O Governo apresentou ontem (20) os dados preliminares dos Planos Multi-sectoriais de Resposta e Mitigação dos Impactos da pandemia da COVID-19 no país.
Os dados, apresentados no decurso do Conselho Coordenador do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), apresenta uma série de acções consideradas “prioritárias urgentes e especificas” com um orçamento globalidade de cerca de 34 biliões de Meticais, o equivalente a quase 10% do Orçamento do Estado para o presente ano.
De com os dados apresentados durante a sessão, os sectores da saúde e agricultura vão absorver grande parte do valor orçado, com um cumulativo de 33 biliões de Meticais.
O sector de Saúde tem como necessidade, 17.4 biliões de Meticais (cerca de 260.7 milhões de dólares) e prevê realizar acções a construção de 15 Centros de Isolamento, disponibilização de três mil camas, instalação de tendas comunitárias para triagem, aquisição de duas ambulâncias por província, contratação de mais de dois mil profissionais de saúde e 2.200 Agentes Polivalentes Elementares de Saúde, de entre outras acções.
Do valor orçado, pouco mais de 10 biliões de Meticais (USD 152.7 milhões) serão destinados a aquisição de medicamentos, equipamentos e artigos médicos.
Segundo a modelagem das autoridades da saúde, num dos piores cenários Moçambique poderá registar um total de 20 milhões de infectados, dos quais, 350 mil precisarão de estar hospitalizados. Destes, 40 mil estariam em Unidade de Cuidados Intensivos.
Neste cenário o país estará durante uma situação pandémica durante um período de seis meses.
Contas super deficitárias
Do orçamento estipulado para o plano de resposta, a tabela do sector da saúde indica que o défice representa está acima de USD 200 milhões.
De acordo com a tabela que tivemos acesso, o sector já tem disponível o equivalente a USD 28 milhões. Tem também assumido o compromisso de USD 73.7 milhões sendo que o défice total é de USD 232.6 milhões.
Refira-se que, no geral, os planos sectoriais tem como pontos de convergência, as medidas de higiene pessoal e colectiva, campanhas de sensibilização comunitária, soluções alternativas para compensar a interrupção do curso normal dos serviços e ou actividades socioeconómicas vitais, entre outras.
Em cumprimento das recomendações do Governo moçambicano e das autoridades mundiais de saúde, o Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) está a tomar algumas medidas como forma de mitigar e prevenir a propagação da pandemia do novo coronavírus.
Com efeito, esta instituição suspendeu da prova anual de vida aos pensionistas do sistema, mas tal não implica o não pagamento de pensões a mais de 90 mil pensionistas. A prova anual de vida devia iniciar no próximo dia 1 de Abril, prolongando-se até 30 de Junho, devendo abranger cerca de 90 mil pensionistas em todo o país.
Falando esta segunda-feira numa conferência de imprensa, o director-geral do Instituto Nacional de Segurança Social, explicou que “a prova de vida anual é presencial e isso implica o contacto com os nossos trabalhadores, sendo esta uma forma de propagação da Covid-19”.
É, segundo revelou o director-geral do INSS, neste sentido que ““tomamos medidas preventivas como a suspensão temporária da Prova Anual de Vida aos pensionistas do Sistema, sem, no entanto, implicar a suspensão da pensão”, frisou.
Alfredo Mauaie esclareceu ainda que, nos casos positivos da COVID 19, os trabalhadores inscritos na segurança social terão prestações do ramo da doença, mediante a apresentação do atestado médico. O “País” apurou que o subsídio por doença equivale a 70% do salário médio diário, nos termos da legislação em vigor em Moçambique.
O director-geral do Instituto Nacional de Segurança Social disse, na ocasião, que em situações mais graves, em que se registe a perda de vida do trabalhador, “familiares sobreviventes com direito, receberão prestações por morte, através da atribuição dos subsídios por morte e funeral e da pensão de sobrevivência”.
Serve de referência dizer que, desde 2018, a Prova Anual de Vida é feita num sistema biométrico, obedecendo ao processo de informatização do Instituto Nacional de Segurança Social.
É o maior massacre da história do Canadá. Este fim de semana, um homem de 51 anos matou pelo menos 16 pessoas, mas o balanço final ainda está por apurar. Uma agente da polícia, mãe de duas crianças, conta-se entre as vítimas mortais.
O atirador foi abatido durante a detenção, no final de uma longa perseguição que durou mais de 12 horas.
O morticínio começou na localidade de Portapique, a uma centena de quilómetros de Halifax, a capital do estado da Nova Escócia.
Depois de abater os ocupantes de uma residência, o homicida fugiu num veículo semelhante a um carro policial e envergando um uniforme.
As autoridades desconhecem as motivações do assassino, embora acreditem na existência de uma razão inicial que se tenha transformado num massacre aleatório.
O Presidente do Município de Maputo confirmou ontem (20) que ele e a sua esposa foram diagnosticados positivo para o novo Coronavírus. Eneas Comiche diz ainda que para além da sua esposa, ninguém mais foi infectado na sua família e no local de trabalho.
Acompanhado pela sua esposa, o presidente da autarquia de Maputo Eneas Comiche apareceu publicamente pela primeira vez, assumir que foi o primeiro moçambicano a ser testado positivo a covid-19.
O edil de Maputo diz que a sua família já está recuperado da doença.
Eneas Comiche, terminou a sua intervenção afirmando que já está pronto para retomar as suas actividades.
Após 5 anos a ignorar a falta de água no Município da Namaacha, na Província de Maputo, o Governo de Filipe Nyusi continua sem soluções para sanar este de drama que afecta quase 20 mil pessoas em 2020. Contudo, de acordo como o ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos “há um projecto que está a ser feito por Moçambique e Eswatini, para fornecer água a Namaacha e a Lomahasha (…) ainda este quinquénio”.
Vários governos do partido Frelimo tem sido incapazes de prover água a todos os moçambicanos e o Plano Económico e Social para este ano revela que cerca de 20 mil, que vivem próximos de uma famosa fonte de água mineral, vão continuar a sem acesso directo ao precioso líquido.
Confrontado pelos deputados da Comissão da Agricultura, Economia e Ambiente da Assembleia da República sobre a inexistência sequer de uma promessa o ministro João Machatine começou por admitir: “Em relação ao sistema de abastecimento de água ao Município da Namaacha, o problema é crítico, temos uma zona rochosa onde não é fácil encontrar água subterrânea”.
“Como o problema de água é gritante nós constituímos uma equipa para que fosse trabalha na Namaacha para encontrar soluções imediatas, um delas é ir buscar água nos riachos a volta do Município. Há rios que ali circulam que já foram identificados, havia problemas de levar para cima mas brevemente será encontrada uma solução”, prometeu.
O ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos revelou que “há um projecto que está a ser feito por Moçambique e Eswatini, para fornecer água a Namaacha e a Lomahasha, financiado pela SADC e está a levar o tempo que está, acreditamos que vai ser uma realidade”.
O @Verdade apurou que este projecto de prover água ao Município da Namaacha a partir do vizinho Eswatini está a ser atrasado pela pandemia da covid-19 pois será financiado por um banco alemão cujos funcionários estão impossibilitados de avançarem com o projecto e lançarem o concurso público remotamente.
Ignorando o Estado de Emergência declarado no passado dia 1 de Abril a Polícia da República de Moçambique (PRM) mantém mais de 2 mil estudantes na Escola Prática de Matalana com instrutores a entrarem e sair das instalações.
O decreto do Presidente da República e Comandante em Chefe das Forças de Defesa e Segurança de Declaração do Estado de Emergência é claro na alínea c do seu número 3, todas aulas devem ser suspensas no ensino público e privado entre 1 e 30 de Abril, contudo o @Verdade apurou que mais de 2 mil jovens recrutados no início deste ano permanecem na Escola Prática de Matalana, na Província de Maputo, onde recebem formação para se tornarem agentes da PRM.
Confrontado pelo @Verdade o porta-voz da corporação, Orlando Modumane, argumentou: “Em relação a escola prática da polícia de Matalane queremos aqui dizer que dada a complexidade do recrutamento dos novos ingressos e da premente necessidade da formação dos agentes da lei e ordem, os indivíduos estão lá neste momento e foram garantidas as medidas de segurança e higiene”.
“A escola prática de Matalane é um local enorme, existem tendas e campos onde as pessoas estão albergadas e a seguir rigorosamente todas as medidas de higiene decorrentes do Estado de Emergência”, acrescentou o representante da PRM que acrescentou que as aulas decorrem normalmente.
Paradoxalmente a Polícia da República de Moçambique anunciou estar a deter centenas de cidadãos que estão a violar o Estado de Emergência. “Volvidos 17 dias da vigência do Estado de Emergência em Moçambique foram detidos em todo o território nacional 260 indivíduos indiciados na prática do tipo legal de crime de desobediência, tendo sido lavrados os respectivos autos processuais e pontualmente remetidos às outras instituições de administração de justiça para ulteriores seguimentos”.
De acordo com Modumane “as províncias de Nampula com 96 detidos, Cidade de Maputo com 58, Niassa com 42 e Maputo com 30 detidos dominaram o panorama das detenções por actos de desobediência e desacatos” e revelou ainda que na “Província de Gaza foram neutralizados, ouvidos e processados criminalmente dois indivíduos, ambos do sexo feminino, devidamente identificados nos autos, por terem gravado e posto a circular nas redes sociais um áudio de falsa informação dando conta que alegado chefe da polícia supostamente infectado pelo coronavírus estaria deliberadamente a desrespeitar as medidas de prevenção e contenção de propagação da pandemia de covid-19”.
Pelo menos 30 cidadãos moçambicanos solicitaram apoio das autoridades governamentais para o seu repatriamento. “Temos a título de exemplo um grupo em Angola e outro em Portugal”, revelou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação (MINEC).
O representante do MINEC indicou que existem “em torno de 5 milhões de moçambicanos, na sua grande maioria na região da SADC e também noutros países um pouco distantes”.
Geraldo Saranga actualizou em conferência de imprensa, na passada sexta-feira (17) que “os 38 estudantes moçambicanos que permaneceram em quarentena na Cidade de Huwan, na Província de Hubei, que foi o epicentro desta pandemia, durante mais de 70 dias, gozam de boa saúde e retomaram a sua actividade académica normal nos diversos estabelecimentos de ensino superior”.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação disse que apenas dois, dos 227 funcionários de todas missões consulares de Moçambique pelo mundo, retomaram aos seus escritórios, os restantes estão a trabalhar a partir das suas residências. “Não temos até ao momento o registo de alguma infecção que tenha sido contraída por algum funcionário da nossas missões diplomáticas e consulares”.
Respondendo a uma pergunta do @Verdade Saranga revelou que o MINEC tem “recebido pedidos de repatriamento, temos a título de exemplo um grupo em Angola e outro em Portugal. Pessoas que foram encontradas, por diversas razões, e que com o decretar da situação de emergência nesses países e com a suspensão dos voos ficaram retidos”.
“Estamos a negociar com as autoridades dos respectivos países para ver se criamos condições de repatriamento desses nossos concidadãos para Moçambique. Um bocadinho em regime de reciprocidade, no caso de Portugal sabemos que há cidadãos portugueses aqui em Moçambique que por uma razão ou outra preferem ir para Portugal. Estamos a ver se conseguimos negociar um voo que traga moçambicanos de Portugal para Moçambique e possa levar de volta portugueses”, explicou.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação precisou que “21 pessoas contactarem a nossa embaixada em Lisboa e estão interessadas em serem repatriados” e que em Angola existem “em torno de dez” moçambicanos.
Docentes e investigadores de uma universidade estatal de Moçambique consideram que as forças de defesa e segurança do país não estão preparadas nem empenhadas para combater os grupos armados que atacam o Norte do país e que a desconfiança cresce.
“As forças de defesa e segurança não estão engajadas [empenhadas] ao nível da ameaça existente”, lê-se num relatório sobre a situação de segurança no país, elaborado pelo Centro de Estudos Estratégico e Internacionais da Universidade Joaquim Chissano.
O documento faz referência aos recentes ataques a Quissanga e Mocímboa da Praia, onde um quartel foi ocupado e uma bandeira do Estado Islâmico foi içada.
Os autores realçam o facto: “Um quartel da dimensão daquele invadido não foi capaz de conter o avanço inimigo e, acima de tudo, as forças de defesa e segurança não tinham informação sobre o ataque e o dispositivo de defesa estava completamente inoperacional”.
“A surpresa do ataque não se explica numa região onde as forças devem permanecer em prontidão combativa e com os níveis de alerta [elevados]” refere, acrescentando que “os sistemas de segurança não podem ser relaxados”.
Com a incursão, continuam os autores, “ficou provado que o grupo que actua em Cabo Delgado está mais bem equipado que as forças de defesa e segurança no local” e que “a confiança na superioridade militar contrasta com a falta de moral das forças moçambicanas por não terem a capacidade em meios necessários”.
O relatório defende que o Governo melhore as condições das tropas “para que não se tornem facilmente aliciáveis pelas ofertas financeiras do grupo terrorista” e acrescenta que há “necessidade de investigar alguns militares”.
“Cresce a desconfiança sobre o vazamento de informações para os terroristas, onde se verifica a colaboração de alguns militares”, acrescenta, aludindo a suspeitas de “esquemas de corrupção no seio das forças”, havendo “uma necessidade urgente de incrementar o efectivo, as tarefas, missões e funções da Policia Militar”.
Por outro lado, os autores dizem que Moçambique “deve “usar as vias diplomáticas para trabalhar com parceiros com recursos suficientes” para prestar apoio de diversa ordem, nomeadamente, “treinar unidades especiais moçambicanas em combate ao terrorismo”.
A União Africana e Nações Unidas são dois parceiros citados, mas salientando que a ajuda deve ser cuidada, porque há exemplos no mundo “que demonstram a fraca eficácia das iniciativas de cooperação”.
Na senda da opinião de analistas expressa desde o início dos ataques armados, em Outubro de 2017, os investigadores da Universidade Joaquim Chissano consideram que Moçambique “precisa fazer um estudo urgente para compreender a dimensão do problema da insurgência em Cabo Delgado”, apontando como exemplo as pesquisas realizadas na Nigéria relativamente aos ataques do grupo Boko Haram.
O documento nota que “começam a crescer as vozes que condenam a atitude apática do Governo moçambicano em relação ao agravamento da situação de segurança em Cabo Delgado”.
“Vídeos e mensagens nas redes sociais criticam a postura do executivo liderado pelo Presidente Nyusi e questionam as suas escolhas para a pasta da defesa e do interior”, referem os analistas.
“Estas opiniões mostram um crescente desalento e desgosto pela situação vivida em Cabo Delgado”, conclui a análise.
Fonte da Universidade Joaquim Chissano disse à Lusa que relatórios sobre segurança como este são elaborados a cada dois meses por docentes e investigadores do Centro de Estudos Estratégico e Internacionais e que têm auxiliado à tomada de decisões do Banco de Moçambique.
A instituição concluiu que devido à sua relevância deve passar a divulgá-los publicamente a partir deste.
O relatório, que além da situação em Cabo Delgado aborda ainda os riscos para o país da pandemia da doença respiratória covid-19, é da autoria de Énio Chingotuane e Carlos Faria, ambos do departamento de Paz e Segurança, e de Jossias Filipe, do departamento de Economia.
A Universidade Joaquim Chissano surgiu da fusão do Instituto Superior de Relações Internacionais (ISRI), ao qual o centro pertencia, e do Instituto Superior de Administração Pública (ISAP), no âmbito de reformas no setor entre 2018 e 2019.
A província de Cabo Delgado tem sido alvo de ataques de grupos armados que organizações internacionais classificam como uma ameaça terrorista e que em dois anos e meio já fizeram, pelo menos, 350 mortos, além de 156.400 pessoas afectadas com perda de bens ou obrigadas a abandonar casa e terras em busca de locais seguros.
No final de Março, as vilas de Mocímboa da Praia e Quissanga foram invadidas pelo grupo, que destruiu várias infraestruturas e içou a sua bandeira num quartel das Forças de Defesa e Segurança de Moçambique.
Na ocasião, num vídeo distribuído na Internet, um alegado militante ‘jihadista’ justificou os ataques de grupos armados no norte de Moçambique com o objectivo de impor uma lei islâmica na região.
Cinquenta e duas morreram, até ao momento, na Africa do Sul devido a pandemia do novo coronavírus. De acordo com o mais recente balanço da doença, o país vizinho está agora com três mil, trinta e quatro casos de contaminação pelo covid19 com novecentas e três pessoas recuperadas da doença.
A província sul África de Gauteng continua a liderar com maior número de casos da pandemia, estando neste momento, com mil cento e um casos.
Constantemente apontado a um possível regresso ao Barcelona, o Paris Saint-Germain estará a tentar renovar o contrato de Neymar, de forma a segurar o craque brasileiro no Parque dos Príncipes.
O actual vínculo do camisola 10 do PSG é válido até 2022 e, de acordo com o jornal espanhol Sport, o clube da capital francesa quer prolongar a duração até 2025, acenando com um salário ainda mais astronómico ao internacional canarinho.
De acordo com uma lista divulgada recentemente pelo L’Équipe, Neymar aufere 36,7 milhões de euros por ano, verba que poderia ascender aos 38 milhões, segundo o Sport.
Recorde-se que Neymar assinou pelo PSG em 2017, após quatro temporadas no Barcelona. Custou 222 milhões de euros ao colosso gaulês.
Em Itália fala-se com insistência no regresso das equipas aos treinos para permitir que a Serie A termine, mas essa não parece ser a vontade de Gonzalo Higuaín, avançado da Juventus, que está a acompanhar a mãe, doente oncológica, na Argentina, e promete não voltar tão cedo. O clube ameaça com a rescisão de contrato, noticiou o jornal italiano Tuttosport.
O internacional argentino viajou para Buenos Aires a 19 de Março, já em plena pandemia, iludindo as autoridades. Devido à gravidade da doença da mãe, Higuaín pretendia ficar em Buenos Aires, mas a Juventus quer que o jogador viaje imediatamente.
A Global Alliance Seguros, com sede em Maputo pretende admitir para seu quadro de pessoal um (1) Consultor de Vendas da Banca de Seguros para trabalhar no escritório de Nampula. Saiba mais.
Uma empresa no ramo de Oil e Gas, Mineração e Processamento pretende recrutar para o seu quadro um (1) Chefe Departamento de Contabilidade e Finanças. Saiba mais.
A Save the Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista de Redução de Risco de Desastre e Resiliência/Escola Segura. Saiba mais.
A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Campo Segurança Alimentar e Meios de vida. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Geografia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Agro-Pecuária. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Ensino de Português. Saiba mais.
Associação dos Cegos e Ambliopes de Moçambique (ACAMO) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Nacional de Educação Inclusiva. Saiba mais.
A Click Auto pretende recrutar para o seu quadro de pessoal oito (08) Técnicos de Tecnologias e Electrónica para sua extensão em Niassa e Cabo Delgado. Saiba mais.
A Management Sciences for Health (MSH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Assessores Técnicos de Prevenção e Controlo de Infecções (PCI). Saiba mais.
A Management Sciences for Health (MSH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor de Gestão de Prevenção e Controlo de Infecções (PCI). Saiba mais.
O Fundo das Nações Unidas para População (UNFPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Associado de Programas: Juventude, Género e População e Desenvolvimento. Saiba mais.
A Federação Moçambicana de Futebol pretende introduzir um (1) Secretário Técnico Provincial (STP) em cada uma das Associações Provinciais de Futebol. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Medicina Preventiva. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Oftalmologia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal duas (2) Enfermeiras de SMI – Médios. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Administração Hospitalar. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos de Medicina Geral. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social (SDSMAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Médico de Clínica Geral. Saiba mais.
A Bolsa de Mercadorias de Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Superiores de TIC’s N1 ( Programador). Saiba mais.
Na Zambézia o governo concede quatro meses para que os empreiteiros desonestos concluírem as obras do Estado. Ao todo são na província, cinquenta e nove obras que se encontram paralisadas desde 2015, das quais vinte e nove provêem da desonestidade dos empreiteiros e trinta por exiguidade de fundos.
Reunidos, esta sexta-feira, com a secretária do Estado da província, Judite Emília Mussácula, os empreiteiros apontaram o atraso no desembolso de valores e o não pagamento de algumas adendas às obras, com sendo a causa da paralisação do decurso das mesmas.
Um grupo de jovens voluntários da cidade de Vilankulo, em Inhambane, distribuiu duzentas máscaras de fabrico caseiro no âmbito das medidas globais visando evitar o alastramento da COVID-19.
Segundo a Vilankulo TV, um boletim informativo online daquela Cidade, as máscaras são oferecidas gratuitamente a idosos, vendedores de mercados informais e outros grupos considerados de alto risco de contaminação pela pandemia.
Além da distribuição de máscaras, os jovens voluntários transmitem mensagens da necessidade do reforço na adopção de medidas de prevenção e combate contra o Coronavírus, dado o perigo que representa para a humanidade.
As mensagens difundidas pelos jovens, apelam a higienização constante das mãos, observância de distanciamento social, uso de máscaras entre outras medidas que incentivam a prevenção da doença.
Helder Matsimbe, jovem estilista, produtor das máscaras, disse a Vilankulo TV que a ideia é que através desta iniciativa, outras pessoas se sintam estimuladas para a importância da aquisição e uso da máscara.
Refira-se que há duas semanas, o Conselho Autárquico de Vilankulo arrancou com a campanha de desinfecção de veículos e de edifícios públicos e privados, bem como de locais com aglomeração de pessoas, tal é o caso de Mercados e paragem de passageiros.
Quarenta e sete pessoas morreram em vários ataques armados contra aldeias do estado de Katsina, no norte da Nigéria, anunciaram ontem (19) a polícia e a Presidência do país.
De acordo com um porta-voz da polícia do Estado, GamboIsah, cerca de 150 homens, em motorizadas, realizaram, no sábado de manhã, “ataques coordenados e simultâneos” contra três aldeias de Katsina, matando 47 habitantes.
Os ataques foram condenados, em comunicado, pelo Presidente da Nigéria, MuhammaduBuhari, que confirmou o balanço de mortes avançado pela polícia.
“Só na aldeia de Kurechin Atai foram mortas 14 pessoas, nas aldeias de KurechinGiye e KurechinDutse os bandidos mataram quatro e seis pessoas, e em Makauwachi e Daule mataram 19 e quatro pessoas, respetivamente“, adianta o comunicado.
De acordo com a mesma fonte, a polícia e as forças armadas foram destacadas hoje para a região.
Segundo a polícia, estes bandos criminosos especializados em roubo de gado e sequestros para pedir resgate já tinham invadido as aldeias na sexta-feira, tendo encontrado forte resistência por parte das populações.
Regressaram na madrugada de sábado, enquanto todos dormiam, atearam fogo às casas e mataram os ocupantes, de acordo com testemunhos de habitantes recolhidos pela Agência France Presse.
O Presidente Buhari prometeu uma resposta “decisiva”, avisando que não “tolerará mais massacres de pessoas inocentes”.
O norte da Nigéria tem sido alvo de grupos fortemente armados, que lançam ataques a partir das florestas limítrofes dos estados de Katsina, Zamfara, Kaduna e Níger.
O exército nigeriano e outras forças de segurança foram destacados em várias ocasiões para restabelecer a ordem.
Em Fevereiro, 30 pessoas foram mortas em ataques semelhantes nas aldeias de Tsauwa e Dankar, no estado de Katsina.
Pelo menos 16 pessoas morreram no domingo (19) de madrugada, em Nova Escócia, no leste do Canadá, quando um homem armado abriu fogo em vários locais por motivos ainda desconhecidos, disse a polícia.
O atirador, de 51 anos, morreu durante a detenção, no final de uma vasta caça ao homem durante cerca de 12 horas, por toda a província, no leste do Canadá, indicou.
Gabriel Wortman, um técnico em próteses dentárias, de acordo com a imprensa, circulava a bordo de um veículo idêntico aos da polícia, envergando pelo menos parte de um uniforme policial.
O homem abriu fogo em diferentes locais, em circunstâncias e por motivos ainda por esclarecer, num ataque que chocou o país, onde os tiroteios são raros.
Inicialmente, a comissária da Real Polícia Montada do Canadá (polícia federal), Brenda Lucki, indicou que 13 pessoas tinham morrido, mas posteriormente disse que o balanço dos ataques era de pelo menos 16 mortos, incluindo o atirador, de acordo com a cadeia pública CBC.
“É demasiado cedo para falar de motivações”, declarou, em conferência de imprensa, o responsável pelos inquéritos criminais da polícia federal de Nova Escócia Chris Leather, que tinha anunciado inicialmente “mais de dez mortos”.
Várias vítimas “parecem não ter qualquer ligação com o atirador”, mas “o facto deste indivíduo ter um uniforme e um veículo da polícia leva a crer que não se tratou de um ato espontâneo”, acrescentou.
O ataque começou no sábado à noite na pequena localidade rural de Portapique, a cerca de 100 quilómetros da capital provincial de Halifax. Várias vítimas foram encontradas à frente e no interior de uma casa, para onde a polícia foi chamada depois de terem sido ouvidos tiros.
O presumível autor fugiu à chegada da polícia, desencadeando uma vasta caça ao homem, durante uma dezena de horas por toda a província, com as autoridades a pedirem aos residentes para se manterem em casa.
Gabriel Wortman foi detido no domingo de manhã, em circunstâncias que a polícia ainda não esclareceu.
“A perseguição terminou esta manhã [hora local] e o suspeito foi localizado. Posso confirmar que está morto”, indicou Leather.
Uma agente policial morreu no domingo e um polícia ficou ferido, indicou a corporação.
Este massacre é considerado o pior alguma vez registado no Canadá.
Em 06 de Dezembro de 1989, um homem matou a tiro 14 mulheres, no Instituto Politécnico de Montreal, antes de se suicidar.
Em 2018, em 23 de Abril, um motorista de um camião atropelou deliberadamente oito mulheres e dois homens no centro de Montreal.
Com menos de um milhão de habitantes, que vivem sobretudo da exploração da madeira e da pesca, Nova Escócia é uma das províncias menos povoadas do país.
Os dirigentes do Arsenal estão já a precaver a provável saída de Pierre-Emerick Aubameyang do clube no próximo verão – o gabonês termina contrato em 2021 e será a última possibilidade de encaixar dinheiro com a sua venda – e, reporta o Mirror, apontaram Rodrigo Moreno como substituto do africano.
Antigo avançado do Benfica, o espanhol, 29 anos, está no Mestalla desde 2014 e marcou 57 golos (mais 41 passes para golo) em 214 jogos.
Rodrigo tem cláusula de rescisão de 120 milhões de euros mas o Valência predispõe-se a negociar por menos de metade deste valor.
Milhares de brasileiros desceram às ruas este fim-de-semana para protestarem contra as medidas de isolamento impostas no país em resultado da pandemia de Covid-19.
Os protestos tiveram em várias cidades incluindo o Rio de Janeiro e Brasília.
Falando no sábado, o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que se opõe às medidas decretadas pelos governadores estaduais, quer que a população regresse ao trabalho alertando para as consequências do colapso da economia.
Na capital, Brasília, Bolsonaro deixou claro que o objectivo é retomar a actividade económica.
“Setenta por cento vai ser contaminado, não adianta… se não for hoje, vai ser para a semana ou para o mês que vem. É uma realidade. Devemos é cuidar dos mais idosos e daqueles com problemas de saúde. Os demais, lógico que devem ter cuidado também, mas saber que têm que trabalhar”, afirmou o presidente brasileiro.
Entre os sectores mais afectados economicamente encontra-se o desporto, em particular o futebol.
“O estádio é preciso fechar. Como é que vai gerar receita para manter essa folha de pagamento?”, acrescentou Bolsonaro.
De assinalar que segundo dados oficiais, o número de mortos no Brasil já ultrapassou 2 300 com mais de 36 500 casos confirmados.
O número de casos e de mortes por Covid-19 em África subiu mais de metade, na última semana. Por enquanto, os países de língua portuguesa estão a ser relativamente poupados à pandemia, pelo menos segundo os dados oficiais.
É muito provável que os números reais sejam bastante mais elevados devido à escassez de testes. Isso mesmo foi anunciado pelo director-geral da Organização Mundial de Saúde, ele próprio oriundo do continente africano, o etíope Tedros Adhanom Ghebreyesus.
“Na última semana, houve uma subida de 51% no número de casos no meu continente, África e um aumento de 60% no número de mortes. Sendo que o grande desafio, neste momento, é a obtenção de testes, é provável que os números verdadeiros estejam bastante acima dos que foram anunciados”, disse Ghebreyesus.
A maioria dos países africanos adotou medidas de confinamento, mas as regras de distanciamento social são difíceis de aplicar em muitas situações, como no mercado alimentar de Lagos, na Nigéria, onde ainda esta sexta-feira foram filmadas grandes multidões, sem outra alternativa para conseguir comida.
Centenas de pessoas, em várias cidades norte-americanas, participaram no sábado (18) em protestos contra as restrições impostas no país por causa da pandemia.
No estado do Texas, os manifestantes falam de um colapso económico que pode ser mais prejudicial do que abrir a economia e continuar a lutar contra o vírus.
Em New Hampshire, um estado que não foi particularmente afectado pelo coronavírus, cerca de 400 pessoas pediram o fim da quarentena.
As manifestações são incentivadas pelo presidente dos Estados Unidos.
Depois de dizer que cabe aos governadores decidir sobre o levantamento das restrições e o regresso da atividade económica, Donald Trump voltou a defender o fim das quarentenas, afirmando que não são precisas restrições para as pessoas cumprirem as regras de segurança.
Este sábado, o primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, revelou que o Canadá e os Estados Unidos decidiram manter fechadas as fronteiras entre os dois países a viagens não essenciais por mais 30 dias. Na quarta-feira, Trump tinha dito que estas fronteiras iriam ser das primeiras a abrir.
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