A quadrilha dedicava-se ainda à fraude financeira, tráfico de drogas e falsificação de documentos, operando a partir de vários tentáculos estabelecidos na cidade de Nampula e com ramificações noutros pontos da província.
Perante a imprensa, as autoridades policiais afirmaram ter “quebrado” o dorso de uma quadrilha que já estava sob vigilância, numa investigação iniciada já há algum tempo.
Segundo o porta-voz da PRM em Nampula, Zacarias Nacute, esta “gangue” foi neutralizada a tentar introduzir moedas falsas no mercado, através dos circuitos comerciais, onde se acredita haver alguns comerciantes que lhes sirvam de suporte.
Explicou ainda que os bandidos recorrem a transacções de moeda falsa nos agentes do Mpesa, pois supõe-se que eles sejam as vítimas mais fracas a serem burladas. Na mesma operação outra rede foi identificada a tentar fazer compras em estabelecimentos comerciais nas áreas periféricas daquela urbe. A preferência por estes pontos é, conforme Nacute, para facilitar as suas operações, uma vez que os comerciantes informais são tidos como os mais incautos.
















