Um grupo de mais de 60 fiscais do Parque Nacional do Limpopo decidiu, na manhã de segunda-feira, paralisar as suas actividades em protesto contra a falta de contractos, cortes salariais e as precárias condições de trabalho que enfrentam.
A decisão vem após anos de insatisfação acumulada, especialmente com a não renovação de contractos, mesmo quando estes continuam a desempenhar as suas funções.
Os fiscais expressam a sua preocupação face à grave situação que enfrentam desde 2019, período em que começaram a ser implementados cortes salariais. Para além das questões financeiras, os trabalhadores apontam para as condições adversas em que exercem as suas funções, que incluem o risco constante de ataques por parte de animais selvagens e a ameaça de caçadores furtivos.
Em resposta a esta situação, o administrador do Parque Nacional do Limpopo anunciou que se pronunciará nos próximos dias, na esperança de encontrar uma solução que satisfaça as necessidades e preocupações dos fiscais.
A paralisação das actividades no parque, que é uma importante reserva natural, levanta questões sobre a protecção da fauna e flora locais, bem como sobre a gestão e manutenção do espaço.













