O Brasil alcançou um novo recorde de óbitos devido à covid-19, após ter ultrapassado, pela primeira, a barreiras das 2800 mortes diárias (2841), segundo o Ministério da Saúde brasileiro.
Brasil é segundo país com mais mortes em todo o mundo, atrás dos Estados Unidos da América, com 282.127 vítimas mortais desde o início da pandemia.
O recorde anterior havia sido notificado na última quarta-feira, quando a nação sul-americana, com 212 milhões de habitantes, somou 2.286 óbitos em 24 horas e durante três dias consecutivos registou mais de duas mil mortes diárias.
Com os óbitos de terça-feira (16), a média de mortes subiu para 1.965, número recorde desde a chegada do primeiro caso do novo coronavírus no Brasil.
Em relação ao número de infeções, o Brasil contabilizou 83.926 casos positivos, elevando o total para 11.603.535 diagnósticos de Covid-19, segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela tutela da Saúde.
Trata-se do terceiro dia com mais casos de infeção pelo vírus Sars-CoV-2 em território brasileiro.
O Brasil, que atravessa o seu momento mais crítico da pandemia, tem uma taxa de incidência da doença de 134 mortes e 5.522 casos por 100 mil habitantes.
Os Estados brasileiros que concentram o maior número de infeções são São Paulo (2.225.926), Minas Gerais (980.687), Paraná (769.609) e Rio Grande do Sul (754.175).
Por outro lado, as unidades federativas com mais mortes pela Covid-19 são São Paulo (64.902), Rio de Janeiro (34.445), Minas Gerais (20.715) e Rio Grande do Sul (15.606).
Desde a chegada da Covid-19 a território brasileiro, foi registada a recuperação de 10.204.541 casos, enquanto que 1.116.867 pacientes infectados estão sob acompanhamento médico.
No momento em que o Brasil vê vários hospitais em colapso e campanhas de vacinação a serem paralisadas por falta de doses, o novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que é preciso a “união da nação” para enfrentar o que classificou como “nova onda” da pandemia de Covid-19.
A pandemia de Covid-19 provocou, pelo menos, 2.661.919 mortos no mundo, resultantes de mais de 122,7 milhões de casos de infeção, de acordo com um balanço feito pela agência francesa AFP.

















