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Coreia do Sul vai enviar barco de patrulha para proteger a plataforma flutuante

A Coreia do Sul pretende proteger a plataforma flutuante que se prepara para explorar e exportar gás natural na Bacia do Rovuma a partir da mesma, sendo que, para o efeito, vai enviar um barco patrulha. A informação foi avançada depois de um encontro entre o enviado sul-coreano, Byoung-Gug Choung, e o Presidente da República, Filipe Nyusi. 

Os ataques terroristas nunca tinham sido classificados como uma ameaça ao projecto de exploração de gás natural. Contudo, nesta terça-feira, 13 de Setembro, depois de um encontro com o Presidente da República, no Quénia, a Coreia do Sul revelou, através do seu enviado especial, que será alocada uma embarcação para proteger o investimento.

“O barco de patrulha vai proteger a plataforma e podemos confirmar nesta reunião que é um processo que está em curso e que, a breve trecho, poderá ser concluído. Não podemos dar especificações sobre quando este meio vai chegar a Moçambique, mas posso garantir que estamos a trabalhar, arduamente, no projecto para a sua conclusão”, garantiu o enviado especial da Coreia do Sul, Byoung-Gug Choung.

A Coreia do Sul, país onde foi construída a plataforma flutuante, lembra que a materialização do projecto de exploração de gás natural vai reforçar a cooperação entre os países.

“Agradeço ao Presidente da República pela visita que fez à Coreia em Novembro do ano passado, onde foi feito um baptismo da plataforma flutuante de gás natural. Essa foi a oportunidade para aprofundar as relações de cooperação entre Moçambique e Coreia. Através daquele empreendimento, as empresas coreanas ficaram mais envolvidas no processo de desenvolvimento do gás natural liquefeito em Moçambique, sendo que há uma empresa concessionária que tem participações no projecto”, afirmou Byoung-Gug Choung.

A exportação do primeiro lote de gás natural moçambicano está prevista para este ano e a previsão foi reforçada, recentemente, depois de uma visita do ministro dos Recursos Minerais e Energia, Carlos Zacarias, à infra-estrutura.