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Banco Mundial vai desembolsar USD 500 milhões de dólares para financiar o Orçamento Geral do Estado

O Banco Mundial vai desembolsar para o Orçamento de Estado de 2015 cerca de 200 milhões de dólares, para além de outros 300 milhões destinados ao financiamento de projectos em áreas como agricultura, saúde, educação, transportes e água.

A grantia foi dada  na passada quinta-feira pelo Director Executivo do Banco Mundial Louis Rene Peter Larose,  no âmbito de uma visita de cinco dias que efectuou a Moçambique.

Falando aos jornalistas no final da visita, Larose explicou que o montante acordado para apoio directo ao Orçamento deverá ser desembolsado, de uma só vez, no segundo semestre, à semelhança do que aconteceu nos anos anteriores.

“A ajuda do Banco Mundial para o Orçamento do Estado para este ano foi programada para 200 milhões de dólares, e também o desembolso de 300 milhões de dólares para projectos específicos  de investimentos”, garantiu.

Na ocasião, Larose deu a conhecer que no âmbito da cooperação, a sua instituição tem um projecto equivalente a 1,6 bilião de dólares.

O director executivo do Banco Mundial anunciou também que a instituição iniciou conversações com o governo moçambicano no sentido de definir os sectores prioritários para a elaboração de um programa com a duração de cinco anos, a iniciar-se dentro de nove meses.

“Moçambique tem uma relação muito boa com o Banco Mundial há mais de trinta anos e garanto que vai ser reforçada nos próximos”, assegurou o director executivo da instituição, que disse ter ficado impressionado com a quantidade de projectos em curso na província de Nampula, “reveladora das grandes oportunidades do país.”

De referir que em Maputo, ele foi recebido pelas autoridades governamentais, com destaque para o Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário e o Ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, com quem trocou impressões sobre diversos aspectos da vida socioeconómica do país, particularmente nas áreas apoiadas por aquela instituição da Bretton Woods.

O propósito desta visita era, fundamentalmente, explorar áreas que possam beneficiar de financiamento da instituição, num programa de cinco anos a ser negociado dentro dos próximos nove meses entre o Governo moçambicano e aquela instituição da Bretton Woods.

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