O FC Porto entende que o caso dos emails configura, pelo menos, tráfico de influências e pede uma punição ao Benfica que passe por descida de divisão ou perda de pontos.

Os dragões criticam também o que dizem ser “bullying” sobre quem teve acesso à correspondência.

O Benfica aponta ao rival “mentalidade de gang de favela”. “Quando a mentalidade de gang de favela chega ao futebol dá nisto: não é grave roubar e difundir emails privados, ameaçar árbitros de morte, mostrar imagens de árbitros a sangrar com avisos. Isso não tem problema. Grave, sim, é quem em legítima defesa detecta e coloca processos a quem comete crimes de violação de correspondência privada“, lia-se na conta de Twitter do Benfica dirigida à imprensa.

Isto depois de, na véspera, Francisco J. Marques, director de comunicação do FC Porto, ter atacado os encarnados pelas cartas enviadas às empresas de quem descarregou os emails.

Não é permitida justiça pelas próprias mãos. O que o Benfica tem de fazer é apresentar queixa. Mas age como se fosse um Estado“, referiu Marques, que pede castigo às águias, citando o email em que Luís Filipe Vieira “ordena a descida de nota de Rui Costa [árbitro]”. “Parece-me claro tráfico de influências.

A consumação dá descida, mas a tentativa também dá perda de pontos”, disse.

Dragão volta ao trabalho

O plantel da equipa do FC Porto voltou ontem aos treinos, tendo em vista a visita ao terreno do Paços de Ferreira, no próximo sábado, para a Taça da Liga. Otávio é a única baixa, por lesão, e realizou apenas tratamento.

Os dragões estão também a trabalhar fora das quatro linhas, no que ao mercado de Janeiro diz respeito. O lateral Layún deve ser cedido ao Alavés até ao final da temporada e a chegada de Wendel – ao que tudo indica por empréstimo do PSG, que o vai contratar ao Fluminense – será decidida durante os próximos dias.

CM

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