Um foco obsessivo na segurança, combinado com o bloqueio da informação e o impedimento de acesso de órgãos de comunicação moçambicanos e internacionais às províncias atacadas pelos insurgentes afiliados do auto-denominado Estado Islâmico, caracterizam a atitude do Governo de Moçambique no que toca à situação na província de Cabo Delgado.

Na opinião de Pedro Vicente, professor de Economia e diretor do programa NOVAFRICA, são dois erros que têm contribuído para o empate deste conflito, que ameaça cada vez maior número de pessoas na província de Cabo Delgado, no norte de Moçambique.