O sector de Actividades Económicas de Nampula está apreensiva com a crescente proliferação das barracas, vulgarmente, denominadas “take-a-ways”, que vendem comida de pronto consumo em quase todas as artérias da cidade sem observar o mínimo de condições.

A preocupação surge do facto de as barracas estarem a funcionar sem as mínimas condições de higiene, nomeadamente, água corrente, casas de banho, uniforme para os trabalhadores, entre outras situações.

Élio Rareque, delegado provincial da Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE) de Nampula, entende que a falta das condições básicas de higiene periga a saúde dos próprios clientes, pois trata-se de locais que têm a responsabilidade de vender comida de pronto consumo.

A nossa fonte explicou que a maior preocupação da sua instituição não está relacionada com a proliferação dos tais estabelecimentos, mas com a qualidade dos serviços prestados ao público.

O processo de licenciamento dos “take a ways” é da responsabilidade do Conselho Municipal de Nampula, por isso, a INAE pretende desenvolver acções coordenadas com a edilidade com vista a corrigir a situação.

Rareque deu a conhecer que o processo de colaboração com a edilidade já vinha sendo implementado, mas, a dado momento, ficou a meio caminho, por razões ainda desconhecidas, assegurando, que as duas instituições pretendem reactivar a coordenação.

Jornal Notícias