Se está à procura do próximo grande filme de ação da Netflix como Extraction ou The Old Guard, então é melhor marcar no calendário a estreia de Army of the Dead (‘Exército dos Mortos’, em português) no dia 21 de maio.
O filme conta com o ex-wrestler e ator Dave Bautista enquanto protagonista e é realizado por Zack Snyder, nome conhecido por filmes como ‘300’, Sucker Punch e Dawn of the Dead. Como pode ver pelo trailer (abaixo), Army of the Dead tem lugar numa versão destruída de Las Vegas consumida por mortos vivos.
Snyder é bem conhecido por cenas de ação e cenas em câmara lenta e, a julgar pelo trailer, Army of the Dead promete não desiludir.
A sonda Parker Solar Probe foi lançada em 2018 com a missão de estudar o Sol mas, no caminho até ao seu objetivo captou uma fotografia de grande beleza da Vénus. Mais interessante ainda, é o facto desta fotografia exibir o lado obscuro deste planeta.
A fotografia que pode ver abaixo foi captada em julho de 2020 a uma distância de 12.400km de Vénus durante a terceira aproximação (num total de sete) ao planeta. Estas aproximações foram usadas pelos responsáveis pela missão do Parker Solar Probe para aproximar a sonda do Sol.
O objetivo da NASA é que a Parker Solar Probe esteja a 6 milhões de quilómetros de distância da superfície do Sol, a menor distância alguma vez atingida por uma missão especial. A sonda só deverá estar a esta distância em 2025.
O YouTube anunciou estar a trabalhar em novos controlos parentais destinados a pré-adolescentes e adolescentes, nomeadamente uma forma que permita aos pais e encarregados de educação supervisionar as contas dos mais jovens.
O objetivo é criar um modelo de supervisão que se adeque a utilizadores que, apesar de já não terem idade para o YouTube Kids, ainda não estejam preparados para todo o conteúdo que a plataforma original possa apresentar.
Os pais e encarregados de educação que estejam responsabilizados pela supervisão das contas dos mais jovens poderão escolher entre três definições, as quais ‘abrem’ cada vez mais e progressivamente o tipo de conteúdo disponível. Sabe-se que o YouTube fará uso de ‘machine learning’, ‘feedback’ dos utilizadores e moderadores humanos para determinar que tipo de vídeos serão exibidos.
Conta o Engadget que o YouTube espera realizar uma beta pública para este modelo de supervisão nos próximos meses.
A União Europeia declarou na quinta-feira (25) persona non grata a chefe da missão venezuelana no bloco comunitário, Claudia Salerno, depois que a Venezuela fez o mesmo com a embaixadora europeia no país, a portuguesa Isabel Brilhante Pedrosa.
“A União Europeia considera esta declaração totalmente injustificada e contrária ao objetivo da União de desenvolver relações e construir parcerias em países terceiros”, declarou o Conselho Europeu em comunicado.
A decisão, segundo a nota oficial, foi tomada por iniciativa do Alto Representante da União para Assuntos Exteriores e Política de Segurança, Josep Borrell. Além de ser chefe da missão da Venezuela na UE, Salerno é embaixadora na Bélgica e em Luxemburgo.
Crise diplomática
O governo de Nicolás Maduro ordenou ontem a expulsão de Brilhante Pedrosa, uma medida que o próprio presidente do país vizinho já havia adotado em junho ano passado, mas que foi revertida apenas três dias depois. Desta vez, a decisão foi emitida pelo ministro das Relações Exteriores, Jorge Arreaza, que informou à representante do bloco que ela tinha 72 horas para deixar o território venezuelano.
A medida era esperada desde terça-feira, quando o Parlamento exigiu que o governo a expulsasse em resposta às últimas sanções do grupo comunitário.
O ‘concept’ criado por Waqar Khan foi inspirado em pormenores dos mais recentes topos de gama da Samsung.
A Samsung já adiantou que pretende lançar novos smartphones de ecrã dobrável ao longo do ano, não tendo ainda todavia anunciado oficialmente qualquer novo modelo. Não obstante, o designer Waqar Kahn decidiu criar um ‘concept’ que ilustra o que será o aspeto mais provável do Galaxy Z Flip 3.
Como pode ver pelas imagens na galeria acima, este ‘concept’ do Galaxy Z Flip 3 mantém o design em ‘concha’ ao mesmo tempo que integra alguns pormenores dos mais recentes topos de gama da Samsung.
O módulo de câmara, por exemplo, parece saído diretamente do Galaxy S21 e S21+. De notar que não há qualquer indicação de que este design seja adotado pela Samsung, pelo que teremos de esperar pelo anúncio oficial do dispositivo.
Acredita-se que a Samsung está a planear uma revelação para junho ou julho.
O secretário geral das Nações Unidas anunciou ontem (25) o prolongamento por dois anos do mandato do Tribunal Especial para o Líbano, que investiga o assassinato do ex-primeiro ministro libanês Rafik Hariri.
Segundo o porta-voz da ONU, Stephane Dujarric, a extensão terá início a 1 de março, mantendo-se a organização empenhada em apoiar a punição judicial dos responsáveis pelo assassinato de Hariri e outros crimes semelhantes no Líbano.
Baseado na Holanda, o Tribunal Especial condenou em dezembro, ”in absentia”, um membro do grupo terrorista Hezbollah, Salim Ayyash, a uma pena de prisão perpétua, por envolvimento na morte de Hariri, em 2005, num atentado à bomba na marginal de Beirute.
Três outros elementos do Hezbollah foram ilibados no mesmo processo. Na sequência do atentado, que motivou protestos da população contra os militares sírios, a Síria acabou por retirar o seu contingente no país vizinho, onde se encontrava há 29 anos. Desde que foi criado, o Tribunal foi incumbido de investigar outros 14 assassinatos no Líbano.
Numa carta ao Conselho de Segurança, de 19 de fevereiro, o secretário geral António Guterres afirma que a presidente do Tribunal, a juíza Ivana Hrdlickova, o informou em novembro que os trabalhos não estariam concluídos até ao final do mandato, no final de fevereiro, tendo solicitado uma extensão do mandato por mais dois anos para “avançar significativamente” os trabalhos.
O Tribunal tem vindo a enfrentar problemas financeiros, dado que o Líbano, que é responsável por 49% das despesas, se encontra numa severa crise económica e financeira, e que os restantes 51% resultam de contribuições voluntárias, que não têm surgido apesar de apelos do secretário geral.
Guterres pretende agora pedir 25 milhões de dólares à Assembleia Geral a título de “subvenção” para cobrir temporariamente o défice esperado este ano.
O Governo português formalizou, ontem (25), a recandidatura de António Guterres para um segundo mandato de cinco anos como secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
O secretário-geral da ONU teve uma actuação “exemplar” e uma “liderança firme”, disse o primeiro-ministro, António Costa, que assinou a carta de formalização da proposta do executivo português.
O documento foi enviado ao presidente da Assembleia-Geral da ONU, o diplomata turco Volkan Bozkir, e à presidência do Conselho de Segurança, este mês assegurada pelo Reino Unido.
“Ao longo dos últimos cinco anos, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, serviu de uma forma exemplar às Nações Unidas, a sua Carta, os seus valores. Encheu seguramente Portugal de orgulho, mas, sobretudo, devolveu força a valores fundamentais que o Humanismo que inspirou a Carta das Nações Unidas precisa de ver devidamente promovidos e defendidos”, afirmou António Costa.
Aliás, António Guterres recebeu um telefonema do próprio Presidente da República. Para Marcelo Rebelo de Sousa, a recandidatura de Guterres “é uma excelente notícia para as Nações Unidas, porque demonstrou ser um brilhante secretário-geral”, e também “é uma excelente notícia para Portugal, porque é um português de enorme valor”.
O mandato de Guterres como secretário-geral da ONU iniciou-se em 1 de Janeiro de 2017 e termina em 31 de Dezembro. Em Janeiro deste ano, o secretário-geral da ONU anunciou a sua disponibilidade para cumprir um segundo mandato de cinco anos, entre 2022 e 2026.
As Nações Unidas deram início, este mês, ao processo formal de selecção do próximo secretário-geral da organização, ao pedirem aos 193 Estados-membros que submetessem os nomes de candidatos ao cargo.
Israel congelou a distribuição dos excedentes das vacinas para a covid-19 a Estados aliados em particular, anunciou ontem (25) o Ministério da Justiça israelita, enfatizando que as autoridades competentes deveriam examinar se tal medida faz parte das prerrogativas do primeiro-ministro.
Terça-feira, o chefe do executivo israelita, Benjamim Netanyahu, anunciou o envio de uma “quantidade limitada” de vacinas não utilizadas para os palestinianos e também a outros países, em que dois deles anunciaram o reforço da presença diplomática em Jerusalém.
Ontem à noite, o Ministério da Justiça israelita referiu que, atendendo a pedidos da população, o Procurador-Geral está a verificar se as vacinas foram enviadas para o exterior do país sem autorização.
Num comunicado, o ministério adiantou que o conselheiro de Segurança Nacional Meir Ben-Shabbat pediu aconselhamento jurídico ao Procurador-Geral sobre a decisão de doar as vacinas.
Segundo o comunicado, Ben-Shabbat informou o Procurador-Geral que foi dada uma ordem para o “congelamento de todas as atividades relacionadas com a questão”.
Um funcionário do gabinete do primeiro-ministro confirmou que Netanyahu tem conhecimento do pedido de Ben-Shabbat, salientando, contudo, não existir nenhuma falta de doses de vacinas para os israelitas e que a quantidade definida para as doar a países estrangeiros é “simbólica e dá uma boa imagem de Israel no mundo”.
Israel já enviou 2.000 das 5.000 doses para a Cisjordânia ocupada para os profissionais de saúde da Autoridade Palestiniana, decisão aprovada pelo Comité de Segurança Ministerial e pelo Procurador-Geral.
O ministro da Defesa israelita, Benny Gantz, criticou a decisão de Netanyahu e, ao opor-se, exigiu a imediata suspensão do processo.
Numa carta ao chefe do executivo, Gantz solicitou uma reunião “sem demora” do Gabinete de Segurança israelita para rever a decisão, que “deve passar por canais e processos democráticos para evitar prejudicar a segurança de Israel” e os interesses no estrangeiro.
O fornecimento de vacinas compradas por Israel a países terceiros – entre os quais está as Honduras, onde chegaram hoje milhares de doses doadas pelos israelitas – “nunca foi abordado” nos órgãos governamentais “relevantes”, denunciou o ministro da Defesa em comunicado.
No documento, Gantz salienta que as doses são um “ativo nacional” e que o facto de Netanyahu ter tomado a decisão de doar parte do lote acumulado a outros Estados é prejudicial, já que “a maioria da população em Israel ainda não recebeu a segunda vacina”.
Israel lidera a vacinação mundial por percentagem de população inoculada, com mais de 4,5 milhões de pessoas com a primeira dose e 3,2 milhões com a segunda, numa população de cerca de nove milhões de pessoas.
A reação de Gantz chegou depois de Netanyahu ter anunciado, na terça-feira, ter enviado vacinas a outros países que, segundo a imprensa local, são alguns dos principais aliados de Israel, a quem recompensaria pelo apoio diplomático ao Estado hebreu.
Entre eles, além das Honduras, estariam também a Guatemala, Hungria ou República Checa.
A Guatemala, assim como os Estados Unidos, mudou a sua embaixada para Jerusalém em 2018, e as autoridades hondurenhas, húngaras e checas prometeram seguir o mesmo caminho e já abriram escritórios com estatuto diplomático na Cidade Santa.
Israel considera esta cidade no seu conjunto como a sua capital, enquanto os palestinianos reclamam a parte oriental como capital do seu futuro Estado.
A comunidade internacional continua a referir-se a Jerusalém Oriental como território ocupado e anexado.
A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.498.003 mortos no mundo, resultantes de mais de 112,5 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Os Estados Unidos da América (EUA) realizaram um ataque aéreo contra uma “infraestrutura utilizada por milícias apoiadas” por Teerão no leste da Síria, anunciou o Pentágono.
“Os ataques foram autorizados em resposta a ataques recentes contra funcionários dos Estados Unidos e da Coligação no Iraque, e ameaças contínuas contra estes funcionários”, disse o porta-voz do Departamento da Defesa dos EUA, John Kirby, em comunicado.
O ataque aéreo contra uma “infraestrutura utilizada por milícias apoiadas pelo Irão no leste da Síria” é a primeira ação militar conhecida sob a égide do Presidente Joe Biden, que iniciou o mandato no final de janeiro.
A lagarta do funil do milho devastou 143 hectares desta cultura e pelo menos 60 famílias camponesas queixam-se de prejuízos no distrito de Mocuba, província da Zambézia.
A lagarta do funil do milho é uma praga migratória, que ataca mais de 80 diferentes tipos de culturas, incluindo o arroz, mapira, trigo e cana-sacarina. O milho é seu principal hospedeiro.
Florentino Cardoso, director dos Serviços Distritais de Actividades Económicas, disse que devido ao problema, os produtores foram orientados a pulverizar as machambas e recorrer a outras formas mecânicas para combater a praga.
O governo distrital já está no terreno para mitigar a situação que ameaça comprometer a produção do milho. Prevê-se produzir 763 toneladas na campanha agrária em curso.
Em Moçambique, a lagarta do funil do milho foi detectada em princípios de 2017, no distrito de Changara e na cidade de Tete, província de Tete; Chimoio, Vanduzi, Catandica e Manica, em Manica; distritos Bilene, Chicualacuala e Xai-Xai, em Gaza. Quem o diz é o Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural, no seu sítio na internet.
O Comité de Ética da FIFA concluiu o processo de investigação à atribuição do Mundial2006 à Alemanha sem elaborar qualquer acusação a três dos dirigentes envolvidos, por prescrição do prazo, anunciou ontem (25) e o organismo em comunicado.
Em 22 de março de 2016, o Comité de Ética abriu um processo de investigação ao presidente do comité organizador do Mundial2006, Franz Beckenbauer, ao ex-presidente da Federação Alemã de Futebol (DFB), Theo Zwanziger, e ao ex-secretário-geral da DFB Helmut Horst Schmidt, entre outros.
Em causa estavam possíveis pagamentos irregulares e contratos para ganhar vantagem na atribuição do Mundial2006 à Alemanha e financiamento associado, em violação de vários artigos do Código de Ética da FIFA.
Segundo o organismo que tutela o futebol mundial, Beckenbauer, Zwanziger e Schmidt teriam pagado, em 2002, 10 milhões de francos suíços ao qatari Mohamed bin Hammam – um ex-funcionário da FIFA que se encontra suspenso — em nome do comité organizador do Campeonato do Mundo.
Em 2000, a Alemanha ganhou o direito de organizar o Campeonato do Mundo de 2006, vencendo a candidatura da África do Sul por apenas um voto (12 contra 11), em virtude da abstenção do neozelandês Charles Dempsey, que, dias depois, revelou ter recebido várias ameaças antes da votação.
“Apesar da tendência de descida” das novas infecções, “o número de pessoas a morrer está a aumentar”, alertou o director do Centro para a Prevenção e Controlo de Doenças da União Africana (UA), John Nkengasong, na quinta-feira (25).
Ao menos 21 dos 54 países do continente têm agora taxas de letalidade superiores à média mundial, disse o responsável, que falava na conferência de imprensa semanal e adiantou que a taxa de letalidade associada ao novo Coronavírus em África aumentou de 2,6% para 2,7% na última semana.
Segundo John Nkengasong, escreve, 21 países do continente têm agora taxas de letalidade acima dos 2,2% da média mundial de mortes por COVID-19.
O continente, que contabiliza 3,8 milhões de casos desde o início da pandemia (3,5% dos casos mundiais) e 102.470 mortes, registou nas últimas quatro semanas uma descida de 19% de novas infecções.
No mundo, os cinco países mais populosos, África do Sul, Nigéria, Egito, Etiópia, Quénia e República Democrática do Congo, registaram uma quebra de 36% no número de novos casos.
Mas, se na África do Sul, Nigéria e Egito a tendência é de decréscimo, na Etiópia e no Quénia o número de novas infecções está a subir, acrescenta. O continente regista uma taxa de recuperação de 89%, o que equivale a mais de 3,4 milhões de doentes que sobreviveram à doença.
África do Sul, Marrocos, Tunísia, Egito e Etiópia mantêm-se como os países mais afectados pela pandemia.
O Benfica perdeu ontem (25) com o Arsenal por 3-2 e falhou o apuramento para os oitavos de final da Liga Europa de futebol, numa partida disputada em Atenas, casa emprestada da equipa inglesa.
No encontro da segunda mão dos 16 avos de final da competição, disputado na Grécia devido às restrições causadas pela pandemia de covid-19, o Arsenal adiantou-se com um golo de Aubameyang, aos 21 minutos, mas o Benfica respondeu e deu a volta ao marcador, com golos de Diogo Gonçalves (43) e Rafa Silva (61).
No entanto, o Arsenal acabou por marcar por mais golos, por Kieran Tierney, aos 67, e de novo por Aubameyang, aos 87, que ‘bisou’ na partida e garantiu o apuramento da equipa inglesa para a fase seguinte da Liga Europa.
Na primeira mão, Benfica e Arsenal tinham empatado 1-1, numa partida disputado em Roma, ‘casa’ emprestada dos ‘encarnados’.
A Juventus, de Cristiano Ronaldo, apresentou um prejuízo de 113 milhões de euros nas suas contas do segundo semestre de 2020, estimando que cerca de 50 milhões estão relacionados com a pandemia de covid-19.
O adversário do FC Porto nos oitavos de final da Liga dos Campeões apresentou ontem (25) um prejuízo de 113 milhões de euros, mais do que duplicando as perdas de 50,3 milhões relativas ao mesmo período de 2019, ainda sem pandemia.
“Nesta situação, espera-se que o exercício de 2020-2021, que, ao contrário do ano anterior, está totalmente condicionado pelos efeitos da pandemia, tenha perdas, também devido ao notável impacto do encerramento do estádio e as demais medidas cautelares impostas pelas autoridades, que penalizam os bilhetes para os jogos e venda de produtos”, referiu o clube.
Os campeões transalpinos registaram ainda uma redução do seu património líquido, que passou de 239 milhões de euros em 30 de junho para os 125 milhões de euros no fim do ano.
De acordo com o comunicado oficial da ‘vecchia signora’, as perdas verificaram-se na generalidade das áreas, incluindo 55 milhões pela queda nos lucros gerados pelos direitos dos futebolistas e 39 milhões pelo efeito que a pandemia do coronavírus teve nos “bilhetes para jogos e venda de produtos”.
Segundo a Juventus, estas perdas foram parcialmente compensadas por um aumento de rendimentos nos direitos televisivos, em cerca de 27 milhões de euros.
De igual modo, a pandemia estimulou as vendas online que cresceram 60%.
No total, segundo estima a Juventus, o impacto total da pandemia nas suas contas do semestre foi de cerca de 50 milhões de euros.
Em 09 de março a Juventus recebe na Liga milionária o FC Porto, que se impôs no Dragão por 2-1.
Esperança Bias, presidente da Assembleia da República, espera que a sessão aberta na quinta-feira (25) seja de consensos e urbanidade durante a discussão dos 26 pontos agendados. Mas foi a pandemia da COVID-19 que dominou os discursos das três bancadas parlamentares. A “oposição” critica a gestão do Governo à pandemia, enquanto a Frelimo dá nota positiva.
Perguntas ao Governo, Informe da Procuradora-Geral da República sobre o Estado Geral da Justiça, Conta Geral do Estado de 2019 e a apreciação na generalidade e especialidade de propostas de lei, com destaque para a legislação sobre a de Comunicação Social, são alguns pontos para a terceira sessão ordinária da Assembleia da República, na sua nona legislatura.
A sessão plenária inaugural aconteceu e serviu de oportunidade para a presidente da Assembleia da República, Esperança Bias, chamar atenção dos parlamentares para um comportamento ordeiro.
“É nossa expectativa que a presente sessão seja produtiva e privilegie mais o debate político democrático, a troca de ideias e argumentos, num ambiente de decoro parlamentar, de civismo e urbanidade, de modo que sejamos um exemplo para o cidadão e este se sinta bem representado e respeitado”, apelou Esperança Bias, assegurando que “o trabalho que tem sido realizado nos círculos eleitorais vai servir de fonte para a melhoria do nível dos nossos debates nas comissões de trabalho e no plenário”.
A COVID-19, um tema da actualidade e por isso incontornável, não passou ao lado nos discursos inaugurais desta sessão.
”É nossa expectativa que os países africanos consigam obter a vacina contra a COVID-19 e em condições acessíveis para a imunização da população do continente”, disse a chefe da “Casa do Povo”. Esperança Bias enalteceu o trabalho e a dedicação dos profissionais de saúde no tratamento dos doentes do novo Coronavírus e, por isso, deixou um apelo aos parlamentares.
O apelo “aos senhores deputados da Assembleia da República” é no sentido de “contribuírem com um valor monetário em apoio ao trabalho dos profissionais de saúde, pelo empenho e abnegação do serviço prestado aos moçambicanos e à nossa pátria, são merecedores da nossa sincera e profunda gratidão”.
Depois de já ter vencido por 2-0 em Braga, no jogo da primeira mão, a Roma voltou a bater a equipa portuguesa e qualificou-se para a fase seguinte da Liga Europa.
O Braga perdeu com a Roma, treinada pelo português Paulo Fonseca, por 3-1 e falhou o apuramento para os oitavos de final da Liga Europa, numa partida disputada em Itália.
No encontro da segunda mão dos 16 avos de final da competição, a Roma adiantou-se no marcador aos 23 minutos, com um golo do bósnio Djeko, e ampliou a vantagem aos 75, por intermédio do espanhol Carles Perez, com o Sporting de Braga a reduzir aos 88, através de um autogolo de Cristante, antes de Borja Mayoral, aos 90+1, fixar o resultado.
Depois de já ter vencido por 2-0 em Braga, no jogo da primeira mão, a Roma voltou a bater a equipa portuguesa e qualificou-se para a fase seguinte da Liga Europa.
O único grupo prioritário já determinado para imunização com parte das 200 mil doses da vacina contra a COVID-19, que na quarta-feira (24) chegou ao país, são os profissionais de saúde. O director-geral do Instituto Nacional de Saúde diz que os outros grupos estão definidos no plano nacional de vacinação, ainda por divulgar nos próximos dias. Ilesh Jani avança, porém, que os idosos, as pessoas com diabetes estão também na lista de prioridades.
Existe um plano nacional de vacinação contra a COVID-19. Está na fase final de validação e é um plano nacional, que tem em conta toda a questão da vacinação, não só desta remessa [de 200 mil doses da vacina] que chegou agora, mas um plano nacional que inclui outros aspectos como coordenação do processo, cadeia de abastecimento e comunicação e monitoria. O plano nacional de vacinação será aprovado e eu penso que dentro de dias o Ministério da Saúde irá fazer a devida validação.
O plano será divulgado dentro de dias. O plano tem vários elementos e muitos deles são tratados para todas as vacinas. Eu lembro que nós temos um programa alargado de vacinação aqui no país, desde o início da década de 80, e a vacina não é uma tecnologia nova do país.
O nosso programa alargado de vacinação cobre o país inteiro e há uma experiência de quatro décadas de trabalhar com vacinas. Eu penso que o plano vai agregar alguns aspectos específicos da vacina, mas na maior parte este plano inclui uma série de elementos que são normais em vacinas. No nosso país são vacinadas mais de um milhão de crianças todos os anos.
Portanto, a vacina não é uma nova tecnologia em Moçambique. Eu penso que não é preciso dramatizar a questão do plano. Este será divulgado no seu tempo. O importante é que nós compreendamos qual é o papel da vacina no controlo da COVID-19 e como nos unimos como país por trás dessa primeira fase de vacinação que vai contemplar os profissionais de saúde.
O Fundo Africano para Mudanças Climáticas, apoiado pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), aprovou uma doação de 600 mil dólares a Moçambique, para implementação de projetos de resiliência às mudanças climáticas em comunidades da província da Zambézia.
“Este projeto visa contribuir para a identificação de modelos de resiliência climática a nível das comunidades, que são necessários para alimentar Moçambique”, disse Pietro Toigo, representante residente do BAD, citado no comunicado do Banco, enviado hoje à comunicação social.
Trata-se de um projeto que visa melhorar os sistemas de subsistência dos habitantes de 10 comunidades rurais e vulneráveis, cerca de 100 famílias, que residem nas zonas costeiras e marinhas daquela província do centro de Moçambique.
As comunidades são da Área de Proteção Ambiental das Ilhas Primeiras e Segundas, no distrito de Pebane e na zona tampão do distrito de Mocubela, na província da Zambézia.
Segundo o documento, o projeto, alinhado com as prioridades locais e da província, vai capacitar mulheres e jovens para implementar iniciativas de “baixo carbono e de recuperação de ecossistemas degradados”.
O projeto, que arrancou em finais de 2020 e tem duração de dois anos, irá promover um sistema integrado de agricultura, agrossilvicultura, piscicultura e apicultura, segundo o comunicado.
O país atravessa a época chuvosa e ciclónica, que ocorre entre os meses de outubro e abril, com ventos oriundos do Índico e cheias com origem nas bacias hidrográficas da África Austral.
Os desastres naturais dos últimos meses afetaram profundamente o centro e sul de Moçambique, nas províncias de Sofala, Manica, parte sul da Zambézia, Inhambane e Gaza.
Os mais graves foram a tempestade Chalane, no final de 2020, e o ciclone Eloise, em janeiro, com um balanço oficial total de 19 mortos. Relatos de autoridades locais apontam para o dobro.
No último fim de semana, o ciclone Guambe passou ao largo da costa moçambicana e afetou vários distritos da zona sul.
O Presidente da República portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, falou ao país, ontem (25), e disse que “é muito tentador defender desconfinar o mais rápido possível”, apesar da redução significativa do número de infecções e mortos nos últimos 15 dias.
Para Marcelo Rebelo de Sousa, é preciso “que se estude e se prepare com tempo e bem o dia seguinte, sem precipitações, (…) para não se repetir o que já se conheceu. Planear o futuro é essencial, mas desconfinar a correr por causa dos números destes dias será tão tentador quanto leviano, até porque sabemos: os números crescem mais depressa do que descem”.
“Nesta situação é muito tentador defender que há que abrir e desconfinar o mais rápido possível, e as escolas seriam o setor mais proposto para o início da abertura”, afirmou Marcelo, enumerando as razões para que tal acontecesse. “A economia e a sociedade sofrem uma crise profunda, cultura, movimento associativo, hotelaria, restauração, muito comércio, sofrem ainda mais. A saúde mental está crescentemente abalada. As escolas vêem o segundo ano letivo atropelado”, reconheceu.
Os argumentos de quem defende um desconfinamento “têm lógica” e é “muito sedutor”.
“É mesmo o mais sedutor perante o cansaço destas exigentes semanas”, sublinhou o estadista. “Há, porém, um outro prato na balança: o número de internados ainda é quase o dobro do indicado por intensivistas que estão no terreno; o número de cuidados intensivos é mais do dobro do aconselhado para evitar riscos de um novo sufoco. Nunca se pode dizer que não há recaída (…)”.
Marcelo lembrou ainda, sobre esta matéria, que os números que nos colocaram como piores do mundo não são de há um ano ou de há meses, são de há um mês, três semanas. Tal como de há três semanas são as filas de ambulâncias à porta dos hospitais. “Pior mesmo (…) é se tivermos de regressar ao que acabamos de viver daqui a semanas ou meses”.
A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) alertou na quinta-feira (25) para a situação de milhares de deslocados de guerra dispersos em áreas de “acesso impossível”, devido à insegurança, na província moçambicana de Cabo Delgado, defendendo uma abordagem inclusiva na assistência humanitária.
“Temos quatro distritos de acesso impossível para a assistência humanitária a milhares de deslocados em Cabo Delgado”, afirmou Alain Kassa, representante da MSF em Moçambique.
Alain Kassa falava num seminário sobre a situação humanitária em Cabo Delgado, organizado pelo Instituto de Estudos Económicos e Sociais (IESE), uma entidade moçambicana de pesquisa independente.
Os distritos de Mocímboa da Praia, Muidumbe, Macomia e Quissanga, na província de Cabo Delgado, região norte, são os que acolhem refugiados sem acesso a nenhum tipo de assistência humanitária, porque são os mais duramente atingidos pela ação de grupos armados, afirmou.
Citando dados das Nações Unidas e do Governo moçambicano, o representante da MSF apontou que mais de 600 mil pessoas fugiram dos distritos afetados pelo conflito armado para distritos seguros na província de Cabo Delgado e nas províncias vizinhas de Nampula e Niassa, norte, e Sofala e Zambézia, centro.
“A assistência humanitária que tem sido prestada aos deslocados em centros de reassentamento é insuficiente, porque não têm sido canalizados apoios à altura das necessidades”, destacou.
A alimentação, água, cuidados de saúde, higiene, atividades de geração de renda e abrigo constituem os bens necessários com maior urgência para os deslocados da violência armada em Cabo Delgado, apontou Alain Kassa.
Kassa referiu igualmente a necessidade de vacinação dos deslocados de guerra, contra várias doenças, como outras das carências com que as vítimas da guerra naquela região se debatem.
Sobre as necessidades financeiras para a assistência humanitária às vítimas do conflito armado, o representante da MSF apontou dados das Nações Unidas, cuja última atualização fixou em 35,5 milhões de dólares (29 milhões de euros) o montante necessário para uma resposta humanitária rápida.
Por seu turno, Fonseca Mateus, padre e antropólogo residente na cidade de Pemba, capital de Cabo Delgado, defendeu a necessidade de criação de condições de ocupação para adolescentes e jovens, visando impedir o seu recrutamento por grupos armados na região.
“Se se diz que o desemprego e falta de ocupação foram favoráveis ao recrutamento de jovens para os terroristas, então tem de se proporcionar ocupação aos jovens e adolescentes obrigados a fugir dos distritos afetados pela violência”, declarou Fonseca Mateus.
A situação, prosseguiu, vai encorajar os jovens e adolescentes deslocados a abandonarem os locais de acolhimento e a entregar-se a atividades nocivas.
O número de deslocados devido ao conflito armado em Cabo Delgado, no norte de Moçambique, subiu em dezembro para 670 mil pessoas, anunciaram as Nações Unidas na mais recente atualização de dados compilados pelas agências humanitárias.
Além das pessoas que fugiram das suas casas, na maioria crianças e jovens, muitas comunidades que os recebem estão sob pressão e estima-se que haja 950 mil pessoas “a enfrentar fome severa” nas províncias de Cabo Delgado, Niassa e Nampula – sendo 242 mil crianças com desnutrição grave.
Os ataques armados crescem desde 2017, alguns foram reivindicados pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico desde há ano e meio, mas não há certezas sobre quem está por detrás da violência organizada que tem sido combatida pelas Forças Armadas e de Defesa de Moçambique (FADM).
Cabo Delgado é uma região rica em pedras preciosas, madeiras e local onde avança o maior investimento privado de África, para extração de gás natural a partir de 2024.
Diversos relatórios internacionais indicam que a costa da província também faz parte de uma das rotas de tráfico de droga, sobretudo heroína.
Populares da aldeia de Mapate, no distrito de Muidumbe, província de Cabo Delgado, relataram ontem o rapto de duas pessoas por supostos terroristas durante...
O Município de Montepuez suspendeu o transporte público de passageiros em resposta à crise de combustíveis que afecta a segunda maior cidade de Cabo...