Sociedade Parlamento abre terceira sessão ordinária com apelos ao civismo

Parlamento abre terceira sessão ordinária com apelos ao civismo

Esperança Bias, presidente da Assembleia da República, espera que a sessão aberta na quinta-feira (25) seja de consensos e urbanidade durante a discussão dos 26 pontos agendados. Mas foi a pandemia da COVID-19 que dominou os discursos das três bancadas parlamentares. A “oposição” critica a gestão do Governo à pandemia, enquanto a Frelimo dá nota positiva.

Perguntas ao Governo, Informe da Procuradora-Geral da República sobre o Estado Geral da Justiça, Conta Geral do Estado de 2019 e a apreciação na generalidade e especialidade de propostas de lei, com destaque para a legislação sobre a de Comunicação Social, são alguns pontos para a terceira sessão ordinária da Assembleia da República, na sua nona legislatura.

A sessão plenária inaugural aconteceu e serviu de oportunidade para a presidente da Assembleia da República, Esperança Bias, chamar atenção dos parlamentares para um comportamento ordeiro.

“É nossa expectativa que a presente sessão seja produtiva e privilegie mais o debate político democrático, a troca de ideias e argumentos, num ambiente de decoro parlamentar, de civismo e urbanidade, de modo que sejamos um exemplo para o cidadão e este se sinta bem representado e respeitado”, apelou Esperança Bias, assegurando que “o trabalho que tem sido realizado nos círculos eleitorais vai servir de fonte para a melhoria do nível dos nossos debates nas comissões de trabalho e no plenário”.

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A COVID-19, um tema da actualidade e por isso incontornável, não passou ao lado nos discursos inaugurais desta sessão.

”É nossa expectativa que os países africanos consigam obter a vacina contra a COVID-19 e em condições acessíveis para a imunização da população do continente”, disse a chefe da “Casa do Povo”. Esperança Bias enalteceu o trabalho e a dedicação dos profissionais de saúde no tratamento dos doentes do novo Coronavírus e, por isso, deixou um apelo aos parlamentares.

O apelo “aos senhores deputados da Assembleia da República” é no sentido de “contribuírem com um valor monetário em apoio ao trabalho dos profissionais de saúde, pelo empenho e abnegação do serviço prestado aos moçambicanos e à nossa pátria, são merecedores da nossa sincera e profunda gratidão”.

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