O desaparecimento de Cristina Domingos, uma mulher de 32 anos que está desaparecida desde Junho do ano passado, voltou a ser notícia quando surgiram indícios de que o seu corpo pode estar enterrado no quintal da residência do seu namorado, a última pessoa com quem foi vista.
A informação provocou um tumulto na comunidade de Chingussura, onde dezenas de moradores se aglomeraram na casa do suspeito, ansiosos por acompanhar a possível exumação.
Cristina, popularmente conhecida como Nina, foi vista pela última vez a conviver num estabelecimento de restauração com o seu namorado. Desde então, a sua família e amigos têm procurado respostas sobre o seu desaparecimento. A polícia deteve, no passado sábado, o namorado como principal suspeito das circunstâncias que rodeiam a seu desaparecimento.
A secretária do bairro confirmou que o relacionamento entre Cristina e o detido era de conhecimento das duas famílias. A filha da desaparecida revelou que era comum a mãe não regressar a casa após visitar o namorado, comportamento que ela descreveu como preocupante, dado que o suspeito possuía antecedentes de violência.
Com a exumação a ser aguardada, a tensão na comunidade aumentou, levando alguns membros a tentarem vandalizar a residência do suspeito. A intervenção policial, no entanto, foi rápida, com um apelo à calma que acabou por ser acatado pelos presentes.
Os familiares do suspeito manifestaram-se surpreendidos com as acusações e afirmaram que não têm conhecimento dos eventos alegados, mostrando-se disponíveis para colaborar com as autoridades.
Para assegurar a segurança dos familiares do detido e proteger a residência, a polícia destacou um contingente que permanecerá no local até que a situação seja esclarecida, com a expectativa de que mais informações surjam ainda na terça-feira.
















