A Aro Moçambique, uma organização juvenil lançou esta quinta feira, no distrito de Namaacha, no Posto Administrativo de Changalane, na província de Maputo, a primeira pedra para a implantação do agro-acampamento piloto, orçado em USD milhão  norte americanos. O Centro vai apoiar os projectos juvenis, e também irá desenvolver actividades agrícolas aliadas a ciência e a prática.

O projecto tem em vista agrupar de forma voluntária jovens recém formados em agricultura, para aprendizagem pratica da produção agrária sustentável.

Falando durante a cerimonia, o Director da Agência de Desenvolvimento e Empreendedorismo, Policarpo Tamele disse que este empreendimento vai promover a atractividade agrária para jovens moçambicanos, evidenciando o trabalho no campo em ambiente suportável , agradável e atraente.

” Com este projecto haverá transferência dos melhores conhecimentos tecno -científicos para os jovens, num processo de aprendizagem, pratica e continua  sobre a produção agrária e o funcionamento das cadeias de valor agrária , bem como engajamento da juventude nessa actividade de geração rápida  de rendimentos “, explicou.

Ainda ,segundo Tamele, este agro acampamento vai advogar a favor dos jovens participantes que pretendem desenvolver individualmente ou em grupo, a actividade em moldes comerciais. Em relação aos benefícios do projecto, o director da Agência de Desenvolvimento e Empreendedorismo referiu que os jovens instalados num agro-acampamento vão auferir um salário compatível, proveniente das suas actividades diárias de produção e comercialização.

” Os beneficiários terão acesso ao treinamento pratico de produção agrária, visitas de trocas de experiências e acesso de garantias de re -alocação para o inicio individual da actividade ao sair o agro-acampamento”, assegurou.

Por seu turno, o chefe do Posto Administrativo de Changalane, Custódio Tembe explicou na ocasião que vai acontecer naquele distrito e não só vai ajudar aos jovens como também a toda sociedade no geral.

” Os nossos jovens estão muito satisfeitos, pois este empreendimento vai desenvolver a nossa agricultura e a juventude a ser empreendedor e que acima de tudo é possível viver desta actividade” explicou.

 E vai abranger jovens que tenham formação agrária dos níveis básico, médio e superior ou ainda ter conhecimentos na área da agricultura.