Três tripulantes de nacionalidade bengali, iraniana e síria fugiram na madrugada de terça-feira (05), do Porto de Pesca da cidade da Beira, junto ao Cais Manarte, a bordo do rebocador PSD-2, com a matrícula 5IM-675, carregando consigo balizas do Instituto Nacional de Hidrografia e Navegação (INAHINA) de Moçambique.

Atrás, deixam uma dívida com a Administração Marítima de Sofala, no montante de 600 mil meticais, referente ao tempo de permanência da embarcação nas águas moçambicanas, mais precisamente no referido ancoradouro, a partir de Abril deste ano.

O alerta sobre o desaparecimento do referido navio foi dado por volta das 6:00 horas de terça-feira. De seguida, as autoridades locais accionaram unidades policiais, visando a localização da embarcação e respectivos tripulantes, mas sem sucesso até ao fim do dia.

O facto foi revelado pelo administrador Marítimo de Sofala, António Reginaldo Vilanculos, que chegou, inicialmente, a acreditar que o rebocador poderia ser forçado a voltar ao Cais Manarte, através da intervenção dos agentes do Estado moçambicano.

A embarcação que está sob comando do capitão de nacionalidade síria, Asmael Alsarwt, chefe de máquina, Seyed Nasr Soltan Nasr, iraniano e marinheiro Mohammad Jahangir Alam, bengali, terá sido vista na milha 12, o correspondente a 30 quilómetros do Porto da Beira.

Jornal Notícias

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