O Governo prevê contratar mais 1.444 profissionais de saúde para prestar apoio no combate à COVID-19. A proposta consta da revisão do Orçamento de Estado previsto para este ano

A contratação será de 60 Médicos de clínica geral, 300 enfermeiros gerais, 300 técnicos de medicina curativa, 120 técnicos de laboratório, 60 técnicos de farmácia, 60 técnicos administrativos, 60 motoristas de ambulância, 60 serventes de unidades sanitárias e 60 serventes para ambulância, revelou esta sexta-feira Adriano Maleiane, Ministro da Economia e Finanças.

Maleiane, que falava durante uma audição na Comissão de Plano e Orçamento (CPO) da Assembleia da República, falou ainda dos subsídios aos profissionais de saúde, revelando que variam entre 30% e 10%, de acordo com a área e risco de cada profissional.

E quanto ao sector da defesa, em particular aos militares que combatem o terrorismo em Cabo Delgado, o Ministro da Economia e Finanças disse que os subsídios variam, também, de acordo com a patente, conforme estabeleceu o Estado-maior General. Entretanto, atingem 150%.

Com os referidos subsídios ao sector da defesa, a economia e finanças colocou 182.3 milhões de meticais no orçamento, instrumento com algum défice.

“Nós tínhamos um orçamento que tinha um défice de 105 biliões de meticais e passou para 158 biliões de meticais”, disse Maleiane.

Refira-se que o Executivo espera receber 50 milhões de Euros da União Europeia, valor com o qual poderá suportar despesas do Orçamento.