Indivíduos munidos de armas de fogo atacaram na madrugada desta terça-feira 14, o centro de Saúde de Chipindaumue, que se localiza há cerca de 30 quilómetros da sede do distrito de Gondola, onde roubaram medicamentos.
Segundo fontes daquela unidade sanitária, o grupo de cerca de 15 homens armados escalou por volta das duas horas desta terça-feira ao local e porque a mesma se encontrava fechada, foram até a residência das funcionárias, onde ameaçaram-nas e exigiram que abrissem a farmácia para roubarem medicamentos.
E porque aquelas não tinham consigo as chaves, os homens armados arrombaram a porta para depois se apoderarem de medicamentos.
“Quando eu lhes vi, assustei e ajoelhei. Eles começaram a apontaram arma para mim e pedi desculpas. Disse-lhes que não sabia que eram homens da Renamo, pensei que era ladrão qualquer, dai um deles me assustou com uma bofetada”, revelou Rosilde Manhique, uma das enfermeiras.
O respondível do centro de saúde disse que além dos medicamentos que haviam mencionado que pretendiam levar, com destaque para anti-retrovirais e os homens armados roubaram todo o stock de fármacos que estava reservado para os próximos dois meses.
O governo do Reino Unido recuou quanto à Huawei e vai banir a empresa de telecomunicações chinesa das infraestruturas do país, avançou a BBC. Objetivo é que não haja nenhum componente da tecnológica na rede até 2027. Medida surge devido aos perigos que a Huawei representa para a segurança nacional, dizem responsáveis britânicos.
Foi Oliver Dowden, secretário para Assuntos Digitais, que anunciou à Câmara dos Representantes esta decisão. A decisão surge após novas sanções dos EUA à Huawei por, alegadamente, operar em conluio com o governo chinês, algo que a empresa nega. “Esta não foi uma decisão fácil, mas é a mais acertada para as redes de telecomunicações do Reino Unido, para nossa segurança nacional e para a nossa economia, agora e de facto a longo prazo”, afirmou Dowden.
Apesar de a medida restringir completamente o acesso da Huawei nas redes de telecomunicações britânicas, o governo do Reino Unido vai permitir que componentes da empresa continuem a funcionar nas redes 2G, 3G e 4G. De acordo com Dowden, as operadoras vão demorar dois anos a reverter os equipamentos que já tinham para as redes 5G, que começaram a têm sido bastante implementadas no país neste ano. Contudo, por causa disso, o processo de implementação destas redes de comunicações de alta velocidade pode atrasar um ano.
Em janeiro, e depois de uma longa expectativa na decisão, o governo britânico tinha aceitado que a Huawei pudesse participar na implementação das infraestruturas 5G no país. Contudo, havia restrições que já mostravam os receios do executivo: a Huawei não ia poder ter mais de 35% de quota de mercado e não podia ter equipamentos em redes sensíveis, como bases militares ou centrais nucleares. Assim, com esta nova restrição, o cenário da Huawei no Reino Unido muda ainda mais.
O Japão acusou esta terça-feira a China de “desinformação” sobre o novo coronavírus, expressando “profunda preocupação” em relação às reivindicações de Pequim no mar do Sul da China e nos ilhéus Senkaku/Diaoyu, disputados entre os dois países.
No livro branco anual sobre a política de defesa, agora publicado, o Japão responsabilizou a China pela “propaganda” e “desinformação” sobre o novo coronavírus, que surgiu pela primeira vez no final de 2019 na cidade chinesa de Wuhan, no centro do país.
O Japão citou como exemplo os comentários na rede social Twitter de um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês que sugeriu em março que o vírus tinha sido introduzido em Wuhan por militares americanos, ou a promoção de medicamentos chineses à base de ervas para tratar a doença. Pequim, acusou o Japão, tem também “continuado incansavelmente ações unilaterais para impor uma mudança no ‘status quo’ nas Ilhas Senkaku”, administradas por Tóquio, pode ler-se no livro.
Os dois países reivindicam há séculos a soberania deste micro-arquipélago desabitado no mar da China Oriental, a que Pequim chama Diaoyu, e cujo fundo submarino se acredita ser potencialmente rico em hidrocarbonetos.
Na segunda-feira, o chefe da diplomacia norte-americana, Mike Pompeo, disse que as reivindicações de Pequim sobre os recursos no mar do Sul da China eram “completamente ilegais, tal como a campanha de intimidação para os controlar”. A Embaixada chinesa nos Estados Unidos denunciou imediatamente aquelas declarações como “acusações totalmente injustificadas”.
O livro branco de defesa do Japão também menciona a ameaça norte-coreana, salientando que Pyongyang é agora capaz de miniaturizar ogivas nucleares para utilização em mísseis balísticos. As relações diplomáticas entre Tóquio e Pequim, que têm vindo a deteriorar-se desde o final de 2018, arrefeceram novamente nos últimos meses, num contexto de insatisfação de vários países com a forma como a China lidou com a crise provocada pela Covid-19 e com o clamor internacional em relação à lei de segurança imposta a Hong Kong.
A pandemia de Covid-19 já provocou mais de 569 mil mortos e infetou mais de 13 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP). A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China. Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.
Pelo menos 59 pessoas ficaram ligeiramente feridas num incêndio a bordo de um navio na Base Naval de San Diego, na costa oeste dos EUA, indicaram oficiais militares norte-americanos, num novo balanço.
O incêndio no navio de guerra, que começou na manhã de domingo, obrigou ao tratamento hospitalar de 59 pessoas, incluindo 36 marinheiros e 23 civis, por exaustão, inalação de fumo e ferimentos ligeiros. Cinco pessoas que tinham estado num hospital sob observação já tiveram alta.
Centenas de marinheiros continuavam a combater as chamas na segunda-feira, tentando mantê-las afastadas dos 3,7 milhões de litros de petróleo a bordo do “USS Bonhomme Richard”.
A Guarda Costeira norte-americana contratou uma tripulação de limpeza de petróleo para instalar um perímetro de contenção, caso o combustível seja derramado, e interrompeu a circulação de barcos a uma milha náutica do navio, além de voos sobre o navio.
Um alto funcionário da Marinha disse à agência norte-americana Associated Press que um sistema de supressão de incêndios estava inoperacional quando o fogo irrompeu no navio atracado em San Diego, na sequência de uma explosão.
O incêndio que deflagrou no domingo é um dos piores nos estaleiros da Marinha norte-americana nos últimos anos. As chamas criaram uma nuvem de fumo de dimensões significativas, visível na cidade de San Diego.
Não são ainda conhecidas as causas da explosão na embarcação de 255 metros, alvo de manutenção de rotina na base naval. Por essa razão, segundo Mike Rainey, estariam somente 160 pessoas a bordo, muito menos do que os milhares de oficiais habitualmente presentes quando o “USS Bonhomme Richard” está em serviço ativo.
Depois da Organização Mundial de Saúde ter alertado para o facto de muitos países estarem a seguir na direção errada, a Casa Branca cava um fosso ainda maior, em relação a um dos principais especialistas em pandemias, Anthony Fauci, que faz parte de uma equipa de crise criada pelo próprio Donald Trump.
O presidente dos Estados Unidos vem agora acusar as autoridades de saúde de mentir em relação à evolução do vírus.
Uma estratégia, diz Trump, para impedir a reabertura da economia e prejudicar a reeleição do chefe de estado norte-americano.
A polícia nigeriana libertou uma mulher norte-americana que foi mantida como refém durante mais de um ano num hotel na capital comercial do país, Lagos, onde chegou com a promessa de um casamento, anunciaram esta segunda-feira as autoridades.
“Agentes da polícia resgataram com sucesso uma cidadã americana de um hotel em Lagos (sudoeste da Nigéria) onde esteve retida contra a sua vontade durante mais de um ano”, disse o porta-voz da polícia nigeriana, Frank Mba, citado pelos meios de comunicação locais, sem especificar quando ocorreu a libertação.
A mulher, uma funcionária reformada de Washington cuja identidade não foi revelada, conheceu o nigeriano Chukwuebuka Obiaku na rede social Facebook, que a convidou para o país africano com uma promessa de casamento.
A vítima chegou à Nigéria em 13 de fevereiro de 2019, para ir ter com Obiaku, natural de Imo, sudeste da Nigéria.
Os dois acabaram por se casar em 15 de maio do ano passado.
“Posteriormente, manteve-a cativa num hotel e gastou um total de 48.000 dólares [42,3 mil euros] do seu dinheiro”, disse Mba, acrescentando que o amante falso assumiu o controlo dos cartões e contas bancárias da mulher.
“Chukwuebuka também usou a vítima como cobertura para defraudar os seus conhecidos e outras pessoas e empresas estrangeiras”, disse o porta-voz da polícia.
Obiaku, licenciado em administração e gestão de empresas, tem uma longa história de fraudes na Internet, tanto com vítimas nigerianas, como estrangeiras.
Reza Asgari, que trabalhou na divisão aeroespacial do Ministério da Defesa até se reformar há cerca de quatro anos, foi executado na semana passada, declarou Esmaili, citado pelo ‘site’ oficial Mizan Online.
Ele “trabalhou no Ministério durante anos” e reformou-se no início do ano persa de 1395 (que começou em março de 2016), adiantou o porta-voz.
Asgari recebeu somas significativas de dinheiro da CIA (serviços secretos norte-americanos) “após a sua reforma, vendendo-lhes informações que tinha sobre os (nossos) mísseis”, disse ainda.
“Foi identificado, julgado e condenado à morte”, indicou Esmaili.
A pena de morte contra Mahmud Mussavi Majd, um outro iraniano condenado em junho por espionagem, também deve ser executada, adiantou.
Majd foi acusado de ter fornecido informações aos Estados Unidos e a Israel sobre as deslocações do general Qassem Suleimani, comandante da Força Quds, unidade de elite encarregada das operações externas dos Guardas da Revolução, que foi assassinado no início de janeiro num ataque de um aparelho não tripulado (‘drone’) norte-americano em Bagdad.
Em represália, a República Islâmica lançou mísseis contra bases militares iraquianos onde estavam soldados norte-americanos, causando grandes danos materiais, segundo Washington.
Em fevereiro, Teerão anunciou a condenação à pena capital de Amir Rahimpur, outro iraniano que “tentou fornecer (à CIA) informações sobre o (programa) nuclear” do país.
O Irão anunciou em julho de 2019 ter detido 17 iranianos no quadro do desmantelamento de uma “rede de espiões” da CIA e condenou à morte vários deles.
Washington qualificou essas alegações de “totalmente falsas”.
Álvaro Massinga assume interinamente a presidência da CTA, enquanto Agostinho Vuma permanecer hospitalizado. Falando esta terça-feira 14, em conferência de imprensa, a direcção da Confederação das Associações Económicas de Moçambique avança que o estado clínico Vuma é estável.
Naquela que foi a primeira reacção em público, após o baleamento no passado sábado, do presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique, Agostinho Vuma, o corpo directivo desta agremiação empresarial reestruturou o quadro directivo.
Numa altura em que circulam informações segundo as quais, Vuma foi transferido para a vizinha África do Sul, o presidente interino da CTA, assegurou que a recuperação decorre no Instituto do Coração em Maputo.
Álvaro Massinga tem como missão dar continuidade o plano da CTA para o melhoramento do ambiente de negócios e mitigação dos efeitos da pandemia da COVID-19.
Em quase todo país o preço do pão subiu mais dois meticais desde Junho último, mas Inhambane era dos poucos pontos onde a situação não tinha-se verificado. Entretanto, a partir do próximo dia 1 de Agosto, o preço deste que é um dos alimentos mais consumidos no país poderá registar agravamento na província. A decisão é das panificadoras que já comunicaram à INAE.
“A ideia é de que as pessoas estão sufocadas com o Coronavírus e as panificadoras queriam aliviar os consumidores”, informou Tomás Timba, director de operações na INAE, em justificativa do que esteve por detrás para o atraso no agravamento.
Os inspectores da INAE reconhecem suas limitações no que diz respeito às decisões das panificadoras, porque as causas apontadas para o aumento, como a subida do preço da farinha de trigo, por exemplo, no seu entender, são justas.
“Eu acredito que o Governo vai pensar sobre esta situação, com a possível retoma do subsídio a este sector. A nós cabe apenas a actividade inspectiva e reportar às autoridades competentes, sem influenciar”, disse Timba.
Em conferência de imprensa realizada hoje, a instituição fez saber ainda, que na última semana fez a inspecção em 871 unidades económicas em todo país, com destaque para a indústria de panificação, comércio geral, restauração e estabelecimentos de diversão nocturna, tendo encerrado 50 estabelecimentos por diversas irregularidades, com destaque para a violação do Estado de Emergência e falta de higiene, sobretudo, em panificadoras.
A Comissão eleitoral da Bielorrússia rejeitou nesta terça-feira 14, a candidatura à eleição presidencial de agosto de Viktor Babaryko, um opositor que está detido e é considerado o principal rival do Presidente Alexander Lukashenko.
Acandidatura deste antigo banqueiro, filantropo e figura pública de 56 anos foi recusada pelo facto de não ter declarado todos os seus rendimentos e ter recebido financiamentos do estrangeiro para a sua campanha.
De acordo com os investigadores, ViktorBabaryko foi detido em meados de junho por suspeitas de liderar um “grupo organizado” acusado de “fraudes” e de “branqueamento de dinheiro”, através do banco Belgazprombank, uma filial do gigante russo Gazprom e que o próprio dirigiu previamente.
A Amnistia Internacional qualificou-o de “prisioneiro de consciência”.
A sua detenção desencadeou um movimento de protesto pacífico, reprimido pelas forças policiais que procedeu a dezenas de prisões.
Minsk acusou em simultâneo o ocidente e a Rússia de ingerência nas eleições, com o Presidente Lukashenko a sugerir de forma velada que Moscovo estava por detrás da candidatura de ViktorBabaryko.
No total, a Comissão registou hoje cinco candidatos ao escrutínio de 09 de agosto, incluindo Alexander Lukashenko, 65 anos, que concorre a um sexto mandato consecutivo nesta antiga república soviética de nove milhões de habitantes.
Entre os candidatos admitidos destaca-se Tatiana Tikhanovskaia, 37 anos, mulher do vídeo-bloggerSergueiTikhanovski, muito crítico do Presidente bielorrusso e igualmente detido.
Tikhanovski, 41 anos, que apelidou o Presidente bielorrusso de “a barata”, não se apresentou devido à sua detenção, e com a mulher a substituí-lo.
A Comissão eleitoral também rejeitou a candidatura de ValeriTsepkalo, 55 anos, um antigo e experiente diplomata bielorrusso que se tornou num detrator do poder, por não ter reunido o número suficiente de assinaturas.
Desde a chegada de Alexander Lukashenko ao poder, em 1994, nenhuma corrente da oposição conseguiu afirmar-se na paisagem política bielorrussa. Muitos dos seus dirigentes foram detidos, e em 2019 nenhum opositor foi eleito para o parlamento.
Os resultados das últimas quatro eleições presidenciais não foram reconhecidos como justos pelos observadores da Organização para a segurança e a cooperação na Europa (OSCE), que denunciaram fraudes e pressões sobre a oposição.
O uso de máscara vai passar a ser obrigatório em França, anunciou o Presidente da República, Emmanuel Macron numa entrevista na televisão, que disse haver sinais de que o novo coronavírus está a “ganhar um pouco de força”.
“Temos sinais de que o vírus está a ganhar novamente um pouco de força e é preciso prevenir e preparar. […] Logo, temos de continuar a aplicar os gestos barreira e aí temos algumas fraquezas. Nas próximas semanas vamos tornar obrigatório o uso de máscara em todos os lugares públicos fechados”, disse Macron, acrescentando que a medida entra em vigor a partir de 01 de agosto.
A luta contra a covid-19 foi um dos principais temas da entrevista concedida por ocasião da festa nacional do 14 de julho.
Segundo Emmanuel Macron, mesmo com sinais de aumento do número de casos no país, não se prevê um novo confinamento.
“Tomámos a medida mais radical que foi o confinamento. […] E isso revelou as injustiças. Não quero que isso aconteça novamente ao país e estamos a fazer tudo para evitar uma nova vaga e teremos uma abordagem diferenciada caso aconteça”, defendeu o chefe de Estado, indicando que haverá mais testes.
Quanto ao armazenamento de máscaras, ventiladores e medicamentos que foi um problema em março, o Presidente diz que há ‘stock’ para fazer frente a um novo pico.
E que, caso a situação se mantenha a níveis aceitáveis, o regresso à escola será feito quase normalmente.
“O regresso às aulas será o mais normal possível. Temos o desafio de chegar às crianças que mais sofreram com o confinamento. Os professores vão estar bem protegidos e a possibilidade de se adaptar caso o vírus regresse”, indicou.
O Presidente admitiu ainda que não tomaria cloroquina caso fosse diagnosticado porque “não há tratamento estável” conhecido para a covid-19.
Desde o início da pandemia, já morreram mais de 30 mil pessoas em França devido à covid-19 e mais de 170 mil casos já foram confirmados no país.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 573 mil mortos e infetou mais de 13,12 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), garante estar a trabalhar no sentido de localizar e responsabilizar os autores do atentado contra a vida do presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Agostinho Vuma.
Falando ontem em conferência de imprensa, Hilário Lole, do SERNIC, explicou que a instituição tomou conhecimento da ocorrência e, de imediato, deslocou-se ao local do crime para recolher evidências
“O SERNIC deslocou-se ao local para proceder com a recolha de indícios possíveis para a investigações no sentido de localizar os indivíduos que praticaram este acto macabro”, disse.
Solicitado a comentar sobre o curso das investigações, Lole escusou-se a entrar em detalhes, afirmando que “neste momento não podemos avançar com mais informações sobre este caso”.
No momento oportuno, o SERNIC irá convocar uma conferência de imprensa para dar a conhecer sobre o fim deste trabalho, assegurou a fonte.
Vuma foi vítima de uma tentativa de homicídio no sábado último, à saída do seu escritório, em Maputo, onde foi atingido por duas balas disparadas por indivíduos desconhecidos ainda a monte.
O presidente do CTA encontra-se, neste momento, sob cuidados intensivos no Instituto do Coração (ICOR) e o seu estado de saúde é descrito como estando “controlado”.
O Governo da Guiné-Bissau já disponibilizou cerca de 3,9 milhões de euros para o combate à pandemia provocada pelo novo coronavírus no país, disse em entrevista à Lusa o ministro das Finanças guineense, João Fadiá.
“Para o combate à covid-19, até à data, o Ministério das Finanças já disponibilizou mais de 2,6 mil milhões de francos cfa [cerca de 3,9 milhões de euros], quer à extinta comissão interministerial, ao Ministério da Saúde, bem como ao Alto Comissariado”, afirmou João Fadiá.
Segundo o ministro guineense, parte desse investimento foi feito na estruturação e criação de condições para receber e tratar doentes infetados, principalmente no Hospital Nacional Simão Mendes, em Bissau, hospital de referência do país.
“Graças a um esforço coordenado do Governo foram criadas as condições mínimas para o atendimento e tratamento dos cidadãos infetados“, salientou.
Desde que foram detetadas as primeiras infeções pelo novo coronavírus no país, em março, a Guiné-Bissau registou quase 2.000 casos, incluindo 26 vítimas mortais.
No âmbito da melhoria do setor de saúde no país, foi também recuperada a fábrica de oxigénio do Hospital Nacional Simão Mendes, bem como o serviço de cozinha para fornecer comida aos doentes internados.
O Governo decidiu igualmente passar a distribuir alguns medicamentos de forma gratuita nos serviços de urgência, na pediatria, maternidade e bloco operatório.
“Todas as intervenções cirúrgicas, as análises à malária e glicemia, transfusões sanguíneas e oxigénio, passaram igualmente a ser gratuitas. Reduziram-se drasticamente outros custos para os utentes, nomeadamente, as análises clínicas que passaram a custar somente 2.000 francos CFA [cerca de três euros] e as radiografias 2.500 francos CFA [quase quatro euros]”, explicou o ministro.
João Fadiá disse também que foram investidos cerca de 150 mil euros em obras de manutenção naquela unidade hospitalar.
Segundo o ministro, aquele investimento só foi feito devido à criteriosa gestão das contas públicas, que “tem conseguido programar de forma eficiente as despesas prioritárias”.
Para isso, acrescentou, contribuíram também, além de recursos do próprio Estado, apoios orçamentais pontuais do Banco da África Ocidental para o Desenvolvimento, Banco Central dos Estados da África Ocidental e emissões de Títulos de Tesouro.
“Os apoios do Banco Mundial, Banco Islâmico de Desenvolvimento e Fundo Mundial foram consignados diretamente às importações de produtos, materiais e equipamentos específicos de luta contra a covid-19″, disse.
Vinte pessoas morreram e foram confirmadas 49 infeções de Ébola no noroeste da República Democrática do Congo (RDCongo) desde que o surto foi declarado, em 1 de junho, anunciou esta terça-feira 14, a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Dos 49 casos, 46 foram confirmados em laboratórios e três são prováveis, uma vez que 11 pacientes foram curados, disse o escritório da OMS para África na sua conta da rede social Twitter, referindo-se a dados até segunda-feira.
A décima primeira epidemia desta doença altamente contagiosa na RDCongoafetaMbandaka, a capital da província de Equateur, com uma população de mais de um milhão de habitantes.
Esta área já sofreu o nono surto do vírus Ébola entre maio e julho de 2018, quando foram notificados 54 casos, incluindo 33 mortos e 21 sobreviventes.
Em 25 de junho, as autoridades congolesas declararam o fim da décima epidemia, que tinha devastado três províncias do nordeste do país (Kivu Norte, Kivu Sul e Ituri) desde 01 de agosto de 2018, com um total de 3.463 casos, 2.280 mortos e 1.171 sobreviventes, de acordo com os últimos números publicados pela OMS.
Trata-se da pior epidemia de Ébola da história da RDCongo e a segunda mais grave do mundo, depois da que devastou a África Ocidental de 2014 a 2016, causando a morte de 11.300 pessoas e mais de 28.500 casos, números que a OMS admite poderem ser conservadores.
A doença, descoberta na RDCongo em 1976 – então chamada Zaire – é transmitida por contacto direto com o sangue e fluidos corporais de pessoas ou animais infetados.
Provoca hemorragias graves e pode atingir uma taxa de mortalidade de 90%. Os seus primeiros sintomas são febre alta súbita, fraqueza grave e dores musculares, na cabeça e garganta, e vómitos.
A Chikweti Forest of Niassa, SA empresa de direito moçambicano, com escritório e complexo residencial em Lichinga, Niassa pretende recrutar um (1) Gestor Social, Terra e Comunidade. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Segurança Alimentar e Meios de Subsistência (FSL). Saiba mais.
A Arquitecturas Sem Fronteiras (ASF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Género da ASF na Província de Inhambane. Saiba mais.
A Arquitecturas Sem Fronteiras (ASF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista na Província de Inhambane. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
1. Vaga para Gestor Provincial de Programas
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Provincial de Programas. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro um (1) Assistente de Programa de Uniões Prematuras. Saiba mais.
A Soda Serviços, Lda uma empresa vocacionadas nas Áreas de Serigrafia, Gráfica, fornecimento de Uniformes, Brindes, e EPI’S, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Desenhadora Gráfica. Saiba mais.
O Fundo de Desenvolvimento da Economia Azul – ProAzul, FP pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Administradores Executivos para Conselho de Administração. Saiba mais.
A Imovisa S.A, Empresa de Gestão de Imóveis, Limpeza e Manutenção de Instalações,pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dezassete (17) Agentes de Limpeza. Saiba mais.
A Save the Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um () Assistentes de Gestão de Casos de Protecção da Criança. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Formadores de Pedreiros (Zona Sul). Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Formadores de Pedreiros (Zona Centro. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Formadores de Pedreiros (Zona Norte). Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Formadores de Pedreiros (Zona Norte). Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Instrutor/ Técnico de Pedagogia N1 (Zona Sul). Saiba mais.
Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) e a Fundação dos Parques da Paz (PPF), o Parque Nacional do Limpopo (PNL), pretende recrutar para reforçar o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Sistemas de Monitoria e Avaliação de Reassentamento. Saiba mais.
A AMODEFA pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Revisão e Actualização de Manuais de Procedimentos da AMODEFA. Saiba mais.
Imagens têm circulado nas redes sociais, onde os internautas mostram indignação para com a realidade brasileira, país onde “a cada 23 minutos morre um George Floyd”.
Um agente da polícia militar do Estado brasileiro de São Paulo foi filmado a pisar o pescoço de uma mulher negra como técnica de imobilização, num vídeo revelado durante o fim de semana numa reportagem da Globo.
As imagens foram captadas por moradores e mostram a mulher negra, de 51 anos de idade, deitada no chão, de bruços, enquanto o agente lhe pisa o pescoço, chegando mesmo a levantar o outro pé para colocar todo o peso do seu corpo sobre a mulher.
A vítima, que não foi identificada no programa, por razões de segurança, trabalha num bar e foi imobilizada pela polícia quando interveio na agressão policial a um amigo – incidente que não foi filmado e que aconteceu imediatamente antes.
O caso aconteceu a 30 de maio, mas as imagens só foram agora divulgadas, graças ao programa ‘Fantástico’, que foi emitido no domingo. Esta segunda-feira, o governador de São Paulo recorreu às redes sociais para indicar que os agentes envolvidos no caso foram “afastados” e responderão a um inquérito.
Estas imagens adquiriram muita repercussão nas redes sociais, onde os internautas as têm partilhado com a comparação ao caso do norte-americano George Floyd. “A cada 23 minutos morre um George Floyd no Brasil”, lê-se, numa referência ao levantamento que indica que, no país sul-americano, morre um jovem negro a cada 23 minutos.
Pelo menos 59 pessoas ficaram ligeiramente feridas num incêndio a bordo de um navio na Base Naval de San Diego, na costa oeste dos EUA, indicaram oficiais militares norte-americanos, num novo balanço.
Oincêndio no navio de guerra, que começou na manhã de domingo, obrigou ao tratamento hospitalar de 59 pessoas, incluindo 36 marinheiros e 23 civis, por exaustão, inalação de fumo e ferimentos ligeiros. Cinco pessoas que tinham estado num hospital sob observação já tiveram alta.
Centenas de marinheiros continuavam a combater as chamas na segunda-feira, tentando mantê–las afastadas dos 3,7 milhões de litros de petróleo a bordo do “USSBonhomme Richard”.
A Guarda Costeira norte-americana contratou uma tripulação de limpeza de petróleo para instalar um perímetro de contenção, caso o combustível seja derramado, e interrompeu a circulação de barcos a uma milha náutica do navio, além de voos sobre o navio.
Um alto funcionário da Marinha disse à agência norte-americana Associated Press que um sistema de supressão de incêndios estava inoperacional quando o fogo irrompeu no navio atracado em San Diego, na sequência de uma explosão.
O incêndio que deflagrou no domingo é um dos piores nos estaleiros da Marinha norte-americana nos últimos anos.
As chamas criaram uma nuvem de fumo de dimensões significativas, visível na cidade de San Diego.
Não são ainda conhecidas as causas da explosão na embarcação de 255 metros, alvo de manutenção de rotina na base naval.
Por essa razão, segundo Mike Rainey, estariam somente 160 pessoas a bordo, muito menos do que os milhares de oficiais habitualmente presentes quando o “USSBonhomme Richard” está em serviço ativo.
O Governo liderado pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teve uma influência negativa no estado global da liberdade de imprensa, após anos de ataques a esta, disse hoje o relator da ONU para a liberdade de expressão.
“Uma característica que sobressai nos últimos três, quatro anos, é a forma como este Presidente se tem dirigido aos media, denegrindo a imprensa e a liberdade de imprensa”, destacou o relator especial das Nações Unidas para a liberdade de opinião e expressão, David Kaye, citado pela agência Efe.
O relator da ONU, que falava durante uma conferência de imprensa em Genebra, Suíça, explicou que o sistema político dos Estados Unidos provou, finalmente, que é “mais frágil do que se pensava” na hora de defender a liberdade de imprensa e de controlar os ataques presidenciais.
David Kaye acrescentou que esses ataques são a “habitual desinformação a partir da Casa Branca” e a limitação de acesso dos jornalistas ao espaço.
O relator norte-americano, que na sexta-feira apresentou diante do Conselho de Direitos Humanos, em Genebra, um relatório sobre a deterioração da liberdade de imprensa devido à pandemia de covid-19, disse hoje faltar saber se a presidência de Donald Trump mantém ou não esta tendência.
“Ainda não sabemos se se trata de um vazio, uma anomalia da atual Administração, mas queremos que acabe”, sublinhou.
David Kaye manifestou também a sua preocupação pelo futuro da liberdade de imprensa e de informação em Hong Kong, após a entrada em vigor da lei de segurança nacional imposta pela China naquela ex-colónia britânica.
Na sexta-feira, o relator da ONU apresentou perante o Conselho dos Direitos Humanos a sua preocupação pelas restrições à informação que muitos governos impuseram durante a pandemia, que na sua opinião custaram muitas vidas.
“Morreram pessoas porque houve governos que mentiram, ocultaram informação, prenderam jornalistas, não expuseram a verdadeira gravidade da ameaça e criminalizaram pessoas com o pretexto de terem divulgado informação falsa”, denunciou David Kaye.
A ESCASSEZ de transporte público nas cidades de Maputo e Matola está a contribuir para o incumprimento das medidas de combate ao novo coronavírus nos terminais e paragens de passageiros.
Uma das regras mais difíceis de se cumprir é o distanciamento físico, uma vez que os utentes dos “chapas” chegam a ficar, segundo apurámos, cerca de quatro horas à espera de autocarros.
Com a eclosão da pandemia, os operadores tiveram a orientação de que deviam observar várias medidas, com enfoque para a redução,até metade,do número de autocarros a operar por dia, decisão que visava forçar as pessoas a ficarem em casa e só saíremem caso de extrema necessidade. A orientação foi-se mostrando inadequada porque, antes da eclosão da doença,já era difícil em alguns destinos ter acesso a um meio de transporte e,com a nova medida, o cenário ficou mais complicado ainda.
Face à situação, as autoridades tiveram de recuar na decisão, permitindo que os transportadores operassem com a máxima capacidade, isto é, com cerca de 380 autocarros que compõem a frota dos operadores privados.
No entanto, segundo as autoridades de Saúde, combater a Covid-19 passa, necessariamente, pela observância das medidas de prevenção e contenção, numa altura em que o número de infectados no país tende a aumentar.
O cumprimento das referidas medidas por parte dos cidadãos, com destaque para o distanciamento físico, tem sido “um bicho de sete cabeças” nos terminais e paragens intermédias.
Enquanto não chega qualquer autocarro os utentes ficam nas filas, algumas comcerca de um quilómetro, e o distanciamento não é observado, o que tem propiciado ocontacto físico. Actualmente, ter acesso a um autocarro é um exercício penoso, sobretudo nas horas de ponta. Aliás, as pessoas aguardam pelo transporte por várias horas e acabam sentando, apertadas, nos bancos montados em algunsterminais.
O Grande Hotel, na cidade da Beira, onde residem milhares de pessoas está em vias de transformar-se num grande foco de propagação da Covid-19,dada a precariedade das condições em que vivem aqueles cidadãos que disputam um espaço que se tornou demasiadamente exíguo.
O “Notícias” testemunhou há dias no local que, logo nas escadas do acesso principal, o distanciamento físico é ignorado, com crianças e adultos a abandonarem os seus “apartamentos”concentrando-se em pequenos grupos para tomarem raios solares em redor do lixo e imundície espalhado pelo chãoo que constitui uma das marcas do Grande Hotel.
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