Uma juíza federal decidiu bloquear a última tentativa do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de restringir a cidadania por nascimento. A medida, que visava combater o que Trump descreveu como “turismo de maternidade”, foi suspensa pela juíza Deborah Boardman.
Após o Supremo Tribunal dos EUA ter rejeitado uma tentativa anterior de Trump de negar a cidadania aos filhos de imigrantes em situação irregular, o presidente assinou, em Agosto, um novo decreto que pretendia negar a cidadania automática aos filhos de mulheres que supostamente viajam para os EUA com o intuito de dar à luz.
Na sua decisão, que abrange 35 páginas, a juíza Boardman afirmou que a nova ordem executiva é “quase com toda a certeza inconstitucional”. Ela referiu que o Supremo Tribunal já decidiu que as crianças nascidas em solo americano são “cidadãos por nascimento”, sublinhando que essa é “a lei” que o presidente deve respeitar e cumprir.
A decisão da juíza representa um novo revés para a administração Trump, que tem enfrentado desafios legais contínuos em várias políticas relacionadas à imigração e cidadania.















