A secretária de Estado da província da Zambézia, Cristina Mafumo, exigiu maior celeridade no caso de um adolescente com albinismo que teve o seu braço amputado por desconhecidos naquela província.
O crime ocorreu no dia 18 de novembro, no distrito de Ile, quando quatro homens levaram o adolescente, de 14 anos, que dormia numa varanda, para uma mata e amputaram o seu braço direito.
A secretária de Estado classificou o crime como “hediondo” e disse que não acredita que alguém possa fazer algo assim a um menino.
O adolescente continua internado no principal hospital da província, mas o seu estado de saúde é positivo.
As pessoas com albinismo têm sido vítimas de perseguições, violência e discriminação em Moçambique, devido a mitos e superstições.
Desde 2014, pelo menos 114 pessoas com albinismo desapareceram em circunstâncias não esclarecidas no país.

















