Os países asiáticos, como a China e o Japão, continuam a direcionar investimentos significativos na criação de robôs, que estão a tornar-se parte integrante do quotidiano.
Um caso recente no Estados Unidos destaca a crescente interação entre humanos e máquinas, quando um robô humanóide, denominado “Stewie”, embarcou como passageiro numa viagem doméstica.
O surpreendente voo, que ligou Las Vegas a Dallas, teve uma duração de quase três horas. “Stewie” foi submetido a todos os procedimentos de segurança habituais, incluindo uma passagem pelo raio-X. O robô foi filmado a circular pelo terminal, a dançar e a ocupar um lugar junto à janela do avião, imagens que rapidamente se tornaram virais nas redes sociais.
Após este incidente, a companhia aérea responsável reagiu alterando as suas normas, estabelecendo a proibição da presença de robôs humanóides tanto na cabine de passageiros como na zona de despacho de bagagens. A decisão, segundo informações avançadas pela empresa, é motivada pelos riscos associados às baterias de íon-lítio que equipam esses dispositivos, as quais podem representar um perigo em caso de explosão durante o voo.
Este episódio levanta questões sobre a convivência entre humanos e robôs, uma realidade em franca expansão, particularmente no Japão e na China, onde estas tecnologias já desempenham papéis significativos em aeroportos e em diversas actividades do dia-a-dia.
















