Luísa Diogo diz que uma boa governação só acontece quando há desenvolvimento inclusivo. Diogo falava na segunda Aula Anual Joaquim Chissano.

“Governabilidade Económica e Desenvolvimento Social: Desafios para Moçambique”. Um tema abordado por uma mulher que domina os corredores da economia e desenvolvimento do país: Luísa Diogo. Coube a Jamisse Taimo, presidente do Instituto de Governação Paz e Liderança, da Fundação Joaquim Chissano, fazer um breve perfil da oradora da segunda Aula Anual Joaquim Chissano.

Luísa Diogo falou da importância de uma boa governação e disse que, com as recentes descobertas dos recursos naturais, abre-se uma nova perspectiva para a economia, mas alertou que é preciso haver interesse comum entre dirigentes e a sociedade.

Diz ainda que é preciso que Moçambique desenvolva outros sectores, sem dogmas, como por exemplo a agricultura. Para o efeito, é importante capacitar o sector privado.

Dentre vários cargos, Luísa Diogo foi Primeira-ministra e esteve em frente às negociações do perdão da dívida, um processo que culminou com o surgimento do livro da sua autoria, intitulado “A sopa da madrugada”. Hoje, Luísa é PCA do Barclays Moçambique e docente.

O País