Malfeitores assaltam um estaleiro de chineses no distrito de Nicoadala e se apoderam de mais de um milhão e meio de meticais, na mesma circunstância roubaram oito computadores e quatro telefones celulares da marca iphone.

Para além de saquear valores, laptops e telefones os malfeitores pegaram na proprietária do referido estaleiro amarraram a boca, olhos, as mãos e os pés. de seguida tiraram a roupa e bateram violentamente com ferro com Intuito dela entregar valores.

E porque não tinha, os malfeitores seguiram para o quarto da filha de onde saquearam mais de um milhão e meio de meticais, oito laptops e quatro telefones celulares da marca iPhone.

Os guardas do estaleiro contaram que foram torturados pelos malfeitores em número de sete. Paulo Mário contou que tudo foi de repente na madrugada do sábado quando aqueles malfeitores entraram no recinto do estaleiro. ” Lá atrás onde sempre fico ouvi um barulho nas tábuas e na sequência bateram me de trás com ferro, rasgaram a minha camisa e amarraram na boca. Disseram me para não fazer barulho sob pena de me matar. Fizeram tudo o que queriam e fugiram” explicou.

Domingos Raimundo outro guarda contou que depois do jantar “vejo alguém a vir e pensei que fosse meu colega a vir dar alguma informação porque na semana passada sofremos uma tentativa de roubo de uma máquina mas que não foi possível porque a nossa intervenção foi rápida” disse afirmando que “de repente mostraram catana, amarraram boca e os meus olhos na perspectiva de eu não poder fazer nada”.

Raimundo explicou igualmente que na zona onde está localizado o estaleiro, embora a escassos metros exista um posto policial, o nível de insegurança é tanta que várias vezes malfeitores entraram a calada da noite tentam roubar vários bens.

No acto do assalto os malfeitores subiram pelo estendal, chegaram na sala retiraram componentes das câmaras de vigilância como forma de apagar a gravação das imagens. Fizeram diversos estragos no interior da casa.

O comandante distrital de Nicoadala, Manassés Masse, diz que a polícia já está a trabalhar no caso. Neste momento há dois detidos em conexão com o caso.

O País