O ex-ministro do Interior italiano Matteo Salvini será julgado em Itália pelo alegado sequestro de pessoas por ter bloqueado o desembarque, em Agosto de 2019, de migrantes que estavam a bordo do navio humanitário “Open Arms”.
A decisão foi deliberada este sábado por um juiz do Tribunal de Palermo (Sicília), depois de o Ministério Público ter confirmado a acusação e a defesa de Salvini (líder da extrema-direita italiana) ter alegado que a decisão assumida no verão de 2019 tinha sido tomada pelo conjunto do Governo italiano em funções e não apenas pelo então titular da pasta do Interior.
O julgamento terá início a partir de 15 de Setembro, segundo avançaram vários meios de comunicação locais.
O líder do partido de extrema-direita Liga, quando integrou o executivo italiano, então numa aliança governamental que mantinha com o Movimento 5 Estrelas (M5S, antissistema), tutelava a pasta do Interior e era vice-primeiro-ministro.
Na altura, Salvini aplicou uma “política de portos fechados”, estratégia que impedia o desembarque de migrantes em território italiano e que, segundo sempre assegurou, foi aplicada para tentar pressionar o resto dos Estados-membros da União Europeia (UE) a aceitar a realocação destas pessoas que chegavam às costas italianas através da rota migratória do Mediterrâneo.
Em Agosto de 2019, Salvini recusou que cerca de 150 migrantes resgatados que estavam a bordo do navio humanitário “Open Arms”, bloqueado na altura ao largo da ilha de Lampedusa, pudessem desembarcar num porto seguro, neste caso, num porto italiano. Estas pessoas ficaram bloqueadas em alto mar mais de 20 dias.
A odisseia destas pessoas terminou na noite de 20 de agosto de 2019, quando o Ministério Público permitiu que os 83 migrantes que ainda permaneciam a bordo do navio associado à organização não-governamental (ONG) espanhola Proativa Open Arms desembarcassem em Lampedusa.
Vários migrantes do grupo bloqueado tinham sido retirados antes devido a situações específicas, enquanto outros pularam para o mar para alcançar a costa a nado.
“Estou a ser processado por isto, por ter defendido o meu país? Vou de cabeça erguida, também em vosso nome. Primeiro Itália. Sempre”, escreveu Salvini numa mensagem divulgada nas redes sociais.
Por seu lado, e igualmente através das redes sociais, a ONG catalã Proativa Open Arms saudou a decisão do juiz da instância de Palermo.
“Estamos felizes por todas as pessoas que resgatámos durante a 65.ª missão e em todos estes anos. A verdade do Mediterrâneo é só uma, estamos no mar para a contar”, frisou a ONG.
A advogada de Salvini, Giulia Bongiorno, expôs este sábado, durante quatro horas, os argumentos para tentar impedir a realização do julgamento, alegando que a decisão de não autorizar o desembarque dos migrantes em território italiano tinha sido tomada pelo coletivo do governo.
Este não é o único processo deste tipo em que o nome de Matteo Salvini está envolvido.
Outro processo semelhante foi na cidade siciliana da Catânia, devido a um caso que remonta a acontecimentos ocorridos em Julho de 2019. Nesse ano, entre os dias 27 e 31 de Julho, Salvini impediu o desembarque de 131 migrantes num porto italiano e manteve estas pessoas a bordo de um navio da Guarda Costeira italiana, o “Gregoretti”, durante vários dias no mar Mediterrâneo. No passado dia 10 de Abril, o Ministério Público solicitou o arquivamento deste caso.
Cerca de mil empresas que operam em Cabo Delgado poderão fechar as portas e mais de 100 mil pessoas correm o risco de perder emprego devido aos ataques terroristas.
Desde que começaram os ataques terroristas em Cabo Delgado, em 2017, foram afectadas mil e cento e dez empresas, algumas fecharam as portas, outras, já estão à beira da falência.
A situação é considerada grave há muito tempo, mas tornou-se insustentável depois do ataque à vila de Palma, que era o maior centro de negócios dos mega projectos de gás na bacia do Rovuma.
Os ataques terroristas destruíram sonhos de muitos empresários de Cabo Delgado. Outros perderam esperança e já abandonaram a província, mas alguns não têm alternativas, e estão preparados para enfrentar tudo e todos.
A maior parte das empresas que fecharam as portas devido aos ataques terroristas são da área de Transportes, Construção civil e prestação de serviços.
O secretário-geral da Frelimo disse que o terrorismo, a Covid-19 e outras adversidades não podem ser pretextos para o incumprimento do manifesto eleitoral, transformado em Programa Quinquenal do Governo dois mil vinte/dois mil e vinte e quatro.
Falando aos membros e militantes, ontem (18), numa sessão extraordinária por si orientada, no comité distrital de Chiúre, em Cabo Delgado, Roque Silva disse que ante estes desafios, há necessidade de se arregaçar as mangas, por forma a que o partido continue a merecer confiança das populações, nos próximos pleitos eleitorais.
De acordo com Roque Silva, é necessário saber lidar com as adversidades, sem perder de vista aquilo que o partido Frelimo assumiu como compromisso diante da população, na campanha eleitoral.
“Elevar mais água para a população, mais hospitais, energia eléctrica, mais salas de aula, carteiras e continuar a melhorar as vias de acesso”, explicou Roque Silva.
Por outro lado, o secretário-geral do Partido Frelimo orientou aos seus membros a se envolverem activamente no cumprimento e na disseminação das medidas preventivas da Covid-19, uma doença que Roque Silva apelida de outro terrorismo na saúde pública.
Um agente do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) foi condenado, a oito anos de prisão, por violação sexual de uma menor de 13 anos de idade na companhia de seus comparsas, num caso ocorrido em Setembro do ano passado.
A sentença foi proferida pelo Tribunal Judicial do distrito Urbano 7, na cidade de Maputo, e o réu vai pagar uma indemnização de um milhão de meticais, pelos danos causados a vítima.
O crime foi cometido por cinco indivíduos, dos quais um está foragido.
Arranca hoje, segunda-feira, a segunda fase da campanha de vacinação contra a Covid-19 em todo o país. Na cidade de Maputo, a previsão é que sejam imunizadas mais de 20 mil pessoas. A directora dos Serviços de Saúde na capital garante que as vacinas já estão nos respectivos postos de imunização.
É já hoje em que arranca a segunda fase da campanha da vacinação contra o novo Coronavírus em todo o país e a cidade de Maputo espera vacinar 20.497 pessoas de vários grupos.
“Estudantes finalistas dos cursos de saúde que prevemos abranger 390 de todas as instituições de formação que estejam na cidade de Maputo, doentes diabéticos que não foram abrangidos na primeira fase e que tenham idade superior a 60 anos, sendo destes, esperamos vacinar 5.899”, enumerou Sheila Lobo, directora dos Serviços de Saúde na cidade de Maputo.
Os abrangidos não param por aí. Há, ainda, “doentes em terapia imunossupressora, que são os que estão a fazer tratamento de um cancro, doentes com insuficiência renal crónica em hemodialise ou que estejam na lista de espera e são esperados para imunização 600 doentes, também vamos vacinar reclusos e funcionários prisionais, polícias com idades superior a 50 anos e professores do ensino primário acima dos 60 anos”, acrescentou Lobo.
Para imunizar estes grupos, a capital do país conta com 38 equipas compostas por 152 técnicos em todos os distritos municipais da capital moçambicana.
“No Kampfumo, nós temos quatro unidades sanitárias, nomeadamente, os centros de Saúde da Malhangalene, Polana Cimento, Porto, Alto-Maé e teremos uma equipa no Comando da Polícia da cidade de Maputo”, indicou a directora dos Serviços de Saúde da cidade de Maputo.
Já no distrito de Lhamankulo, “estaremos a vacinar no Centro de Saúde de Xipamanine, nos hospitais Geral José Macamo, Chamanculo. No KaMaxaquene, temos dois postos um no Centro de Saúde 1º de Maio, KaMavota, nos centros de Saúde Pescador, Albazine, Romão, Hulene e Hospital Geral de Mavalane”.
Ainda sobre os postos de vacinação, existem, no KaMubukwana , “os centros de Saúde de KaMubukwana, Bagamoyo, Zimpeto, Magoanine Tendas e Magoanine “A”. KaTembe e Kanyaka têm os centros de saúde com os mesmos nomes como pontos para imunização contra Coronavírus”.
A directora dos Serviços de Saúde, na cidade de Maputo, garantiu que os distritos municipais já receberam as doses e a partir das 07h30 desta segunda-feira, a vacinação poderá arrancar.
“Todos estes postos já têm a vacina, os técnicos estão a ser formados e segunda-feira estaremos em condições de iniciar o processo. A vacina é a Covishield que é indicada a indivíduos maiores de 18 anos e 60 anos”, revelou Sheila Lobo.
De modo a evitar aglomerados nos postos de vacinação, as autoridades da Saúde apelam para que cada um se dirija ao local mais próximo da sua residência. Não podem tomar a vacina, mulheres grávidas, que estejam a amamentar e pessoas com a Covid-19 activa.
Cinco ‘rockets’ foram disparados tendo como alvo uma base aérea americana no Iraque, um ataque que reflete as tensões entre o Irão e os EUA num país que se vê apanhado no conflito entre os seus dois aliados.
Dos cinco ‘rockets’ disparados sobre a base de Balad, a norte de Bagdade, dois chocaram contra um dormitório e uma cantina da empresa americana Sallyport, disse à AFP uma fonte de segurança, sem precisar se houve vítimas.
Os aviões F-16 estão estacionados na base de Balad, onde se encontram várias empresas que fazem a manutenção, com empregados iraquianos e estrangeiros.
O ataque não foi imediatamente reivindicado, mas Washington acusa regularmente os grupos armados iraquianos próximos do Irão, inimigo dos Estados Unidos, de terem como alvo as suas tropas e os seus diplomatas no Iraque.
No total, cerca de 20 ataques com bombas ou ´rockets` tiveram como alvo bases que abrigam soldados americanos ou representações diplomáticas desde que Joe Biden tomou posse, no final de Janeiro, enquanto outras dezenas ocorreram desde o outono de 2019, sob a administração de Donald Trump.
Na quarta-feira os ataques atingiram um novo patamar: pela primeira vez as fações iraquianas pró-iranianas encetaram um ataque com um avião não tripulado contra instalações americanas no aeroporto de Erbil, no Curdistão iraquiano (norte).
As investidas têm acontecido num período de tensão entre Washington e Teerão sobre a questão nuclear iraniana.
Nos ataques registados desde finais de 2019, dois americanos foram mortos, assim como um civil iraquiano.
Um homem iraquiano, a trabalhar para uma empresa que faz a manutenção de aviões F-16 americanos para os militares iraquianos foi ferido em Balad em 21 de Fevereiro. Em 4 de Abril a base foi novamente visada, desta vez sem causar quaisquer baixas.
Estes ataques são por vezes reivindicados por grupos obscuros, frentes de grupos armados pró-iranianos que estão presentes no país há muito tempo, analisam os especialistas, citando os discursos dos líderes dessas fações, que regularmente ameaçam “atacar com mais frequência e mais força” os 2.500 soldados americanos ainda estacionados no Iraque.
Em 7 de abril, Washington e Bagdade retomaram o “diálogo estratégico” que deverá dar origem a um calendário para a retirada da coligação internacional que se deslocou em 2014 para combater o grupo jihadista Estado Islâmico (EI).
Inimigos declarados, a República Islâmica do Irão e os Estados Unidos têm ambos uma presença ou aliados no Iraque.
Os Estados Unidos têm no Iraque cerca de 2.500 soldados e o Irão tem o apoio, entre outros, do Hachd al-Chaabi, uma coligação de grupos paramilitares integrados no Estado.
O governo iraquiano de Mustafa al-Kazimi, visto como mais pró-americano do que o seu antecessor, é regularmente ameaçado por pró-iranianos.
Basta apenas circular um pouco pelas ruas da Cidade da Maxixe, para encontrar crianças a venderem um pouco de tudo, desde frutas, ovos e cosméticos, só para citar alguns exemplos.
O uso de mão-de-obra infantil preocupa o Ministério Público em Inhambane, que organizou, na última semana, o Seminário de Capacitação para a Prevenção e Combate às Piores Formas de Trabalho Infantil, na expectativa de oferecer ferramentas aos Magistrados Judiciais e do Ministério Público e aos diversos actores-chave na legislação laboral, para o reforço dos órgãos da administração da justiça na fiscalização, implementação e aplicação da lei com vista a eficiente protecção da criança contra às Piores Formas de Trabalho Infantil.
Na qualidade de legais defensores dos interesses jurídicos dos menores, ausentes e incapazes, o Ministério Público diz estar preocupado com o quadro do trabalho infantil, nas suas Piores Formas, na província, pois os estudos realizados em 2016 indicam que, em 2010, Moçambique tinha 12 milhões de crianças, constituindo 52% do universo da população. Deste número, um milhão, cento e oito mil, trezentas e trinta e quatro crianças estavam ligadas ao trabalho infantil.
Dos 12 milhões de crianças em Moçambique, a província de Inhambane tinha 29,5% de crianças dos 7 a 9 anos de idade, 47,2% dos 10 a 14 anos e 23,2% dos 15 a 17 anos de idade.
Do número total de crianças existentes na província de Inhambane, 93,3% desenvolviam trabalho infantil, na agricultura, pesca e comércio informal.
Isso significa dizer que, na lista das províncias com maior número de crianças envolvidas na actividade infantil, Inhambane está no quarto lugar, abaixo das províncias da Zambézia, Tete e Nampula e acima da província de Gaza.
Outra realidade, que constitui uma das Piores Formas do Trabalho Infantil e que preocupa o Ministério Público, tem a ver com o envolvimento das crianças na prostituição infantil. Dados revelam que muitas crianças oriundas de famílias de baixa renda, vivendo normalmente com parentes (avó ou tia), têm filhos e frequentam casas de pasto nocturnas, com particular incidência para as cidades da Maxixe, Vilankulo, Inhassoro, Massinga e Inhambane, onde consomem bebidas alcoólicas, porque são atraídas para o divertimento com música do momento, em volume alto e prostituem-se com a finalidade de obter dinheiro para o seu sustento.
O Ministério Público defende ainda que é preciso não se negligenciar uma outra face das Piores Formas do Trabalho infantil, que se revela com o recrutamento de crianças para servir como empregados domésticos e zeladores de menores não remunerados e privados do ensino e aprendizagem.
Um pai controlador foi condenado a pena de prisão no Reino Unido por maus-tratos aos filhos e danos corporais graves. Rachid Khadla, de 56 anos, de Windsor, terá obrigado a filha a assinar um contrato que estipulava que nunca iria engordar.
O homem de 56 anos, fanático do fitness, forçou Amira, que entretanto cortou relações com o progenitor, a assinar um documento onde se lia “Eu nunca me vou permitir engordar. Vou fazer muito exercício para garantir que nunca vou ficar gorda… Até morrer”.
Em tribunal, Amira revelou que o pai a obrigava a pesar-se várias vezes por semana e que, devido ao controlo obsessivo do seu peso por parte do pai, desenvolveu distúrbios alimentares.
“Comecei a sentir-me estúpida e sem valor. Perdi a minha autoconfiança e desenvolvi um distúrbio alimentar grave. Toda a minha vida, ao crescer, foi afetada por isto. Por causa dele eu não tive uma vida normal ou uma infância feliz”, lamentou Amira em tribunal.
Foi revelado que, sempre que qualquer um dos três filhos desobedecia às ordens do pai, ficavam sem acesso à internet, aos telemóveis ou até mesmo às chaves de casa.
Após relatarem os vários episódios de violência que sofreram ás mãos do pai, os outros filhos de Rachid garantem que sofrem de stress pós-traumático devido ao caso familiar.
Cerca de mil empresas que operam em Cabo Delgado poderão fechar as portas e mais de 100 mil pessoas estão em risco de perder emprego devido aos ataques terroristas.
Desde 2017, época em que iniciaram os ataques terroristas em Cabo Delgado, foram afectadas mil e cento e dez empresas, algumas fecharam as portas e outras já estão à beira da falência.
A situação tornou-se insustentável depois do ataque à vila de Palma, que era o maior centro de negócios dos mega projectos de gás na bacia do Rovuma.
Os ataques terroristas destruíram sonhos de muitos empresários de Cabo Delgado. Outros perderam esperança e muitos já abandonaram a província, mas alguns não têm alternativas, e estão preparados para enfrentar a situação.
Uma comissão técnica do órgão de Política, Defesa e Segurança da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) encontra-se em Moçambique desde quinta-feira (15), para avaliar as necessidades e o tipo de apoio que se pode prestar para fazer face ao terrorismo que assola a província de Cabo Delgado.
A presença deste grupo em Moçambique foi confirmada por uma fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação (MINEC), que disse que a equipa já trabalhou com o Ministério da Defesa Nacional para a determinação dos próximos passos.
“O trabalho destes peritos será feito em estrita colaboração com o sector de Defesa Nacional, que está em melhores condições de apresentar a real situação que se vive em Cabo Delgado, para se determinar o apoio que se deve dar ao país”, disse a fonte.
A presença desta comissão em Moçambique é uma das deliberações da cimeira extraordinária da Dupla Troika da SADC que teve lugar em Maputo, entre os dias 8 e 9 deste mês.
A mesma deliberação determinou que este grupo de trabalho deverá elaborar e apresentar, na próxima sessão extraordinária da Dupla Troika da SADC, a realizar-se nos dias 28 e 29 de Abril, em Maputo, um relatório operacional que vai determinar os mecanismos de intervenção ou assistência que se pode prestar ao país para fazer face ao terrorismo.
“A comissão vai avaliar a dimensão da ameaça terrorista que o país enfrenta, de modo a determinar o tipo de apoio a ser prestado para erradicar o fenómeno que assola a província de Cabo Delgado desde 2017”, disse, na ocasião, a secretária executiva da SADC, Stergomena Tax.
A ideia é que os países da região possam ajudar Moçambique a erradicar o fenómeno do terrorismo, permitindo que a SADC contribua para a protecção dos seus cidadãos e o alcance dos objectivos colectivos nos diferentes domínios.
Stergomena Tax afirmou que, entre outras coisas, a cimeira manifestou solidariedade total com o Governo e o povo moçambicano, e reafirmou o compromisso da SADC em contribuir para os esforços em prol do alcance de uma paz e segurança duradoiras, bem como da reconciliação e desenvolvimento de Moçambique.
Para além da delegação moçambicana, chefiada pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, o evento contou com a participação dos estadistas do Botswana, Mokgweetsi Masisi; da África do Sul, Cyril Ramaphosa; do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa; do Malawi, Lazarus Chakwera; e do presidente do Governo Revolucionário de Zanzibar, Hussein Ali Mwinyi, em representação da estadista tanzaniana, Samia Suluhu, bem como da secretária-executiva da SADC, Stergomena Tax.
Um terremoto de magnitude 5,9 na escala Richter atingiu as províncias de Bushehr e Fars, no sul do Irã, ontem (18), informou a agência estatal Irna.
De acordo com o Cento Sismológico do Instituto de Geofísica da Universidade de Teerã, o tremor ocorreu às 11h11, a uma profundidade de 10 quilômetros.
Não há por ora relatos sobre estragos a propriedades ou vítimas, de acordo com a imprensa oficial iraniana.
A Organização de Energia Atômica do Irã, órgão oficial do sector no país, informou em comunicado neste domingo que o terremoto não provocou danos na usina nuclear localizada em Bushehr. A província é uma das duas – ao lado de Fars – atingidas pelo tremor.
O órgão diz que não houve interrupção nas atividades da usina e reforça que o local foi construído seguindo padrões e regulações internacionais de segurança.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Provincial de Salvaguarda, Género e Protecção da Criança. Saiba mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário. Sabia mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário. Sabia mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Oficiais de Protecção a Criança do projecto. Sabia mais.
A Right To Play pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Projecto de Educação em Saúde Sexual e Reprodutiva (SHARE). Saiba mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Oficiais de Mobilização Comunitária do projecto BMZ. Saiba mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Líder de Género, Juventude e Dinâmica Social. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Sénior de Avaliação de Programa. Saiba mais.
A BVI Engenheiros Consultores Moçambique Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Estagiária em Engenharia Civil/ Arquitectura. Saiba mais.
A tranquilidade pública voltou na sexta-feira (16) à normalidade na Vila de Alto-Molócue, no norte da província da Zambézia, depois da agitação registada, na quinta-feira (15), que culminou com a morte de duas pessoas e ferimento de outras quinze.
A administradora do distrito de Alto-Molócue, Ângela Serrote, disse que dos quinze feridos, cinco foram evacuados para o Hospital Central de Nampula.
O incidente ocorreu quando a Polícia da República de Moçambique tentava conter uma agitação popular, causada por desinformação segundo a qual, uma empresária teria raptado oito jovens e mantido em cárcere privado em sua residência.
Entretanto, o porta-voz do comando provincial da Polícia da República de Moçambique na Zambézia, Sídner Lonzo, disse que a corporação teve que recorrer a gás lacrimogéneo e balas de borracha para dispersar a multidão.
Lonzo garantiu que das buscas efectuadas não foi encontrado nenhum vestígio de rapto de menores na Vila de Alto-Molócue.
Um agente do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNEC) foi condenado, ontem (16), a oito anos de prisão, por violação sexual de uma menor de 13 anos de idade na companhia de seus comparsas, num caso ocorrido em Setembro do ano passado.
A sentença foi proferida pelo Tribunal Judicial do distrito Urbano 7, na cidade de Maputo, e o réu vai pagar uma indemnização de um milhão de meticais, pelos danos causados a vítima.
O crime foi cometido por cinco indivíduos, dos quais um está foragido.
O treinador da equipa do Costa do Sol, Horácio Gonçalves, foi apresentado na tarde de ontem (16) como o novo seleccionador nacional de futebol. Gonçalves foi apresentado pelo presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat.
O Horácio Gonçalves sucede Luís Gonçalves no cargo e seu contrato estende-se até 2023. Seu baptismo será a segunda etapa de disputa das eliminatórias de qualificação ao Campeonato do Mundial do Qatar.
O novo técnico dos “Mambas” é português e já orientou clubes daquele país e em Moçambique dirigia o Costa do Sol.
“Analisámos várias propostas de alguns treinadores de renome. Temos limitações de orçamento. Há treinadores de grande craveira que estão fora dos nossos orçamentos. Mas trabalhamos para que tenhamos um treinador que vá de encontro com as nossas expectativas, que tenha um horizonte de médio a longo prazos. Posso dizer que será um treinador ambicioso e corajoso”, referiu.
Tal como referiu Feizal Sidat, a nacionalidade do técnico não será determinante, mas sim a disponibilidade, compromisso e potencial para implementar o programa federativo da selecção principal de futebol de Moçambique.
“O importante é que tenha um perfil que aprovamos e que pense na remodelação e também que possa promover alguns jovens das selecções Sub-20 e Sub-23. Terá de estar em sintonia com o Gabinete Técnico. Será um treinador com ambição e coragem de promover a juventude”, anotou.
Sobre os objectivos a propor ao futuro treinador dos “Mambas”, Feizal Sidat referiu que “teremos eliminatórias do CHAN, qualificação aos Jogos Olímpicos, Cosafa, Campeonato do Mundo e várias outras competições pela frente e cada uma tem as suas especificidades. Felizmente temos um Gabinete Técnico competente que está a trabalhar pensando em várias competições”.
O casamento e o setor nupcial enfrentam uma crise sem precedentes há um ano devido à covid-19, com os matrimónios adiados para 2021 e 2022, porque os nubentes preferem fazer a festa de sonho sem desconvidar dezenas de pessoas.
Na Quinta de Sonhos, em Ermesinde, concelho de Valongo, no distrito do Porto, as festas marcadas no ano passado foram adiadas para 2021, e muitas estão já a ser remarcadas para 2022.
Os prejuízos são inúmeros em todo o setor nupcial, tanto nas lojas de roupa de cerimónia, com trabalho acrescido para desinfetar vestidos e gabinetes de provas, como nas quintas, em que as regras contra a covid-19 impõem que a partir de segunda-feira haja só 25% da ocupação normal do espaço para a festa, prevendo-se que em maio passe para 50% da ocupação.
Os dois casamentos na Quinta de Sonhos que estavam previstos para este ano com cerca de 100 convidados foram reduzidos para 30 e 40 pessoas.
Os floricultores não plantaram por medo de ter de deitar tudo para o lixo como sucedeu em 2020, e este ano há muita falta de flores.
O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, comprometeram-se na sexta-feira (16) a trabalhar “juntos” para enfrentar os “desafios colocados pela China”.
“Estamos empenhados em trabalhar em conjunto para enfrentar os desafios colocados pela China e em questões como o Mar da China Oriental, o Mar do Sul da China, mas também a Coreia do Norte”, disse Biden numa conferência de imprensa conjunta no Jardim das Rosas da Casa Branca, após o primeiro encontro oficial com um líder estrangeiro em Washington desde a sua tomada de posse.
“Estamos a trabalhar em conjunto para demonstrar que as democracias podem ganhar as competições do século XXI, apresentando resultados para o seus povos”, acrescentou.
O chefe do Governo japonês falou de uma aliança baseada na “liberdade, democracia e direitos humanos”.
Prosseguiu dizendo que os dois países aliados se oporiam a “qualquer tentativa” da China de “alterar o status quo pela força ou intimidação nos mares do Sul e Leste da China”.
A escolha do líder japonês como primeiro convidado, que será seguido em maio pelo presidente sul-coreano, Moon Jae-in, reflete a prioridade dada por Joe Biden aos aliados mais próximos dos Estados Unidos, particularmente na Ásia onde se joga a competição com o adversário estratégico número um de Washington, a China.
Os dois líderes discutiram também as tensões crescentes sobre Taiwan, que está a denunciar ações cada vez mais hostis por parte de Pequim, e a estratégia para lidar com a Coreia do Norte, que o Presidente dos EUA deverá revelar em breve.
Na sua declaração conjunta, salientaram “a importância da paz e da estabilidade no Estreito de Taiwan” e encorajaram “a resolução pacífica das questões. Mesmo expressada de forma ponderada, é a primeira vez que um líder japonês emite uma declaração conjunta com um presidente dos EUA sobre Taiwan desde que os dois aliados reconheceram Pequim em vez de Taipé nos anos 70.
Zinédine Zidane foi oficialmente apresentado esta terça-feira como o novo seleccionador da selecção francesa de futebol. Philippe Diallo, presidente da Federação Francesa de Futebol...
A Procuradoria-Geral da República de Moçambique decidiu abrir um processo criminal para investigar o funcionamento de diversas plataformas digitais de microcrédito que operam no...