O Tribunal de Barberton, situado na província de Mpumalanga, na África do Sul, determinou a deportação imediata de 16 mulheres moçambicanas, detidas na semana passada sob a acusação de violação da lei de imigração sul-africana.
Na terça-feira, as cidadãs moçambicanas foram julgadas e consideradas culpadas, tendo sido sentenciadas a seis meses de prisão ou ao pagamento de uma multa de 2 mil rands cada uma.
No entanto, conforme a Rádio Moçambique (RM), as penas impostas foram suspensas por um período de cinco anos, permitindo que as mesmas evitem o cumprimento imediato das sentenças, desde que não reincidam durante este tempo.
Além deste caso, o Tribunal de Barberton não conseguiu dar seguimento ao processo envolvendo dez crianças moçambicanas que também foram detidas, uma vez que a decisão está pendente da disponibilidade de assistentes sociais para procederem à avaliação necessária.
Quanto aos 15 homens moçambicanos que também foram apanhados na tentativa de entrar ilegalmente no país, o tribunal decidiu adiar a apreciação dos seus casos para a próxima terça-feira.
É relevante salientar que, ao todo, foram detidos 41 cidadãos moçambicanos enquanto tentavam cruzar ilegalmente a fronteira para a África do Sul, destacando-se a complexidade e a gravidade do problema da imigração irregular entre os dois países.














