O EISA lançou a Plataforma de Transparência Eleitoral. A iniciativa vai juntar observadores eleitorais, partidos políticos e órgãos de gestão eleitoral, com vista a acompanhar e discutir as incidências das eleições de 15 de Outubro.

O espaço conta com quatro gabinetes, uma sala de reuniões, uma sala de imprensa e uma sala plenária equipada com elementos de comunicação que vão permitir acompanhar as eleições desta terça-feira, desde a votação, a contagem e o anúncio dos resultados das eleições.

Ericino de Salema, director do EISA-Moçambique, diz que o Espaço “visa promover a cidadania e aprimorar a democracia. É para todos”.

Além do EISA, junta-se à esta Plataforma, a Liga das Organizações não-governamentais, JOINT.

“A JOINT vai ajudar neste projecto cerca de três mil observadores”, garantiu Simão Tila, coordenador da JOINT.
Outro grupo da Sociedade Civil que faz parte do projecto, é o Centro para Democracia e Desenvolvimento, CDD, que desde já apela aos órgãos de gestão eleitoral, à credenciação dos observadores.

“Sem observação eleitoral é impossível ter eleições livres e justas. Portanto, apelamos aos órgãos de gestão eleitoral, que facilitem a credenciação dos nossos observadores”, disse Adriano Nuvunga, director do CDD, que lamentou a não credenciação de parte considerável de seus observadores, numa altura em que faltam menos de dois dias para o processo de votação.

Da iniciativa do Instituto para Democracia Sustentável em África, EISA, na sigla inglesa, a Plataforma de Transparência eleitoral vai funcionar entre os dias 14 e 19 de Outubro corrente. No total, terá o apoio de cerca de 7 mil observadores distribuídos em todo país, incluindo os da CPLP e Commonwealth.

O País