A província de Manica enfrenta um grave desafio com a mineração ilegal no Parque Nacional de Chimanimane, que envolve actualmente mais de dois mil garimpeiros.
Esta actividade tem provocado sérios danos ao meio-ambiente, levando o governo provincial a buscar soluções eficazes para mitigar os efeitos devastadores do garimpo na área de conservação.
A Direcção do Parque Nacional de Chimanimane já iniciou um processo de reflexão sobre as consequências da mineração ilegal, que tem resultado na degradação das terras e na poluição dos rios, comprometendo assim a biodiversidade local.
Em declarações durante a quarta sessão do Conselho Provincial de Representação do Estado, o porta-voz Agostinho Robert ressaltou a urgência desta problemática e a necessidade de ação imediata.
Uma das propostas apresentadas pelo governo provincial é a formação de associações e cooperativas entre os garimpeiros, com o intuito de promover uma exploração mais organizada e sustentável dos recursos.
Esta abordagem visa não só a redução dos danos ambientais, mas também a promoção de práticas de mineração que respeitem as normas ambientais e garantam a preservação da rica biodiversidade do Parque.
















