Medicamentos contra a malária falsificados e de baixa qualidade matam mais de 267.000 pessoas por ano na África Subsariana, segundo um relatório do Instituto de Estudos de Segurança (ISS).
Os medicamentos contra a malária, especialmente as terapias combinadas à base de artemisinina (ACT), estão entre os mais falsificados do mundo. Isso ocorre porque são eficazes no tratamento da malária, uma doença que mata mais de 600.000 pessoas por ano, a maioria na África Subsariana.
A falsificação de medicamentos contra a malária ocorre principalmente na China e na Índia, os principais produtores desses medicamentos. Os Emirados Árabes Unidos, Singapura e Hong Kong também são centros de trânsito para o comércio de medicamentos falsificados.
Os medicamentos falsificados podem conter ingredientes inativos, medicamentos incorretos ou doses incorretas. Eles podem ser ineficazes no tratamento da malária, ou até mesmo piorar a doença.
A falsificação de medicamentos contra a malária é um problema sério que está custando vidas. É importante que as autoridades de saúde e as organizações internacionais trabalhem para combater esse problema.
O ISS recomenda uma série de medidas para combater a falsificação de medicamentos contra a malária, incluindo: melhoria da regulamentação da indústria farmacêutica, fortalecimento das capacidades das autoridades de saúde para detectar e apreender medicamentos falsificados e educação do público sobre os perigos dos medicamentos falsificados.
O Instituto de Estudos de Segurança também chama a atenção para a necessidade de aumentar o acesso a medicamentos antipalúdicos de qualidade na África Subsariana. Isso ajudaria a reduzir a demanda por medicamentos falsificados.
















