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O Brasil sofreu na segunda-feira (20), medidas comerciais pelo escândalo causado por supostas adulterações na carne para consumo humano, depois que China e Chile fecharam seus mercados e que a União Europeia (UE) impôs restrições.

O caso atinge em cheio dois gigantes do sector, JBS e BRF, que buscam tranquilizar os consumidores e limitar suas perdas na Bolsa, enquanto o governo tenta limitar as consequências para um sector-chave da economia, em recessão desde 2015.

Esta semana, as más notícias começaram com o anúncio de que a China resolveu conter a entrada de carne brasileira à espera de explicações detalhadas sobre o caso. O Brasil é o maior exportador mundial do produto e a China seu segundo cliente de carne de boi e de frango.

Até receber as informações, a China não desembarcará as carnes importadas do Brasil. Hoje à noite, o ministro terá uma videoconferência com autoridades chinesas para prestar esclarecimentos“, diz nota publicada no site do Ministério da Agricultura.

Pouco depois, o Chile -sexto importador de carne vermelha brasileira- também decretou uma suspensão temporária.

O fechamento do mercado brasileiro é temporário, até que informem se [entre os estabelecimentos suspeitos] há frigoríficos autorizados para exportar para o Chile“, explicou no Twitter o ministro chileno da Agricultura, Carlos Furche.

De acordo com veículos de mídia, a Coreia do Sul também teria suspendido a importação de carne de frango, mas o Ministério da Agricultura afirmou que a China foi o único país a emitir um comunicado oficial sobre suspensão.

AFP

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