Bilionário dos diamantes, o israelense Ehud Arye Laniado, de 65 anos, morreu ao se submeter a uma cirurgia de aumento peniano. O empresário se internou em uma clínica localizada na icónica avenida Champs-Elysées, em Paris, no último sábado (02). Laniado teria sofrido uma parada cardiorrespiratória.

Dono da Omega Diamonds, uma companhia belgo-israelense de comércio de diamantes, ele era conhecido por ser extravagante, muito vaidoso e por ter complexo com a altura, pois se achava muito baixo. Entre as marcas do bilionário, estavam o bronzeado forte e o cabelo penteado para trás.

Os principais tabloides mundiais relataram a morte de Laniado. Ao veículo belga Het Nieuwsblad, um funcionário contou que as visitas do empresário ao cirurgião plástico eram constantes. Já o Le Soir afirma que a clínica demorou uma hora para chamar o serviço de emergência, enquanto realizava massagem cardíaca para reanimá-lo.

Laniado, que começou a vida como massagista em um hotel em Tel Aviv antes de embarcar no comércio de diamantes brutos em Antuérpia, vivia em Mônaco, em uma cobertura que vale cerca de US$ 56 milhões, segundo o jornal australiano The Sun.

Em 2015, Laniado vendeu o diamante mais caro do mundo, o Blue Moon, por US$ 68 milhões ao empresário de Hong Kong Joseph Lau Luen Hung. Ele se dizia aposentado após um escândalo de evasão de divisas na Bélgica, em um processo milionário que quase custou a reputação do bilionário.

Metrópoles