Durante o primeiro trimestre deste ano, as autoridades migratórias em Manica procederam ao reencaminhamento de oitenta e dois cidadãos etíopes para os seus países de origem, devido à sua entrada ilegal no território moçambicano.
Além disso, onze cidadãos provenientes do Zimbabwe, Malawi e África do Sul foram repatriados para os seus países de origem.
Segundo Abílio Mathe, porta-voz da direção provincial da migração em Manica, a maioria dos reencaminhados e repatriados chegou ao país em autocarros e camiões de longo curso. Ele destacou que os postos de fiscalização de Guro e Vanduzi foram os que mais registaram retenção de cidadãos que entraram ilegalmente em Moçambique.
As autoridades migratórias reiteram o compromisso de continuar a trabalhar para evitar que Moçambique seja utilizado como corredor para a imigração ilegal.
Quanto ao movimento migratório, Abílio Mathe informou que, através dos postos de travessia, foram registados um total de setenta e um mil, seiscentos e cinquenta e três passageiros, entre nacionais e estrangeiros.
















