Internacional Protestos na Argentina contra o fechamento da Agência Estatal de Notícias

Protestos na Argentina contra o fechamento da Agência Estatal de Notícias


Mais de 700 famílias enfrentam uma situação angustiante na Argentina devido ao fecho repentino da agência estatal de notícias Télam.

O anúncio do encerramento, feito pelo novo presidente argentino, Javier Milei, apanhou de surpresa os cerca de 700 jornalistas que trabalham na agência.

As instalações foram fechadas a cadeado e os funcionários impedidos de entrar. Este encerramento abrupto desencadeou protestos e críticas, com a jornalista e líder sindical Carla Gaudensi destacando que esta decisão representa uma violência para as famílias dos funcionários e para a liberdade de imprensa.

A medida de encerrar a Télam é vista como parte das muitas ações controversas do presidente argentino para enfrentar a grave crise económica e social no país. Milei argumenta que a agência tem sido usada como um instrumento de propaganda política nos últimos anos.

Além do encerramento da agência estatal de notícias, outras medidas do governo têm sido alvo de críticas. O fim do financiamento público dos partidos políticos e os cortes nos subsídios de transportes têm impactado negativamente os mais pobres, contribuindo para o aumento dos níveis de pobreza, que atingiram os valores mais altos das últimas duas décadas.

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As políticas de austeridade estão deixando a população ainda mais empobrecida e gerando preocupações sobre o futuro económico e social do país.

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