O presidente executivo da Galp, Carlos Gomes da Silva, diz que a próxima década na produção de gás natural será dedicada a Moçambique no mercado mundial.

Gomes da Silva acredita que Moçambique poderá vir a preencher a procura que se antecipa no mercado internacional de gás e que não será satisfeita pelos actuais produtores.

Falando ao Financial Times, o presidente executivo da Galp admitiu, que será necessário evitar que os custos da produção do gás moçambicano disparem, como aconteceu com projectos semelhantes na Austrália.

“Estamos a trabalhar para optimizar e para ver se conseguimos tornar o projecto ainda mais competitivo”, disse Presidente da Galp que tem 10 por cento do projecto Coral Sul na província de Cabo Delgado.

O consórcio liderado pela Eni, que inclui a petrolífera portuguesa Galp, para além da sul-coreana Korea Gas e a moçambicana Empresa.

Nacional de Hidrocarbonetos, vai investir oito mil milhões de dólares.

A produção de gás natural liquefeito em Moçambique tem arranque previsto para 2022.

A Bola