A província de Maputo enfrenta uma crescente escassez de produtos alimentares e combustíveis, resultado do aumento dos caudais nas bacias hidrográficas de Incomáti e Umbelúzi. A situação é particularmente crítica nas áreas afectadas, como os distritos de Magude e Boane.
Mariana Cupane, administradora do distrito de Magude, manifestou a sua preocupação com o agravamento do cenário. As lojas locais já estão a ver-se privadas de mercadorias alimentares e enfrentam dificuldades no reabastecimento. “Está-se a agravar, agora, aqui a nível da vila e consequentemente por todo o distrito. Continuamos com escassez de produtos a nível das lojas e fornecedores e também escassez de combustível nas nossas bombas”, revelou.
Por sua vez, Geraldina Bonifácio, presidente do Conselho Municipal de Boane, alertou que a falta de produtos alimentares no bairro Gemo poderá perdurar enquanto os níveis das águas do Umbelúzi se mantiverem elevados. “Falamos de carapau e frangos, principalmente de produtos congelados”, destacou.
A situação exige atenção urgente por parte das autoridades competentes, tendo em vista a necessidade de garantir o abastecimento das populações afectadas.















