As autoridades tradicionais do distrito de Macossa realizaram condignamente os funerais de treze corpos encontrados por baixo de uma ponte naquele ponto da província.
A cerimónia fúnebre que aconteceu próximo do local onde foram achados os cadáveres, sucedeu na sequência da comissão criada pelo governo provincial para a investigação não conseguir apurar as causas da morte, nem a identidade dos mesmos.
O comandante da Policia da República de Moçambique em Manica, disse que há dificuldades na identificação e investigação das razões que levaram a morte daqueles cidadãos, foi devido ao elevado estado de decomposição dos cadáveres.
Para o dirigente, pelo estado avançado de decomposição dos corpos encontrados naquela região, a equipa criada pelo estado viu a gravidade da situação de decomposição e periodizou a realização da cerimónia fúnebre dos finados, uma vez que não fazia sentido continuar a deixar os corpos daquela maneira para se investigar o caso.
Depois da cerimónia fúnebre, segue-se a devida investigação sublinhou o comandante da PRM em Manica, Armando Canhenze.
Armando Mude Canhenze não fez a ligação do sucedido com os ataques armados da Renamo, mas avançou que o acto aconteceu numa zona em que a tensão politico militar se fez sentir e que devido a situação a população que outrora era residente, abandonou o local.
Para Canhenze, a policia está trabalhar de forma a encontrar e responsabilizar criminalmente os autores do assassinato.
Refira-se que a identificação de treze corpos, no distrito de Macossa, por baixo de uma ponte, tira os equívocos de uma imprensa internacional que alegava existirem numa vala comum cerca de cento e vinte corpos naquela região limítrofe entre Macossa e Gorrongosa, nas províncias de Manica e Sofala respectivamente.
Abrahamo Cufa Mapuca















