Internacional Cientistas descobrem civilização agrária de 2.500 anos na Amazónia

Cientistas descobrem civilização agrária de 2.500 anos na Amazónia

Cientistas descobriram uma vasta rede de cidades densamente povoadas no coração da floresta amazónica, que remonta a 2.500 anos. A descoberta, publicada na revista Science, é uma reviravolta na nossa compreensão da história da Amazónia.

As cidades, que se estendem por mais de 1.000 quilómetros quadrados no vale de Upano, no Equador, são interligadas por estradas. O planeamento urbano tem uma escala nunca vista num período tão antigo na Amazónia.

“Não se trata apenas de uma aldeia, mas de toda uma paisagem que foi domesticada pelo homem”, disse Stéphen Rostain, diretor de investigação do CNRS e principal autor do estudo.

A civilização, chamada “Upano”, foi construída por uma sociedade agrária que cultivava milho, batata-doce e mandioca. As cidades eram habitadas por milhares de pessoas e tinham uma organização social complexa.

A descoberta da civilização Upano desafia a ideia de que a Amazónia era habitada apenas por caçadores-coletores. “Esta descoberta mostra que a Amazónia era um lugar muito mais complexo do que se pensava”, disse Rostain.

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A descoberta também tem implicações para a preservação da floresta amazónica. “A civilização Upano mostra que a floresta amazónica pode ser habitada de forma sustentável”, disse Rostain.

A descoberta da civilização Upano é uma descoberta importante que muda a nossa compreensão da história da Amazónia. A descoberta mostra que a floresta amazónica era habitada por sociedades complexas há milhares de anos.

A descoberta também tem implicações para a preservação da floresta amazónica. Mostra que a floresta pode ser habitada de forma sustentável.

É importante continuar a investigar a civilização Upano para aprender mais sobre ela.

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