As suspeitas de violação sexual vem desde 2009 e nove anos depois, a norte-americana Kathryn Mayorga decide acusar, criminalmente, Cristiano Ronaldo.

Na queixa que foi apresentada, a norte-americana afirma que o futebolista português e do clube italiano Juventus, a forçou a ter relações sexuais e confessa que inicialmente os dois chegaram a um acordo para que não se falasse do assunto.

No início deste ano, o caso foi transferido tribunal federal do Nevada e Cristiano Ronaldo foi agora notificado a comparecer perante a justiça norte-americana. Nas suas declarações, Cristiano Ronaldo sempre negou as acusações e garantiu que o sexo foi consensual.

E esta segunda-feira, através de um comunicado, a Procuradoria do de Clark, no estado norte-americano do Nevada, considera que as alegações contra Cristiano Ronaldo de ataque sexual não podem ser provadas para além de dúvida razoável.

O comunicado refere também que a alegada vítima recusou identificar o suposto agressor ou o local do crime em 2009, o que fez com que os investigadores não pudessem procurar provas vitais.

O País