Um homem acusa a Delta Airlines de o ter expulsado do avião após uma ida à casa de banho, ordenada por necessidades fisiológicas.
A expulsão violenta do passageiro da United Airlines levou a um acordo entre passageiro e companhia aérea.
O caso envolve o passageiro Kima Hamilton. Tudo aconteceu no aeroporto de Atlanta, nos EUA, a 18 de Abril.
O avião estava já há algum tempo na zona de partida, à espera de ‘luz verde’ para levantar voo. Nesta altura é suposto os passageiros estarem sentados, caso contrário podem atrasar a partida e até perder o lugar na fila.
Kima ainda esperou numa primeira fase mas, ao fim de meia hora, optou por levantar-se e ir à casa de banho, simplesmente porque “não aguentava” esperar mais, como contou a um canal de televisão qualquer. Quando regressou um funcionário da companhia aérea abordou-o, pedindo-lhe que se levantasse.
A conversa desenrola-se de forma calma por parte de passageiro e funcionário, com este último a insistir que a conversa decorra “lá fora”, vê-se no primeiro vídeo filmado por outro passageiro.
A situação fica por resolver até um segundo funcionário ser chamado. Como mostra o vídeo publicado no YouTube, a conversa agora prolonga-se por mais tempo, com Kima a manter o mesmo discurso: comprou bilhete e não entende por que razão querem que saia, após simplesmente ter utilizado a casa de banho. Após minutos de insistência, Kima lá aceitou sair do avião.
Nesse dia comprou novo bilhete para o mesmo destino à Milwaukee,mais caro. A companhia aérea acabou por indemnizá-lo.
Mary Schiavo, especialista em aviação, explicou à CNN que as regras na hora de um avião partir existem com razão: é suposto os passageiros estarem sentados no lugar, cintos postos, porque o avião pode partir a qualquer momento.
Em comunicado, a Delta reagiu relembrando precisamente os deveres dos passageiros, em particular na hora de levantar voo e aterrar.
As regras, no então, raramente são cumpridas ao detalhe quando há uma ‘emergência’ desta ordem, como explica Schiavo: “Já houve milhares de vezes nem que alguém teve uma emergência deste género e eles a todos que esperam e pedem à pessoa que se despache para voltar ao lugar”. Desta vez não foi esse o caso.
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