Destaque PRM prolonga operação anistia e reforça apelo à entrega voluntária de armas

PRM prolonga operação anistia e reforça apelo à entrega voluntária de armas

A Polícia da República de Moçambique (PRM) já recolheu 160 armas ilegais de diversas regiões do país, no âmbito da “Operação Anistia”, que iniciou a 1 de Setembro e se prolongará até 15 de Dezembro.

Segundo o porta-voz da PRM, LeoneL Muchina, que se dirigiu a jornalistas nem Maputo, foram recolhidas armas de fogo e armas de ar comprimido em todo o território nacional. As províncias de Tete (33 armas), Inhambane (29 armas) e a Cidade de Maputo (20 armas) destacaram-se como as áreas que mais armas entregaram às autoridades. Em Cabo Delgado, região afectada por actos de terrorismo nos últimos oito anos, foram entregues 13 armas.

Muchina salientou que a campanha nacional visa recolher e regularizar armas ilegais ou irregulares e que, embora inicialmente tivesse a data de término prevista para 31 de Outubro, foi decidida a sua prorrogação até 15 de Dezembro de 2025.

O porta-voz frisou que a efectivação dessa recolha resulta da colaboração entre a Polícia e as comunidades locais. “Continuamos a apelar à entrega voluntária das armas nas esquadras e subesquadras policiais, enfatizando que essa atitude não resultará em detenções”, afirmou.

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Além disso, Muchina fez um apelo àqueles que ainda possuem armas para que as entreguem, não sendo necessário um mapeamento prévio. A fase de mapeamento será implementada quando a fase de recolha coerciva iniciar.

O Comando-Geral da PRM apela a todos os cidadãos que detêm armas ilegais ou irregulares para que as entreguem voluntariamente às unidades e subunidades policiais mais próximas. O envolvimento de todos é considerado fundamental para a manutenção da paz, segurança e estabilidade em Moçambique.

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