Lourenço Machado, director da Segurança Marítima no Instituto de Navegação Marítima (INAMAR), disse a nossa fonte, que nenhuma família reportou o desaparecimento de um ente querido, como também não há sinais de corpos que tenham sido vistos a flutuar e que possam ser associados ao acidente.
As autoridades estão a usar estes dois detalhes de investigação face à falta de registos exactos do número de pessoas que viajavam na embarcação Mapapai I, que cerca das 8 horas de sexta-feira colidiu com o Ferryboat Mpfumo, perdeu equilíbrio e naufragou.
Os barcos da companhia Mapapai são dos mais preferidos pelos utentes que diariamente fazem esta ligação devido a sua rapidez, comparativamente aos Ferryboats Mpfumo e Bagamoyo.
A fonte reafirmou que pelo menos 33 pessoas viajavam na embarcação sinistrada, tendo uma delas perdido a vida. Três continuam sob cuidados médicos no Hospital Central de Maputo, estando fora de perigo. Entre os feridos, um não seguia na embarcação, mas sim esteve envolvido no socorro das pessoas e acabou contraindo lesões.
Uma avaliação preliminar aponta o excesso de lotação como uma das prováveis causas do sinistro, ocorrido nas proximidades da ponte-cais de KaTembe.
O barco tem a capacidade de transportar 25 passageiros e três tripulantes, mas na altura do sinistro que ceifou uma vida e não duas, como escreveu o Notícias anteriormente, seguiam à bordo mais de 30 pessoas, entre passageiros e operadores.
As primeiras informações veiculadas logo após o sinistro davam a indicação da existência de cinco pessoas desaparecidas.
AIM















