Uma carcereira foi condenada após ter um relacionamento amoroso com um detento na prisão de segurança máxima de Manchester, no Reino Unido. Kiah Andrusjak, de 25 anos, trabalhava na supervisão dos presos, que eram encarregados das tarefas de limpeza da cadeia.

Segundo as informações do jornal Manchester Evening News, do Reino Unido, a mulher foi detida após ser pega levando chocolates, cigarros e algumas fotografias intimas para a cela de Shane Boyd, de 24 anos. O casal já estava a seis meses juntos e se encontraram pela primeira vez na cantina da prisão. Nesse meio tempo, eles trocaram mais de 600 mensagens de texto, sendo que Boyd usava um celular ilegalmente.

Ex-marinheira da Marinha Real, Kiah ficará oito meses na prisão por “traição da confiança pública”. Durante seu julgamento, ela confessou ter mantido uma “relação inadequada” com Boyd por seis meses e por ter se comunicado com ele por celular.

Você entrou em um relacionamento com Boyd e o manteve inteiramente por sua própria vontade, mesmo sabendo que era ilícito. Você poderia ter terminado a qualquer momento se quisesse fazê-lo. Você tinha 23 anos, ainda jovem, mas já havia prestado serviços por cinco anos a Marinha Real. Você era uma jovem que, para sua idade, tinha uma experiência considerável no serviço público”, disse o juiz que julgou o caso.

Shane Boyd foi condenado a prisão por assassinato em 2009, depois de esfaquear a estudante Conor Black de 16 anos após um desentendimento envolvendo um Xbox.

Desde que foi preso, Boyd tem se envolvido repetidamente em confusões. Ele foi pego duas vezes postando fotos de si mesmo no Facebook, com celulares contrabandeados.

As imagens postadas online causaram mais tormento à família de Conor. Sua tia, Lynne Black, disse na época: “A dor nunca vai embora, e ainda temos que lidar com fotos dele sorrindo na cadeia. Ele basicamente está rindo de sua sentença e rindo de nós“.

Em 2016, semanas antes de começar seu caso com Kiah Andrusjak, Boyd entrou com um pedido de liberação antecipada, alegando que havia feito “progresso excepcional” dentro da prisão. Mas um juiz da Suprema Corte do Reino Unido rejeitou o apelo depois de saber dos casos envolvendo as publicações em redes sociais.

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