recenseamento eleitoral.
A imprensa não teve acesso as provas das irregularidades denunciadas pela Renamo, e o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral em Cabo Delgado, não esclareceu o caso alegadamente devido ausência do respectivo Director Provincial, que esta fora do pais.
Uma avioneta que transportava um conhecido artista brasileiro caiu na segunda-feira em Porto do Mato, Sergipe, no Brasil. Os três ocupantes do aparelho aéreo morreram.
Entre os passageiros estava o cantor Gabriel Diniz, autor do hit ‘Jenifer’, que se tornou conhecida por altura do Carnaval, tendo também chegado a Portugal.
O Agrupamento Tático Aéreo de Sergipe confirmou, à imprensa brasileira, o número de mortos. Para além do cantor, morreram mais duas pessoas, o piloto e copiloto do aparelho.
Os documentos do cantor de 28 anos de idade, como o passaporte, foram encontrados perto do local do acidente.
Clientes das Águas da Região de Maputo (AdeM), que dispõem dos contadores pré-pagos, já podem adquirir, desde segunda-feira, dia 20 de Maio, recargas nos agentes da RecargaAki, uma plataforma electrónica de venda de produtos virtuais.
Trata-se de uma plataforma que já é usada para o pagamento de facturas de água, à qual a AdeM decidiu integrar, também, o serviço de venda de recargas pré-pagas, que antes só podiam ser adquiridas nos balcões de atendimento.
A integração deste serviço visa permitir que os clientes possam dispor de um ponto ou mecanismo de compra de recargas a qualquer momento, deixando de depender única e exclusivamente dos balcões de atendimento da AdeM, apesar de estes funcionarem também aos fins-de-semana e feriados até ao meio-dia.
Com este serviço, explicou o porta-voz da AdeM, António Guiamba, “os clientes que já têm os contadores pré-pagos não precisam de se deslocar aos nossos balcões para comprar as recargas. Podem fazê-lo dirigindo-se a um agente da RecargaAki no seu bairro”.
Entretanto, apesar da disponibilização deste mecanismo de compra, o porta-voz das Águas da Região de Maputo indicou que os balcões de atendimento vão continuar a prestar este serviço.
“Este é um mecanismo alternativo de compra de recargas que disponibilizamos aos nossos clientes. Ou seja, vamos manter as máquinas de venda que existem nos balcões”, sublinhou o porta-voz.
Num outro desenvolvimento, António Guiamba referiu que já foram instalados, até ao momento, 910 contadores pré-pagos em todas as cinco áreas operacionais das cidades de Maputo e Matola, nomeadamente Laulane, Maxaquene, Chamanculo, Machava e Matola.
Mais de 600 alunos de diferentes classes estudam de baixo de árvores no Distrito de Marracuene na Província de Maputo. A situação contribui para o baixo aproveitamento pedagógico.
Perpétua Mbembele, professora há 13 anos, tem a nobre missão de ensinar e formar o homem do amanhã. Mas as condições existentes na escola desafiam a sua missão.
“Não é fácil trabalhar debaixo da árvore, os alunos em qualquer situação ficam atrapalhados complicando o processo de ensino e aprendizagem”, queixou-se a professora.
A escola funciona desde 2008 num terreno concedido ao Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano pela comunidade de Mateque, um bairro em expansão e que as construções mais recentes contrastam com o estágio da escola.
Isidro Mabjaia, director da escola disse que a escola começou com 400 alunos e hoje tem 2300 assistidos por 39 professores que devido a realidade do estabelecimento de ensino não conseguem aproveitamento pedagógico a 100%, ficando-se entre 72 a 80%.
A Guardia Civil de Espanha deteve três marroquinos na Alfândega Beni-Enzar, em Marrocos, perto da província espanhola de Melila. Os homens estavam a contrabandear pessoas dentro do motor de carros, informou a polícia em comunicado.
Uma das pessoas que teve de ser resgatadas foi uma rapariga de 15 anos. Os outros migrantes, com origem da África subsariana, são dois jovens de 20 e 21 anos. Depois de os resgatarem, os médicos tiveram de estabilizar estes jovens que tinham sintomas de asfixia e várias dores pela forma como estavam a viajar.
As pessoas encontradas viajavam dentro do capot e do painel de controlo do carros e em fundos falsos nos bancos traseiros da viatura.
As autoridades espanholas encontraram ainda outro jovem na base de um camião entre os eixos de direção. Contudo, neste caso, o homem aproveitou-se do descuido do motorista para se esconder.
Os três motoristas detidos vão ser levados a tribunal pelas autoridades para responder por crimes contra os direitos dos cidadãos estrangeiros, informou ainda a polícia espanhola equivalente à GNR.
Os transportadores rodoviários interprovinciais estão de costas voltadas, devido a uma alegada concorrência desleal levada a cabo por alguns operadores que carregam fora do Terminal Interprovincial da Junta.
Na sequência disso, o terminal da Junta, na capital do pais, conheceu momentos de tensão na sexta-feira, depois de alguns transportadores tentarem bloquear outros, facto que gerou um ambiente de muita confusão, segundo o representante dos transportadores que operam na Junta, Xavier Nhanquila, segundo a Rádio Moçambique.
Entretanto, o vice-presidente da Associação dos Transportadores Rodoviários de Moçambique (ATROMAP), Paulo Muthisse, apesar de reconhecer a legitimidade da reclamação dos operadores do Terminal da Junta, considera que tudo fica a dever-se à crise de falta de passageiros que se verifica actualmente.
Os operadores desavindos confirmaram ainda à Rádio Moçambique que se vão reunir esta sexta-feira para a busca de soluções para ultrapassar a discórdia ora instalada.
O Presidente do Maláui, Peter Mutharika, foi reeleito para um novo mandato de cinco anos, segundo os resultados divulgados pela Comissão Eleitoral.
Mutharika, líder do Partido Democrata Progressista (DPP) que governa aquele país africano, obteve 38,57% dos votos, superando os restantes sete candidatos, incluindo o chefe da oposição, Lazarus Chakwera, que conquistou 35,41% da votação.
O chefe de Estado, antigo professor de Direito, de 78 anos, chegou ao poder em 2014 com 36% dos votos e necessitou apenas de obter maioria simples para ser reeleito no cargo, conforme prevê a lei eleitoral.
“Felicito o Presidente eleito e o seu vice-Presidente. Vocês foram eleitos pelo povo do Maláui. Exorto-os a não traírem a confiança do povo”, disse a presidente da Comissão Eleitoral, Jane Ansah, ao anunciar os resultados.
Em segundo lugar nas eleições presidenciais ficou Lazarus Chakwera, de 64 anos, líder da oposição e do Partido do Congresso do Maláui.
Chakwera acusou na semana passada o Governo de tentar manipular os resultados eleitorais e assinalou que o seu partido estava a realizar o seu próprio escrutínio do ato eleitoral como medida de precaução.
“Os que estão no poder, conhece-os, estão a tratar de manipular as eleições”, alegou Chakwera, que nas eleições de 2014 também ficou em segundo lugar, com menos 450 mil votos do que Mutharika.
Em terceiro lugar ficou Saulos Chilima, de 46 anos, líder do Movimento Unido de Transformação (UTM), com 20,24 % do apoio do eleitorado.
Mutharika venceu as eleições muito embora o seu primeiro mandato tenha ficado marcado por escândalos de corrupção. A seu favor terá jogado o impulso na construção de infraestruturas do país e a promessa de avançar mais nesse campo.
O Maláui conquistou a independência do Reino Unido em 1964. Foi governado durante décadas pelo ditador Hastings Kamuzu Banda (1964-1994) como um Estado de partido único até às primeiras eleições multipartidárias de 1994.
Um ataque à faca matou uma criança e dois adultos no sul de Tóquio, na segunda-feira (27). Ao todo, 19 pessoas foram esfaqueadas, incluindo oito crianças em idade escolar – elas estavam esperando um ônibus para ir à escola, no momento do crime.
O ataque ocorreu na cidade de Kawasaki, em um parque próximo a uma estação de trem.
“Um homem os esfaqueou. Recebemos um chamado de emergência”, disse a agências internacionais o porta-voz do Departamento de Bombeiros de Kawasaki. Segundo a polícia, o autor foi preso.
O agressor, supostamente na faixa etária entre 40 e 50 anos, atacou as pessoas usando duas facas. Depois, o suspeito esfaqueou-se no pescoço, ferindo-se gravemente antes da prisão.
Um relatório da NKH, empresa de notícias japonesa, disse que os feridos foram levados para hospitais próximos. Os motivos do ataque ainda não são conhecidos.
O presidente do parlamento da Venezuela, Juan Guaidó, denunciou que há fundos retidos em bancos de Portugal e de Espanha porque o Governo venezuelano os usava para financiar grupos paramilitares e repressão no país.
Alguns fundos estão protegidos, no caso de Portugal e de Espanha, porque com estes fundos o regime financiava grupos paramilitares, colectivos (motociclistas armados afectos ao regime), que perpetravam a repressão (no país)”, disse.
Juan Guaidó, falava numa intervenção, por videoconferência, no fórum global Conferências do Estoril que hoje começou em Cascais, mas sem fazer referência às entidades bancárias envolvidas nem aos valores “protegidos”.
Pouco antes, o líder opositor, denunciou que “há presença do subversivo Exército de Libertação Nacional da Colômbia (ELN) em 11 dos 24 Estados da Venezuela”, e ainda membros do Hezbollah e de outros grupos irregulares.
Estes grupos paramilitares, disse, estão ligados ao narcotráfico, extraem ouro do Arco Mineiro venezuelano que depois usam para comprar armamento na Colômbia.
Nesse sentido advertiu que se continuar, esta situação “poderá acentuar uma crise sem precedentes na região (América Latina), devido à penetração destes grupos irregulares”.
Guaidó iniciou a sua intervenção com um “obrigado” em português, pela “oportunidade para falar sobre a crise na Venezuela”, país que nos últimos seis anos registou uma contracção do PIB de 60%.
Explicou ainda que “sete milhões de venezuelanos estão em crise” humanitária, o que corresponde a 25% da população e que em seis anos consecutivos houve uma “emigração alarmante” em que 4 milhões de venezuelanos fugiram do país.
Por outro lado, precisou que apenas 8% dos venezuelanos têm acesso à justiça, depois de serem julgados, que no país há mais de mil presos políticos e que 271 pessoas foram assassinadas em protestos contra o regime.
Também disse que a Venezuela vive “um dos piores momentos” da sua história, com Caracas a registar uma das taxas mais altas de homicídio do mundo e em que apesar de o país ter umas das maiores reservas de petróleo, a produção local caiu, passando de 3,5 milhões diários de barris de petróleo para apenas 500 mil actualmente.
O presidente interino referiu ainda que desde há dois meses que a Venezuela foi sancionada internacionalmente e que as anteriores sanções, de 2017, foram aplicadas a funcionários envolvidos na violação de direitos humanos no país, alguns dos quais o regime já reconhece e persegue.
Denunciou que no país há um alto nível de corrupção e que um só funcionário recebeu 1.200 milhões de dólares de suborno da construtora brasileira Odebrecht.
Segundo Juan Guaidó, na Venezuela os juízes são designados a dedo e alertou que o vice-presidente do parlamento Edgar Zambrano continua sequestrado desde há várias semanas, sem ser apresentado perante um juiz.
Insistiu que a oposição confia plenamente numa rápida recuperação do país, após uma mudança de regime e que é importante um regime de transição para reformar as instituições, para ter eleições livres e para atender à emergência humanitária.
Durante a sua intervenção fez referência ainda a que os venezuelanos ganham apenas 6 dólares por mês e que estando num país produtor de petróleo fazem filas de dois e três dias para conseguir gasolina para os seus veículos.
Em 17 de Abril último, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, exortou o Governo português a desbloquear os activos do Estado venezuelano retidos no Novo Banco, realçando que o dinheiro será usado para comprar “todos os medicamentos e alimentos”.
“Libertem os recursos [da Venezuela] sequestrados na Europa. Peço ao Governo de Portugal que desbloqueie os 1,7 mil milhões de dólares [cerca de 1,5 mil milhões de euros] que nos roubaram, que nos tiraram” e que estão retidos no Novo Banco, afirmou numa cerimónia com simpatizantes do regime.
Em 15 de Janeiro último, o parlamento venezuelano, maioritariamente da oposição, aprovou um acordo de protecção dos activos do país no exterior e delegou numa comissão a coordenação e o seguimento de acções que protejam os activos venezuelanos na comunidade internacional.
A crise política na Venezuela agravou-se em 23 de Janeiro, quando Juan Guaidó jurou assumir as funções de Presidente interino e prometeu formar um Governo de transição e organizar eleições livres.
Na madrugada de 30 de Abril, um grupo de militares manifestou apoio a Juan Guaidó, que pediu à população para sair à rua e exigir uma mudança de regime, mas não houve desenvolvimentos na situação até ao momento.
Nicolás Maduro, 56 anos, no poder desde 2013, denunciou as iniciativas do presidente do parlamento como uma tentativa de golpe de Estado liderado pelos Estados Unidos.
À crise política na Venezuela soma-se uma grave crise económica e social, que já levou a quase três milhões de pessoas a fugirem do país desde 2015, de acordo com dados das Nações Unidas.
A Namíbia derrotou no domingo (26) a principal selecção de futebol de Moçambique no início da disputada de mais uma Taça COSAFA.
Foi a nona derrotas dos “Mambas” diante dos “Bravos Guerreiros” que precisam de vencer as duas partidas que têm no Grupo B e esperar deslizes dos namibianos e malawianos para se apurarem para os quartos-de-final do torneio que decorre na África do Sul.
Os moçambicanos entraram para o estádio Rei Zwelithini, na cidade sul-africana de Durban, com o desejo de vingarem-se dos “Bravos Guerreiros” que no ano passado os eliminaram do apuramento para a fase final do Campeonato Africano das Nações de 2019.
Após uma 1º parte de pouco futebol e sem chances de golos Dayo desperdiçou duas boas ocasiões para abrir o placar logo após o intervalo, fazendo brilhar o guarda-redes Charles Hambira.
Fazendo jus a mais um ditado popular, “quem não marca, arrisca-se a sofrer”, Joslin Kamatuka inaugurou o marcador no minuto 69. Os “Mambas” reagiram e, no minuto 77, Witiness repôs a igualdade com um remate bem colocado.
Mas, com outro tiro bem colocado, Absalom Limbodi garantiu a vitória dos namibianos, no minuto 82. Foi a nona derrotas dos “Mambas” diante dos “Bravos Guerreiros”.
Com mais uma partida em falso, tal como nos anos anteriores, a selecção de Moçambique precisa de vencer as Seychelles, na próxima terça-feira (28), e ao Malawi, na quinta-feira (30).
Os malawianos derrotaram os ilhéus por 3-0 e lideram o Grupo B. Além de vencer as duas partidas que têm os “Mambas” têm ainda de esperar um deslize dos namibianos e dos malawianos pois apenas o vencedor do grupo irá apurar-se para os quartos-de-final.
A Representação da Organização Mundial de Saúde (OMS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Projecto de Gestão e Garantia da Qualidade. Saiba mais.
O Instituto Médio Politécnico de Engenharia e Negócios (IMPEN) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director(a) Geral do IMPEN. Saiba mais.
Empresa multinacional, da área de Construção Civil e Obras Públicas, com representação em Moçambique, está a recrutar um (1) Mecânico de Veículos Ligeiros e Pesados (M/F). Saiba mais.
A Belutécnica S.A., Empresa de Engenharia e Manutenção Industrial, sita no Parque Industrial de Beluluane, Lote 1 – Unidade 2-6, pretende contratar uma (1) Tesoureira. Saiba mais.
No âmbito da parceria entre a Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) e a Fundação dos Parques da Paz (PPF), o Parque Nacional do Limpopo (PNL), pretende recrutar para reforçar o seu quadro de pessoal um (1) Líder da Equipa de Reassentamento. Saiba mais.
A TJ Consultants, é uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, que está a recrutar para um cliente que atua na área de combustível, um (1) Assistente Técnico. Saiba mais.
O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, recebeu o apoio de milhares de pessoas que se manifestaram em todos os 27 estados e em pelo menos 153 cidades do país, segundo informações divulgadas pela imprensa local.
Organizadas por grupos de direita como o Brasil Conservador, Movimento Mais Brasil e Nas Ruas, as manifestações de apoio foram planeadas como uma resposta aos protestos contra o bloqueio das verbas para a Educação anunciado pelo Governo, que levaram milhares de estudantes e professores às ruas em mais de 170 cidades do país no último dia 15.
Em São Paulo, a maior cidade do Brasil, milhares de pessoas reuniram-se na Avenida Paulista, vestindo roupas de cor verde e amarela e carregando a bandeira do país, onde misturaram-se com frequentadores da área que aos domingos fica fechada para a passagem de carros e se transforma num parque aberto à prática desportiva e a realização de eventos culturais.
Jessica Lemos Leite Mafra, de 26 anos, estava na manifestação organizada na Avenida Paulista e contou à Lusa que decidiu aderir à manifestação porque apoia os projectos do Governo.
“Eu vim aqui porque Bolsonaro expõe propostas que estão de acordo com as minhas ideias e valores como a reforma no sistema de pagamento de pensões por reforma”, disse.
“Na minha opinião, os governos anteriores não conseguiram administrar bem a economia do país e hoje estamos aqui para apoiar as reformas [económicas], para que os nossos filhos e netos tenham a garantia de que terão direito a receber pensão por reforma no futuro”, acrescentou.
José Carlos da Silva, de 60 anos, também afirmou que apoia as políticas do Governo porque elas são necessárias para melhorar o Brasil.
“Bolsonaro precisa do apoio da população. Hoje, ele está muito solitário na luta contra os corruptos que assolam a nação (…) Eu acredito que existe no Congresso um movimento contra Bolsonaro porque eles [parlamentares] não se conformam que o Governo não é mais favorável em relação à manutenção dos seus interesses”, afirmou.
Já Maria Teresa Maragni Silveira, de 72 anos, frisou a vontade de apoiar Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sérgio Moro.
“Vim aqui [na manifestação] para apoiar Bolsonaro e o Moro e defender que o Congresso aprove as propostas deles. O Congresso e todos os políticos estão a unir-se para paralisar os projectos do Bolsonaro e do Moro e vim manifestar-me contra isto”, declarou.
“Quero o Brasil que os brasileiros têm direito. Um país em que existe democracia, em que a Justiça seja justa com menos corrupção. Não acho que o Bolsonaro é um Deus, mas ele é o menos ruim e tem boa vontade para com os brasileiros. Aqui estão os brasileiros que querem um país justo. Estamos cansados de ser roubados”, defendeu Maria Teresa Maragni Silveira.
Os grupos que convocaram as manifestações realizadas hoje defendiam inicialmente ideias polémicas como o encerramento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF).
No entanto, mudaram os planos e anunciaram que estes tinham como objectivo defender o Governo de Bolsonaro, que sofre resistência em votações do Congresso, e projectos como a reforma no sistema de pagamento de pensões, o pacote anticrime e a reforma administrativa, que baixou de 29 para 22 o número de ministérios.
Durante os actos, o Presidente brasileiro divulgou fotos e vídeos sobre as manifestações nas suas contas nas redes sociais.
“Há alguns dias, fui claro ao dizer que quem estivesse a pedir o fecho do Congresso ou do STF hoje estaria na manifestação errada. A população mostrou isso. Sua grande maioria foi às ruas com pautas legítimas e democráticas, mas há quem ainda insista em distorcer os factos”, escreveu na rede social Twitter.
Antes disso, Bolsonaro já tinha declarado, de manhã, durante um culto evangélico na cidade do Rio de Janeiro, que as manifestações foram organizadas para “dar um recado àqueles que teimam com velhas práticas que não [querem] deixar que o povo se liberte”.
Subiu para dois o número de mortos em consequência do incêndio que na passada segunda-feira deflagrou na Cidade de Maputo.
O apartamento do prédio 1318 situado na avenida Karl Marx, na cidade de Maputo, foi fechado depois do incêndio. Ninguém habita a casa. Mas até hoje o rasto de destruição está patente. Os serviços de urgência do Hospital Central de Maputo confirmam mais um óbito.
Por sua vez, o Serviço de Salvação Pública diz que depois da investigação feita ao local chegou a conclusão de que o incêndio não foi causado pela explosão de uma botija de gás, mas sim pela explosão de um ferro de engomar.
As outras três vítimas do incêndio tiveram alta hospitalar e estão com estado clínico estável.
“Algumas das pessoas que estão a promover guerra nalguns distritos de Cabo Delgado eram garimpeiros aqui em Montepuez, estavam como cabecilhas daqueles criminosos que pegavam a pedra preciosa, rubi e outras, e iam entregar aos jovens que [por sua vez] carregavam para o litoral e depois levavam para fora do país”, anunciou o comandante-geral da PRM, Bernardino Rafael, no sábado (25), durante um encontro com a população do bairro de Mirige, em Montepuez.
“Com ódio, quando fizemos uma operação contra o garimpo, viraram inimigos e começaram a combater-nos” e provocar desestabilização, disse o comandante.
Bernardino Rafael fazia alusão às detenções de garimpeiros ilegais no início de 2017, meio ano antes do primeiro ataque armado, em Mocímboa da Praia, em Outubro do mesmo ano.
O distrito de Montepuez fica no interior da província, afastado da zona costeira (entre Palma e Macomia) que tem sido palco dos ataques de grupos armados que já terão matado, pelo menos, 150 pessoas.
No entanto, as motivações e os mentores da violência têm sido motivo de especulação.
PRM pede vigilância
As próprias autoridades anunciaram pela primeira vez em Dezembro de 2017 que tinham identificado cabecilhas e há um mês condenaram à prisão 37 dos 189 acusados de violência em Cabo Delgado, mas os ataques têm continuado.
“Nós temos que ser vigilantes para desmantelar, denunciar essas pessoas que transferem valores por m-pesa”, um dos sistemas de transferência de dinheiro por telemóvel, “aqui de Montepuez, para os malfeitores”, pediu Bernardino Rafael.
O líder da polícia apelou também à vigilância “daqueles que querem recrutar jovens para as fileiras dos malfeitores”.
“Só a partir do desmantelamento das cidades ou das vilas, e sobretudo aqui [em Montepuez], podemos controlar aqueles indivíduos que matam e queimam residências dos moçambicanos”, concluiu.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, foi o grande vencedor das eleições europeias reforçando a sua posição para chefiar um executivo minoritário e o seu papel na Europa.
O Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) venceu as europeias em Espanha com quase 33% dos votos, mais 10 pontos percentuais do que nas eleições anteriores, de 2014, e mais quatro do que nas eleições legislativas de Abril passado.
O Partido Popular (PP, direita) baixou para cerca de 20% dos votos, menos seis pontos percentuais do que nas europeias de 2014, mas consegue recuperar mais de três pontos em relação às legislativas do mês passado.
O Cidadãos (direita liberal) não conseguiu ultrapassar o PP e converter-se no maior partido de direita, como defendeu durante a campanha eleitoral, tendo obtido 12% dos votos, uma subida de nove pontos percentuais em relação há cinco anos quando era ainda pouco conhecido, mas uma diminuição de quase quatro pontos em relação às legislativas.
O Vox (extrema-direita), que foi a grande surpresa das legislativas de 28 de Abril, quando imergiu no parlamento com mais de 10% dos votos, baixou agora para pouco mais de 6%, um resultado que mesmo assim contrasta com os 1,5% de 2014.
A Unidas Podemos (extrema-esquerda) aumenta em relação às europeias anteriores, para 10%, mas confirma a tendência para baixar que já se tinha verificado no mês passado.
Carles Puigdemont, um independentista catalão fugido na Bélgica e procurado pela polícia em Espanha, e Oriol Junqueras, outro independentista preso e a ser julgado pelo alegado delito de rebelião, foram eleitos como deputados europeus.
O bom resultado nas europeias e a esperada vitória também nas regionais e nas municipais que também se realizaram hoje vão reforçar o projecto do primeiro-ministro socialista, Pedro Sánchez, de governar sozinho em minoria.
A Espanha é o único dos países de maior dimensão da União Europeia onde os socialistas ganham de forma clara as europeias.
Sánchez deverá aproveitar este resultado para tentar colocar um espanhol num cargo europeu de destaque.
Madrid tem pressionado, nomeadamente, a candidatura para chefe da diplomacia europeia do seu ministro dos Negócios Estrangeiros, Josep Borrell, cabeça de lista do PSOE às europeias que foi eleito.
O Recenseamento Eleitoral, que termina a 30 deste mês, está a enfrentar vários constrangimentos que, segundo a Sala da Paz, irão afectar o alcance das metas.
Fernanda Lobato, porta-voz daquele grupo de movimentos da sociedade civil, estima que mais de um milhão de eleitores podem ser excluídos.
Há “constrangimentos persistentes como paralisações constantes provocadas por inexistência ou fragilidade de fontes alternativas de energia, postos de recenseamento que nunca funcionaram desde o início do processo, por alegados problemas técnicos”, diz Lobato.
O clima de insegurança em Cabo Delgado é outra preocupação. “O último ataque registado teve lugar no dia 17 de Maio”, recorda a porta-voz da Sala da Paz.
Argumentos para a prorrogação
Por estas e outras razões a Renamo sugere a prorrogação do período de registo Eleitoral, sobretudo nas zonas onde tem maior influência, segundo o Secretário-geral, André Majibire.
“Nós como partido estamos em contacto com a comunidade internacional para interceder junto da Comissão Nacional de Eleições e até do governo na pessoa do Chefe de Estado”, diz Majibire, cujo partido tem em curso acções para viabilizar o pedido de prorrogação do recenseamento eleitoral.
Posição idêntica apresentou o MDM, na voz de José de Sousa: “Na nossa opinião, este recenseamento devia conhecer um reajustamento para mais 15 dias… seria o ideal”.
A última actualização das autoridades eleitorais indica que pouco mais de cinco milhões de pessoas (68 por cento) foram registadas para a votação de 15 de Outubro.
O governador Mike Parson, do Missouri (EUA), sancionou na sexta-feira (24) uma lei que proíbe abortos após oito semanas de gestação. Após a decisão, o estado norte-americano se junta a outros 10 que adoptaram as normas. As informações são da Folha de S. Paulo.
As leis do Missouri autorizam o aborto até o fim do segundo mês de gestação, um período considerado muito curto por ativistas que defendem a prática. Segundo eles, a descoberta da gravidez pode ocorrer após o prazo estimado. Não há nenhuma excepção para os casos de estupro ou incesto.
A partir de agora, médicos que realizarem o procedimento em mulheres que tenham passado do tempo estimado pela lei da gravidez estarão sujeitos a condenação por crime grave. Já a mulher que busca o aborto responderá à acusação penal.
Ao sancionar a lei, o governador Mike Parson afirmou que as regras são “uma forte mensagem para a nação de que, aqui em Missouri, nós sempre apoiaremos a vida, protegeremos a saúde das mulheres e defenderemos os nascituros”.
“Vamos chamar isso pelo o que é de verdade: um veto quase total a abortos seguros”, diz Leah Boersig, presidente da secção estadual da Organização Nacional para Revogação de Leis Anti-Aborto. “As normas roubam das mulheres o direito de tomar decisões profundamente pessoais sobre seus próprios corpos, vidas e futuro”, completou.
Em 1973, o aborto foi legalizado em uma decisão da Suprema Corte. Desde então, o assunto gera comoção nos norte-americanos. Porém, segundo as regras do país, estados têm amplo espaço para adoptar legislação própria sobre o procedimento.
Por causa do precedente legal da Suprema Corte, os estados não podem proibir totalmente a prática. Por isso, têm adoptado legislações cada vez mais restritivas, tornando o aborto praticamente ilegal.
Um acidente ferroviário ocorreu na aldeia de Bialosliwie, na região centro-oeste da Polónia, na tarde desta quinta-feira, quando dois comboios de passageiros colidiram.
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Após os terramotos que abalaram a Venezuela na noite de quarta-feira (24), cerca de 40 mil pessoas estão registadas como desaparecidas.
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O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (FAMOD) chamou a atenção para a necessidade urgente de adoptar respostas humanitárias mais inclusivas, enfatizando...