Na província do Niassa, um número significativo de famílias continua a residir em áreas propensas a inundações, desconsiderando os alertas emitidos pelas autoridades competentes.
A situação é especialmente alarmante nas cidades de Lichinga e Cuamba, onde os habitantes ocupam margens de rios e zonas baixas, frequentemente afectadas por enxurradas.
Recentemente, um incidente trágico ocorreu na cidade de Lichinga, onde várias casas foram submersas nas margens do rio Luxeringo, no bairro de Chiuaula. Apesar do risco elevado, muitas famílias recusam abandonar estas áreas vulneráveis em busca de locais mais seguros.
Isabel Cavo, representante do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) na província, informou que apenas dezassete famílias concordaram em deixar as suas residências para um centro de acolhimento oferecido pelas autoridades. Cavo acrescentou que a mobilização para convencer as pessoas a saírem voluntariamente das zonas de risco continua a ser uma prioridade do INGD.














